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:: ‘gusmao’

DESAGREGADOR, GUSMÃO PROVOCA RACHA NA SEPLANDES

Gusmão

O perfil desagregador do blogueiro Emílio Gusmão, atual superintendente de meio ambiente de Ilhéus, já provoca racha e tensão na Secretaria Municipal de Planejamento e Meio Ambiente.

Segundo informações chegadas ao ILHÉUS EM RESUMO, Gusmão não se bateria com um de seus subordinados. Indicado pelo vereador Gil Gomes, o chefe da fiscalização não costuma “comer pressão” do superintendente, nem sucumbe às ameaças de exoneração do posto.

A tensão teria, inclusive, gerado uma queda de braço pra ver “de que lado a corda rompe primeiro”, se do lado de Gusmão, que se mantém no cargo graças ao vice-prefeito e secretário José Nazal, ou do chefe da fiscalização, indicado por Gil Gomes.

O racha na secretaria acontece sob o nariz do secretário José Nazal, que faz vista grossa, o que só aumenta a tensão no dia-a-dia da pasta.

Atualizado às 15h19min: A indicação do chefe da fiscalização de meio ambiente da prefeitura de Ilhéus não é uma indicação do vereador Gil Gomes. O cargo seria de indicação direta do prefeito Mário Alexandre.

CONSTRUTORA PEITA PREFEITURA DE ILHÉUS

Do Blog do Chico Andrade

Embargo foi derrubado na “tóra”

Durante o último domingo, a Superintendência de Meio Ambiente de Ilhéus, órgão vinculado à Seplandes, secretaria de planejamento e desenvolvimento sustentável, capitaneada pelo vice prefeito José Nazal Pacheco Soub, lacrou e embargou obras na zona sul de Ilhéus.

A operação contou com o suporte operacional da CIPA, Polícia responsável por garantir a preservação ambiental. Nessa segunda, contudo, leitores do Blog Chico Andrade que pedem para não ser identificados, afirmam que a construtora retirou placas de embargo coladas durante a operação.

Após a denúncia de leitores sobre a retirada das placas que sinalizam o embargo imposto pelas autoridades, cabe a pergunta: O embargo está suspenso ou a construtora desrespeitou a ação das autoridades ao retirar as placas?

Segundo os autores da denúncia, que residem em locais próximos à construção, as placas foram arrancadas de forma truculenta. Com a palavra, as autoridades responsáveis. Nas imagens abaixo, uma das placas de embargo e locais dos quais placas foram arrancadas

CONSTRUÇÃO IRREGULAR É DEMOLIDA NA ORLA SUL

Da Secom/Ilhéus

Demolição

Uma construção irregular na orla sul de Ilhéus, nas proximidades do Cururupe, foi demolida hoje (5) pela manhã, em uma operação conjunta de fiscais de postura da Secretaria municipal de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável (Seplandes), Guarda Municipal e funcionários da secretaria municipal de Serviços Urbanos (Secsurb).

O proprietário de uma cabana de praia não tinha autorização para a execução da obra que, pelas características de engenharia, teria lage e dois pavimentos, em área considerada de “terrenos acrescidos de marinha”.

No dia 24 de agosto, data do início da construção irregular, o proprietário foi notificado sobre a questão mas insistiu na realização da obra. No dia 27, ao retornar ao local, fiscais da Seplandes, identificaram a continuidade dos serviços de engenharia e embargaram a construção. Apesar das ações do governo, o proprietário desobedeceu as notificações.

Medida extrema – Hoje, após cumprir todos os prazos legais de notificação, a Prefeitura demoliu a obra. Um processo administrativo foi instaurado e está na Seplandes à disposição do responsável pelo empreendimento e de terceiros interessados em conhecer todas as tentativas do governo para evitar a ação desta terça-feira.

Recentemente o prefeito Mário Alexandre assinou um termo de transferência da gestão das praias do município. Um processo movido pela União contra os empresários e que já dura sete anos, ainda pede a retirada dos equipamentos da área considerada “terrenos acrescidos de marinha”.

Ao longo da praia do sul e Cururupe existem, de acordo com o presidente da Associação dos Cabaneiros, Jorge Fonseca, cerca de 50 empreendimentos que promovem o turismo e geram emprego e renda ao município. Destes, apenas três possuem autorização da SPU.

