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:: ‘Cultura’

AO PAGAR R$ 15 MILHÕES A VIAMETRO E SÃO MIGUEL, MARÃO COLOCA ILHÉUS DE JOELHOS PARA BENEFICIAR AMIGOS

Marão, ao lado de Junior Reis, herdeiro do ex-prefeito e dono de empresas de ônibus, Valderico Reis (à esquerda), e do deputado federal e dono do grupo Brasileiro (a que pertence a Viametro), Ronaldo Carletto. A foto é de 2017.

Documentos revelados pelo vereador Tandick Resende (PTB), na sessão desta quarta-feira, dia 20, da Câmara de Vereadores, mostram que a prefeitura de Ilhéus, com a anuência do Ministério Público, assinou um acordo para beneficiar as empresas de transporte coletivo do município, enquanto a população sofre, dia após dia, com o péssimo serviço prestado. O acordo prevê o pagamento de R$ 15 milhões para as empresas Viametro e São Miguel, isenção de impostos e um aumento anual automático da tarifa, com diferenciação de preços para linhas urbanas e rurais. 

O mesmo acordo não obriga as concessionárias a praticamente nada, a não ser manter, pelo menos, 75% da frota na rua. Caso retorne o ano letivo presencial, a cota será de 85%. 100% da frota só será alcançada quando não houver mais nenhuma restrição relacionada à pandemia.

A denúncia do parlamentar é baseada num acordo judicial que vinha sendo mantido às escondidas. Segundo o vereador, as empresas de transporte coletivo buscavam, desde dezembro de 2020, um suposto reequilíbrio de suas finanças depois de meses sem operar regularmente devido às medidas de restrição impostas pelo poder público em decorrência da pandemia da covid-19. Em paralelo, corria outro processo judicial, movido pelo Ministério Público, com o objetivo de obrigar as operadoras a colocar 100% da frota nas ruas.

Como forma de resolver o impasse, as duas ações foram unidas e resultaram no acordo que, até ontem, estava escondido do público. Em seu discurso no plenário da câmara, o vereador Tandick elencou alguns pontos nebulosos do acordo, que é inédito no Brasil.

Viametro e São Miguel propuseram e o Ministério Público e o Governo de Mário Alexandre aceitaram que o município deve deixar de fiscalizar eventuais descumprimentos do contrato de concessão do serviço e, ao mesmo tempo, devem apertar o cerco contra o transporte alternativo. 

O acordo, além de criar despesas sem anuência do legislativo, não indica de onde virá o dinheiro para pagar as 25 parcelas mensais de 600 mil reais que o município destinará às empresas. Desse total, já foram pagos 800 mil reais às concessionárias. 

Da mesma forma, não indica quanto a Viametro e São Miguel vão lucrar ao deixar de pagar o Imposto Sobre Serviços pelos próximos 28 meses. É um cheque em branco, baseado numa planilha de custos apresentada pelas empresas onde, sequer, constam notas fiscais dos custos listados, pontuou o vereador.

Além de determinar aumento praticamente automático para suprir variações de custos, o acordo determina, sem qualquer análise, que a tarifa a ser cobrada para linhas rurais seja mais cara que a praticada nas linhas da zona urbana. Em outras palavras, o pequeno produtor rural e os moradores da zona rural vão ajudar a pagar a conta.

Cabe ressaltar que as medidas restritivas para frear a pandemia afetaram muitos setores da economia e não só o de transportes. O acordo pode abrir um precedente perigoso no sentido de apontar às demais empresas que as perdas provocadas pela pandemia podem ser repostas retirando dinheiro do orçamento público.

SÓCIOS DO ANTIGO CLUBE DO PONTAL DOAM TERRENO AO TEATRO POPULAR DE ILHÉUS

Tenda Popular recebe doação de terreno.

O Teatro Popular de Ilhéus ainda não realizou o sonho da casa própria, mas nunca esteve tão perto dele, assegura o dramaturgo Romualdo Lisboa, diretor da companhia. Entrevistado pelo PIMENTA, ele contou a história da doação do imóvel onde a sede do grupo será construída. Trata-se do terreno do antigo Clube Social do Pontal, na rua Coronel Pessoa, perto da praça São João Batista.

