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:: ‘Cultura’

PRIMEIRO ENCONTRO DA ORALIDADE VIRTUAL ACONTECE NESTA QUINTA-FEIRA, DIA 4

Encontro de Oralidade.

O primeiro Encontro da Oralidade virtual acontece nesta quinta-feira, dia 4, a partir das 19 horas, no canal da ONG Gongombira no YouTube. Mãe Ilza recebe Mãe Lúcia Kamurici do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia, para conversar sobre “Saberes Ancestrais: a arte da confecção do pano da costa”.

Mãe Lúcia, primeira convidada da nova edição dos Encontros da Oralidade, é Mameto de N´kise do Terreiro São Jorge Filho da Goméia, com mais de 70 anos de ativismo na luta pela preservação da cultura de matriz africana. Além disso, é Presidenta do Bloco Afro Bankoma desde 2011 e membro da Comissão Nacional da Ação Griô.

O projeto Encontros da Oralidade é uma realização da ONG Gongombira, com apoio da Ativa Ideia, Rede Matamba e apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon (FPC) (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Encontros da Oralidade

Mãe Ilza receberá na próxima quinta-feira, dia 11, o percussionista Gabi Guedes, para conversar sobre “Atabaques sagrados: música e devoção dos povos de terreiros”. Gabi tem um extenso currículo, já tocou com grandes nomes da música baiana e internacional, de Margareth Menezes a Jimmy Cliff.

No dia 18, a convidada será Géssica Neves (Kota Meankiatoala), graduanda em Pedagogia e coordenadora de Dança da Ala de Dança do bloco Afro Bankoma, para conversar sobre o tema “Poesia dos corpos: a mulher e a dança afro-banto”.

O último encontro, no dia 25 de fevereiro, será com a convidada Lais dos Santos (Makota Kejesu) e o tema a ser discutido será “Mãos que tecem a vida”. Laís é responsável pelas relações institucionais entre as Comunidades Tradicionais de Terreiros de candomblé e Quilombolas, Confecção de Adereços e estética Afro pelo projeto cultural Bankoma.

Serviço:

O quê: Encontros da Oralidade

Quando: 4, 11, 18 e 25 de fevereiro às 19 horas

Onde: https://www.youtube.com/c/ organizacaogongombira

Quanto: Gratuito

Acompanhe a ONG Gongombira:

Instagram: https://www.instagram.com/ gongombira.ong/

Facebook: https://www.facebook.com/ gongombira.ong

ONG GONGOMBIRA PROMOVE ENCONTROS DA ORALIDADE VIRTUAIS COM MÃE ILZA MUKALÊ

Mãe Ilza comanda o terreiro.

A Organização Gongombira de Cultura e Cidadania irá realizar, durante o mês de fevereiro, mais uma edição do projeto Encontros da Oralidade com Mãe Ilza Mukalê. Nos dias 4, 11, 18 e 25, sempre às 19h, a matriarca do Terreiro de Matamba Tombenci Neto receberá convidados no canal da instituição no YouTube.

O projeto é uma realização da ONG Gongombira, com apoio da Ativa Ideia e apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon (FPC) (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

No dia 4 de fevereiro, Mãe Ilza Mukalê receberá Mãe Lúcia Kamurici, do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia, para conversar sobre “Saberes Ancestrais: a arte da confecção do pano da costa”. Mãe Lúcia tem mais de 70 anos de ativismo na luta pela preservação da cultura de matriz africana, é Presidenta do Bloco Afro Bankoma desde 2011 e membro da Comissão Nacional da Ação Griô.

Na semana seguinte, dia 11, será a vez de Mãe Ilza receber o percussionista Gabi Guedes, para conversar sobre “Atabaques sagrados: música e devoção dos povos de terreiros”. Gabi tem um extenso currículo, já tocou com grandes nomes da música baiana e internacional, de Margareth Menezes a Jimmy Cliff.

Dia 18, Mãe Ilza receberá Géssica Neves (Makota Meankiatoala), graduanda em Pedagogia e coordenadora de Dança da Ala de Dança do bloco Afro Bankoma, para conversar sobre o tema “Poesia dos corpos: a mulher e a dança afro-banto”.

O último encontro, no dia 25 de fevereiro, será com a convidada Lais dos Santos (Makota Kejesu) e o tema a ser discutido será “Mãos que tecem a vida”. Laís é responsável pelas relações institucionais entre as Comunidades Tradicionais de Terreiros de candomblé e Quilombolas, Confecção de Adereços e estética Afro pelo projeto cultural Bankoma.

