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:: ‘indicação’

ILHÉUS: GERÊNCIA DO SAC SEGUE COM O PP

Do Agravo

Cacá e Garcia

Foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira (06) a mudança na coordenação do SAC de Ilhéus, com a saída a pedido de Thiago Viana, e a entrada em seu lugar, do ex- secretário Municipal de Indústria e Comércio de Ilhéus, José Roberto Garcia.

A mudança mostra a força política do ex-vice prefeito Cacá Colchões (PP) que indicou Roberto Garcia, e prestígio junto à cúpula do PP baiano e o governo do Estado.

O cargo de coordenador do SAC sempre foi um dos mais disputados pelos políticos ilheenses, com queda de braços entre o PP, PT e PSD.

SELO DE INDICAÇÃO GEOGRÁFICA AGREGA VALOR AO CACAU DO SUL DA BAHIA

Do Tabuleiro

Cacau

A conquista do Selo de Indicação Geográfica continua sendo comemorada pelos produtores de cacau do sul da Bahia. Na manhã desta segunda-feira, dia 5, o diretor executivo da Associação Cacau Sul da Bahia, Cristiano Sant’ana, falou sobre o assunto, durante entrevista ao comunicador Vila Nova, apresentador do programa O Tabuleiro, na Ilhéus FM (105,9).

De acordo com Cristiano, o selo reconhece características únicas da produção de cacau na região, sendo resultado de um trabalho de pelo 10 anos. Ainda de acordo com o diretor, o selo agrega valor ao cacau e chocolate produzido, estando em consonância com o perfil dos atuais consumidores, que não buscam apenas o produto, mas também a sua história.

Durante a entrevista, Cristiano revelou acreditar que a conquista do selo colocou o cacau sul baiano no patamar de outros produtos detentores do selo, como o café do cerrado e o queijo canastra. Segundo ele, os trabalhos da Associação agora se concentram em uma maior aproximação com os produtores e com o trade turístico, este último, pela possibilidade de contribuir para o desenvolvimento econômico da região.

SUL DA BAHIA RECEBE INDICAÇÃO GEOGRÁFICA PARA AMÊNDOA DE CACAU

Cacau

Nesta semana, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) concedeu o registro de in dicação de procedência de amêndoa de cacau como produto de origem da Região Sul da Bahia (uma área geográfica que envolve 83 municípios). “A Indicação Geográfica (IG) é uma proteção de uso exclusivo de quem produz um bem ou um serviço; no caso do Sul da Bahia, dos cacauicultores que produzem cacau historicamente naquela região, então esse cacau está protegido”, explica o pesquisador do Instituto Federal Baiano (IF Baiano) – Campus Uruçuca, professor Durval Libânio.

Esse resultado positivo, concedido à Associação dos Produtores de Cacau do Sul da Bahia e intermediado pelo Instituto Federal Baiano (IF Baiano), é fruto de um trabalho realizado por várias instituições (inclusive de pesquisa) relacionadas à cultura do cacau. “Somente agora os 83 municípios vão poder usar o conceito Sul da Bahia com toda sua História, sua riqueza, das histórias de Jorge Amado, do cacau-cabruca (forma de plantio de cacauais que utiliza as árvores da Mata Atlântica)… A IG não se cria, se reconhece, é um produto que tem fama e origem”, destaca Libânio.

“Com a Indicação Geográfica, você tem todo um processo de padronização, de garantia de qualidade, para o consumidor. Somos a segunda IG da Bahia (a primeira foi a cachaça de Abaíra), a maior em área territorial (83 municípios). Um fato histórico e, para o IF Baiano, de extrema importância porque nossos Institutos Federais têm essa perspectiva de trabalhar Pesquisa com a ciência aplicada em dados concretos para a sociedade”, finaliza o professor.

CACAU DE ILHÉUS A CAMINHO DE OBTER O SELO DE INDICAÇÃO GEOGRÁFICA 

Do Tabuleiro 

Assim como o chocolate da Suíça e o champanhe da França, a Bahia busca ser reconhecida pela originalidade de produção de três itens: o café em grão do Oeste, as amêndoas de cacau do Sul, que estão avançados no processo, e o charuto do Recôncavo, que iniciou o pedido no ano passado.

Associações de produtores se reuniram para reivindicar o registro de Indicação Geográfica (IG), concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) a cidades ou regiões que ganham fama por qualidade e tradições de produtos específicos.

A Bahia já possui o reconhecimento para as uvas de mesa e manga do Vale do Submédio São Francisco e para a cachaça de Abaíra, que conquistaram o título em 2009 e 2014, respectivamente.

Nesta quarta-feira (13), foi lançada a nova versão do Mapa das Indicações Geográficas do Brasil, produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o INPI. Ao todo, 53 produtos brasileiros são reconhecidos com a indicação geográfica. A conquista das IGs podem alavancar as vendas de determinado local, ao posicionar o produto como único. É o caso das cachaças de Abaíra, que aumentaram suas vendas em cerca de 60% após o título de exclusividade.

O café em grãos do Oeste, presente principalmente em Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, São Desidério e Cocos, que movimenta R$ 192 milhões anualmente com a venda de 24 milhões de quilos de café, é um exemplo de produto que possui características de solo, clima, culturais e históricas únicas e que, por isso, tenta ganhar o reconhecimento com a Indicação Geográfica por Indicação de Procedência, que reconhece o local que produz determinado produto.

O diretor explica que não ter chuvas no período de colheita do café, que é realizado anualmente, e ter 100% de mecanização na produção faz com que a qualidade dos cafés da região do Oeste seja melhor. Maia ainda explica que a busca pela IG fez com que os 27 cafeicultores da associação se reunissem e debatessem melhores aspectos para o produto, buscando ter 100% do processo igual. A associação espera alavancar as vendas com o reconhecimento, mas não tem estimativa do impacto financeiro.

“Nós temos um café de alta tecnologia. Nenhum lugar do mundo produz o que temos aqui. Nós ainda temos o compromisso com a questão ambiental, de preservar os rios e produzir na área plana, o que é outro diferencial nosso. Essa busca faz com que os envolvidos na produção tenham uma maior organização e que a qualidade melhore”, explicou.

AMÊNDOAS DE CACAU DO SUL DA BAHIA

Além do café, a Associação dos Produtores de Cacau do Sul da Bahia busca o reconhecimento para as amêndoas de cacau da região, presente em 83 municípios em uma área de aproximadamente 61.460 km², principalmente em Ilhéus, Itabuna, Camacan e Belmonte. Os dois pedidos já estão avançados no INPI.

Um dos fundadores do projeto e dono dos chocolates Maltez, José Maltez explica que os produtores de cacau buscam destacar o produto.

Maltez explica que não há uma estimativa específica de ganho, mas que os produtores têm conhecimento que o selo de qualidade destaca o produto. “Quando se recebe o selo, quer dizer que o produto tem uma qualidade superior. E é esse o reconhecimento que nós queremos ter”, disse.



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