Durante uma edição do programa O Tabuleiro, o radialista Vila Nova lamentou o fato de o Teatro Popular de Ilhéus ainda não ter sua sede, apesar da trajetória de 25 anos. Um ouvinte da Ilhéus FM, que é filho de um dos sócios do clube, ligou para a emissora e sugeriu que o terreno no Pontal fosse doado ao grupo. Vila telefonou para o dramaturgo e o chamou para conhecer o espaço. “Uma imensidão, 1.300m² abandonados, no centro do Pontal, de uma rua a outra”, descreve Romualdo.

A princípio, quatro dos cinco sócios do clube fundado em 1947 hesitaram em fazer a doação, porque não conheciam a história do Teatro Popular de Ilhéus. A dívida do IPTU do imóvel não permitiu que ele fosse emprestado ao grupo no regime de comodato. Por fim, todos os sócios optaram por doar o terreno. A formalização do negócio jurídico está nos trâmites finais.

Segundo Romualdo, o Teatro recebeu ajuda da Prefeitura de Ilhéus para limpar a área, que não é utilizada há cerca de 30 anos. O grupo prepara o imóvel para receber cobertura, piso e banheiros novos. Com isso, pretende abrir as portas da casa em dezembro próximo.

Depois, em abril de 2022, o TPI iniciará a construção da sede definitiva, cujo projeto é concebido pelo arquiteto e urbanista Carl von Hauenschild. A obra será feita com metais usados em tubulações de petróleo. “A estrutura será toda metálica, reaproveitando tubos da Petrobras, que a empresa usa para fazer bombeamento de petróleo. Eles têm um tempo de vida útil pequeno para a empresa, mas podem ser reaproveitados na construção civil’, explica Romuado.

O grupo vai recorrer a diversas formas de financiamento para tirar o projeto do papel. “O Teatro Popular de Ilhéus é uma OS [Organização Social] e tem toda a estrutura administrativa, contábil, financeira, que permite captar emendas parlamentares, captar direto com o poder público. Isso é bacana, porque a gente mantém a instituição sempre organizada para ter acesso a recursos públicos e privados”, disse o diretor.

SECRETARIA DE CULTURA DE ILHÉUS CADASTRA PROFISSIONAIS DE DANÇA

Dança

A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria Especial de Cultura, iniciou o cadastramento de profissionais de dança que trabalham no município. O objetivo da iniciativa é criar um banco de dados sobre os artistas que movimento esse setor cultural na cidade. O cadastramento pode ser feito neste link.

TURISMO E CULTURA GANHAM NOVOS HORIZONTES APÓS AUDIÊNCIA PÚBLICA REALIZADA NA CÂMARA DE ILHÉUS

Turismo e Cultura ganham novos horizontes após Audiência Pública realizada na Câmara de Ilhéus.

Ainda há um abismo gigantesco entre as políticas públicas voltadas para os segmentos da Cultura e do Turismo de Ilhéus e a relação direta que especialmente a Prefeitura – independente de qual governo esteja no poder – mantém com os protagonistas destes dois importantes setores. Enquanto a cidade possui uma moderna legislação para abrigar e proteger os dois segmentos e fazê-los avançar, artistas e empresários se sentem desprotegidos, solitários, à espera de ações mais efetivas que possam fazer “a roda girar”. Para todos.

Essa foi a principal conclusão tirada hoje (12), durante Audiência Pública realizada pela Câmara Municipal de Ilhéus para discutir o futuro dos dois segmentos, tidos como fundamentais para o processo de crescimento da economia da cidade, especialmente no período da pós-pandemia.  “Isso acontece por que ações isoladas não avançam. É preciso trabalhar em grupo”, resume o presidente da Academia de Letras de Ilhéus e representante Fundação Cultural do Estado da Bahia no evento, Pawlo Cidade. :: LEIA MAIS »

TEATRO POPULAR DE ILHÉUS CELEBRA 25 ANOS E APRESENTA ESPECIAL NO TEATRO VILA VELHA

Espetáculo Teodorico Majestade é uma das atrações do evento.

