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:: ‘Destaque2’

MARÃO OFICIALIZA 13º SALÁRIO E FÉRIAS PARA ELE, VICE, SECRETÁRIOS E VEREADORES

A gestão do prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, oficializou, na edição do dia 8 do diário oficial, o recebimento de décimo terceiro salário por parte de vereadores, prefeito, vice e secretários. A lei 3.896, aprovada na câmara na última semana, e sancionada por Marão, traz ainda outro escárnio: o pagamento de terço de férias para ocupantes destes cargos, com direito a 30 dias de descanso por ano.

Regimentalmente, os vereadores de Ilhéus já tem cerca de 70 dias de recesso (eles não trabalham em janeiro, parte de fevereiro e julho). Agora, até para não trabalhar, vão receber um terço calculado sobre o salário mensal, de 12 mil reais.

Em tempo: Não custa lembrar que, antes de assumir a prefeitura, Marão e o vice, Nazal, afirmaram que não concordavam com o reajuste salarial dado, à época, pela câmara, para esses cargos. Hoje, além de concordarem, aceitam até uma parcela a mais da grana.

Antes da posse, recusaram o aumento. Hoje, criaram até uma parcela a mais de salário.

Em tempo 2: Como prefeito, Mário Alexandre recebe mensalmente dos cofres públicos R$ 20.487,50 (pouco mais de 21 salários mínimos). José Nazal, vice, recebe R$ 15.300,00 (pouco mais de 16 salários mínimos) e os secretários municipais e vereadores embolsam R$ 12.825,00 (pouco mais de 13 salários mínimos).

 

ILHÉUS: EMPRESÁRIA PROTESTA CONTRA CALOTE DA SECRETARIA DE SAÚDE

Faixa expõe o desrespeito da administração com o empresário local.

Há sete meses a empresária Luiza Margarida aguarda o pagamento de R$ 3.900 da Secretaria de Saúde de Ilhéus. Em contato com o ILHÉUS EM RESUMO, ela explica que possui uma empresa de transporte que foi contratada pela pasta para transportar uma mudança e, até hoje, nada da grana cair na conta.

Em abril, a secretaria de saúde procurou a MSouza Mudanças para retirar equipamentos do Centro Odontológico que funcionava na Avenida Soares Lopes, na região central. De lá, o material foi levado para 4 unidades de saúde, sendo duas na zona sul, uma bairro Basílio e outra no Iguape.

A empresária conta que foram utilizados três caminhões, oito funcionários, 400 caixas e outros materiais, que geraram despesas à empresa, mas que nunca foram pagos pela secretaria.

Até mesmo a secretária de saúde, Elizângela Oliveira, já teria sido cobrada, pessoalmente, da dívida, mas não se mobilizou para quitar a pendência, mesmo a empresa tendo apresentado toda a documentação necessária.

Diante dos sete meses de atraso, a empresária recomenda cautela a quem for prestar serviços à prefeitura, sobretudo à área da saúde.

 

ACUSADA DE DESVIAR RECURSOS PÚBLICOS, ÂNGELA SOUSA ATACA O MPF

Do Bahia.Ba

Ângela Sousa.

Denunciada pelo Ministério Público Federal da Bahia (MPF-BA) por supostamente integrar uma quadrilha que desviou R$ 43,1 milhões do Fundo de Manutenção da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb), a deputada estadual Ângela Sousa (PSD) acusou os procuradores da República de prejudicarem a população.

De acordo com a Operação Águia de Haia, a parlamentar, seu colega de partido e de Assembleia, Carlos Ubaldino, o ex-prefeito de Ruy Barbosa, José Bonifácio Marques Dourado (PT), o empresário Kells Belarmino e outras nove pessoas seriam responsáveis por subtrair recursos na cidade da Chapada Diamantina e cerca de mais 20 municípios baianos.

“Ô, meu filho, eu acho que o Ministério Público tem que se preocupar bem com o povo, mas não ficar lutando contra ações dignas, ações sérias que beneficiam, sem nenhum problema, as nossas comunidades. Então, [vamos responder], está no jurídico e fica aí no jurídico. O jurídico age por nós”, afirmou, em entrevista ao bahia.ba, nesta segunda-feira (9), em Itabuna, após a assinatura do contrato de duplicação da BR- 415, ligação para Ilhéus, batizada de Rodovia Jorge Amado.