Pioneirismo – Ilhéus é um dos primeiros municípios litorâneos do Brasil a fazer a solicitação, atendendo ao que que determina a Portaria nº 113 da SPU. A SPU analisa o pedido. Caso seja aceito, o termo de adesão será publicado no DOU e terá início sua vigência. O prefeito também se se comprometeu em cumprir todas as exigências para a implantação do projeto orla, no litoral sul do município.

“TODA VEZ QUE PASSAR POR UM BURACO, LEMBRE DE EMÍLIO GUSMÃO”

Gusmao e os buracos de estimação

Essa foi a recomendação do comunicador Vila Nova, em seu O Tabuleiro desta quarta-feira, dia 23, na Conquista FM. Segundo o apresentador, a buraqueira que se instalou na cidade é de responsabilidade do superintendente de Meio Ambiente, Emílio Gusmão, que bancou o embargo da usina de asfalto do município, há mais de 4 meses.

“A buraqueira tem culpados e toda vez que passar por um buraco, que tiver um prejuízo com pneu, suspensão do seu carro, lembre de Emilio Gusmão, lembre do secretário Nazal, do prefeito Mário Alexandre, porque eles são os culpados”, afirmou Vila ao comentar reclamações de ouvintes sobre os buracos.

A usina foi fechada em abril deste ano, sem a anuência do prefeito Mário Alexandre, que estava em viagem e do vice, José Nazal. O embargo foi bancado pelo superintendente e blogueiro, Emílio Gusmão, sob a alegação de a operação do equipamento ter causado danos ambientais, que não foram constatados em estudo técnico feito no local em que funciona a usina.

Apesar disso, quatro meses depois do embargo, a prefeitura ainda bate cabeça pra colocá-la em funcionamento. Segundo Vila Nova, a prefeitura criou um monstro e não consegue mais domá-lo.

TRAPALHADA ATRASA RETORNO DA USINA ASFÁLTICA DE ILHÉUS 

Buraco na região central. Foto do Ilhéus em Resumo

A Superintendência de Meio Ambiente de Ilhéus parece não ter pressa alguma em ver de volta em funcionamento a usina asfáltica do próprio município.

Embargada desde o mês de abril, pelo superintendente e blogueiro Emilio Gusmão, a usina deveria estar liberada desde a última sexta, dia 5, pra produzir e aplicar o asfalto. No entanto, os termos do acordo assinado pelo município e pela CMA, empresa responsável pela usina, não são os mesmos que estão publicados no diário oficial.

Detalhe: essa é a segunda vez que a versão do acordo é publicada errada. Comparamos as versões da última sexta e desta segunda e são idênticas. 

Procuramos o responsável pela CMA, Ednaldo Azevedo, e ele nos confirmou que o acordo publicado não é o que foi assinado, o que inviabiliza o retorno das atividades da usina e prolonga a convivência nada agradável do ilheense com os buracos.

Agora, cabe o questionamento: a publicação errada, por duas vezes, foi só um equívoco ou má fé do superintendente Emilio Gusmão?

UM BURACO PRA CADA ILHEENSE

Buracos de estimação na Rua 13 de Maio, no Pontal. Foto: Jonathan Souza/Portal I’Midia.

O prefeito Mário Alexandre (PSD) precisa resolver de vez o problema da usina de asfalto de Ilhéus. Há 15 dias, Marão foi à imprensa e disse que o equipamento voltaria a operar na semana seguinte, mas não cumpriu a promessa (lembre aqui). Enquanto isso, a buraqueira só aumenta. É quase um buraco pra cada ilheense.

Na Rua 13 de Maio, único acesso às praias do sul, é impossível andar em linha reta, dada a quantidade de buracos. No centro da cidade não é diferente. A menos de 300 metros da câmara de vereadores e do Palácio Paranaguá, há duas crateras.

Buracos no centro da cidade. Foto Ilhéus em Resumo.

A buraqueira na cidade é patrocinada pelo superintendente de Meio Ambiente, o blogueiro Emílio Gusmão, e pelo vice-prefeito, secretário de Planejamento e chefe de Gusmão, José Nazal (ambos da Rede).

