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:: ‘isaac’

ISAAC ALBAGLI É O NOVO GERENTE DO PORTO DE ILHÉUS

Do Tabuleiro

Albagli

O ex-secretário municipal de Infraestrutura e ex-diretor da Bahia Pesca, Isaac Albagli, foi nomeado ao cargo de gerente do Porto Internacional do Malhado, em Ilhéus.

Isaac ocupará o cargo por indicação do deputado federal João Carlos Bacelar (PR), substituindo a advogada Barbara Laudano, filha do ex-prefeito de Almadina, Raimundo Laudano (MDB).

ISAAC ALBAGLI REBATE NOTA DO BLOG DO GUSMÃO

Albagli rebate.

Por ter tido meu nome citado na matéria “Atraso de aluguéis dificulta retorno da usina de asfalto”, venho prestar os seguintes esclarecimentos:
1- Os aluguéis em atraso, como dito na própria matéria, são referentes a janeiro de 2017 a abril deste ano, portanto não tem nada a ver com a administração de Jabes Ribeiro;
2- A empresa CMA tem alegado que possui créditos a receber da atual administração, daí não ter sido possível quitar seus compromissos;
3- O Edital da licitação que gerou contrato com a nova empresa que vai operar a Usina de Asfalto, previu nas páginas 47, 49 e minuta contratual, que a área a ser instalada a usina PERTENCE ao município, que cederá ao contratante a título de Permissão de Uso. Portanto, a alegação do “atraso” é pífia, e porque não dizer, hilariante;
4- O engenheiro Ednaldo Azevedo não é meu correligionário, e nem sei se o mesmo é filiado a algum partido político.
5- Como essa não colou, conta outra.
Atenciosamente,
Isaac Albagli

ATRASO DE ALUGUÉIS DIFICULTA RETORNO DA USINA ASFÁLTICA DE ILHÉUS

Do Blog do Gusmão

A usina, Ednaldo Azevedo e Isaac Albagli.

Em 2016, na gestão do ex-prefeito Jabes Ribeiro (PP), a Prefeitura de Ilhéus terceirizou para a CMA Comercial Ltda a operação da usina de asfalto do município, após o fim do vínculo com a primeira empresa que operou o equipamento. Atualmente, o governo municipal trabalha para retomar o funcionamento da fábrica com uma terceira empresa, pois o contrato com a CMA não foi renovado. Enquanto se despede de Ilhéus, a CMA acumula dívidas ligadas ao terreno particular ocupado pela usina.

A dívida da CMA prejudica o município, porque dificulta o retorno do funcionamento da usina com a nova operadora. O proprietário da área se dispôs a aceitar a manutenção do equipamento no terreno, desde que o débito da CMA seja quitado. O problema é que a prefeitura não pode assumir uma pendência da empresa particular.

A informação sobre a dívida da CMA reforça o fato da paralisação da usina não ter mais nenhum vínculo com o embargo da Superintendência do Meio Ambiente, ao contrário da ideia ventilada por opositores do governo Mário Alexandre. Após acordo, o próprio município autorizou a volta da operação da fábrica.

O município não é o único prejudicado, já que o dono do terreno aguarda uma resolução do impasse para retomar seu imóvel ou firmar novo contrato de aluguel.

O Blog do Gusmão procurou o proprietário da área, o senhor Francisco Andrade Galvão, com quem conversamos hoje por telefone. Ele confirmou a existência do débito e enfatizou que a responsabilidade é da CMA, não do município.

Francisco explicou que oito terrenos de um loteamento compõem a área alugada. O valor mensal do aluguel é de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais). Segundo o proprietário, são dezesseis parcelas em atraso, correspondentes aos meses entre janeiro de 2017 e abril deste ano. Para ele, como a CMA não formalizou a devolução do espaço, o prazo ainda corre.

Contando os dezesseis meses de aluguel, a dívida da CMA chega a R$ 40.000,00 (quarenta mil reais). Além disso, segundo Francisco Andrade, a empresa deve também os valores referentes ao IPTU. Nesse caso, há um imposto para cada um dos oito terrenos.

Conforme Francisco, como a CMA não pagou os impostos, ele mesmo os quitou, com a expectativa de ser reembolsado pela empresa responsável pelo pagamento.

Somados impostos e aluguéis, a dívida da CMA com o proprietário do terreno passa dos setenta mil reais, sem considerar eventual cobrança de juros. Na conversa com o blog, Francisco preferiu não dar os valores exatos, pois não os tinha em mãos.

O engenheiro responsável pela CMA é Ednaldo Azevedo. Ele também trabalhou para a primeira empresa que operou a usina, logo depois de deixar a Superintendência de Obras, órgão vinculado à Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Trânsito de Ilhéus, durante o governo Jabes Riberio. Ednaldo ocupou o cargo sob as bençãos do ex-secretário da pasta, Isaac Albagli, homem forte do jabismo.



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