Segundo o MPF, o bando atuou por seis anos por meio de contratações desnecessárias e superfaturadas e, além de dividir o dinheiro sobressalente, realizava pagamento sistemático de propinas a políticos e servidores públicos municipais envolvidos no esquema.

NOVA PONTE DE ILHÉUS ESTÁ 27,5% CONCLUÍDA

Do Pimenta

Foto de Zé Nazal

As obras da ponte estaiada que ligará o centro à zona sul de Ilhéus já têm 27,5% concluídos, de acordo com dados obtidos pelo PIMENTA. Os números são da Superintendência de Infraestrutura de Transporte (SIT), do Governo da Bahia.

De acordo com a Superintendência, as obras estão dentro do prazo. A inauguração deverá ocorrer em setembro do próximo ano. Nesta segunda-feira (9), às 8h, o superintendente da SIT, Saulo Pontes, fará vistoria.

A construção da primeira ponte estaiada da Bahia, de acordo com o governo, custará R$ 95 milhões e desafogará o trânsito na área central de Ilhéus, que sofre com grande congestionamento  horários de pico e afeta fortemente o turismo ilheense na alta estação.

Neste domingo (8), o fotógrafo e vice-prefeito de Ilhéus, José Nazal, fez novas imagens aéreas que mostram a evolução da obra. Confira o andamento.

ILHÉUS: ESTUDANTE BIANCA MEIRA DESMENTE ADVOGADO

Conversa deixa claro o aluguel do imóvel

A estudante da Universidade Estadual de Santa Cruz, Bianca Meira, desmentiu, através do Facebook, as afirmações do advogado Mozart Aragão de que ela estaria morando de favor na casa de onde foi expulsa, no início do mês. Aragão é advogado da dona da casa, Silvia Cyriaco.

O ILHÉUS EM RESUMO abordou o caso há uma semana (lembre aqui).

Bianca em entrevista a TV Santa Cruz

Numa reportagem da TV Santa Cruz (veja aqui), o advogado Mozart Aragão afirma que Bianca Meira foi convidada a morar na casa de favor. Em postagem na rede social, no entanto, a estudante publicou prints de conversas com a filha da dona do apartamento, que deixam claro que ela pagou para morar no imóvel da zona sul de Ilhéus.

A proprietária teria determinado a saída da estudante do imóvel poucos dias depois dela ter se mudado e sem qualquer aviso prévio.

A estudante afirma ter sido surpreendida com a presença de cinco policiais dentro de seu quarto, enquanto tomava banho. Entre os militares, que não pertenceriam à companhia que atua na zona sul, estava um parente da dona do apartamento. Os homens teriam agredido Bianca Meira e um colega e depois os levado para a delegacia.

Mozart

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirma as agressões, mas não aponta os autores. Bianca prestou queixa na Delegacia da Mulher de Ilhéus, que apura o caso. A Polícia Militar informou que vai apurar a conduta dos policiais.

 

ESTUDANTES DA UESC ALEGAM PREJUÍZOS COM MUDANÇA DA DATA DE FORMATURA

Prejuízos.

Danos financeiros, morais e psicológicos. Esse pode ser o resultado de uma mudança, em cima da hora, da data de colação de grau da turma de Enfermagem 2017.1 da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). O sonho, que se concretizaria com a solenidade na próxima sexta-feira, 1º de setembro, virou pesadelo há dez dias, quando a turma foi avisada pelo colegiado de que não seria mais possível se formar naquela data.

A comissão de formatura procurou o ILHÉUS EM RESUMO e relatou que o pedido de colação foi feito ao colegiado acadêmico no dia 4 de maio, como determina a resolução nº 312006 do Conselho Superior de Ensino Pesquisa e Extensão (Consepe), e a data foi confirmada reiteradas vezes pelo colegiado à comissão. De lá até cá, muitos preparativos, como aluguel de espaços para festas, contratação de buffet, ornamentação e bandas, aula da saudade, confecção de convites e ensaios fotográficos e culto ecumênico.

