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:: ‘greve’

PROFESSORES DA UESC APROVAM INDICATIVO DE GREVE

Da Adusc

Uesc

Com união e disposição para a luta, os docentes da Uefs, Uneb, Uesc e Uesb deliberam em assembleias a aprovação do indicativo de greve e novas ações de radicalização do Movimento Docente (MD). O avanço do movimento paredista demonstra a disposição da categoria para lutar pela defesa dos direitos trabalhista, da educação pública e é uma resposta ao descaso do governo Rui Costa (PT).

A pauta de reivindicações do MD foi protocolada nas instâncias governamentais desde o dia 19 de dezembro de 2017. Há mais de dez meses o Governo do Estado não apresenta nenhuma resposta efetiva que resolva, de fato, os problemas das Universidades Estaduais da Bahia (Ueba). Diante da inflexibilidade e ausência de diálogo, o Fórum das ADs apontou pautar o indicativo de greve nas seções sindicais desde o mês de julho. (Leia mais)

Direitos trabalhistas ameaçados
No âmbito dos direitos trabalhistas os ataques são muitos. Há dois anos, o governo não faz a reposição inflacionária do funcionalismo público, o que resulta numa perda salarial de quase 20%. Significa dizer que professoras e professores deixam de receber por ano o valor equivalente a dois meses de salário. A luta dos docentes é pela recomposição salarial de 30,5%.

Além da perda salarial, a não garantia das promoções, progressões e mudanças de regime de trabalho também são uma realidade no cenário de retirada de direitos. Somada a situação das quatro universidades, 303 professores não tiveram seus processos de promoção atendidos e 140 ainda estão na fila de mudança de regime. O governo ainda ataca outros direitos como a insalubridade, licença sabática, programas como o Planserv e a aposentadoria integral através do Prevbahia.

Crise orçamentária nas Ueba
A educação superior baiana também enfrenta uma crise orçamentária em função da política de cortes do Governo do Estado. Atualmente apenas 5% da Receita Líquida de Impostos (RLI) é destinada às Ueba, o que é insuficiente para a infraestrutura necessária para ensino, pesquisa e extensão. Além dos recursos insuficientes, as universidades ainda acumulam um corte de 73 milhões desde 2013. A reivindicação é o aumento para 7% da RLI.

As Universidades Estaduais tem unidades inseridas em 29 cidades e abrange em sua totalidade em torno de 5.152 professores e, aproximadamente, 54.625 estudantes. A crise atinge as universidades em grandes proporções, principalmente pela sua abrangência e importância para o desenvolvimento da sociedade baiana de conjunto.
Apesar das contas mostrarem a Bahia como o quinto estado mais rico do país, e dos números oficiais indicarem folga em relação ao limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, o governo se recusa a aumentar os recursos para a educação pública.

Fonte: Fórum das ADs

Forum

Categoria mobilizada
Mesmo diante da falta de compromisso dos gestores públicos, a categoria segue firme e disposta à luta. A indignação fez com que os docentes aprovassem o indicativo de greve e já existe a indicação do Fórum das ADs para uma paralisação estadual, com atos locais, para o dia 28 de novembro. A proposta deverá ser discutida em assembleias das Associações Docentes (ADs).

O indicativo de greve não é ainda a greve, mas um alerta de que ela poderá ser deflagrada, caso o governo não negocie com os professores. Em 2015, por exemplo, a greve foi deflagrada após quase um ano de o indicativo ter sido aprovado. Já em 2011, o movimento paredista ocorreu após dois meses da aprovação do indicativo de greve.

Vamberto Ferreira, da atual coordenação do Fórum, afirmou que a história do movimento docente mostra que só a luta garante respostas. “Seguiremos avançando na radicalização do indicativo de greve pela defesa dos nossos direitos e das nossas universidades até o governador Rui Costa apresentar respostas sólidas e efetivas para a crise que passamos”, destacou o professor.