SEMANA REVOLTA DOS MALÊS OCORRE DE 25 A 31 DE JANEIRO EM ILHÉUS E DIVERSAS CIDADES DA BAHIA

Semana Revolta dos males.

As programações em alusão ao levante da Revolta dos Malês que completa 186 anos entre os dias 24 e 25 de janeiro estão ocorrendo em várias cidades da Bahia durante esta semana. Nas cidades de São Felix, Uruçuca, Salvador, Ilhéus, Lauro de Freitas, Una, Ibicaraí, Valença, Itabuna, Santo Antônio de Jesus, Itajuípe, Amargosa, Canavieiras, Cachoeira, Jaguaquara, Ibirapitanga, Simões Filho, Jequié e São Francisco do Conde.

A Semana Revolta dos Malês será realizada de 25 a 31 de Janeiro, e a programação conta com exibição de filmes e documentários, painéis com trocas de saberes, Batalhas Slam de Poesia e Batalhas com MC’s sobre as temáticas relacionadas a Revolta dos Malês, oficina virtuais e apresentações culturais e artísticas. A ação é destinada a estudantes do programa Universidade Para Todos (UPT), do EJA da escola SESI-SENAI, a jovens negras e negros, público em geral e curiosos interessados em dialogar sobre este tema que atende a lei federal 10.639 de 2003.

A ação realizada pelo Coletivo Juventude Negra Baiana, Comitê Estudantil MALÊS/UNILAB e Coletivo de Cacheadas e Crespos tem os objetivos de refletir a Década Internacional dos Afrodescendentes (2015 a 2024), instituída pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas – ONU, por meio da resolução 68/237 que visa medidas eficazes pelos Estados-membros, governo e a sociedade civil para a implementação de um conjunto de atividades no espírito de reconhecimento, justiça e desenvolvimento de, com, pela e para a população afrodescendente em todo globo e conseguintemente no Brasil.

De acordo com a coordenação da Semana Revolta dos Malês, ao longo de sua programação, trará caminhos de enfrentamento ao racismo e discriminação por meio do resgate da memória cultural do povo negro e da apreciação de suas manifestações, a fim de trazer a tona debates provocantes, para um posicionamento mais crítico frente à realidade social em que vivemos e defender de forma critica, as políticas afirmativas para população negra baiana dentro do escopo da Lei 10.639/2003 e das Diretrizes Curriculares Nacionais. “A Semana Revolta dos Malês, atende ao chamado ancestral para nós juventude negra baiana. Devido à pandemia este encontro negro ocorrerá apenas em versão digital. É a nossa resposta diante a cotidiana guerra de narrativas entre o racismo brasileiro e nossa memória afro-brasileira.”, destaca o bacharelando em Humanidades pela UNILAB Campus dos Malês, Marcolino Vinicius Vieira, Membro do Conselho de Cultura do Estado da Bahia e da Coordenação da Semana Revolta dos Malês.

“Queremos despertar a consciência negra para os jovens que ainda não tem. Potencializar a visão racial da sociedade e ampliar a consciência antirracista provocando para todas as pessoas participantes a vontade de agir por uma sociedade menos desigual e sem racismo.” Expõe a Assistente Social em formação, fundadora do Coletivo de Cacheadas e Crespos, Viviane Reusser, Coordenadora da Semana Revolta dos Malês no sul da Bahia.

As atividades estão previstas no site http://www.midiapreta.com.br/semanarevoltadosmales/ . Confira a programação completa da Semana Revolta dos Malês ou através do whatsapp (73) 9.8106-7662 ou (71) 9.2000-1210.

PERTO DOS SEUS 500 ANOS, ILHÉUS VÊ PARTE DA SUA HISTÓRIA DESABAR

Do JBO

O prédio que desabou e, ao lado, foto antiga do imóvel. E mais outros exemplos do tratamento dado ao nosso patrimônio – Prefeitura, Casa de Jorge Amado e Igreja Matriz.

O desabamento de parte da estrutura de um prédio histórico, com mais de 100 anos, nesta quarta-feira à tarde, no centro de Ilhéus, trouxe à tona uma importante discussão: batendo à porta dos seus 500 anos de existência, Ilhéus vai permitir que toda sua história arquitetônica vire ruínas? Um levantamento feito pelo JBO, aponta que a maior parte dos projetos arquitetônicos que marcam a riqueza do ciclo do cacau está em ruínas ou prestes a cair. Em uma das cidades mais antigas do Brasil não há um olhar pela recuperação destes imóveis, preservando a história e a sua riqueza de detalhes. É assim tanto nos espaços públicos, quanto nos imóveis particulares.