Para celebrar 25 anos de fundação do Teatro Popular de Ilhéus, o grupo promove uma programação especial durante o mês de agosto no palco virtual do Teatro Vila Velha (www.youtube.com/teatrovilavelha). O calendário de atividades conta com a exibição gratuita de dois espetáculos, às 20h, no Youtube do Vila: Teodorico Majestade – a última live de um prefeito, dias 07 e 14/08, e intimIDADES, dias 21 e 28/08.

Complementando a programação, o TPI também realiza rodas de conversa para debater sobre a trajetória do grupo e a resistência da cena teatral na Bahia. Romualdo Lisboa, um dos fundadores do Teatro Popular de Ilhéus, juntamente com Marcio Meirelles, diretor teatral e gestor cultural, se reúnem com Sonia Robatto dia 16/08, e com Carl Von Hauenschild, dia 30/08. As conversas acontecem sempre às 19h, também no Youtube do Vila. 

O espetáculo Teodorico Majestade – a última live de um prefeito abre a programação de comemoração do Teatro Popular de Ilhéus, tendo exibição nos dias 07 e 14 de agosto. Indicada para o Prêmio Braskem de Teatro em 2008 e inspirada na literatura de cordel, na xilogravura e no cancioneiro nordestino, a peça narra o drama do prefeito Teodorico Majestade, da fictícia Ilha Bela. Acuado em seu gabinete e cercado pela população revoltada com suas trapaças, o prefeito tenta negociar com o povo num ato de desespero para se manter no poder. A negociação de nada adiantou, a população acabou pedindo sua cassação imediata. O espetáculo tem texto e direção de Romualdo Lisboa e conta com Ely Izidro no papel do prefeito “Teodorico Majestade”; Takaro Vítor como “Malote”; Tânia Barbosa como “Maria Antônia das Armas; Aldenor Garcia como “Gersinaldo Quina”; e Cabeça Isidoro como o “Cantador”.

Dando continuidade à celebração, nos dias 21 e 28/08 acontece a exibição da performance audiovisual “IntimIDADES”, que apresenta o relato de três atrizes sobre o tempo, o corpo e o sonho. A partir das cenas, o público fará uma viagem na memória das três atrizes/personagens, sua relação com o corpo que se transforma no tempo, as lutas diárias contra o patriarcado e os seus sonhos. “O espelho deve ser o lugar para me contemplar, não para me punir”. A performance busca refletir sobre os conflitos que o tempo nos impõe, abrindo uma janela num diálogo entre passado, presente e futuro. Com Tânia Barbosa, Iara Colina e Mãe Ilza Mukalê, o espetáculo tem dramaturgia coletiva, músicas de Eloah Monteiro, encenação e letras de Romualdo Lisboa e arranjos de Pablo Lisboa. Juntam-se ainda às três atrizes/personagens os depoimentos em vídeo de mais 9 mulheres, trabalhadoras, ativistas e sonhadoras.

Aproximando fronteiras e fortalecendo os laços com o teatro soteropolitano, o Teatro Popular de Ilhéus inclui na programação rodas de conversa com temas relacionados à história e realizações do grupo, bem como o movimento de resistência do campo do teatro e dos equipamentos culturais, que por sua vez são importantes centros de criação e difusão das artes cênicas. No primeiro encontro, dia 16/08, Romualdo Lisboa, Marcio Meirelles e a atriz e escritora Sonia Robatto, se reúnem para uma live com o tema  “Équio Reis – do Teatro Vila Velha ao Teatro Popular de Ilhéus”. Já no dia 30/08, Lisboa, Meirelles e Carl Von Hauenschild, arquiteto do Teatro Vila Velha, participam da conversa com o tema “TPI + 25 anos de (re)existência”. :: LEIA MAIS »

ARTISTAS DA BAHIA NA JUSTIÇA PELO DIREITO DE SOBREVIVER

Informações do BA001.

