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:: ‘UESC’

ESTUDANTES DA UESC ANUNCIAM PARALISAÇÃO

Da Ascom/DCE

Uesc

Na última quarta-feira, 12 de junho de 2019, se encerrou a greve docente na Universidade Estadual de Santa Cruz, condicionada à assinatura do Termo de Acordo proposto pelo Governo do Estado. Portanto, as aulas retornam nesta segunda-feira, 17 de junho.

Importante lembrar que a greve teve um grande apoio e solidariedade do conjunto de estudantes nas quatro universidades estaduais, sempre buscando compreender a pauta do movimento docente, seja busca de melhores condições de trabalho e na defesa da universidade pública. No entanto, com o retorno das aulas, se acirra a contradição entre a relação professores/as e estudantes a partir do momento que mesmo em véspera de calendário junino, no qual a grande parte dos/as estudantes prevê seu deslocamento para cumprimento do calendário cultural e familiar, estão sendo cobrados/as a fazer avaliações já nos primeiros dias de aula, após a greve.

O retorno às aulas em uma semana atípica como essa prejudica estudantes que não estão no eixo Ilhéus-Itabuna, pois parte retornaram para as suas cidades, além de que os transportes municipais que garantem o translado dos/as estudantes está condicionado ao calendário das faculdades particulares que já estão de férias, prejudicando assim financeiramente aqueles e aquelas que terão que custear sua vinda à Universidade.

Outro fator que vale ressaltar é que há diversos relatos de professoras/es que têm marcado avaliação para o primeiro dia de aula com a turma, sem diálogo, dificultando a busca por uma alternativa que não prejudique nenhuma parte envolvida/o no processo. Prezamos pelo diálogo, acreditamos que será por meio dele que encontraremos soluções para o que está posto. Temos imensa preocupação com o ambiente universitário ser um ambiente que muitas vezes adoece as/os estudantes (como crises de ansiedade, depressão, dentre outros vários problemas), como temos relatos cotidianamente, por isso, mais uma vez, prezamos pelo debate e compreensão.

Diante de tudo que foi exposto, as/os estudantes, mobilizados/as em Assembleia Extraordinária, deliberaram por Paralisação Estudantil, que se inicia hoje (17) e se encerra no dia 3 de julho de 2019, se colocando à disposição para propor um calendário justo ao Conselho Superior de Ensino Pesquisa e Extensão (CONSEPE). Colocamo-nos à disposição para construir um ambiente acadêmico cada vez mais agradável e que busque a construção do conhecimento, da ciência, pesquisa e extensão, sabendo que para isso é preciso contar com a colaboração de todas/os.

GUILHARDES JÚNIOR É PRÉ-CANDIDATO A REITOR DA UESC

Do Blog do Gusmão

Guilhardes. Foto Ascom/Uesc.

As eleições para escolha do novo reitor da UESC acontecem em novembro mas os nomes dos pré-candidatos já começam a surgir. Dentre os postulantes, aparece o do atual Diretor do Departamento de Ciências Jurídicas, prof. Guilhardes Júnior.

Guilhardes tem experiência e vivência na Universidade. Foi presidente do Centro Acadêmico de Direito e também do DCE. Por lá foi também servidor técnico administrativo e iniciou a carreira docente como professor substituto. Há oito anos trabalhando na gestão do Curso de Direito, contribuiu para que o curso tivesse uma maior abertura para a sociedade e figurasse como um dos melhores da Bahia, inclusive obtendo o Selo OAB Recomenda, que distingue os melhores cursos de Direito do Brasil, segundo a Ordem dos Advogados. Na Universidade é também conhecido pela coordenação de projetos de extensão como o SER-Mulher, o Núcleo Rondon e pela defesa das questões ambientais.

Conhecimento da UESC o pré-candidato tem de sobra, já que desde calouro até uma sólida carreira docente, passando por Mestrado e Doutorado e funções administrativas, já se vão quase 30 anos ligados à universidade.