Mas o balde de água fria veio no dia 14 de agosto, 17 dias antes da data prevista pra solenidade, quando a comissão foi informada da mudança, de forma extraoficial, pelo colegiado, como informou o formando Rafael Camará, membro da comissão de formatura. A mudança foi motivada por uma norma interna, negligenciada pelo colegiado, que veta colação de grau antes de transcorridos dez dias do fechamento do semestre. Assim, a solenidade só poderia acontecer nos dias 12, 15 ou 21 de setembro.

As normas da Universidade Estadual de Santa Cruz determinam que o colegiado acadêmico de cada curso é responsável pela organização das colações de grau. Dessa forma, a comissão de formatura da turma de Enfermagem considera que houve negligência por parte do órgão, acarretando em prejuízos diversos.

“Vale ressaltar que durante todo esse período até o presente momento, a comissão entrou em contato diversas vezes e por diversos meios com o colegiado, tanto com coordenação quanto com a secretaria,  os quais sempre assumiram uma postura afirmativa a respeito da confirmação da data da solenidade”, afirma Camará.

Além das perdas financeiras mais objetivas, como reagendamento do aluguel de espaços para festas, há estudantes de outras regiões que sequer renovaram seus aluguéis no eixo Ilhéus-Itabuna, pois acreditavam que, após a colação de grau no dia primeiro de setembro, iriam retornar às suas cidades.

O último recurso tentado pela turma foi sem sucesso. Na semana passada, uma reunião definiu que o tema seria levado pelo colegiado de Enfermagem ao Conselho Superior, que se reuniu nesta quinta, dia 24, no auditório da torre administrativa. Para surpresa da comissão de formatura, o colegiado sequer solicitou a inserção do tema na pauta do Consepe. Ainda assim, o assunto foi discutido informalmente e o pedido para manter a colação na data original foi negado.

Dessa forma, a comissão pretende acionar a justiça, por entender que não podem os formandos arcar com prejuízos causados por equívocos de pessoas que deveriam cuidar do processo burocrático que envolve a colação de grau na universidade.

BURAQUEIRA É CAUSADA PELA VAIDADE, AFIRMA VILA NOVA

O radialista Vila Nova, em seu editorial no programa O Tabuleiro desta sexta, dia 11, chamou atenção para o caráter de vaidade que circunda o embargo da usina asfáltica do município. Segundo Vila, os prejuízos causados pela buraqueira têm sua raiz na vaidade de pessoas públicas, como o superintendente Emílio Gusmão. “É inadmissível um comportamento desse tipo de um agente público com tamanha responsabilidade”, afirmou.

Vila pontuou ainda que o prefeito Mário Alexandre é quem mais se desgasta com o problema. Por isso, o prefeito precisa, em definitivo, resolver o problema dos buracos na cidade.

Não custa lembrar que, desde abril, a usina, que custou quase três milhões de reais, está parada, deteriorando. Quatro meses depois, se confirma que o embargo nada mais foi do que pra cumprir os caprichos do superintendente de meio ambiente, Emílio Gusmão, que a interditou alegando danos ambientais que foram negados em laudo técnico.

Desde o início dessa celeuma, alertamos no ILHÉUS EM RESUMO que o embargo servia para fazer propaganda do trabalho de Gusmão e, consequentemente, alimentar seu ego, que, de tão grande, não caberia no maior buraco que se possa encontrar na cidade.

Mostramos também que, por duas vezes, o diário oficial do município publicou versões erradas do acordo que permite o retorno da usina. Depois da segunda tentativa, o termo de ajustamento sequer foi publicado novamente.

Uma mostra das consequências dessa barbeiragem você confere nas fotos abaixo, registradas por nosso colaborador, Adilson Araújo.

Haja suspensão.

Do Pontal ao Iguape, é buraco que não acaba mais.

Mais buracos

No norte.

UM BURACO PRA CADA ILHEENSE

Buracos de estimação na Rua 13 de Maio, no Pontal. Foto: Jonathan Souza/Portal I’Midia.