Artistas

A verdadeira dimensão da tragédia humanitária ao qual estamos imersos nesse momento, ainda não sabemos de fato, mas, é incontestável os efeitos danosos que tudo isso vem acarretando na saúde física e mental das pessoas. Cada um reage e segue reagindo de maneiras diferentes. Uns com resiliência, outros com mais sofrimento, e todos, sem exceção, com sentimentos e sensações nunca antes experimentados pela imensa maioria dos viventes no globo terrestre.

Ante essa situação, com medidas sanitárias restritivas, distanciamento social, proibição de aglomerações, etc, alguns setores da economia sentiram o baque muito mais do que outros. Alguns segmentos, mesmo em meio a incertezas, flexibilizações e o risco de novas variantes, já esboçam retornos, ainda que lentos, porém já apontando para a retomada da normalidade em pouco tempo. Sem citar aqueles poucos abastados que conseguiram enriquecer ainda mais durante esse período pandêmico.

Porém, algumas categorias há muito já acenderam todas as espécies de alertas vermelhos devido às suas situações econômicas, a exemplo da classe artística, em especial o pessoal do teatro, produtores e demais trabalhadores de eventos. Não são poucos os relatos de atores, roadies, músicos, técnicos de som, de iluminação, etc, que estão sobrevivendo graças a ajuda de amigos e parentes, ou sendo obrigados a exercer outras funções para conseguir comprar alimentos. Não é a toa que uma Lei específica, a Aldir Blanc, foi criada para tentar amenizar um pouco a complicada situação desses profissionais que tanto contribuem para nossos entretenimentos. Aí que começa um pouco do problema!

A LEI – Regulamentada em setembro do ano passado pelo Governo Federal, a Lei Aldir Blanc previu a liberação de R$ 3 bilhões, sendo a metade para estados, e a outra aos municípios, que poderiam ser destinados ao pagamento de três parcelas de uma renda emergencial a trabalhadores do setor, para a manutenção de espaços culturais, ou ser utilizada como recurso a ser aplicado em projetos selecionados por editais e chamadas públicas.

Na Bahia, o quinhão que coube aos estados, R$ 98,6 milhões, ficou sob a tutela da Secretaria de Cultura (Secult), que através das suas subdivisões e autarquias, promoveu formas específicas da distribuição dos recursos. Ao todo foram classificados e habilitados, entre projetos e propostas, 1.810 trabalhos, além da contemplação de 2.823 trabalhadores com a estipulada renda emergencial, e a realização do cadastro de 24 mil pessoas que atuam direta ou indiretamente com as artes.

Coube a uma dessas referidas extensões da Secult, no caso a Fundação Cultural da Bahia (Funceb), a maior parte dos recursos. Com mais de R$ 57 milhões disponíveis, os valores foram destinados para premiar 800 propostas, no Prêmio das Artes Jorge Portugal, que abarcou projetos envolvendo linguagens de Dança, Teatro, Circo, Artes Visuais, Música, Literatura e Audiovisual; e mais de R$ 900 mil, no Prêmio de Exibição Audiovisual.

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PRESERVA ILHÉUS DENUNCIA ABANDONO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO AO MPE E AO MPF

Preserva Ilhéus denuncia abandono do patrimônio histórico ao MPE e ao MPF.

 

Uma cidade histórica que não preserva a sua própria história. Essa é a percepção de muitos moradores e visitantes de Ilhéus que acompanham diariamente os prédios históricos se deteriorando por falta de manutenção. Por conta disso, o Movimento Preserva Ilhéus, através dos institutos Nossa Ilhéus e Floresta Viva e do Grupo de Amigos da Praia (GAP), quer que os Ministérios Públicos Estadual e Federal apurem as responsabilidades dos gestores públicos em relação ao visível abandono do patrimônio municipal.

Em representação encaminhada na quarta-feira, 21, ao MPF, o coletivo denuncia a ausência de conservação de um casarão localizado à rua Conselheiro Dantas, centro de Ilhéus. O prédio, datado do início do século XX e tombado como patrimônio histórico municipal, já abrigou a sede da Marinha Mercante na cidade e foi cedido à Prefeitura de Ilhéus em 2018 para a instalação da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo.