Por sua vez, os representantes do setor cultural de Ilhéus não conseguem enxergar a importância deste resgate. Em alguns casos, não há como duvidar que recursos seriam facilmente encontrados para a recuperação de espaços importantes. Ou alguém seria capaz de dizer que ninguém ou nenhuma empresa teria interesse de ver seu nome ligado, por exemplo, à recuperação da Casa de Jorge Amado, onde o escritor conhecido em todo o mundo, passou parte da sua infância e escreveu o seu primeiro livro “O País do Carnaval”, em 1931?

Em alguns casos é possível afirmar. Não faltam recursos. Faltam interesse, olhar para a importância da história e, finalmente, projeto. Sem projeto, quem é louco de investir?

O prédio que ontem viu parte da sua fachada desabar – e quase atingir pessoas – é outro exemplo do descaso. Era a casa do coronel Aureliano Brandão Pinto nos tempos áureos do cacau, há mais de 100 anos. Depois o local tornou-se, em parte, no escritório da Marinha Mercante do Brasil e no, andar superior,, a residência dos servidores do órgão federal. Há cinco anos, sem uso, o imóvel foi doado à Prefeitura e o ato foi oficializado pelo atual governo, com a perspectiva de alí passar a sediar a secretaria de Urbanismo, Planejamento e Meio Ambiente. Abandonado, tornou-se depósito de lixo, ponto de usuários de droga. É protegido pela Lei Municipal 2312/89. Sua fachada tem que ser preservada. Por isso, a cena de ontem, de servidores desinformados (não por culpa deles) da Prefeitura, derrubando com marretas partes da fachada que ainda apresentavam perigo, mostra a dimensão do olhar e do respeito que a cidade tem para sua riqueza arquitetônica.

Para além da Casa de Jorge Amado e o antigo prédio da Marinha Mercante, a cena se repete noutros lugares. A biblioteca pública, o teatro municipal, a sede da Prefeitura – três espaços públicos importantes, podemos dizer… abandonados – mas, também, no Palácio Episcopal, anexo do Instituto Nossa Senhora da Piedade, que pertence à diocese de Ilhéus. Trata-se de um suntuoso prédio construído em 1928, que durante muito tempo, serviu como moradia aos bispos da diocese ilheense. Em ruínas, a cidade vê desabar um espaço que poderia ser importante atrativo arquitetônico.

Em alguns casos, pessoas comuns se dispuseram a meter a mão na massa, mas sem fôlego para devolver a obra pronta. É o exemplo da Igreja Matriz de São Jorge, em Ilhéus, uma das mais antigas do Brasil, que corre o risco iminente de desabamento de sua fachada. A igreja está passando por um longo e interminável um processo de restauração dos altares e do forro, com recursos de uma emenda parlamentar. No entanto, ao se aprofundarem no tratamento do forro, os técnicos se depararam com graves rachaduras laterais das paredes, numa viga de sustentação na parte frontal da igreja e de uma “tesoura”, que sustenta todo o telhado.

Sem políticas públicas para recuperar ou proteger um dos mais valiosos acervos arquitetônicos do Brasil, Ilhéus vê, silenciosamente, sua história ruir. As autoridades não enxergam o prejuízo. E a cidade dá as costas para o seu valioso passado.

ENCONTRO DO TURISMO RURAL DA COSTA DO CACAU ESTRADA DO CHOCOLATE

Encontro do Turismo Rural da Costa do Cacau Estrada do Chocolate.

A Estrada do Chocolate, no sul da Bahia, é tema do Encontro do Turismo Rural da Costa do Cacau, que acontece nesta quinta-feira (21), às 14h30, no Centro de Convenções de Ilhéus. Com a participação do secretário do Turismo do Estado, Fausto Franco, e de empreendedores do cacau da região, o evento analisará diversas propostas de roteiros, envolvendo as fazendas que já estão aptas a receber visitação. Também serão abordadas as atribuições de cada um dos três níveis de gestão – estadual, municipal e iniciativa privada -, objetivando a consolidação do projeto.