O prefeito Mário Alexandre (PSD) precisa resolver de vez o problema da usina de asfalto de Ilhéus. Há 15 dias, Marão foi à imprensa e disse que o equipamento voltaria a operar na semana seguinte, mas não cumpriu a promessa (lembre aqui). Enquanto isso, a buraqueira só aumenta. É quase um buraco pra cada ilheense.

Na Rua 13 de Maio, único acesso às praias do sul, é impossível andar em linha reta, dada a quantidade de buracos. No centro da cidade não é diferente. A menos de 300 metros da câmara de vereadores e do Palácio Paranaguá, há duas crateras.

Buracos no centro da cidade. Foto Ilhéus em Resumo.

A buraqueira na cidade é patrocinada pelo superintendente de Meio Ambiente, o blogueiro Emílio Gusmão, e pelo vice-prefeito, secretário de Planejamento e chefe de Gusmão, José Nazal (ambos da Rede).

Como se sabe, Gusmão embargou, sem o conhecimento do prefeito, a usina do próprio município, em abril. Alegava danos ambientais, que foram descartados após estudos, como afirmou o próprio  Mário Alexandre. No entanto, de lá pra cá, segundo fontes do próprio governo, o superintendente estaria criando embaraços seguidos para impedir o retorno da operação da usina.

Além do licenciamento ambiental, que já foi feito, outro embaraço envolve a exigência de construção de um galpão no local onde funciona a usina. A estrutura, como estaria a exigir o superintendente, deve ser construída pela empresa, mas, ao fim do contrato, ficará para o município.

As dificuldades impostas pelo superintendente já fizeram a empresa CMA, terceirizada que é responsável pela usina, desistir de operá-la, garantem fontes. Com a desistência, o município corre o risco de ficar, pelo menos, mais seis meses sem produzir asfalto e vendo a buraqueira de Marão e Gusmão só aumentar, enquanto é feita nova licitação.

Atualização: em contato com o blog, um servidor do alto escalão da prefeitura informou que o vice prefeito e secretário José Nazal não teve conhecimento antecipado do embargo da Usina, assim como o prefeito. Está, portanto, esclarecida a questão o que isenta o secretário Nazal de qualquer responsabilidade

ILHÉUS: FOTOS COMPROVARIAM NASCIMENTO DE SÓ UM BEBÊ

A direção da Maternidade Santa Helena, mantida pela Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus e a única da cidade, deve anexar ao processo que corre na Polícia Civil fotos que comprovam o nascimento de apenas um bebê no caso que vem chamando atenção e já foi pauta no cenário estadual.

Uma fonte assegurou ao ILHÉUS EM RESUMO a existência do registro fotográfico, que não será divulgado por se tratar de um momento extremamente íntimo.

A ilheense Cleidiane Silva dos Santos reclama do suposto sumiço de um dos bebês após o parto, que ocorreu no dia 24 de junho, na Maternidade Santa Helena, anexo ao Hospital São José. A dona de casa disse que foi sozinha para a maternidade e que passou mal na hora do parto, além de ter ficado sonolenta e não ter visto quando os bebês teriam nascido.

A dona de casa diz que a última ultrassonografia da gravidez dela foi feita no dia 3 de junho, quando ela estava com 37 semanas, e confirma que estava grávida de gêmeos e até descreve os dois fetos. A mulher também afirma que, antes do parto, ainda chegou a ser informada no hospital que os dois bebês estavam bem, de acordo com reportagem do G1 (veja aqui).

O diretor da unidade, Carlos Lira, no entanto, disse que a mãe foi avisada que, apesar de estar na expectativa de ter dois filhos, apenas um bebê tinha sido gerado. “Constou no diagnóstico pré-cesariano de gestação gemelar, qual a surpresa quando ele [o médico] abre e só tinha um feto. Esse fato foi presenciado pelo neonatologista que assistiu a criança no momento do parto, confirmando que só tinha uma criança. Segundo a pediatra, porque já investigamos isso, foi informado à própria paciente”, destacou o diretor.