PROFESSORES DA UESC APROVAM INDICATIVO DE GREVE

Da Ascom/Adusc

Em resposta à intransigência do governo que “Mais Ataca às Universidades”, os professores da UESC aprovaram nesta quarta-feira (19) o “Indicativo de Greve Docente”. A categoria reivindica o cumprimento dos direitos trabalhistas, a recomposição salarial e o financiamento adequado para as universidades, mas o governo não negocia a pauta, protocolada desde dezembro de 2016.

Na avaliação da assembleia, a mobilização docente até agora foi importante para garantir a efetivação das promoções e progressões, publicadas no Diário Oficial, desde o dia 11 de Julho. Entretanto o governo segue desrespeitando os direitos historicamente garantidos, usurpando a retroatividade econômica e funcional conquistadas através do trabalho de cada docente.

O presidente da ADUSC, José Luiz de França ressalta que a postura do governo quanto à retroatividade é um indicativo que a categoria deve seguir intensificando a mobilização. “Apesar do superávit nas contas do estado, o governo continua demonstrando sua disposição em sacrificar os servidores públicos”, afirma França.

O Indicativo de Greve foi uma proposta do Fórum das ADs (FAD)e já foi aprovado também pelos docentes da UESB. Um calendário de mobilização será discutido durante reunião do FAD, que acontecerá nesta quinta-feira (20), na sede da ADUNEB.

Assembleia da ADUSC também aprovou a prestação de contas referente ao exercício de 2016 e pode ser acessado aqui.

GREVE DEIXA CAIXAS ELETRÔNICOS SEM DINHEIRO EM ILHÉUS 

Se o objetivo de uma greve é chamar atenção, causar transtornos e assim forçar um acordo entre empregados e patrões, a greve dos vigilantes tem cumprido esse papel.

Nas agências bancárias de Ilhéus, por exemplo, caixas eletrônicos não estão disponibilizando saques por causa da falta de abastecimento das máquinas.

Em todas as agências da cidade, o atendimento interno está suspenso. A greve já dura 10 dias. Uma Das saídas tem sido usar lotéricas ou correspondentes bancários principalmente no caso do Banco do Brasil.

VIGILANTES DE ILHÉUS ANUNCIAM GREVE

Do FRN 

Os vigilantes de Ilhéus decidiram em assembleia greve geral por tempo indeterminado, a partir desta quarta-feira, 24. A greve, anunciada na última quinta-feira, 18, deve afetar o funcionamento de agências bancárias, hospitais, escolas e outros setores do Município. O objetivo da mobilização é pressionar o patronato a atender às pautas de reivindicações da categoria.

Os vigilantes pedem reajuste de 15%, ticket refeição de R$ 20, cotas para as mulheres de 30% (por posto de trabalho), e piso salarial de R$ 1500,00. Segundo o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Itabuna, Edevaldo Santos Rosa, que responde pela região sulbaiana, a categoria decidiu a greve depois de oito rodadas de negociação e somente uma proposta absurda apresentada pelos patrões, que foi de 1% de reajuste, os trabalhadores não aceitaram a contraproposta e iniciaram a greve.

NINGUÉM CONSEGUIU ENTENDER ESSA FOTO AINDA

Escopeta é capaz de fazer estragos enormes, mas nunca de resolver situações onde o diálogo se faz necessário

Os cliques foram feitos pelo sindicalista Luis Fernandes, durante a greve geral da última sexta-feira,dia 28. A cena poderia se passar numa cidadezinha do interior, ainda sob o domínio de algum coronel travestido de político e com aquele sheriff que nos acostumamos a ver no cinema estrangeiro.

Mas ocorreu mesmo no centro de Ilhéus, uma das maiores cidades da Bahia. Identificado como delegado da polícia civil, o rapaz que aparece na foto porta uma espingarda calibre 12. Ao lado se vê a presença de policiais militares, que tinham a situação sob controle, segundo manifestantes ouvidos pelo ILHÉUS EM RESUMO.

