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:: ‘Coronavírus – Covid’

ILHÉUS ESTABELECE NOVO PROTOCOLO PARA DETECÇÃO DA COVID-19

Do Tabuleiro

Teste covid-19.

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) definiu novo protocolo de testagem para a Covid-19. O procedimento segue os critérios estabelecidos pela Nota Técnica COE Saúde nº 54, de 8 de abril de 2020, da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), considerando a estratégia adotada para enfrentamento da doença. Conforme a Sesau, o Município realiza dois exames para diagnóstico da Covid-19. São eles:

RT-PCR (swab): com cotonete passado na garganta e nariz do paciente, a amostra deve ser coletada, preferencialmente, até o oitavo dia do início dos principais sintomas: febre, tosse, coriza, dificuldade para respirar e dor de garganta. Os exames são realizados conforme o estoque de material, priorizando pacientes internados com sintomas respiratórios de moderados a graves, pacientes idosos e pacientes com comorbidades (cardiopatas, pneumopatas, imunodeprimidos, insuficiência renal crônica (IRC), diabetes mellitus (DM), gestação de alto risco e hepatopatia).

Teste Rápido:  A coleta é feita na polpa digital, com um furo no dedo, e deve ser realizada após o oitavo dia do início dos sintomas gripais. O grupo prioritário inclui profissionais da área de saúde e segurança pública, com síndrome gripal; pessoas que residem no mesmo imóvel que esses profissionais; indivíduos com 60 anos ou mais, sintomáticos ou não; população economicamente ativa (idade entre 15 e 59 anos) e portadores de comorbidades de risco.

A Sesau informa, contudo, que a realização dos exames dependerá da sua disponibilidade no serviço. Os pacientes devem aguardar o resultado e manter o isolamento social para evitar a contaminação de outras pessoas.

ILHÉUS RECEBERÁ BOLHAS DE CONTENÇÃO QUE PROTEGEM SERVIDOR QUE ATUA NA PANDEMIA

BOLHAS DE CONTENÇÃO.

O Governo do Estado enviou, nesta segunda-feira (27), 90 bolhas de contenção desenvolvidas pelo Senai Cimatec para os nove Núcleos Regionais de Saúde (NRS) da Bahia, localizados em Salvador, Feira de Santana, Alagoinhas, Ilhéus, Teixeira de Freitas, Juazeiro, Jacobina, Vitória da Conquista e Barreiras. A ação é da força-tarefa coordenada pelas secretarias estaduais do Planejamento (Seplan) e de Desenvolvimento Econômico (SDE).

“Estamos enviando bolhas de contenção de forma sistemática para equipar as unidades de saúde que atendem pacientes com os sintomas da Covid-19, fortalecendo o combate à pandemia e oferecendo mais segurança para os profissionais que estão atuando na linha de frente, salvando vidas”, destacou o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro.

As bolhas, confeccionadas com material acrílico transparente, visam reduzir os casos de intubação entre paciente portadores da COVID-19, bem como os riscos de contaminação entre os profissionais de saúde que trabalham na linha de frente de combate à pandemia.

Os Núcleos Regionais de Saúde têm a finalidade de acompanhar as atividades de regulação, vigilância sanitária, dispensação de medicamentos, bem como as ações relativas à Coordenação de Monitoramento de Prestação de Serviços de Saúde, Central de Aquisições e à Corregedoria da Saúde, contribuindo para o fortalecimento da gestão junto aos Municípios.

MEDICAMENTOS EM HOSPITAIS JÁ COMEÇAM A PREOCUPAR; MAGELA NEGA

Do Jornal Bahia Online

Secretário Magela.

As instituições hospitalares de Ilhéus, responsáveis pelo tratamento de infectados pela Covid-19 trabalham, neste momento, no limite do estoque de medicamentos utilizados para os casos mais graves da doença, notadamente sedativos usados em pacientes que necessitam ser entubados nas UTIs. O problema não é localizado. A produção abaixo do consumo tem limitado as vendas em todo o País.