Em tempo – Ontem (segunda, 3), divulgamos aqui texto do professor Roana Xavier, onde ele se lança também como pré-candidato a comandar o terceiro maior orçamento da região sul da Bahia. Veja aqui.

PROFESSOR RONAN XAVIER ANUNCIA PRÉ-CANDIDATURA A REITOR DA UESC

Ronan.

É com entusiasmo que me apresento como pré-candidato a reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, valorizando seu passado institucional e disposto a contribuir na construção de uma Universidade inovadora e de excelência.

A preparação para essa função foi iniciada na Universidade Federal de Viçosa, que me proporcionou uma sólida formação, da graduação ao doutorado, bem como as experiências de participação em órgãos colegiados e de liderança estudantil. Em 20 anos como Professor na UESC, venho realizando de maneira comprometida as diversas atividades docentes. No ensino de graduação, recebi homenagens de várias turmas de biologia, agronomia e biomedicina. Na pós-graduação, concluí a orientação de cerca de 40 mestres e doutores e mantenho várias orientações de estudantes em andamento, incluindo também cinco supervisões de pós-doutorado. Como pesquisador nível 1 do CNPq, tenho mais de 80 artigos científicos publicados, bem como capítulos de livros e trabalhos em eventos científicos. Na extensão articulada com a pesquisa aplicada, apresentei resultados de pesquisa com soluções para a agricultura e conservação da biodiversidade, organizei, realizei e ministrei palestras em eventos. Na administração, quando atuei como Diretor do departamento de Ciências Biológicas, instituí o conselho de representantes e o planejamento participativo, promovi a qualificação docente e contratação estratégica, colaborando na criação de programas de pós-graduação e no fortalecimento da pesquisa. Tenho atuado também como coordenador de cursos, assessor de relações internacionais, membro de organismos nacionais e internacionais de promoção da educação, da ciência, da tecnologia e do desenvolvimento humano.

A UESC estabeleceu-se a partir da dedicação de seus fundadores e da luta de estudantes, servidores(as) e professores(as), transformando-a em uma instituição pública de ensino, pesquisa e extensão de qualidade reconhecida. Nas últimas décadas, expandiu-se de modo a contemplar múltiplas áreas do conhecimento e diversas carreiras profissionais. No estágio atual de seu desenvolvimento, ainda há desafios para dar continuidade à sua consolidação. Por causa disso, idealizo uma instituição sustentável, que inclua a qualidade de vida no trabalho, a excelência educacional, científica e inovadora, as condições adequadas aos estudantes e a promoção da cultura e das artes. A Universidade deve cumprir seu papel de vetor de desenvolvimento e transformação da sociedade, conectada à realidade local e reconhecida nacional e internacionalmente.

É com a segurança advinda das experiências vivenciadas e nesse contexto institucional que me apresento como pré-candidato a Reitor da UESC, convidando estudantes, servidores(as) e professores(as) para juntos colocarmos em prática uma administração que promova a UESC para patamares ainda mais elevados.

RELATÓRIO INDICA A UESC COMO 9ª UNIVERSIDADE ESTADUAL BRASILEIRA COM MAIS ARTIGOS CIENTÍFICOS

Da Ascom/Uesc

Uesc

Neste 22 de abril, o campus Professor Soane Nazaré de Andrade, da Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus/Bahia, completa 45 anos de sua criação e comemora a data com uma notícia que reflete a sua importância para o desenvolvimento científico brasileiro: a UESC está entre as nove universidades estaduais do Brasil  com mais artigos científicos publicados, situando-se também como a primeira entre a estaduais da região Nordeste do Brasil  e a 60ª no ranking das 100 universidades e instituto do Brasil com mais artigos científicos.

O número consta no relatório Research in Brazil, disponibilizado pela Clarivate Analytics à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O documento traz o desempenho da pesquisa brasileira em um contexto global entre os anos 2011 e 2016.