No entanto, desde lá, a prefeitura não deu a destinação correta ao prédio nem tampouco garantiu sua proteção, tendo o local se tornado abrigo para moradores de rua e usuários de drogas e ponto de descarte de resíduos de construção. A ausência de cuidado da estrutura ainda levou ao desabamento de parte da sua fachada no dia 20 de janeiro, colocando em risco a vida das pessoas que passavam pelo local.

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REQUERIMENTO APROVADO DO VEREADOR CLÁUDIO MAGALHÃES VIABILIZA SESSÃO ESPECIAL DO “ABRIL INDÍGENA”

Cláudio Magalhães

Na tarde dessa terça-feira (13), o plenário virtual da câmara de Ilhéus aprovou, por unanimidade, o requerimento 234/2021 de autoria do vereador Cláudio Magalhães para realização da sessão especial com o tema “Abril Indígena; Nossa Luta é Pela Vida”, no próximo dia 29 de abril.

O encontro que será realizado, por meio da plataforma Zoom e terá transmissão pelas redes sociais da casa legislativa ilheense, terá como objeto de discussão central “A importância do Abril Indígena para a manutenção do legado cultural do povo Tupinambá”.

De acordo com Cláudio Magalhães, primeiro vereador de etnia indígena no município, a sessão é um motivo de resistência e aprendizado sobre técnicas e tecnologias milenares dos povos indígenas de todo o Brasil. “Vamos incluir na pauta como devemos fazer para que os índios de Ilhéus e região mantenham os seus legados culturais preservados”, destacou o edil.

Cláudio afirma que a programação do “Abril Indígena” contempla uma agenda com diversas programações de atividades em todo o país. “São palestras, mesas redondas, rodas de conversa, oficinas e exposição de artes indígenas, entre outras, em todo o Brasil. Ilhéus com relações históricas de resistência dos nossos povos ancestrais não poderia ficar de fora desse calendário de manifestações”, concluiu o vereador.

FILME DE ILHÉUS É SELECIONADO PARA O CINEBARU – MOSTRA SAGARANA DE CINEMA

Filme Ilheense é selecionado para o CineBaru.

O filme “O Abebé Ancestral”, do diretor Paulo Ferreira, foi um dos selecionados pelo CineBaru – Mostra Sagarana de Cinema. O curta-metragem poderá ser visto de forma gratuita entre os dias 28 de abril e 02 de maio, por meio do site www.cinebaru.com.br.

“O Abebé Ancestral” é um documentário aborda a história de Mejigã, sacerdotisa nigeriana que sofreu diáspora no século XIX e foi escravizada no Engenho de Santana (Ilhéus – BA), do qual escapou, resistindo e se tornando símbolo de empoderamento ao gestar uma dimensão Ijexá no Sul da Bahia. O curta foi um dos 27 selecionados para a Mostra, que contou com a inscrição de 135 filmes produzidos nos estados de Minas Gerais, Bahia, Goiás e Distrito Federal.

Para acessar a lista com todos os filmes selecionados é só acessar este link.

ILHEENSE ERIC RICARDO É A MAIS NOVA PROMESSA DO TRAP BR

Eric Ricardo.

Eric Ricardo, artista de 17 anos de Ilhéus BA, é uma das apostas do TRAP BR. O cantor e compositor lançou ontem (25) seu mais novo single, “ORAÇÃO”.

“Hora de Ventura”, o último single de Eric Ricardo, sacudiu a cena artística no finalzinho de 2020, e viralizou nas plataformas digitais.

“Ser desafiado a produzir sempre um hit melhor que outro é terapia pra mim, cada canção tem seu lugar e valor. “ORAÇÃO” não é diferente, foi feita com muito amor, dedicação e profissionalismo, a fim de agradar aos que me curtem,” enfatiza Eric Ricardo.

Ficha Técnica

ORAÇÃO
Música e letra de Eric Ricardo.
Produção musical por Lucas Hórus. Produção executiva de Hélio Ricardo.
Filme de Jean Duka.

Ascom/ Eric Ricardo



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