A situação sobre controle a que nos referimos também assusta. Enquanto os grevistas tentavam convencer trabalhadores a aderir ao movimento, um empresário sacou uma arma e tentou inibir a ação dos manifestantes, que portavam somente bandeiras e palavras de ordem (armas perigosíssimas).

Aí eis que surge o delegado da foto, identificado como Tiago Almeida. Sem função ali, claramente tentou intimidar os manifestantes. Se pretendesse conversar, seria desnecessária a arma em punho.

Estamos abertos a esclarecimentos, se é que existem.

EMPRESÁRIO PUXOU ARMA PRA INIBIR MANIFESTANTES NO CENTRO DE ILHÉUS 

Do JBO

Foto de Maurício Maron

Dezenas de lideranças sindiciais e jovens estudantes de Ilhéus iniciaram uma ação para o fechamento das lojas e a liberação dos trabalhadores. A maioria acatou, mesmo protestando contra a pressão dos sindicatos. Alguns incidentes foram registrados no centro. Uma bomba estourou dentro de uma lanchonete. Não local havia clientes mas ninguém ficou ferido. O caso mais grave oorreu na rua Dom Pedro II. Um empresário identificado como Nelson “Gaúcho”, dono de uma corretora e imóveis, foi acusado pelos manifestantes de puxar uma arma para evitar que o manifesto chegasse à sua porta. A PM foi acionada e depois de controlada a situação, o empresário foi levado para a delegacia.

Veja matéria completa aqui.

PREFEITURA DE ILHÉUS SUSPENDE EXPEDIENTE NESTA SEXTA

Em virtude da greve geral nacional, um protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência defendidas pelo governo federal, o prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre Sousa, assinou hoje (27) pela manhã um decreto municipal que suspende o expediente nesta sexta-feira (28).
Estão mantidos em funcionamento apenas os serviços considerados essenciais nos setores da saúde, limpeza pública, iluminação, trânsito e segurança. O decreto também suspende as aulas da rede municipal, visando garantir a segurança e a integridade os alunos. O prefeito de Ilhéus ainda informa que, posteriormente, sua equipe irá negociar com os sindicatos a reposição da aula suspensa, sem prejuízos aos estudantes.

UESC SUSPENDE ATIVIDADES NESTA SEXTA-FEIRA DE GREVE

Do Blog do Gusmao

Em portaria publicada hoje (27), o reitor em exercício da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Evandro Sena, suspendeu o funcionamento da instituição nessa sexta-feira (28).
Conforme a portaria, a medida considera comunicado da Rota Transportes para a UESC, informando que os funcionários da empresa aderiram à greve geral.

MARÃO NÃO VAI CORTAR PONTO DE GREVISTAS, AFIRMA SECRETÁRIO 

Do Blog do Gusmão 

A informação é do secretário de Comunicação de Ilhéus, Alcides Kruschewsky, que falou hoje (27), no programa do radialista Gil Gomes (Rádio Santa Cruz AM), sobre a greve geral marcada para essa sexta-feira (28).

Segundo Alcides, o governo sentiu a necessidade de esclarecer questões tratadas de forma confusa por parte da imprensa ilheense. De acordo com o secretário, do ponto de vista institucional, não é papel da prefeitura exercer pressão sobre o direito de greve.

“O governo não vai pressionar nem cortar o ponto dos servidores. O trabalhador tem o direito de expressar a sua opinião e de fazer o seu movimento”, declarou.

Segundo ele, diante de mudanças que podem afetar diretamente os direitos trabalhistas e as regras da aposentadoria, “é natural que haja discordância e, às vezes, essas discordâncias são frontais e profundas”.

Alcides também disse a Gil Gomes que “esse não é o governo da retaliação ao funcionário”. O radialista considerou o posicionamento democrático.

Por outro lado, Alcides explicou que, nessas circunstâncias, o papel institucional do governo é manter entendimento com os trabalhadores, em benefício da continuidade de serviços importantes, como os da saúde e de limpeza urbana.