O nascimento de apenas um bebê teria sido presenciado por toda a equipe da área neonatal da maternidade e registrado em fotos, que serão usadas na defesa do hospital, já que a mãe prestou queixa na delegacia.

Caso seja confirmada a existência das imagens, ganha reforço uma das teses da polícia de que o exame de ultrassonografia que apontava presença de gêmeos no ventre estava errado.

Médico confirma resultado da ultrassonografia

Também ao G1, o médico da Clínica Radiológica de Ilhéus (CRI), Edson Moreno, que fez a última ultrassomem Cleidiane Silva dos Santos, confirmou a versão dela que o exame, realizado 21 dias antes do parto, confirmou que ela estava grávida de gêmeos.

O médico avalia que o “sumiço” do segundo bebê poderia ser explicado como um caso de “síndrome da transfusão feto-fetal”. “A literatura médica relata os casos de gravidez múltipla a transfusão feto-fetal. Ou seja, um feto retira o nutriente do outro apra suprir e, quando isso acontece, um feto é absorvido. Eu acredito que no caso dessa paciente tenha acontecido isso, a transfusão feto-fetal”, explica.

No entanto, ele pondera que a absorção do segundo feto, com 37 semanas de gravidez, pode não ter sido completa. “Absorvido, 100% não. Como a cesariana é um ato cirúrgico que tem sangue, pode ser que o fetinho absorvido esteja envolvido com compressas e sangue. Nesse momento, como o obstetra dá mais atenção ao feto que vai nascer, aquilo seria coisa secundária. Agora com 37 semanas, eu nunca vi e não sei se tem relato na literatura”, avalia Edson Moreno.

Na manhã desta terça-feira, dia 11, a assessoria de comunicação da Maternidade Santa Helena se comprometeu a enviar nota onde esclareceria o episódio. Até o fechamento desta matéria, no entanto, não a recebemos.

Atualizado às 20h30min. Confira abaixo a íntegra da nota de esclarecimento da Maternidade Santa Helena:

“A diretoria da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus, mantenedora do Hospital São José/Maternidade Santa Helena, vem a público esclarecer notícia divulgada na TV Santa Cruz referente ao parto de CLEIDIANE SILVA DOS SANTOS. É fato notório que a paciente deu entrada na Maternidade Santa Helena às 10h37min do dia 24 de junho p.p. em gestação de aproximadamente 40 semanas e de posse de laudo de ultrassonografia descrevendo a presença de gestação gemelar. Pelo avançado da idade gestacional para uma gestação presumidamente gemelar, o obstetra de plantão indicou a cesariana. No momento do procedimento cirúrgico, na presença da neonatologista e do anestesiologista, além do corpo técnico do Centro Cirúrgico, apenas 01(um) recém-nascido veio à luz, não confirmando o laudo de ultrassonografia apresentado no momento da hospitalização. Estes fatos estão descritos no prontuário médico da paciente e a ela foram dadas, no momento do nascimento, as informações da presença apenas de um recém-nascido. A direção da Santa Casa de Ilhéus lamenta a conotação pejorativa divulgada nos meios de comunicação e coloca-se à disposição das instituições públicas para os esclarecimentos necessários”.

 

ILHÉUS: POLÍCIA NÃO TEM PISTAS DE QUEM MATOU ALDO

Aldo.

Vinte e quatro horas depois do ex-funcionário da Casa Brasil, o vendedor Reinaldo Santa Júnior, conhecido como Aldo, ser assassinado a sangue frio na Avenida Itabuna, a polícia civil ainda não tem pistas de quem cometeu o crime. Veja aqui.

Aldo aguardava num ponto de ônibus, por volta das 7 horas da manhã, quando foi abordado por um assaltante. O homem levou o celular de Aldo, que tentou recuperá-lo quando foi alvejado. Muito conhecido no comércio de Ilhéus, ele ainda foi socorrido pelo Samu, mas não resistiu e morreu na manhã de ontem (segunda, dia 10).

A morte de Aldo evidencia a escalada da violência em Ilhéus, fenômeno que já atinge outras cidades da região, como Itabuna, mas ainda salta aos olhos do ilheense. Afinal,  uma cidade turística, histórica, não combina com violência.



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