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:: ‘hospital da costa do cacau’

HOSPITAL DO CACAU VAI AMPLIAR SERVIÇOS E UTI

Da Secom/Bahia

Novo Hospital

Um dia depois de anunciar um investimento de 15 milhões de reais na reestruturação da saúde básica de Ilhéus, o secretário estadual Fábio Vilas-Boas e o prefeito Mario Alexandre visitaram neste domingo (18), o Hospital Regional da Costa do Cacau. Juntos, anunciaram para os próximos dias, a inauguração da terceira Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, com mais 10 leitos, e o funcionamento de serviços especializados de endoscopia e hemodiálise. Novos equipamentos para a unidade chegarão ainda essa semana, segundo o secretário Fábio Vilas-Boas.

Inaugurado há 60 dias, o hospital já reduziu filas para cirurgias, inaugurou recentemente serviços de hemodinâmica passando a ser a primeira unidade da rede pública de saúde da região sul da Bahia a realizar a coronariografia e, em breve, duplicará o número de cirurgias cardíacas na região, com capacidade de realizar mais de 20 procedimentos por mês.

Além do prefeito e do secretário estadual de Saúde, participaram da visita o secretário Municipal de Governo, Alisson Mendonça; o deputado federal, Paulo Magalhães e representantes do Conselho Municipal de Saúde, acompanhados pelo diretor técnico da unidade, Cláudio Moura Costa. O secretário estadual salientou que a visita teve um olhar mais técnico, um processo importante para os setores da unidade hospitalar e para os usuários que utilizam os serviços públicos de saúde

“Alguns ajustes serão feitos com a equipe gestora da unidade para otimizar o atendimento prestado à população. Contudo o hospital está funcionando dentro do padrão de qualidade que nós esperávamos”, avaliou Fábio Vilas-Boas. “As áreas onde tem paciente internados teve avaliação positiva pelos usuários”, assegura.

O prefeito Mário Alexandre ressaltou como positiva a vistoria realizada que, demonstra, segundo ele, demonstra o cuidado que o Estado está tendo com os usuários. “Interessa ao governo do estado manter o Hospital Regional Costa do Cacau como reverência de Saúde. Estamos focados para melhorar a saúde para a população de Ilhéus e a presença do secretário Fábio Vilas-Boas demonstra a nossa preocupação e a busca de solução com ações imediatas que já foram anunciadas na coletiva de sábado”, destacou.

GESTÃO MUNICIPAL DO HOSPITAL REGIONAL EM DÚVIDA

Hospital será gerido pelo município

A ideia de transformar o Hospital Luiz Viana Filho, o Regional, numa unidade materno-infantil gerida pelo município surgiu no último governo do prefeito Jabes Ribeiro, impulsionada pela concretização das obras do novo Hospital da Costa do Cacau, em Ilhéus.

O projeto, que ninguém, de fato, nunca viu, andou e, em diferentes oportunidades, o governador Rui Costa confirmou que vai alterar as características da unidade e transferi-la para as mãos do município. O prefeito Mário Alexandre, médico, também é entusiasta da ideia.

Com a aproximação da inauguração do Hospital da Costa do Cacau, as mudanças no Regional precisam começar a ser feitas. Sob a gestão do Estado, que possui recursos financeiros infinitamente maiores que a Prefeitura de Ilhéus, o velho Regional já passa por dificuldades. Recentemente, o pronto socorro foi fechado durante um fim de semana por falta de médicos (lembre aqui).

Há tempos, a saúde básica do município vive um momento ruim e continua sem perspectiva de mudança. São três psiquiatras para atender três mil pacientes com transtornos mentais. Ambulância do Samu funciona com porta amarrada por atadura e os postos de saúde não marcam exames por falta de papel para imprimir a guia do SUS.

Num cenário desse, cabe a pergunta: A Prefeitura de Ilhéus, que não consegue sanar os problemas de um posto de saúde de bairro, vai gerir de forma satisfatória um hospital do porte do Regional, oferecendo atendimento para gestantes e crianças?

A gestão municipal da futura unidade materno-infantil não pode servir como guarda chuva para cobrir as cotas de emprego que o prefeito Mário Alexandre ainda não conseguiu cumprir em outras áreas. Com arrecadação em queda a cada mês e sem ampliação das verbas transferidas para a saúde, o município vai dar conta?

 



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