Situada no trecho da BA-262 que liga Ilhéus e Uruçuca, a Estrada do Chocolate tem por objetivo possibilitar aos turistas vivenciar as etapas de produção do cacau e do chocolate por meio de visitas a fazendas tradicionais e fábricas, além de permitir o contato com um rico acervo histórico e cultural da região.

O roteiro inclui fábricas do parque moageiro de cacau, no Distrito Industrial de Ilhéus, fazendas com fábrica de chocolate gourmet e fazendas de cacau com acervo histórico-arquitetônico, entre outros atrativos. O passeio conduz o visitante por uma região repleta de belezas naturais no sul da Bahia, dotada de rios, cachoeiras e áreas de preservação ambiental.

Cercada pela Mata Atlântica, a Estrada do Chocolate lembra ainda os cenários da obra do escritor Jorge Amado, como “Terras do Sem-Fim” e “Gabriela Cravo e Canela”. O primeiro descreve o período de formação da zona cacaueira, com a sede pelo ouro do cacau, a luta pela posse da terra, o estabelecimento das plantações e a construção das pequenas cidades nos arredores de Ilhéus, no começo do século 20.

O segundo é um retorno do autor ao chamado ciclo do cacau, retratando o universo de coronéis, jagunços, dentre outros personagens que fizeram parte da sociedade cacaueira.

FESTIVAL DE ITACARÉ OFERECE CACHÊ DE R$ 3 MIL PARA ARTISTAS DA BAHIA

Festival de Dança Itacaré

O ano de 2021 começa com uma proposta inovadora e adequada às exigências de medidas sanitárias impostas pela pandemia da COVID-19. Artistas da Bahia podem se inscrever, somente até a próxima segunda (18), na convocatória do Online Festival de Dança Itacaré.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia, via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

As cinco inscrições selecionadas vão integrar a equipe criativa para a produção de filmes de dança que serão exibidos em março, dentro da programação do festival. Podem participar artistas solo, grupos, coletivos ou companhias que desenvolvem investigação em dança, com atuação na Bahia.

“Acreditamos e incentivamos a diversidade e a pluralidade. Desejamos encontrar também músicos dançantes, capoeiristas, sambistas e maculelês, enfim, artistas de várias linguagens que têm a dança pulsando em suas vidas”, reforça Verusya Correia, fundadora do festival.

A filmagem das danças será realizada entre 15 e 28 de fevereiro, em locações na Praia de Jeribucaçu, Cachoeira do Cleandro, fazenda de cacau em Taboquinhas, Bairro Porto de Trás, Praça São Miguel e Rua Pituba. Cada participante permanecerá por no máximo três dias em Itacaré.

Os interessados devem preencher o formulário pelo site www.festivaldedancaitacare. com.br até 18 de janeiro de 2021. Cada proposta selecionada receberá um cachê de R$ 3 mil. E o festival cobrirá despesas de deslocamento, hospedagem e alimentação. O resultado final será divulgado em 31 de janeiro.

DISTANCIAMENTO E REAPROXIMAÇÃO

Entre 20 e 28 de março, o Online Festival de Dança Itacaré realizará atividades em salas virtuais, como oficinas, palestras, lançamento de livro e a estreia dos filmes de dança.

“Como festival de Artes Cênicas, uma arte viva diretamente influenciada pelo ambiente, idealizamos essa proposta de danças filmadas e exclusivas, que serão exibidos pela primeira vez ao público em plataformas digitais”, enfatiza Verusya.

As filmagens das danças serão realizadas com um número restrito de equipe, seguindo protocolos de segurança sanitária e sem a presença do público. Todo acesso à mostra de filmes de dança, palestras e oficinas será à distância e online.

 

Veja como se inscrever e participar: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScFs_yC8MIoDk1dnO9cTnQYyu8NKasZMuoOIKTssnXHIrHo0A/viewform

TRABALHADORES DO SEGMENTO CULTURAL DENUNCIAM A PREFEITURA DE ILHÉUS

Casa de Cultura Jorge Amado.

Artistas e trabalhadores do segmento cultural de Ilhéus apresentaram uma representação nos Ministérios Públicos Federal e Estadual onde denunciam prováveis ilegalidades cometidas pela Prefeitura de Ilhéus por meio da Secretaria de Cultura e Turismo na aplicação dos recursos federais destinados para atender ao setor durante a pandemia.