O provedor da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus, médico Eusínio Lavigne disse que o Hospital São José, uma das instituições conveniadas, trabalha “no limite” de alguns produtos “A gente compra determinada quantidade e os laboratórios enviam sempre uma quantidade menor. É preciso regularizar para não faltar”, disse ao Jornal Bahia Online, hoje pela manhã. Vale ressaltar que o Hospital São José é o que disponibiliza a menor quantidade de leitos para casos da Covid-19 em Ilhéus. Em resumo: é lá o menor número de doentes afetados.

O médico Jorge Viana, um dos sócios do Hospital de Ilhéus, disse ao JBO que já encaminhou à Secretaria de Saúde a relação dos medicamentos indispensáveis às UTIs e, de fato, está havendo dificuldades no atendimento. “Os medicamentos estão em falta em todo o Brasil”, queixa-se. “A medicação atual dará para atendimento de poucos dias”, estima o médico. “Compramos medicamentos com preços elevados sendo que a transportadora prometeu entregar na próxima quarta-feira”, informou Viana. Segundo ele, as secretarias de saúde municipal e estadual estão cientes do problema.

O secretário de Saúde do município, Geraldo Magela, entretanto, nega a falta. “Pelo menos que me tenha sido relatado, visto que  temos fornecido quando nos solicitam. Hoje temos um pequeno estoque”, disse Magela ao Jornal Bahia Online na quarta-feira passada. Hoje, em novo contato feito com o secretário, ele assegurou que não há perigo de desabastecimento. “Nós em Ilhéus não tivemos falta, nós conseguimos comprar e temos um pequeno estoque”, afirmou. “Os hospitais, exceto o estadual, temos um termo de cooperação técnica e fornecemos medicação e, na medida do possível, não temos deixado faltar uma grande parte das medicações”, disse ao JBO. Segundo Magela há medicação para 30 dias e está sendo negociada uma nova compra para garantir por 60 dias.

Médicos e enfermeiros que atuam na linha de frente do enfrentamento à doença, informaram ao JBO que a falta de alguns produtos específicos começa a ser notada em algumas unidades. E citam até nomes de medicamentos: Fentanil, Midazolam e bloqueadores neuromusculares. Entre esses, há medicamentos que são extremamente necessários para a sedação de pacientes que necessitem ser entubados.

Praias livres, população liberada

Este foi o primeiro final de semana com praias liberadas pela Prefeitura. O Jornal Bahia Online apurou que o serviço de fiscalização nas praias teve que interromper, entre sábado e domingo, 27 babas  e cerca de 10 bares instaladas na orla foram fechados. O governo municipal não liberou a reabertura destes estabelecimentos.

DOCENTES DA UESC DIZEM QUE PREFEITURA ESCOLHE QUEM DEVE VIVER OU MORRER NA COVID

Nota de repúdio.

A mais dura nota de repúdio elaborada contra a Secretaria Municipal de Saúde de Ilhéus, nesta pandemia, é de autoria da Diretoria da Associação de Docentes da Universidade Estadual de Santa Cruz (ADUSC). A nota define como descaso o tratamento dos pacientes com Covid-19 no município e afirma que a Prefeitura vem adotando uma necropolítica na cidade. “Entende-se o termo necropolítica a partir do conceito desenvolvido pelo filósofo e professor universitário camaronês Achille Mbembe, que o atribui ao Estado que escolhe quem deve viver e quem deve morrer”, afirma.

Leia a íntegra da nota.

A Diretoria da Associação de Docentes da Universidade Estadual de Santa Cruz (ADUSC) vem a público repudiar a ação da Secretaria de Saúde de Ilhéus frente ao descaso no tratamento dos pacientes com Covid-19 no município.