No fim da sua participação no programa, o secretário disse que o governo avalia a possibilidade de flexibilizar o expediente de alguns setores, tendo em vista a paralisação anunciada por categorias como a dos rodoviários.

ESCOLAS MUNICIPAIS NÃO VÃO ABRIR NESTA SEXTA DE GREVE

Do Pimenta 

IME

Não haverá aula nesta sexta-feira (28) na rede municipal de ensino, em Ilhéus. De acordo com a secretária de Educação de Ilhéus, Eliane Oliveira, a decisão foi tomada em função do movimento nacional de paralisação em protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência que tramitam na Câmara dos Deputados, em Brasília. A suspensão das aulas foi determinada pelo prefeito Mário Alexandre (Marão).
O cancelamento das aulas, reafirma a secretária, também é uma forma de assegurar a segurança dos 20.500 estudantes e 1.800 trabalhadores em educação que formam a rede nas 119 unidades escolares de Ilhéus. Como segunda-feira, dia 1º de Maio, é feriado nacional, as aulas serão retomadas na terça (2).

ILHÉUS SEM ÔNIBUS E BANCOS NA SEXTA-FEIRA 

Do Tabuleiro 

Ônibus param

Na próxima sexta-feira, dia 28, o transporte coletivo e atendimento bancário estarão indisponíveis em Ilhéus. A paralisação dos rodoviários e dos bancários acontecem em sincronia com o movimento de paralisação nacional prevista para o dia, num ato de protesto contra a reforma da previdência proposta pelo governo federal. 

As paralisações, de 24h, foram confirmadas em entrevistas no programa O Tabuleiro com o presidente do Sindicato dos Bancários de Ilhéus, Rodrigo Cardoso, e Gustavo Santana, presidente do Sindicato dos Rodoviários de Ilhéus. 

ILHÉUS SEM BUSU NA SEXTA

Trabalhadores devem parar nas primeiras horas do dia

De acordo com o site Ilhéus Comércio, o sindicato dos rodoviários confirmou participação na greve geral dos trabalhadores, na próxima sexta, dia 28.

O site, no entanto, não especificou o horário da paralisação. 

SEM REAJUSTE PROMETIDO POR MARÃO, SERVIDORES DE ILHÉUS APROVAM INDICATIVO DE GREVE

Do FRN 

Com a casa cheia, o salão do SINSEPI (Sindicato dos Servidores Públicos de Ilhéus), ficou pequeno com a presença expressiva de trabalhadores, que aprovaram em assembleia realizada nesta quinta-feira, 20, o indicativo de greve. A falta de condições de trabalho, EPIs, e segurança dos servidores são alguns dos pontos que vem gerando descontentamento da categoria. 

O governo será comunicado na próxima segunda feira e terá 72h para atender as demandas dos trabalhadores ou a greve será deflagrada por tempo indeterminado. “A desvalorização profissional, falta de reconhecimento e os baixos salários congelados há cinco anos contribui para que cruzemos os braços”, afirma um servidor presente na assembleia.

CAMINHADA MARCA INÍCIO DA GREVE GERAL DA EDUCAÇÃO EM ILHÉUS

Do Pimenta

Nesta quarta-feira (15), em Ilhéus, o início da Greve Geral Nacional da Educação, que prosseguirá até o dia 24 de março, será marcado pela realização de uma Grande Caminhada dos trabalhadores contra a Reforma da Previdência. Com saída às 14h, da Praça Miguel Alves, ao lado do estádio Mário Pessoa, o grupo segue em direção ao centro da cidade e finaliza o movimento na Câmara de Vereadores.

No plenário do legislativo, os manifestantes explicarão os objetivos do movimento. Além dos trabalhadores em Educação, pais e alunos, segundo a Associação dos Professores Profissionais de Ilhéus (APPI-APLB), participarão da caminhada os representantes de outras como bancários, metalúrgicos, portuários, comerciários e Força Sindical e Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB).



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