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ILHÉUS EXPORTOU R$ 53 MILHÕES EM CACAU E DERIVADOS NOS ÚLTIMOS MESES DE 2016

Cacau sendo embarcado no porto de Ilhéus. Foto Luiza Alves

Publicado nesta semana, o VII Boletim de Conjuntura Econômica e Social, elaborado pelo Departamento de Economia da Uesc, traz números que revelam a grandeza da cultura do cacau no sul da Bahia, em especial em Ilhéus.

Os números constantes no boletim revelam que, somente no último trimestre de 2016, Ilhéus exportou 53,9 milhões de reais advindos do cacau e seus produtos. Apesar do alto valor, no mesmo período, a cidade importou 30,7 milhões relativos à amêndoa.

Importações e exportações movimentam a produção local da amêndoa e seu processamento por grandes empresas, como a Cargil, Nestlé e Olam, que produzem chocolate para a indústria final e achocolatado, por exemplo. O relatório observa que essa é a principal atividade de comércio exterior da região, responsável por mais de 90% desse tipo de receita.

Chama a atenção ainda para a subvalorização do produto, que tem  valor agregado quase nenhum. Esse cenário poderia mudar, por exemplo, se a produção de chocolate fino fosse impulsionada na região. Daí, em vez de exportar somente a amêndoa, de baixo custo, venderia para fora um produto de alto valor, considerado gourmet.

GOVERNO MARÃO MANTÉM CONTRATOS COM EMPRESAS QUE FRAUDARAM LICITAÇÕES

Marão assinou aditivos de contratos de empresas que fraudavam licitações.

O esquema de superfaturamento e direcionamento de licitações na secretaria de Desenvolvimento Social de Ilhéus, desbaratado pela operação Citrus nesta terça, dia 21, existe desde 2009. Nesse tempo, ultrapassou duas gestões municipais diferentes e pode chegar à atual, sob o comando do prefeito Mário Alexandre.

Desde lá, foram 20 milhões de reais faturados, num esquema arquitetado pelo empresário Enoch Andrade com o apoio de agentes públicos, como afirmou durante entrevista coletiva o coordenador da operação, o promotor público Frank Ferreira.

Aditivo com a empresa Noeval, que pertence a laranjas de Enoch Andrade. Clique para ampliar.

O promotor afirma não ter provas da participação dos ex-gestores Newton Lima e Jabes Ribeiro, muito menos da contribuição para o esquema do hoje prefeito Mário Alexandre. No entanto, o atual governo mantém pelo menos dois contratos com empresas que fazem parte do jogo de fraudes. Em suma, a permanência dos contratos não evidencia problemas

Firmados no governo anterior, os contratos de número 120 e 121 de 2016 têm como vencedoras das licitações as empresas Noeval Santana de Carvalho Me e Marileide S. Silva De Ilhéus – Epp, ambos para aquisição de alimentos.

O contrato em nome da empresa Marileide S. Silva, inclusive, foi prorrogado visando a compra de alimentos para a merenda escolar. Já o que está em nome da Noeval Santana de Carvalho não designa qual o destino dos gêneros alimentícios.

Aditivo da Marileide.

As duas firmas, de acordo com o Ministério Público da Bahia, estão no nome de laranjas. A Marileide pertenceria ao empresário Enoch Andrade. Em nome de Enoch, existe uma única empresa, a Andrade Multicompras. A investigação revelou que era, na realidade, a Andrade quem fornecia o material que deveria ser entregue pelas verdadeiras vencedoras das licitações.

No Portal da Transparência, os valores dos aditivos já pagos nos dois primeiros meses deste ano, somados , chegam a 285 mil reais. Mas, como houve prorrogação contratual, eles valem até julho deste ano e os repasses podem aumentar.  Resta saber se o prefeito Mário Alexandre vai romper ou manter os contratos.

Investigação

A operação, que reuniu mais de 80 policiais civis, 15 delegados e promotores públicos de Ilhéus, Vitória da Conquista, Feira de Santana e Salvador, prendeu seis pessoas e conduziu outras 6 para prestar depoimento. Entre os presos estão os ex-secretários municipais de Desenvolvimento Social, Jamil Ocké (atualmente vereador) e Kácio Brandão, e os empresários Wellington Andrade Novais, Enoch Andrade, Tayane Lopes e Lucival Bomfim Roque.

