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:: ‘citrus’

ILHÉUS: EMPRESÁRIO USAVA A ESPOSA E FUNCIONÁRIOS COMO LARANJAS PRA GANHAR LICITAÇÕES NA PREFEITURA

Casal mostra vida de dedicação à igreja nas redes sociais. À esquerda, os dois aguardam pra dar depoimento no núcleo ambiental do MP na Uesc. Fotos Facebook e Ilhéus em Resumo.

Preso pela operação Citrus na manhã desta terça, dia 21, deflagrada pelo Ministério Público e a Polícia Civil, o empresário Enoch Andrade, dono das lojas Andrade Multicompras, é acusado de usar laranjas para abrir empresas e vencer licitações para fornecer alimentos e material de escritório à secretaria de Desenvolvimento Social de Ilhéus.

O nome da operação, Citrus, é uma referência à quantidade de laranjas (donos de fachada) usados por Enoch. O esquema, que movimentou 20 milhões de reais, gerou pelo menos cinco empresas de fachada desde 2009, quando começou a operar, acreditam os promotores públicos envolvidos no caso. O coordenador da operação, Frank Ferrari, concedeu entrevista coletiva sobre o caso, da qual o ILHÉUS EM RESUMO participou.

As empresas eram abertas em nome de funcionários e da esposa dele, Tayane Lopes, que também foi presa preventivamente hoje. As firmas venciam as licitações, mas era a Andrade Multicompras quem fornecia o material, vendido com sobrepreço.

As investigações começaram em 2015 e já detectaram possíveis fraudes cometidas desde 2009. O esquema, de acordo com o promotor, “se perpetuou independente do governo”. Nesse período, estiveram na gestão municipal os ex-prefeitos Newton Lima e Jabes Ribeiro. Ferrari não soube responder se os dois ex-gestores teriam conhecimento ou participação nos crimes.

Além do casal, que, nas redes sociais mostra uma vida de dedicação à igreja, foram presos preventivamente Jamil Ocké (vereador) e Kácio Brandão, ambos ex-secretários de Desenvolvimento Social, e os empresários  Wellington Andrade Novais e de Lucival Bomfim Roque.

A defesa do ex-secretário Kacio Brandão conversou com o ILHÉUS EM RESUMO e afirmou que ele, como gestor, não tinha responsabilidades sobre os processos de licitação, já que a secretaria não possuía esse tipo de autonomia. A mesma alegação deve ser usada pela defesa ao vereador Jamil Ocke.

 

ESCÂNDALO EM ILHÉUS: DETIDOS SERÃO LEVADOS PARA O PRESÍDIO ARISTON CARDOSO

Kacio e Jami

O vereador Jamil Ocke (ex-secretário de desenvolvimento social de Ilhéus) e o também ex-secretário Kacio Brandão, serão ouvidos nesta terça-feira pela polícia civil e depois serão levados para o presídio Ariston Cardoso, em Ilhéus. 

Casal Tayane e Enoch

Esse será o mesmo destino dos empresários Enoch Andrade Silva, Wellington Andrade Novais e de Lucival Bomfim Roque, todos presos na operação Cítrus, deflagrado pela polícia civil e Ministério Público nesta terça-feira, para investigar fraudes em licitações.

No momento, as investigações se restringem a secretaria de desenvolvimento social de Ilhéus e foram iniciadas em 2015, mas apura práticas ilícitas cometidas desde 2009.

A esposa do empresário Enoch Andrade, dono da loja Andrade Multicompras, Thayane Santos Lopes, será conduzida para o complexo prisional de Itabuna.

A defesa do ex-secretário Kacio Brandão conversou com o ILHÉUS EM RESUMO e afirmou que ele, como gestor, não tinha responsabilidades sobre os processos de licitação, já que a secretaria não possuía esse tipo de autonomia. A mesma alegação deve ser usada pela defesa ao vereador Jamil Ocke.

VEREADOR JAMIL OCKE E EX-SECRETÁRIO SÃO PRESOS EM ILHÉUS

Kacio e Jamil

Seis pessoas, dentre empresários e funcionários públicos, foram presas em uma operação deflagrada pelo Ministério Público estadual na madrugada desta terça-feira, dia 21, no município de Ilhéus, para desmantelar um grupo criminoso que praticava fraudes e superfaturamento em procedimentos licitatórios e contratos realizados pela Prefeitura Municipal de Ilhéus. Denominada “Operação Citrus”, a ação é realizada pela 8ª Promotoria de Justiça de Ilhéus com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI) e suporte operacional da Polícia Civil, através do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) e do Departamento de Polícia do Interior (Depin). 

Foram presos Enoch Andrade Silva, Thayane Santos Lopes, Wellington Andrade Novais, Lucival Bomfim Roque, Jamil Chagouri Ocké e Kácio Clay Silva Brandão. Além dos seis mandados de prisão, foram cumpridos seis mandados de condução coercitiva e 27 mandados de busca e apreensão.

Segundo apurado em investigação realizada pelo MP, o grupo opera desde 2009 celebrando contratos com o Município de Ilhéus para o fornecimento de bens diversos utilizando as rubricas genéricas de “gêneros alimentícios” e “materiais de expedientes/escritório”. O esquema contava com a participação de agentes públicos do primeiro escalão do governo municipal e, conforme comprovado no período da investigação, as empresas envolvidas receberam mais de R$ 20 milhões decorrentes de contratações com a Prefeitura Municipal de Ilhéus. 

As empresas são a Marileide S. Silva de Ilhéus, Mariangela Santos Silva de Ilheus EPP, Thayane L. Santos Magazine ME, Andrade Multicompras e Global Compra Fácil Eireli-EPP, todas geridas por Enoch Andrade Silva. Também foi identificada a participação do empresário Noeval Santana de Carvalho, que celebrava contratos irregulares com o Poder Público para fornecimento de merenda escolar.

Informações do Ministério Público da Bahia.



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