Como se sabe, Gusmão embargou, sem o conhecimento do prefeito, a usina do próprio município, em abril. Alegava danos ambientais, que foram descartados após estudos, como afirmou o próprio  Mário Alexandre. No entanto, de lá pra cá, segundo fontes do próprio governo, o superintendente estaria criando embaraços seguidos para impedir o retorno da operação da usina.

Além do licenciamento ambiental, que já foi feito, outro embaraço envolve a exigência de construção de um galpão no local onde funciona a usina. A estrutura, como estaria a exigir o superintendente, deve ser construída pela empresa, mas, ao fim do contrato, ficará para o município.

As dificuldades impostas pelo superintendente já fizeram a empresa CMA, terceirizada que é responsável pela usina, desistir de operá-la, garantem fontes. Com a desistência, o município corre o risco de ficar, pelo menos, mais seis meses sem produzir asfalto e vendo a buraqueira de Marão e Gusmão só aumentar, enquanto é feita nova licitação.

Atualização: em contato com o blog, um servidor do alto escalão da prefeitura informou que o vice prefeito e secretário José Nazal não teve conhecimento antecipado do embargo da Usina, assim como o prefeito. Está, portanto, esclarecida a questão o que isenta o secretário Nazal de qualquer responsabilidade

O QUE PODE ESTAR POR TRÁS DO EMBARGO DA USINA ASFÁLTICA DE ILHÉUS

Na última semana, o blog Agravo levantou a possibilidade de o governo do prefeito Mário Alexandre (PSD) estar sufocando financeiramente a empresa Solar Ambiental, responsável pela coleta de lixo na cidade, para que ela não tenha condições de participar da próxima licitação pra esse serviço (veja aqui). Essa tese, que sequer foi rebatida pelo governo, pode estar em uso também contra a CMA, firma que opera a usina asfáltica do município.

A empresa, contratada durante o governo do ex-prefeito Jabes Ribeiro, vinha fazendo um bom trabalho, com asfalto de qualidade, diminuindo a buraqueira pela cidade. No entanto, está há quase quatro meses parada, depois que a usina foi embargada por ordem do superintendente de meio ambiente, o blogueiro Emílio Gusmão.

O embargo, como bem disse o prefeito Mário Alexandre (relembre aqui), não serviu pra muita coisa, já que estudos realizados na área em que está instalada a usina não constataram danos ambientais. Na entrevista concedida ao radialista Vila Nova, Marão disse ainda que o equipamento voltaria a operar na semana passada, o que não ocorreu.

A tática, supostamente utilizada contra a Solar Ambiental, pode estar por traz do embargo da usina, com o intuito de fragilizar os cofres da empresa responsável pela operação e a impedir de participar da licitação que será feita nos próximos meses, já que é obrigatório comprovar a solidez financeira para concorrer. Com a CMA fora do páreo, ficaria mais fácil o governo emplacar uma empresa amiga.

UM PEIXE FORA D’ÁGUA

Gusmão.

Não passa despercebida a quem dedica dois minutos de atenção à gestão de Mário Alexandre (PSD) a falta de sintonia do blogueiro Emílio Gusmão, atual superintendente de meio ambiente, com as ações do governo. Numa roda de conversa, no café do teatro, há alguns dias, esse era o assunto.

Ao redor da mesa, só gente da melhor estirpe. Nem por isso, o veneno deixava de escorrer. Café vai, suco de tangerina vem, comentavam que, desde que decidiu fechar a usina de asfalto que pertence ao próprio município, Gusmão desandou em dar bola fora. “Ele deu um nó tão apertado na usina que, nem com toda a paciência e sorriso largo de Marão, se conseguiu desatar”, resumiu um dos debatedores.

Ferrenho opositor do projeto Porto Sul, o superintendente/blogueiro agora tem de guardar muitas de suas convicções pra si. Nem por isso, deixa de criticar a volta da discussão em torno do porto, da ferrovia oeste-leste e da Zona de Processamento de Exportações (ZPE), projetos que contam com o entusiasmo do prefeito Mário Alexandre e do vice, José Nazal, de quem ele é correligionário.