São acusados de fraudar e direcionar processos licitatórios para que fossem vencidos por empresas de fachada mantidas por Enoch Andrade. O MP acusa os envolvidos ainda de superfaturar produtos usados no cotidiano da administração municipal, a exemplo de alimentos e material de escritório.

DESMONTAR O CENTRO ODONTOLÓGICO NAPOLEÃO MARQUES É NO MÍNIMO FALTA DE SENSIBILIDADE COM A HISTÓRIA DE ILHÉUS

Por Francisco Seixas (Chicó)

Napoleão à esquerda.

Eu poderia falar aqui sobre a importância política e social de Napoleão Marques para história de Ilhéus. Grande figura humana e sempre atento às causas sociais, se destacou na política por defender a causa dos menos favorecidos.

No âmbito político, aqui no Sul da Bahia, exerceu um papel importante no movimento de redemocratização do Brasil. Presidiu o PMDB e o PSB ilheense, nesse último partido, ajudou a reorganizar sua estrutura e ficou filiado até a data de seu falecimento, em 11 de maio de 2001.

Porém, o que coloco aqui, para amplo conhecimento de todos é que, o Dr. Napoleão Marques, na década de 60, formou-se em odontologia na Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e especializou-se em Ortodontia e Ortopedia Facial na Pontifícia Universidade Católica  (PUC) do Rio de Janeiro.

O jovem Napoleão,  naquela época, recém especializado em Ortodontia, recebeu diversos convites para exercer seu ofício em vários lugares do país, e até do exterior. Nascido em Una, o ortodontista, preferiu voltar a Ilhéus, sua terra por adoção e servir o município e região – foi o primeiro ortodontista da cidade de Ilhéus. 

Sempre no intuito de oferecer a melhor qualidade de seus serviços, aperfeiçoou seus conhecimentos profissionais, em centros avançados da Ortodontia no Brasil e até nos Estados Unidos da América. Filiado à Sociedade Paulista de Ortodontia,  em 1992, recebeu da entidade, uma medalha de honra ao mérito pelo serviços prestados em sua especialidade. Naquela ocasião,  foram agraciados com esse prêmio, 30 ortodontistas de todo o Brasil. E o Dr. Napoleão Marques estava lá, elevando o nome de Ilhéus, por meio de seus serviços ortodônticos prestados à comunidade regional.

 

Chicó é Comunicólogo e filho de Napoleão

CAMINHADA MARCA INÍCIO DA GREVE GERAL DA EDUCAÇÃO EM ILHÉUS

Do Pimenta

Nesta quarta-feira (15), em Ilhéus, o início da Greve Geral Nacional da Educação, que prosseguirá até o dia 24 de março, será marcado pela realização de uma Grande Caminhada dos trabalhadores contra a Reforma da Previdência. Com saída às 14h, da Praça Miguel Alves, ao lado do estádio Mário Pessoa, o grupo segue em direção ao centro da cidade e finaliza o movimento na Câmara de Vereadores.

No plenário do legislativo, os manifestantes explicarão os objetivos do movimento. Além dos trabalhadores em Educação, pais e alunos, segundo a Associação dos Professores Profissionais de Ilhéus (APPI-APLB), participarão da caminhada os representantes de outras como bancários, metalúrgicos, portuários, comerciários e Força Sindical e Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB).

GESTÃO DO TRÂNSITO EM ILHÉUS VIVE SOB POLÊMICAS E CRÍTICAS

Nal, à esquerda, foi a vítima da vez. No centro, o superintendente Buralho. À direita, o chefe de operações, Clóvis Júnior.

Sob o comando do agente Rogério Buralho, a Superintendência de Trânsito de Ilhéus (Sutran) vive uma desorganização e falta de hierarquia que chama a atenção, por se tratar de órgão vital pra cidade.

Nos últimos dois dias, vazamentos de conversas em um grupo privado dos agentes expuseram a falta de seriedade com que a gestão do trânsito é tratada e como pensam e agem seus responsáveis. Na segunda, dia 6, o ILHÉUS EM RESUMO trouxe à tona conversa do chefe de operações de trânsito da Sutran, Clóvis Junior, na qual diz que o coordenador da 13ª Ciretran (órgão estadual de trânsito), Coronel Valcir Serpa, deveria pintar a bunda de vermelho e subir num poste pra chamar mais atenção (lembre aqui).

Mesmo com o vazamento, as conversas em baixo nível seguiram no grupo. Ontem, o blog de Chico Andrade revelou que o superintendente Rogério Buralho, que tem o apelido de Abelha, desdenhou e agrediu Ednaldo Araújo, popularmente conhecido como Nal. Coincidentemente, Nal é servidor da 13ª Ciretran, órgão que deveria ser parceiro da Sutran. Confira imagem abaixo.

