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:: ‘solar’

GOVERNO MARÃO SUFOCA EMPRESA QUE COLETA O LIXO EM ILHÉUS

Coleta de Lixo

A informação é do radialista Luke Rei. Em seu programa A Hora da Verdade, na Rádio Bahiana, o apresentador afirmou que a prefeitura deve cerca de 8 milhões de reais a Solar Ambiental, empresa responsável por coletar o lixo em toda a cidade.

O calor dado por Marão à empresa tem gerado problemas na coleta. O sufoco por que passa a firma seria proposital, afirma o Blog do Gusmão.

Ainda segundo o Blog, Marão teria dado ordens para pagar à empresa somente valores suficientes pra quitar a folha salarial e a compra de combustíveis. A “operação sufoco” já teria somado seis meses de pagamentos fracionados a Solar Ambiental.

O QUE PODE ESTAR POR TRÁS DO EMBARGO DA USINA ASFÁLTICA DE ILHÉUS

Na última semana, o blog Agravo levantou a possibilidade de o governo do prefeito Mário Alexandre (PSD) estar sufocando financeiramente a empresa Solar Ambiental, responsável pela coleta de lixo na cidade, para que ela não tenha condições de participar da próxima licitação pra esse serviço (veja aqui). Essa tese, que sequer foi rebatida pelo governo, pode estar em uso também contra a CMA, firma que opera a usina asfáltica do município.

A empresa, contratada durante o governo do ex-prefeito Jabes Ribeiro, vinha fazendo um bom trabalho, com asfalto de qualidade, diminuindo a buraqueira pela cidade. No entanto, está há quase quatro meses parada, depois que a usina foi embargada por ordem do superintendente de meio ambiente, o blogueiro Emílio Gusmão.

O embargo, como bem disse o prefeito Mário Alexandre (relembre aqui), não serviu pra muita coisa, já que estudos realizados na área em que está instalada a usina não constataram danos ambientais. Na entrevista concedida ao radialista Vila Nova, Marão disse ainda que o equipamento voltaria a operar na semana passada, o que não ocorreu.

A tática, supostamente utilizada contra a Solar Ambiental, pode estar por traz do embargo da usina, com o intuito de fragilizar os cofres da empresa responsável pela operação e a impedir de participar da licitação que será feita nos próximos meses, já que é obrigatório comprovar a solidez financeira para concorrer. Com a CMA fora do páreo, ficaria mais fácil o governo emplacar uma empresa amiga.



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