Os dados foram obtidos do InCites, plataforma baseada nos documentos (artigos, trabalhos de eventos, livros, patentes, sites e estruturas químicas, compostos e reações) indexados na base de dados multidisciplinar Web of Science – editada pela Clarivate Analytics (anteriormente produzida pela Thompson Reuters).

A reitora Adélia Pinheiro ressalta que “esse bom indicador da UESC é resultado de um conjunto de ações iniciadas com a qualificação e a competência dos professores/pesquisadores aliado ao programa de qualificação de docentes da Universidade que os apoia, do suporte à pesquisa e produção do conhecimento através dos investimentos em bolsas do programa de IC, de revisão e tradução de artigos, como também do pagamento pela instituição das taxas de publicação desses artigos.”

O relatório traz informações sobre as universidades líderes na área da pesquisa no país. Os critérios analisados foram: a quantidade de documentos produzidos, o impacto da citação, artigos no top 1% e 10% dos mais citados no mundo, colaboração com a indústria e organizações internacionais.

O número de citações que uma publicação de pesquisa recebe reflete o impacto que teve em pesquisas posteriores. As publicações científicas citam documentos anteriores para validar uma contribuição intelectual. Portanto, pode-se dizer que uma publicação (ou uma coleção de publicações) com uma contagem de citações mais elevada teve um impacto maior no campo de conhecimento ao qual se relacionou.

Só as públicas produzem no Brasil

O relatório demonstra que, praticamente, não há produção científica em instituições privadas no Brasil. Entre as 20 instituições que mais produziram papers e que mais tiveram impacto estão 15 universidades federais e 5 universidades estaduais.

A Universidade de São Paulo (USP), estadual, lidera a produção quantitativa, enquanto a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), também estadual, é a que a produção tem maior impacto.

O relatório mostra que as universidades públicas produzem artigos científicos altamente citados e que alcançaram boas taxas entre 1% dos papers mais citados do mundo.

PRESO ACUSADO DE AMEAÇAR ATACAR A UESC

Do FRN

Wellingson Monteiro de Oliveira

A Polícia Civil de Ilhéus localizou o autor das postagens do Facebook que foram publicadas nesta quarta-feira, dia 27, com ameaças a UESC, provocando pânico e correria entre a comunidade acadêmica. Trata-se de Wellingson Monteiro de Oliveira, 23 anos, com passagem na delegacia por uso de drogas e, ao ser interrogado, confessou a autoria.

Postagens no facebook.

No depoimento, o homem disse que foi tudo uma brincadeira e que não tinha noção da repercussão que aconteceu. Equipes de Policiais Civis estiveram na residência do indivíduo, porém nada de ilícito foi localizado.

As postagens no facebook forma feitas com o uso do aparelho celular do autor que foi apreendido.

Clique aqui para ler mais.

RUMORES DE ATAQUE À UESC PREOCUPAM ESTUDANTES

Do Pimenta

Torre administrativa da Uesc.

Um rumor de ataque a estudantes e professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) instalou clima de tensão e medo no campus da instituição, na Rodovia Ilhéus-Itabuna, nesta manhã de quarta (27). Uma viatura da Polícia Militar e um caminhão da Cavalaria Montada estão no campus.

A tensão aumentou por volta das 9h, quando prints (cópias) de conversas e até áudios começaram a ser compartilhados com maior intensidade em grupos de WhatsApp. Em um deles, um aluno fala que o Restaurante Universitário (RU) seria um dos alvos do suposto criminoso, ao meio-dia.

Por volta das 9h30min, a posição da Uesc em contato feito pelo blog Pimenta era de que a reitora Adélia Pinheiro estava atenta. Porém, o assunto estava sendo tratado com bastante cautela. Já às 9h50min, questionamos a presença de mais de uma viatura no campus.

