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DCE DA UESC DISCUTE AÇÕES COM A COMUNIDADE DO SALOBRINHO

Reunião no Salobrinho.

Na noite dessa segunda-feira (16) membros da Gestão Nós Por Nós se reuniram coma Diretoria da Associação de Moradores do Salobrinho e representantes da comunidade local. O encontro também contou com a presença da Profa. Flávia Alessandra, Coordenadora de Integração Comunitária e representante do Comitê Mulheres UESC.

Durante o encontro discutimos o fortalecimento das ações extensionistas da Pró-Reitoria de Extensão e a construção de um calendário de atividades para o próximo período que contemplem ações de intervenção na comunidade, como a realização de oficinas de enfrentamento e combate a violência contra mulher, cursos de capacitação e empreendedorismo, e demais atividades que possam discutir a melhoria das condições de vida dos moradores e moradoras do bairro.

AGENDA | No próximo sábado (21) a associação em parceria com o DCE estará iniciando serviços de revitalização da praça, dando um novo visual aquele espaço. Outros eventos já estão sendo pensados, com a finalidade de estimular a autoestima e o entretenimento, assim como a captação de recursos para a associação.

O Coordenador Geral, Josimar Ferreira, avalia que o DCE inicia um novo ciclo de sua trajetória. “O resgate dessa relação com o bairro do Salobrinho marca o início de um longo trabalho que tem como propósito intervenção social nos municípios e localidades inseridos no território de identidade do litoral sul”, afirma o coordenador.

PROFESSOR DA UESC EXPULSA ALUNA DA SALA E DCE SE POSICIONA

“Nesta segunda-feira (27/11) o professor Marcos Bandeira, que ministra a disciplina Estatuto da Criança e do Adolescente ofertada pelo Departamento de Ciências Jurídicas da UESC aos/às estudantes do 10º semestre do curso de Direito no turno matutino, coagiu uma estudante a sair da sala de aula por estar acompanhada de seu filho de apenas 1 e 8 meses.

Não é segredo para ninguém que a Universidade Estadual de Santa Cruz, assim como a maioria das universidades baianas e brasileiras não oferece o mínimo suporte de acolhimento necessário às estudantes e as trabalhadoras mães, reivindicações sempre revividas pelo movimento estudantil.

O que é inadmissível é que um professor universitário que trabalhe com direito da criança e do adolescente, já vindo ser Juíz da Vara da Criança e do Adolescente, seja tão insensível e apresente um posicionamento político tão conservador, individualista e machista, expresso nessa atitude.
O que atrapalha o bom desenvolvimento da aula não é a presença de uma criança, mas a desigualdade estrutural que existe entre ricos e pobres, homens e mulheres e brancos e negros/as, que fez com que durante séculos às mulheres, sobretudo as mulheres negras trabalhadoras fosse negado o direito à educação formal.

Nesse momento de ofensiva do conservadorismo alinhado a uma política cada vez mais neoliberal, que avança sobre os corpos e as vidas das mulheres explorando e precarizando cada vez mais o trabalho e restringindo cada vez mais o seu direito reprodutivo, onde o acesso e permanência das mulheres nas Universidades e demais espaços escolares está cada vez mais comprometida não podemos permitir nenhum tipo de ataque direito ou indireto aos nossos direitos e um deles é frequentar a Universidade.

Depois de muita luta foi possível conquistar em 2014 66% das vagas para estudantes pobres e 47,57% para estudantes negros/as nas universidades federais (sendo esses últimos apenas 4% em 1997), e não vamos aceitar retroceder!

Ao invés de o professor ficar preocupado com a tranquilidade da sua aula ser garantida por um padrão de alunado que ele não encontrará mais, deveria se preocupar com a aliança entre as/os estudantes na luta por um projeto verdadeiramente popular de universidade, onde caibam as mulheres, mães ou não, negras, indígenas, lésbicas, trans e todas as demais e onde seja garantida as condições para isso, também através de creches, restaurantes e transportes públicos universitários, compreendo assim a necessidade da sua estudante e respeitando a sua presença nas próximas aulas, concedendo à ela suas devidas desculpas.
Porque se é verdade que frequentar a universidade foi conquista de um histórico de lutas, também é verdade que essas não cessam até a garantia de um acesso e permanência universais. Não permitiremos nenhuma discriminação no acesso aos nossos direitos!”

Ilhéus, 28 de novembro de 2017

Diretório Central das e dos Estudantes Livres Carlos Marighella

DCE-UESC: GOVERNO SE NEGA A PAGAR RETROATIVO DA BOLSA PERMANÊNCIA

Nota do DCE da Uesc

Reunião entre o DCE UESC e o Comitê Gestor do Programa Mais Futuro
Na manhã desta quinta-feira (31/08/2017), às 9h da manhã, ocorreu no Prédio da Governadoria uma reunião articulada pela Secretaria Estadual de Relações Institucionais do Governo do Estado da Bahia, entre os DCE’s UESC (nas pessoas da coordenadora geral Tami Messias e do coordenador de relações institucionais Danillo Oliveira) e UNEB com o Comitê Gestor do Programa Mais Futuro, com a representação de diversas secretarias estaduais. Esteve presente ainda a União do Estudantes da Bahia (UEB), através do seu presidente Natan Ferreira. 

O DCE UESC fez diversos questionamentos, sobretudo em relação a falta de informações de parte do Comitê Gestor para com os representantes estudantis. 

O governo respondeu aos seguintes questionamentos:

Regularidade do pagamento? 

Resposta: em até o décimo dia útil de cada mês. 

Estudantes que não receberam os cartões? 

Resposta: O banco criou diversas burocracias para a emissão destes cartões, desde documentos com dados divergentes até o nome do beneficiário que não cabe no cartão. O Comitê autorizará o saque via RG na boca do caixa. 

Novas inscrições e renovação? 

Próximos dias será lançado edital de convocação de inscrições, edital este que procurou adequar-se as necessidades que ficaram omissos no primeiro. 2017.2 terá nova inscrição e também renovação de inscrição pelo site do Programa e será adequada ao calendário de cada UEBA.

Readequação da Lei? 

O Comitê irá trabalhar na elaboração de um relatório apresentando as deficiências do Programa em aspectos que torna-o excludente, fazendo assim um debate técnico para possível mudança da lei virgente. 

Retroativo? 

O governo, orientado pela sua assessoria jurídica, diz que não cabe, pois o Programa só foi lançado dia 21de junho, porém contra-argumentamos que o edital diz que a partir da homologação da inscrição o / a estudante está apto a receber o benefício. Ou seja, o mês de Maio e Junho precisam ser pagos, e comunicamos que iríamos articular a judicialização. 

Por fim, o DCE Livre Carlos Marighella se coloca à mesma disposição de dialogar, esclarecer e auxiliar sempre que necessário.



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