Os trabalhadores reclamam da administração pública quanto à subjetividade dos critérios de análise e habilitação das propostas contempladas tanto no edital ‘arte-livre’ quanto nos subsídios de apoio a grupos e espaços culturais em atendimento a Lei Aldir Blanc (LAB).

Segundo o documento, o edital ‘arte-livre’ não publicou os critérios de análise do edital que destinará 540 mil reais à sociedade local; a comissão de análise não contou com a participação de especialistas com conhecimento na área; não houve participação do Conselho Municipal de Cultura ou da sociedade civil; não aconteceu a publicação das pontuações, classificações, justificativas ou pareceres de análise das propostas, entre outros.

Os trabalhadores do segmento cultural afirmam também que muitas propostas selecionadas estão em nome de figuras direta ou indiretamente ligadas à comissão de implementação da LAB ou ao funcionalismo público municipal, estadual, ou seus parentes. De acordo com eles isso pressupõe ‘favoritismo’. Eles afirmam ainda que os grupos representados já foram premiados por outro ente federativo, o que, de acordo com eles, configura ‘cumulatividade’ de recursos emergenciais.

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ILHÉUS É O DESTINO DO PROGRAMA “NA CARONA ESPECIAL” DA TV BAHIA NESTE SÁBADO, 9

Ilhéus é o destino do programa Na Carona Especial deste sábado.

A TV Bahia, no programa Na Carona Especial deste próximo sábado (09), vai exibir os encantos da Princesinha do Sul, trazendo Ilhéus como destino apresentado pelo repórter Pablo Vasconcelos. As fazendas de cacau, a produção do chocolate, o vasto litoral ilheense, a exuberância da Lagoa Encantada e a gastronomia regional serão ilustradas com imagens exclusivas, num cenário de belezas naturais e uma narrativa especial sobre os atrativos da amada terra dos sem fim, após o Mosaico Baiano.

“Valorizamos a importância do turismo responsável e seguro no verão 2021 mostrando o que nossa terra tem de melhor, com belezas naturais, história, belas praias na cidade que é berço mãe do Brasil rumo aos 500 anos. Reforçamos que medidas preventivas contra o coronavírus pela população local e visitantes devem ser adotadas com o uso de máscara de proteção, álcool 70% e distanciamento social”, disse o prefeito Mário Alexandre.

Não perca a exibição do programa, neste sábado às 14:35 horas.

LEI ALDIR BLANC: SECRETÁRIO FÁBIO JR ÍNTIMA PAWLO CIDADE E MAIS QUATRO PESSOAS

Casa de Cultura Jorge Amado.

A Comissão Especial Análise de Projetos do Edital Arte livre Lei Aldir Blanc, através do presidente, o Secretário de Cultura e Turismo, Fábio Júnior, intima os proponentes do Edital Arte Livre, que foram denunciados pelo produtor cultural Weliton Perelo Correa Júnior.

Por meio da Portaria nº 004 de 06 de janeiro de 2021 publicado no Diário Oficial da prefeitura, ficam intimados a Associação Comunitária Tia Marita, representada por Viviane Souza Siqueira Couto; ex-secretário Pawlo Cidade; Romualdo Lisboa dos Santos, proponente do projeto “Sonho de Uma noite de verão; Maria Aldelita Santos Rodrigues; proponente do projeto I Festival de Arte E Cultura Dilazenze e Associação Comunitária Ilhéus Bahia, representada por Jhonnis Correia Melgaço.

Fica concedido o prazo de 24hs para que os citados apresentem defesa escrito na sede da Secretaria da Cultura e Turismo de Ilhéus.

Confira a Portaria. 

Informações do Fábio Roberto Notícias.

ILHÉUS: JUSTIÇA NEGA LIMINAR E PREFEITURA MANTÉM PROIBIÇÃO DE MÚSICA AO VIVO

Seis e meia.

A juíza Raquel Ramires François, da 1ª Vara dos Juizados Especiais de Ilhéus, indeferiu o mandado de segurança coletivo com pedido de liminar contra o decreto publicado pela Prefeitura, que proíbe a disponibilização de música ao vivo em estabelecimentos comerciais, bares, restaurantes, clubes, hotéis e similares do município.

Na decisão, a magistrada destaca que a realização de apresentações musicais ao vivo é um vetor a mais para atrair público, gerando, assim, aglomeração de pessoas.

Ao analisar a situação, a juíza reiterou a importância do isolamento social, que segundo ela, é uma das formas eficazes de evitar o contágio pelo novo coronavírus (Covid-19).



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