“A Vigilância informou que não havia alteração [no esquema de segurança]”, informou a assessoria de comunicação ao blog. A instituição reconheceu não ser comum a presença da Cavalaria Montada da PM no campus. O suposto autor da ameaça de ataque seria aluno, conforme investigação inicial.

 

CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS DA POLÍTICA ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL

Por Josimar Ferreira

Implementado em junho de 2017 no âmbito das Universidades Públicas Estaduais da Bahia, o Projeto Estadual de Auxílio Permanência, denominado “Programa Mais Futuro” (Lei nº 13.458), configura uma grande conquista do movimento estudantil baiano e um importante passo dado pelo Estado da Bahia na implementação de políticas públicas que garantam a permanência de estudantes em condições de vulnerabilidade socioeconômica nas Universidades Públicas Estaduais.

O Programa oferece auxílio financeiro a estudantes de graduação presencial por até 2/3 (dois terços) iniciais do período de duração total do curso em que estão regularmente matriculadas/os. Após a conclusão dos 2/3 (dois terços) iniciais, as/os estudantes beneficiárias/os têm a opção e prioridade para ingressar nas vagas de estágio de nível superior ofertadas pela Administração Pública direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo Estadual.

As discussões sobre a minuta desse Projeto de Lei foram aprofundadas durante o II Seminário de Assistência Estudantil das Universidades Estaduais da Bahia (UEBAs), em setembro de 2013, oportunidade em que as e os estudantes presentes puderem discutir coletivamente com seus pares e setores do Governo do Estado uma proposta de Política Estadual de Assistência Estudantil. No entanto, o Projeto de Lei somente foi aprovado em dezembro de 2015 pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) sem levar em consideração inúmeras reivindicações apresentadas pelos Diretórios Centrais de Estudantes (DCEs) durante o seminário, ainda sob forte mobilização estudantil e repressão da polícia administrativa.

Diferentemente do que afirma o Governo do Estado, observa-se então que a maneira como foi implementado e vem sendo executado, o Mais Futuro dificilmente tem minimizado as desigualdades sociais nas UEBAs, conforme prevê a Lei. Nos últimos editais, por exemplo, várias/os estudantes ficaram o semestre inteiro desassistidas/os, situações que contribuem para o aumento da taxa de evasão nos cursos de graduação. Levantamento que vem sendo elaborado pelo DCE Livre Carlos Marighella.

Além disso, há de se considerar que a renda de uma pessoa e/ou a vulnerabilidade social é uma condição indeterminada e não previsível, podendo haver alterações ao decorrer do tempo. Desse modo, o acesso ao programa deveria ser em fluxo contínuo, ou seja, as e os estudantes acessem ao Programa a qualquer tempo do curso, não apenas em datas fixadas por meio de editais. Outro aspecto extremamente excludente e meritocrático é a imposição de trancamento de somente duas disciplinas ao longo de todo o curso, tal imposição destoa do objetivo de assistir e permitir que a população estudantil em vulnerabilidade socioeconômica se mantenha em condições favoráveis de conclusão da graduação, desconsiderando os diversos fatores que englobam a realidade das Instituições de Ensino Superior, a exemplo da falta de professores e as especificidades de cada curso, também por que cada Universidade possui um calendário acadêmico que dificilmente segue a mesma dinâmica, bem como cada Campi possui suas singularidades.

Nesse sentido, o Estado não pode assumir uma lógica puramente assistencialista, devendo pensar na formulação de uma Política Estadual de Assistência Estudantil que leve em consideração outros elementos da permanência estudantil, como: a construção, ampliação e manutenção de restaurantes universitários; garantia de uma política de creches e apoio as estudantes mães; construção de residências universitárias e compromisso com a política de moradia estudantil; fomento ao esporte, cultura e lazer no âmbito das universidades estaduais; bem como a criação de núcleos de atendimento biopsicossocial para atender a demanda da comunidade acadêmica.

