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:: ‘emilio gusmao’

JUÍZA BARRA CENSURA DE GUSMÃO AO ILHÉUS EM RESUMO

Gusmão: de debatedor em defesa da liberdade de imprensa a entusiasta da censura. Uma vergonha.

O blogueiro Emílio Gusmão nem bem iniciou sua vida pública e já pode colocar na conta uma derrota judicial. Trata-se da negativa da juíza Raquel Ramires François, da 1ª Vara Especial da Comarca de Ilhéus, ao pedido liminar de Gusmão para retirar do ILHÉUS EM RESUMO matérias que cobravam a retomada do funcionamento da usina de asfalto do município. Atualmente, o blogueiro ocupa a função de Superintendente de Meio Ambiente do Município e determinou, em abril, o embargo do equipamento.

A decisão provisória da magistrada pode ser lida aqui.

A liberação de funcionamento da usina levou quatro meses e a superintendência não conseguiu provar, por meio de estudos técnicos, que as alegações que a fizeram decretar o embargo procediam.

O órgão municipal afirmou, utilizando o blog pessoal de Gusmão, portanto de forma extraoficial, à época, que a operação da usina, feita por uma empresa terceirizada, causava danos ambientais que poderiam afetar o lençol freático. Os estudos nada apontaram, como afirmou o próprio prefeito Mário Alexandre, como o caro leitor pode lembrar ao clicar aqui.

Sobrou pra Gusmão se apegar à falta de Licença Ambiental da usina, que seria, segundo a empresa, de responsabilidade do município, a quem pertence o equipamento. Outras empresas que funcionam sem Licença Ambiental no município, à exemplo da usina de concreto da Polimix, não recebeu o mesmo tratamento. Dois pesos e duas medidas. Como blogueiro, Emílio Gusmão sempre foi a pedra lançada contra a vidraça alheia. Agora, como gestor público, não suporta ser a vidraça. É avesso a críticas. Sai de si quando as lê.

Desde que o embargo foi feito pelo município, o ILHÉUS EM RESUMO cobrava explicações consistentes pra tal. Essas explicações nunca existiram, de fato, como constatou o estudo técnico. Não havia risco ao meio ambiente.

Foram quatro meses com o ilheense sofrendo com a buraqueira patrocinada pelo embargo assinado por Gusmão. Quatro meses de uma suspensão sustentada em argumentos não comprovados.

No pedido de liminar, negado pela juíza, Gusmão alega que as cobranças deste meio de comunicação se tratavam de perseguição.

O ILHÉUS EM RESUMO é um dos sites mais vistos na cidade e vai continuar criticando a notória incompetência de Gusmão como critica qualquer autoridade que cause algum malefício à população, seja de partido A, B ou C.

Não escondemos nossa surpresa em ver um agente público e blogueiro, do tempo da criação da blogosfera, sujar sua trajetória com um processo para calar um veículo de comunicação. Da mesma forma, não escondemos a alegria em ver o judiciário atuar pela garantia dos direitos da imprensa contra aqueles que a querem censurar. Os advogados do ILHÉUS EM RESUMO estão pesquisando junto a justiça todos os processos em que, do outro lado da arena, Gusmão defendia com galhardia o livre direito de manifestação por parte dos meios de comunicação. É o tempo em que ele era a pedra. Agora é a vidraça, mudando radicalmente de posição.

Estranho também foi Emílio Gusmão pedir isenção de custas processuais, que montam em menos de R$ 100,00, alegando não possuir condições financeiras para pagar. Quer “justiça gratuita”, mas ganha mensalmente R$ 8.000,00 dos cofres públicos. É querer zombar da justiça.

Em tempo: Apesar de negada a liminar, Gusmão mantém na justiça dois processos contra o jornalista Andrei Sansil, um dos editores do ILHÉUS EM RESUMO. Além de pedir a retirada de conteúdo do ar, o superintendente exige 52 mil reais de indenização.

Algumas das matérias que abordaram o assunto podem ser lidas aqui.

BURAQUEIRA É CAUSADA PELA VAIDADE, AFIRMA VILA NOVA

O radialista Vila Nova, em seu editorial no programa O Tabuleiro desta sexta, dia 11, chamou atenção para o caráter de vaidade que circunda o embargo da usina asfáltica do município. Segundo Vila, os prejuízos causados pela buraqueira têm sua raiz na vaidade de pessoas públicas, como o superintendente Emílio Gusmão. “É inadmissível um comportamento desse tipo de um agente público com tamanha responsabilidade”, afirmou.

Vila pontuou ainda que o prefeito Mário Alexandre é quem mais se desgasta com o problema. Por isso, o prefeito precisa, em definitivo, resolver o problema dos buracos na cidade.

Não custa lembrar que, desde abril, a usina, que custou quase três milhões de reais, está parada, deteriorando. Quatro meses depois, se confirma que o embargo nada mais foi do que pra cumprir os caprichos do superintendente de meio ambiente, Emílio Gusmão, que a interditou alegando danos ambientais que foram negados em laudo técnico.

Desde o início dessa celeuma, alertamos no ILHÉUS EM RESUMO que o embargo servia para fazer propaganda do trabalho de Gusmão e, consequentemente, alimentar seu ego, que, de tão grande, não caberia no maior buraco que se possa encontrar na cidade.

Mostramos também que, por duas vezes, o diário oficial do município publicou versões erradas do acordo que permite o retorno da usina. Depois da segunda tentativa, o termo de ajustamento sequer foi publicado novamente.

Uma mostra das consequências dessa barbeiragem você confere nas fotos abaixo, registradas por nosso colaborador, Adilson Araújo.

Haja suspensão.

Do Pontal ao Iguape, é buraco que não acaba mais.

Mais buracos

No norte.

BURAQUEIRA FAZ VÍTIMAS EM ILHÉUS

Fotos de Jeremias Barbosa.

A buraqueira que tomou conta de Ilhéus desde que o superintendente de meio ambiente da prefeitura, Emílio Gusmão, resolveu fechar a usina de asfalto do município, em abril, começa a fazer vítimas.

Na semana passada, o pneu de um carro ficou destruído depois de passar por uma cratera na Avenida Litorânea Norte, no Malhado. Outros casos já foram registrados no Pontal e no centro.

O tanto de buracos tem irritado muito o ilheense. Em tempos de chuva, a tendência é aumentar a buraqueira, que gera um desgaste enorme ao prefeito Mário Alexandre.

Não custa lembrar que Marão sequer foi consultado sobre o fechamento da usina, que pertence ao próprio município e está parada há quase três meses.



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