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:: ‘ilheense’

BRUMADINHO: ESPOSA DE ILHEENSE SEGUE DESAPARECIDA

Do JBO

Vítima.

Uma semana depois da tragédia ambiental e humana de Brumadinho (MG), a engenheira de Minas Isabela Barroso Câmara Pinto, funcionária da Vale, permanece desaparecida. Ela é uma das 238 vítimas que ainda não foram localizadas no acidente, resultado do rompimento de uma barragem.

Natural de Governador Valadares, Isabela é esposa do ilheense Paulinho Pinto. Anteontem, a mãe de Paulinho, a professora Celsivane Rocha, que mora em Ilhéus, seguiu para Valadares para dar apoio ao filho, que está bastante abalado.

Desde ontem, os bombeiros mudaram a estratégia na operação de resgate dos corpos. Passaram a realizar escavações em busca de corpos, já em estado de decomposição. Até a manhã de hoje, 110 mortes foram confirmadas no acidente de Brumadinho, que pode ser a maior catástrofe humana registrada na história do Brasil.

Clique aqui para ler a matéria completa.

ILHEENSE COMEMORA CENTENÁRIO COM SAÚDE, LUCIDEZ E BOM HUMOR

Da Secom/Ilhéus

Donatília Miranda de Góes 100 anos – Secom Maurício Maron

O ano de 1918 foi repleto de acontecimentos que influenciaram de maneira decisiva os brasileiros e o mundo. Foi o ano que a Primeira Guerra Mundial chegou ao fim. Para o Brasil, o momento da chegada da “gripe espanhola” ao País, depois de ter provocado inúmeras vítimas pelo mundo afora.

Em Olivença, interior de Ilhéus, nascia Donatília Miranda de Góes. Filha de escrava e de um sergipano que fugia da seca do nordeste em busca de novas oportunidades de vida. Aos 12 anos, mesmo contra a própria vontade, já era levada para a mata de um pequeno pedaço de terra em Banco Central, à época um dos distritos mais prósperos de Ilhéus, para ajudar ao pai que comprara um pedaço de chão para recomeçar a vida.

Memória – Lúcida, hoje aos 100 anos, é ela mesma quem conta esta saga. “Queimava mata, plantava arroz, mandioca, aipim. Não gostava daquilo não, Mas meu pai dizia ´não vou botar trabalhador não. Vamos trabalhar, ´vombora´”, lembra até hoje. A saúde e a boa memória de dona Donatília impressionam. Ela não só lembra de datas importantes vivenciadas ao longo de um século de vida mas, também, corrige com uma segurança de dar inveja, quem comete um erro na informação transmitida.

Nos últimos dias, cercada de familiares, Donatília comemora seu centenário, ocorrido no último dia dois. Será uma semana inteira de comemorações e reúne em Ilhéus a maior parte dos seus descendentes: seis filhos, 25 netos, 43 bisnetos, 14 tataranetos. “Tá chegando mais gente”, faz questão de frisar.

Liberdade – Donatília mora no tranquilo loteamento São Domingos, litoral de Ilhéus. Não aceita “presentes” do tipo “uma bengala”, ou algo que chame a atenção para a sua idade. Caminha sem ajuda, anda de ônibus (acompanhada), se alimenta e se banha sozinha. É independente e toma conta da casa. A pressão arterial é perfeita. Colesterol e triglicerídeos, normais.

No início desta entrevista lhe foi oferecida uma cápsula de vitamina C. Uns cinco minutos depois, quando iniciamos o bate-papo, voltaram a lhe oferecer um copo com água. E ela foi enfática: “vocês esqueceram que acabei de injerir líquido?”. Ah sim! A água tem um detalhe: foi uma vida inteira sem ser gelada. “É natural que faz bem, meu filho”, disse.

Preferências – Sem chance, também, para qualquer tipo de comida industrializada. Carne cozida é a predileta. Se for churrasco, só “bem passado”. Frutas? Ela mesma dá a lista: “abacate, laranja e banana. Nesta ordem”, assegura. Dona Donatília nunca fumou, mas o fumo de corda por muitas décadas foi utilizado como produto para a escovação dos dentes.