Assim como o presidente Jair Bolsonaro, denunciado mais uma vez na Corte Internacional de Haia por ignorar orientações técnicas no combate ao coronavírus, a Secretaria de Saúde de Ilhéus e a Prefeitura vêm adotando uma necropolítica na cidade. Entende-se o termo necropolítica a partir do conceito desenvolvido pelo filósofo e professor universitário camaronês Achille Mbembe, que o atribui ao Estado que escolhe quem deve viver e quem deve morrer.

Primeiro, podemos citar as amplas críticas feitas pela Secretaria de Saúde à UESC, quando a mesma em uso de sua autonomia decidiu pela suspensão das aulas em março, no início da pandemia. Posteriormente, foram múltiplas as recomendações feitas pelo Comitê de Crise da UESC, do qual a ADUSC faz parte, e pelo Consórcio do Nordeste sobre a reabertura do Comércio em Ilhéus, durante a ascensão exponencial de casos de Covid-19 na cidade, que até mereceu uma ação do Ministério Público para frear um desastre maior. Recomendações que foram ignoradas na maioria das vezes. Além disso, a estratégia de morte adotada pela Secretaria é visível na mudança da apresentação dos dados nos Boletins Diários sobre os casos da doença em Ilhéus, a inconsistência dos dados locais com os da Secretaria de Saúde da Bahia (SESAB) e o forte indício de subnotificação por falta de testes.

Diante dessas observações, é absurdo pensar que a subnotificação é provocada intencionalmente pela Secretaria? Um caso ocorrido neste domingo (26), com uma professora da UESC, pode exemplificar a postura da prefeitura. Quatro familiares da docente foram ao Centro Covid de Ilhéus, em busca da realização de testes swab. Ela fica em casa com outros quatro membros já confirmados como positivos. Na sede, a Secretaria de Saúde se recusa a fazer os testes em pessoas que não estão com insuficiência respiratória grave. Após uma forte pressão da professora, o médico enfim emite a solicitação para realizar os testes. Porém, na recepção do Centro Covid, um dos exames swab é substituído pelo teste rápido, que tem uma grande possibilidade de falso negativo. Submetido a este teste rápido, um familiar da professora com sintomas e que mora com quatro positivados e mais outras três pessoas com sintomas, recebe o resultado negativo.

Esse caso nos faz refletir sobre a conduta da Secretaria no atendimento aos pacientes que chegam ao Centro Covid. A negação ao exame até o último momento pode ser interpretado como um modus operandi do setor. Por qual objetivo? É para diminuir o número de casos positivos na região e assim permitir a flexibilização de medidas como reabertura de comércio, liberação do acesso às praias e da circulação de ônibus? Quantos mais outros pacientes e cidadãos ilheenses sofreram o mesmo descaso por parte da Secretaria? Até a publicação dessa nota, a prefeitura não deu nenhuma satisfação sobre o caso.

Por fim, reafirmamos nosso posicionamento pelo retorno ao distanciamento social até que se configure um cenário mais seguro para a população. Vidas acima do lucro!

Ilhéus-BA, 27 de julho de 2020.

Diretoria da ADUSC

COVID-19: ILHÉUS ESTÁ COM TODOS OS LEITOS DE UTI OCUPADOS NESTA SEGUNDA-FEIRA, 27

Do Blog do Gusmão

Internação, covid-19.

Nesta segunda-feira (27), dos 65 leitos de UTI disponíveis para a Covid-19 em Ilhéus, todos estão ocupados, de acordo com o boletim divulgado pela prefeitura no domingo (26).

A cidade está com 2895 casos confirmados da doença. No sábado, o total de casos era de 2816, o que mostra um aumento de 79 casos em 24 horas.

O boletim afirma que 793 pessoas estão cumprindo isolamento, 408 aguardam resultado da coleta e 1914 estão curadas.

O número de mortes por Covid-19 está em 123.

CERCA DE 200 BAIANOS JÁ FORAM TESTADOS COM A VACINA DE OXFORD CONTRA COVID-19

Do G1

Vacina Covid-19

Cerca de 200 baianos foram testados com a vacina contra a Covid-19 idealizada pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. A informação foi divulgada pela pesquisadora-chefe dos testes clínicos da vacina no Brasil, Suen Ann Costa Clemmens.