“Como não tem vez no governo, acaba usando o próprio blog para tocar nesses assuntos”, avaliou um dos presentes. É que, recentemente, Gusmão fez pouco caso do lançamento da estrada de chocolate, que fica na mesma rota que leva à futura ZPE, ao longo da BA-262.  “De uma vez só, bateu em todos os projetos que o governo do estado toca na cidade e que contam com o apoio do prefeito Marão”, comentou um experiente professor.

“As bolas fora de Gusmão dariam um livro e, olha, estamos com sete meses de governo só”, encerrou o assunto um dos presentes.

 

ILHÉUS: USINA ASFÁLTICA NÃO CONTAMINOU O SOLO

A barbeiragem de Gusmão.

O embargo da usina asfáltica, pela superintendência de Meio Ambiente de Ilhéus, comandada pelo blogueiro Emílio Gusmão, que deixa a cidade sem fornecimento de asfalto desde abril, não passou de barbeiragem.

De acordo com o prefeito Mário Alexandre, em entrevista ao comunicador Vila Nova, nesta quarta, dia 19, um estudo minucioso feito de forma independente não apontou qualquer tipo de poluição por causa da operação da usina, que manuseia material pesado.

Em abril, de forma unilateral, o superintendente Emílio Gusmão utilizou seu blog para afirmar que “a vistoria também verificou a poluição de águas superficiais e a contaminação irreversível do solo, maior dano ambiental registrado na área”. O estudo realizado após o embargo não confirmou esses danos, nem algo que chegasse perto disso.

Da mesma forma, o superintendente/blogueiro levantou a possibilidade de contaminação de lençóis freáticos. De acordo com informações levantadas pelo ILHÉUS EM RESUMO, o estudo sequer apontou a presença de águas subterrâneas naquela região.

Pra finalizar o assunto, Marão afirmou que, ainda nesta semana, a usina voltará a operar, já com a licença ambiental.

O embargo temporário da usina, feito sem o consentimento do prefeito, que estava fora da cidade no período, transformou Ilhéus na cidade dos buracos, confirmando a tese deste blog de que foi um tiro no pé (lembre aqui).

ALÔ MARÃO: OLHA O LAMAÇAL NO VILELA

Lama no Vilela

Alô Marão. Olha como estão os alunos do Colégio Fabio Araripe, no Vilela. 

Pra assistir aula, o pessoal é obrigado a vencer esse desafio aí. Quando chove o problema é o lamaçal que se vê na foto. Quando está seco, a poeira toma tudo.

Há três meses, o prefeito Mário Alexandre deixou que fechassem a usina asfáltica do município com objetivo único de gerar matéria pra Blog e inflar o ego do superintendente de Meio Ambiente, Emilio Gusmão. Agora, a comunidade paga o preço.

ÁREA DE MANGUE INVADIDA NO BAIRRO NOSSA SENHORA DA VITÓRIA

Casas de alvenaria em área de mangue

Uma área de mangue e, portanto, de preservação ambiental, vem sendo invadida no condominio Vitoria 2, no bairro Nossa Senhora da Vitória, na saída pra o Couto, na zona sul de Ilhéus.

Pessoas procuraram o blog pra denunciar que, nos dois lados da via, ja existem casas de alvenaria que começaram a ser construídas há mais ou menos cinco meses.

A fiscalização ambiental, que enxerga problemas em mesas de bar que ocupam por algumas horas espaços públicos, parece fechar os olhos pra um crime desse porte.

USINA ASFÁLTICA FAZ FALTA A ILHÉUS

Buraco não foi tapado por falta de asfalto

Interditada há quase um mês pela Superintendência de Meio Ambiente, a usina asfáltica do município faz uma falta danada. 

A secretaria de Infraestrutura até tentou resolver rápido o problema de uma cratera aberta na ladeira da Rua do Filtro, que dá acesso ao bairro Conquista, nesta quinta-feira, dia 4. 

Aterraram o buraco com barro, mas não puderam repor o asfalto, já que não há como produzir o material com a usina embargada pelo próprio município.