A conversa desrespeitosa.

Além disso, Nal e o advogado Mozart Aragão (ex-coordenador da Ciretran), ambos fiéis escudeiros do grupo da deputada Ângela Sousa, eram cotados, no início da gestão do prefeito Mário Alexandre, para assumir a Sutran. No entanto, o corporativismo dos agentes e o apadrinhamento de Buralho por parte do vereador Jerbson Moraes acabaram por encerrar as pretensões dos dois.

Críticas

A aposta de Jerbson parece não ter sido certeira, já que o desgaste de seu apadrinhado respinga em seu mandato, de apenas dois meses. A Sutran é constantemente criticada por não planejar suas ações ou fazer corpo mole. Durante o carnaval antecipado, em fevereiro, o fechamento de ruas e a sinalização de trânsito causaram confusão nas vias centrais.

Da mesma forma, há uma escalada do transporte clandestino. Veículos circulam livremente por toda a cidade oferecendo serviço que deveria ser duramente combatido.

Carro

No primeiro mês do governo Marão, outro fato chamou atenção. Um servidor, que também possui cargo de chefia na Superintendência de Trânsito, usou um carro oficial para ir a uma festa na cidade de Ibicaraí, em plena quinta-feira. Na volta, capotou o veículo, que ficou irreparável.

O fato só veio à tona dias depois, quando o assunto vazou pra imprensa e a gestão municipal teve de se pronunciar. Até o momento, não se sabe das sanções que o responsável pelo acidente sofreu.

 

MARÃO SE RECUSA A NEGOCIAR COM SINDICATO DOS PROFESSORES

Lua de mel entre Enilda e Marão acabou

Solicitada pela APPI/APLB, a audiência com o governo de Ilhéus para a rodada de negociações da campanha salarial dos trabalhadores em Educação da rede municipal não avançou na discussão da pauta por causa da ausência da maioria dos representantes da prefeitura. O encontro, na sexta-feira (03), teve apenas a presença do secretário de Fazenda, Elifaz Anunciação, apesar da necessidade de participação dos demais integrantes do governo chamados a debater: os secretários de Planejamento (José Nazal), Administração (Bento Lima Neto), Educação (Eliane Oliveira) e o Procurador Geral do município (Fabiano Resende).

O primeiro debate tratou de itens iniciais da pauta financeira e previdenciária, mas ainda sem aprofundamentos que necessitam da presença dos demais convidados. “Esta foi a segunda reunião agendada em que representantes do próprio governo não compareceram. Situação que nos passa a ideia de descaso para com os trabalhadores da educação”, afirma o presidente da APPI, professor Osman Nogueira. Um novo encontro foi marcado para a próxima sexta-feira (10), às 15h, na sede administrativa da prefeitura, no bairro da Conquista. “O que a cidade precisa é que, de fato, o governo leve a sério a nossa campanha salarial”, conclui a professora Enilda Mendonça, Secretária Intermunicipal da APPI.

EDITORIAL: O PROBLEMA DAS LOTAÇÕES NUNCA SERÁ RESOLVIDO EM ILHÉUS

À esquerda, Marão com motoristas de lotação. À direita, com taxistas. Fotos da Secom Ilhéus.

O prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre (PSD), se virou pra abrir espaço em sua agenda, por duas vezes na última semana, para receber dois setores do transporte coletivo considerados antagônicos, os taxistas, que operam concessões públicas, e motoristas do transporte clandestino, responsáveis pelas lotações.

As reuniões aconteceram na quinta e sexta da última semana, dias 2 e 3, no centro administrativo, no bairro Conquista. O encontro com os motoristas de lotação se deu primeiro o que, claro, gerou pressão dos taxistas. Marão teve de ceder e recebê-los.

Os encontros tiveram pautas distintas: a legalização das lotações, e um esforço maior do poder público para combater justamente essa prática. Os pleitos, distintos, afetam em cheio os dois lados, sem contar uma terceira interessada, a associação das empresas de transporte coletivo, talvez as mais culpadas e também afetadas pela multiplicação das lotações.