“Já temos cerca de 200 vacinados, incluindo o dia de hoje [quinta-feira], na Bahia, mais de 1.700 no Brasil. As pessoas são voluntárias e tem que ser soronegativas, ou seja, não ter exposição ao vírus, não ter tido a doença. [Tem que ter] entre 18 e 55 anos, adultos, com alta exposição ao vírus”, explicou a pesquisadora sobre o perfil dos voluntários.

A nutricionista Thiana Paiva, uma da voluntárias que já foram testadas, afirma que antes da vacinação ela foi atendida por um médico, que explicou que ela não poderia doar sangue por um ano e nem engravidar.

“No primeiro dia, a gente passa pelo médico ele explica todo o processo que vai ser feito com a gente, quantas vezes a gente vai ter que voltar lá, quais os exames que a gente vai ter que fazer, explica também que a gente não pode doar sangue durante um ano e explica que a gente não pode engravidar”, contou a nutricionista.

O teste da vacina no Brasil foi autorizado pela Anvisa no dia 2 de junho. Dos 5 mil voluntários brasileiros, 1.500 são baianos, principalmente profissionais de saúde, que não tiveram a covid-19.

Essa é a terceira e última fase da testagem, e nela os pesquisadores querem saber o grau de eficácia e segurança da vacina. “A gente espera que a gente consiga provar isso antes do final do ano. Daí tem a parte do registro, o registro deve ser feito primariamente no país de origem e acredita que se provar esse ano o registro deva ser feito rapidamente e que em seguida o registro do Brasil, em paralelo, seja feito, para que a gente tenha acesso a essa vacina”, explicou Suen Ann Costa Clemmens.

Além da vacina de Oxford, uma vacina produzida por uma empresa de biotecnologia alemã e uma indústria farmacêutica norte-americana vai ser testada no país. Cerca de mil voluntários vão ser testados. Uma parte em São Paulo e outra em Salvador, nas Obras Sociais Irmã Dulce.

De acordo com a diretora médica responsável, a Bahia foi escolhida por causa das pesquisas desenvolvidas aqui e porque o vírus está ativo na capital baiana.

“Nós vamos receber nessa vacina um RRA, que é uma receita, um código, uma instrução e a partir do momento que está na nossa corrente sanguínea, nós somos capazes de criar imunidade contra ele”, explicou a diretora médica da Pfizer Brasil, Márjori Dulcini.

 

ANVISA PROÍBE VENDA SEM RECEITA DE CLOROQUINA E IVERMECTINA

Hidroxicloroquina.

Regras que proíbem a venda sem receita em farmácias de medicamentos como cloroquina, hidroxicloroquina, nitazoxanida e ivermectina foram publicadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As orientações estão na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 405/2020, publicada ontem no Diário Oficial da União . De acordo com a agência, a lista poderá ser revista a qualquer momento para a inclusão de novos medicamentos, caso seja necessário.

Ainda segundo a Anvisa, o objetivo da norma é impedir a compra indiscriminada de medicamentos que têm sido amplamente divulgados como potencialmente benéficos no combate à infecção pelo novo coronavírus, embora ainda não existam estudos conclusivos sobre o uso desses fármacos para o tratamento da doença.  

A medida visa também manter os estoques destinados aos pacientes que já têm indicação médica para uso desses produtos, uma vez que os medicamentos que constam na resolução também são usados no tratamento de outras doenças, como a malária (cloroquina e hidroxicloroquina); artrite reumatoide, lúpus e outras (hidroxicloroquina); doenças parasitárias (nitazoxanida) e tratamento de infecções parasitárias (ivermectina).

Compra

A compra desses produtos em farmácias e drogarias será permitida apenas mediante apresentação da receita médica em duas vias. Cada receita terá validade de 30 dias, a partir da data de emissão, e poderá ser utilizada somente uma vez. A resolução será revogada automaticamente a partir do reconhecimento, pelo Ministério da Saúde, de que não mais se configura a situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional.