O caminho a ser seguido é a abertura de canais de diálogo contínuos e efetivos com as entidades de representação estudantil e as Instituições de Ensino, com objetivo de realizar uma avaliação sistemática que possa fomentar a criação de instrumentos de acompanhamento, monitoramento e fiscalização na garantia de diminuição da desigualdade social estrutural presente nas Universidades Públicas Estaduais. Compromisso assumido pelo governador Rui Costa com os DCEs nos encontros do Programa de Governo Participativo (PGP) em 2018, compromisso do qual não poderá se furtar nesse segundo mandato.

O autor Josimar Ferreira é estudante de Licenciatura em Química (UESC), Coordenador Geral do DCE Livre Carlos Marighella e Dirigente Estadual do Coletivo Quilombo.

ADÉLIA PINHEIRO FICA NA UESC ATÉ ABRIL

Do Tabuleiro

Adélia.

A reitora Adélia Maria Carvalho de Melo Pinheiro permanece à frente da gestão da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), até o mês de abril. Somente a partir daí assumirá a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), conforme indicação feita pelo governador da Bahia, Rui Costa, durante o programa Papo Correria, transmitido ao vivo nas redes sociais, segunda-feira (18).

Segundo a professora Adélia Pinheiro, “durante os meses de março e abril estarei me dedicando, como reitora, ao processo de transição, para que o vice-reitor, o professor Evandro Sena Freire assuma a Reitoria, dando continuidade a gestão, na UESC.”

A indicação foi uma escolha pessoal do governador, obedecendo aos critérios estabelecidos por ele para a formação de uma equipe “juntando perfil técnico a alguma noção da política”.

A professora Adélia Pinheiro é reitora da UESC em seu segundo mandato. Graduada em Medicina pela Universidade Federal da Bahia(1987), tem especialização em Medicina Social, mestrado em Saúde Coletiva pela Universidade Federal da Bahia(1993) e doutorado em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo(2003). Adélia também foi presidente e vice-presidente da Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem).

RUI COSTA CONFIRMA REITORA DA UESC EM SEU SECRETARIADO

Do Pimenta

Adélia deixa Uesc em seu último ano como reitora, após dois mandatos.

O governador Rui Costa confirmou, há pouco, os últimos nomes a compor o seu secretariado neste início de segundo mandato. O gestor baiano terá a reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Adélia Pinheiro, como secretária de Tecnologia, Ciência e Inovação.

Adélia está no final do segundo mandato à frente da reitoria da Uesc. Evandro Freire assumirá o comando da universidade. “Vai fazer a transição para deixar a reitoria e vem para a Secretaria”, disse ele.

Ainda um nome do sul da Bahia, o deputado federal Josias Gomes será mesmo o titular da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). Cibele Carvalho foi mantida na Secretaria de Relações Institucionais (Serin) e Carlos Martins comandará a Pasta da Justiça.

REITORA DA UESC É DADA COMO CERTA NO SECRETARIADO DE RUI

Do Pimenta

Adélia deixa Uesc em seu último ano como reitora, após dois mandatos.

O deputado federal Josias Gomes e a reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) estão entre os nomes praticamente definidos para o secretariado do Governo Rui Costa. De acordo com o site Política Livre, Adélia aceitou o convite para a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e Josias vai para a Pasta de Desenvolvimento Rural (SDR).

Os demais nomes das pastas ainda a serem confirmadas são Cibele Carvalho na Secretaria de Relações Institucionais (Serin) e Carlos Martins na Pasta da Justiça. Um dos nomes mais comemorados no novo secretariado é o da reitora da Uesc.

Adélia Pinheiro chegará como nome técnico e da cota pessoal do governador Rui Costa. Ela foi convidada para se filiar ao PSB e ao PT. Neste processo de transição, caso selado, Adélia terá que, claro, abrir mão do cargo de reitora da universidade estadual sul-baiana. Ela também foi cogitada na Educação, secretaria assumida pelo também professor Jerônimo Rodrigues, ex-coordenador da campanha à reeleição de Rui Costa e ex-titular da SDR.



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