Há de se reconhecer que as lotações cumprem o papel de tapar o buraco deixado tanto por taxistas, quanto pelas empresas de transporte coletivo. É fácil encontrar motorista de táxi que dispensa corridas curtas, por exemplo, ou aqueles que não usam o taxímetro. No sistema coletivo, os problemas vão desde horários não cumpridos a ônibus sujos e funcionários desmotivados, que acabam por penalizar ainda mais o passageiro.

Nesse vácuo, surgem as lotações. Antes, eram carros antigos, com pouca segurança. Hoje, usam, inclusive, marcação de horários pelo whatsapp e identificação dos veículos. A prática, ilegal, acaba por encontrar lastro na ineficiência do que é legal, mas pouco fiscalizado.

Nessa seara, o prefeito Mário Alexandre, que recebeu os representantes de taxistas e de motoristas de lotação, se comprometeu a criar comissão para estudar os casos. Estudar, nesse contexto, quer dizer enrolar. A ideia é empurrar o problema à espera de auto-organizarão das partes, ou do tensionamento, que pode levar a conseqüências duras.

Os interesses de taxistas, motoristas de lotação e empresas de transporte coletivo não podem ser conciliados. A pressão de empresas como São Miguel e Viametro, que faturam milhões por ano, e de mais de 400 taxistas que possuem representação na câmara de vereadores, nunca permitirão a regulamentação do serviço complementar.

Mas Mário Alexandre se recusa a dizer não à pauta das lotações, talvez já antecipando evitar desgastes para as próximas eleições.

COMEÇAM AS MUDANÇAS NO RESTAURANTE VESÚVIO

Cadeiras foram retiradas e só sobrou a escultura de Jorge Amado. Foto do Ilhéus em Resumo

Como adiantado pelo ILHÉUS EM RESUMO em fevereiro, o bar e restaurante Vesúvio trocou de administradores desde os primeiros dias deste mês. O empresário Guido Paternostro vendeu a marca e a estrutura do espaço para o grupo que comanda o Boteco do Posto.

Quem passa pelo local percebe que ele não abre desde o início do mês, assim como não há mais cadeiras no passeio. Do lado de fora, sobrou somente a famosa estátua de Jorge Amado, sentado à mesa, que se tornou um ponto de visita pra turistas e nativos tirarem fotos.

Os novos donos do espaço ainda não vieram a público dizer qual modelo de negócio será adotado na estrutura, mas, com o bom resultado do Boteco do Posto, há de se esperar boas novidades.

COM 122MM DE CHUVA EM 48 HORAS, ILHÉUS TEM 42 PONTOS DE RISCO

Do Tabuleiro

Chuva.

Em apenas 48 horas choveu em Ilhéus mais de 120mm, o que causou alagamentos em 22 pontos da cidade, além de deslizamentos de terra, desabamentos de casas e escadarias, essa informação foi prestada na manhã de hoje, no programa O Tabuleiro, Apresentado pelo Comunicador Vila Nova pelo coordenador da defesa civil de Ilhéus, Joandre Neres. A cidade tem ainda 42 pontos de risco, já notificados pela DC (Defesa Civil).Uma família está desabrigada e outra desalojada, esse é o saldo de 48h de chuva no município. A previsão do clima tempo é de que o temporal permaneça até sábado.

Segundo o Secretário de Infraestrutura, transporte e trânsito, Hermano Fahning que também foi entrevistado na manhã desta quarta-feira de cinzas, em diversos pontos de alagamento a drenagem não foi possível devido a grande quantidade de lixo nos bueiros

A defesa civil em Ilhéus vem distribuindo lonas de plástico no objetivo de evitar novos deslizamentos, as pessoas que moram em áreas de risco podem solicitar essas lonas e fazer contato com a defesa civil através dos telefones: (73) 98895-8633 ou 3234-3597.

ESCOLAS DE ILHÉUS SOFREM COM A FALTA DE PROFESSORES

Barão de Macaúbas é uma das escolas sem professor.

Mesmo com concurso público homologado e uma seleção temporária já concluída, escolas da rede municipal de ensino de Ilhéus estão sem professores. A situação tem sido crítica principalmente na zona rural, como na Ponta da Tulha e Castelo Novo, onde há maior dificuldade de acesso e de disponibilidade de pessoal.

Faltam docentes também em unidades escolares da zona urbana, como naqueles localizados na zona sul da cidade. A falta de profissionais atrapalha o início do ano letivo e demonstra certa falta de jogo de cintura do governo Marão.

Afinal, se há professores aprovados tanto em concurso, quanto em seleção temporária, qual o motivo de penalizar os estudantes com a demora pra contratação?



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