O vinho é a bebida favorita. Nas festas, os filhos e netos têm que pedir para ir embora. Senão ela fica até o fim. E se hoje há um medo, é o medo do mar. “Fico zonza quando olho”, justifica.

Vida – Neste momento em que a vida é uma festa a ser amplamente comemorada, ela não abre mão de fotos, muitas fotos, acompanhadas de sorrisos, incontáveis sorrisos. Fala de tablet e celulares com a mesma desenvoltura com que lembra de quando era pequena e não tinha transporte fácil para vir até a cidade.

Lembra que um tio, José Alves Júnior, o “Tio Cuti”, viveu até os 110 anos. Afirma com orgulho que é prima do jogador Edilson “Capetinha”, ex-seleção brasileira. E faz planos para as próximas comemorações pós-centenário.

Dona Donatília é passado, presente e futuro. É a vida que chegou aos 100 repleta de saúde, carinho dos familiares, e com a certeza de que a cada fotografia registrada e a cada sorriso dado, ela renova a esperança na vida.

Porque para ser feliz é preciso apenas ter a vontade e a determinação de ser.

E dona Donatília simboliza a essência de tudo isso.

Matéria distribuída pela Secom em homenagem a uma ilheense de fibra.
Contatos para pautas podem ser feitos pelo fone 98876-0510 (Meire Borges)

ILHEENSE ASSUME LIDERANÇA DE DISSIDÊNCIA CATÓLICA NO BRASIL 

Dom Frater

Neste mês de maio último, houve eleição na Igreja Católica Apostólica Independente no Brasil (ICAIB), para escolha de seu novo Bispo Primaz. Foi aclamado o ilheense Dom Frater Mário Jorge Pereira Ramos, FCR, como novo Comissário de Cristo, eleito com vitaliciedade pela Conferência Nacional dos Bispos Independentes (CNBI), para ser o Ordinário da Sede Primacial e Pastor Honorífico da Igreja no plano nacional e internacional.

Dom Frater Mário Jorge, FCR, aproveitou a oportunidade para nos falar e esclarecer sobre o surgimento deste segmento religioso que conforme explica, foi resultado de um movimento ecumênico nascido em São Paulo em 1936, sob a inspiração do Reverendo Salomão Ferraz, com o nome, na época, de Igreja Católica Livre. Período em que o reverendo é convidado pelo Papa João XXIII para participar do Concílio do Vaticano II, onde este teria a nobre função de difundir o ecumenismo a partir da Igreja Católica Apostólica Romana, na condição de Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo.Mas as mudanças tão almejadas por todos, ao longo de sua trajetória, sofreram imprevistos e a Igreja Católica Apostólica Romana continuou não aceitando em suas hostes religiosas padres e bispos casados. Em 1966, sob a orientação de Dom Manuel Ceia Laranjeira, Membro Superior da Ordem Santo André, organizou-se no Rio de Janeiro a Igreja Católica Apostólica Independente no Brasil, período em que ocorreu a cisão desta com o Vaticano.

Atualmente, a Igreja Católica Apostólica Independente no Brasil está presente nas regiões sul, sudeste e parte do nordeste do Brasil. Conforme explica o Bispo Primaz, as diferenças acidentais existentes entre As duas Igrejas Católicas são: na Igreja Católica Apostólica Independente no Brasil (ICAIB), não existe a obrigatoriedade do celibato; a administração da igreja não reconhece o Papa como Chefe Supremo, pois mantem-se fiel ao caráter de “cristãos alforriados por Cristo”, distintivo do Movimento Católico Independente Mundial, não compactuando com a postura de afirmação pessoal de nenhum bispo sobre outros bispos, embora se reconheça a ancestralidade do Bispo de Roma; acata e reconhece aceitação do divórcio civil. “A igreja compreende que a pessoa divorciada merece uma segunda oportunidade e que o amor é dom de Deus e só Deus concede este dom”, conclui Dom Frater Mário Jorge, FCR, que é ainda Ministro Presidente da Fraternidade Católica do Redentor.



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