Resultado: com a chuva dessa madrugada, o barro colocado no buraco fez lama e moradores próximos usaram um fogão pra sinalizar a cratera 

A usina, que poderia ter tido os supostos desvios ambientais corrigidos e continuar em operação, vem fazendo falta também na hora de acabar com a buraqueira nas ruas. 

Com as chuvas dos últimos dias, por exemplo, buracos tendem a surgir e se somam aos que já existem. Sema usina, a buraqueira, no entanto, deve continuar a tirar a paciência do ilheense por um bom tempo.

PREFEITURA DE ILHÉUS SE PREPARA PRA INTERDITAR O AREAL GUANABARA

Imagem ilustrativa

Depois de travar a obra de reforma do restaurante Vesúvio e embargar a usina asfáltica do próprio município, a Prefeitura de Ilhéus se prepara pra interditar o areal Guanabara, localizado nas imediações do bairro de Olivença.

O areal, que teve a licença ambiental renovada em 2016, é o único a abastecer a cidade e seu fechamento deve colocar mais combustível na fogueira acesa dentro do governo do prefeito Mário Alexandre.

A conferir.

GUSMÃO PEITA MARÃO

A afronta deixou o governo em alerta

Ao publicar em seu blog editorial em que afirma que “cuidar de Ilhéus é não dar vez ao jeitinho”, o superintendente municipal de meio ambiente, Emilio Gusmão, mandou um recado claro ao prefeito Mário Alexandre: o de que quem manda no órgão é ele e decisões serão tomadas, mesmo que custem um preço político alto à gestão apagada de Mário Alexandre.

A publicação, que trata do embargo à operação da usina asfáltica do próprio município, também cumpre outra tarefa, a de enquadrar o prefeito. Na campanha eleitoral, o agora gestor usava como lema a frase “vamos cuidar de Ilhéus”.

O editorial do Blog relembra o lema, como uma forma de engessar qualquer ação do prefeito que vá contra o embargo e mexa no ego do blogueiro/superintendente, sobretudo. Em outras palavras, Gusmão usa o lema contra o próprio Marão.

Inclusive, tem causado desconforto no governo o uso que Gusmão, enquanto superintendente, tem feito do seu blog, do qual afirmou que se distanciaria durante a permanência no cargo. 

Quando não tem suas demandas atendidadas ou as contrariam, o superintendente recorre ao blog e torna o assunto público, como fez com o embargo da usina, mesmo sem o conhecimento ou aval do prefeito.

Não por menos, numa reunião há alguns dias, um vereador questionou Emilio Gusmão da seguinte forma: onde começa o superintendente e onde acaba o blogueiro e vice-versa?

FECHAMENTO DA USINA ASFÁLTICA FOI PRECIPITADO

Usina opera há dois anos

Esse é o posicionamento de Ednaldo Azevedo, diretor da CMA Ltda, empresa que venceu a licitação pra operar a usina asfáltica do município de Ilhéus. O equipamento foi embargado na última quarta-feira pela Superintendência Municipal de Meio Ambiente.

Segundo Ednaldo, a urgência em embargar o equipamento não se mostrou clara, já que a empresa poderia continuar a operar enquanto buscava sanar os supostos problemas encontrados. 

“Alem disso, a empresa sequer teve acesso ao processo que culminou no embargo para que pudesse providenciar a defesa e as explicações necessárias”, argumenta Azevedo ao falar de uma possível perseguição sofrida por determinado setor do atual governo municipal. “O devido processo legal, a que todos nós temos direito, foi simplesmente atropelado pela Superintendência”, completa.

Ednaldo afirma ainda  que, além de representar prejuízo à coletividade, pois atrasa a conclusão de obras na cidade, a exemplo da nova rotatória da zona sul, o embargo da usina acarreta em prejuízos financeiros à empresa, que “serão ressarcidos na justiça”.

Quanto ao licenciamento ambiental exigido pela Superintendência, o diretor da CMA alega ser responsabilidade do próprio município, que é o proprietário legal do equipamento. “Quando uma pessoa contrata uma empreiteira pra construir uma casa, o responsável por levantar as licenças é o dono da casa e não quem vai executar a obra. Essa lógica vale pra o caso da usina também”.

Na última semana já havíamos abordado o assunto, analisando o estrago político que a medida significa. Lembre aqui.



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