Farmácias e drogarias

Conforme previsto na resolução, todos os medicamentos que contenham as substâncias listadas na norma estão sujeitos aos procedimentos de escrituração no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC). A escrituração dos medicamentos à base de hidroxicloroquina, cloroquina e nitazoxanida já era obrigatória desde a inclusão dessas substâncias nas listas de controle da Portaria 344/1998. Para os medicamentos à base de ivermectina, a entrada de medicamentos já existentes em estoque nas farmácias e drogarias antes da resolução não necessita ser transmitida ao SNGPC.

ILHÉUS: EM UM MÊS, NÚMERO DE MORTES POR COVID-19 CRESCEU 136%; SITUAÇÃO É DE TOTAL DESCONTROLE

Do Blog Do Gusmão

Boletim Covid-19

De acordo com o Boletim Epidemiológico da Prefeitura de Ilhéus divulgado na quinta-feira (23), a cidade está com 118 mortes por Covid-19.

No dia 23 de junho, o número de mortes era de 50. Após um mês, o número de pessoas falecidas subiu para 118, aumento de 136%. O número de mortes por Covid-19 em Ilhéus mais do que dobrou em 30 dias.

Já o número de casos confirmados cresceu 121,7% em um mês. No dia 23/06 Ilhéus possuía 1.196 casos confirmados, um mês depois soma 2.652 casos.

Já o número de casos ativos cresceu 75,9% em 30 dias. Em 23/06 a cidade estava com 408 casos, após um mês o número cresceu para 718 casos.

Não há dúvidas, em Ilhéus a pandemia gerada pelo novo coronavírus vive uma situação de total descontrole. Após a reabertura do comércio, retorno do transporte coletivo e o restabelecimento de diversas atividades rotineiras as autoridades de saúde pública perderam as condições de conter o avanço dos casos.

FISCALIZAÇÃO E CIPPA COMBATEM AGLOMERAÇÕES EM ILHÉUS

Do Tabuleiro

Aglomeração em Ilhéus.

A Fiscalização Ambiental e de Posturas da Prefeitura de Ilhéus interrompeu um evento que estava acontecendo ontem na Barra. Após denúncia e com o apoio da CIPPA, a equipe constatou a aglomeração e solicitou que a mesma fosse desfeita . Houve resistência de um individuo que foi conduzido para a delegacia. A equipe solicitar que a população continue com as denúncias e que as pessoas possam ficar em casa, pois é a única forma de prevenção.

TAXA DE CURA DA COVID-19 É 50% MAIOR EM HOSPITAIS PARTICULARES

Do Tabuleiro

Hospital.

Pacientes com Covid-19 que estão internados em hospitais privados têm taxa de cura 50% maior do que aqueles que são tratados em instituições públicas, segundo dados divulgados hoje (24) pela Folha de S. Paulo. Em média, 51% dos doentes hospitalizados em unidades privadas sobrevivem, ante 34% nos hospitais públicos.

Os índices de cura nas unidades públicas são menores em estados do Norte e Nordeste. A média é 45% em Pernambuco e 53% no Pará, ante 60% em São Paulo e 79% no Rio Grande do Sul.

Os dados também apresentam mudanças ao longo do tempo: quando os hospitais estão lotados e as UTIs do SUS têm grande ocupação, há um maior percentual de mortes.  É o que se observa, por exemplo, no Amazonas, primeiro estado a ter o sistema de saúde em colapso, em meados de abril.

Em junho, com maior disponibilidade de leitos de UTI e profissionais de saúde mais experientes, a rede pública aumentou a taxa de cura e a desigualdade foi reduzida em boa parte dos estados.

Os dados são de um levantamento feito pela Folha com base no Sistema de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde e consideram os pacientes com casos graves de Covid-19 que foram internados até o dia 20 de junho. Foram analisados os casos de 66.450 pacientes de hospitais públicos e 57.883 de hospitais privados.



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