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:: ‘cultura’

ILHÉUS VAI REALIZAR FESTIVAL LITERÁRIO EM MAIO

Da Secom/Ilhéus

Reunião

Nessa quinta-feira (1º), a coordenação do Festival Literário de Ilhéus se reuniu para planejar o evento que vai acontecer nos dias 16, 17 e 18 de maio, na Praça Castro Alves e na sede da Biblioteca Municipal Adonias Filho.

Segundo os organizadores, a edição vai reunir dois grandes eventos do livro: o III Festival Literário de Ilhéus e a VI Feira Universitária da UESC. As iniciativas são voltadas para o livro, a leitura e as diversas formas de acessar conhecimento.

O festival vai ter o tema “Leituras democráticas: juventudes, livros e zaps!” e contará com uma programação variada, com oficinas literárias, bate-papos com escritores locais e nacionais, desconto em livros e muito mais.

Para o secretário municipal da Cultura, Pawlo Cidade, o evento “será, seguramente, um dos maiores eventos literários de Ilhéus que vai envolver várias cidades vizinhas, livreiros, autores, editoras, estudantes, professores e irá potencializar as diretrizes que fundamentam a leitura como prática social”.

Na oportunidade, a diretora da Editora da UESC (Editus), Rita Argollo, destacou que “é preciso consolidar a imagem das bibliotecas como equipamento fundamental na política cultural dos municípios, sobretudo na ampliação e potencialização do acesso ao conhecimento”.

Por sua vez, o presidente da Fundação Calmon, Zulu Araújo, ressaltou que um dos principais objetivos do festival “é destacar e despertar de maneira lúdica o interesse pelo ato de ler, compartilhar leituras, estimular a formação de uma rede de leitores e contadores de história”.

Participaram da reunião: o secretário da Cultura, Pawlo Cidade; o presidente da Academia de Letras de Ilhéus, André Rosa; a diretora da Editus, Rita Argollo; o curador do Festival Literário de Ilhéus (Flios), Fabrício Brandão; o diretor artístico do Dilazenze, Mestre Ney; o diretor de Patrimônio e Inclusão Cultural da Secult, Airton de Carvalho e o presidente da Fundação Pedro Calmon, de Salvador, Zulu Araújo.

O Festival Literário de Ilhéus é uma realização da Academia de Letras de Ilhéus, secretaria municipal da Cultura (Secult), Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc)/Editus e Fundação Pedro Calmon.

CONFIRA PROGRAMAÇÃO DESTA SEMANA DA TENDA TEATRO POPULAR DE ILHÉUS

Tenda

A programação da Tenda Teatro Popular de Ilhéus desta semana está recheada de boas atrações. Quinta-feira (25/01), às 17 horas, tem o espetáculo infantil Pandolfo Bereba no Reino da Bestolândia. Sexta-feira (26/01) tem Teodorico Majestade – As últimas horas de um prefeito, às 20h. Sábado é a vez do grupo A-rrisca Cia. de Dança se apresentar às 19 horas com o espetáculo Mariana – A história que se perdeu.

Pandolfo Bereba no Reino da Bestolândia é uma adaptação da obra literária de Evani Furnari, que conta a divertida e engraçada história de um jovem príncipe solitário membro de uma família com estranhas manias e com desejo de ter amigos e uma namorada. A atração inclui ainda desenhos do artista plástico ilheense, Rildo Foge, que foram animados em vídeo pelo Núcleo de Produção Audiovisual do Teatro Popular de Ilhéus.

Em Teodorico Majestade, uma sátira política em cordel, o público pode conferir o drama do prefeito da fictícia cidade de Ilha Bela, acuado em seu gabinete, cercado pela população revoltada com suas trapaças.

“Mariana a História que se perdeu”, tem como tema o desastre ambiental ocorrido em 2015 em uma barragem da mineradora Samarco, no município de Mariana, em Minas Gerais. A enxurrada de lama deixou um rastro de destruição que afetou 35 cidades mineiras e três no Espírito Santo, deixando vários desabrigados e matando 19 pessoas.

Marque na sua agenda e bom espetáculo!

Quinta-feira (25/01):

Teatro Infantil: Pandolfo Bereba no Reino da Bestolândia

Horário: 17 horas.

Sexta-feira (26/01):

Teatro Adulto: Teodorico Majestade – As últimas horas de um prefeito

Horário: 20h.

Sábado (27/01):

Dança: MARIANA – A História Que Se Perdeu.

Horário: 19 h.

OFICINAS DE ILUMINAÇÃO CÊNICA E ELABORAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS EM ILHÉUS

Da Secom/Ilhéus

Casa de Cultura

Com o objetivo de qualificar e capacitar novos profissionais para o setor em Ilhéus e região, a secretaria municipal de Cultura (Secult) promove a realização de oficinas de Iluminação Cênica e de Elaboração de Projetos Culturais, no próximo mês de fevereiro. A inscrição é gratuita e fica aberta até o dia 31 deste mês, na sede da secretaria, situada à Rua Jorge Amado, 21, no centro histórico da cidade, em horário comercial.

As oficinas fazem parte do programa de formação e qualificação em artes e projetos da atual gestão. NO caso de Elaboração de Projetos Culturais, que acontece nos dias 22 e 23 de fevereiro, a coordenação será do secretário municipal de Cultura, Pawlo Cidade, no período da noite. Já a oficina de Iluminação Cênica será nas mesmas datas, no período das 14 às 17 horas, sob a supervisão do diretor da Casa de Cultura Jorge Amado, Paulo Rosário.

O secretário Pawlo Cidade explica que as oficinas são ações-piloto que posteriormente serão levadas a diversos bairros de Ilhéus. Uma das propostas do projeto é oferecer aprendizagem e formar mão de obra para atender às demandas do Teatro Municipal de Ilhéus, além de gerar oportunidades de emprego e renda na área da cultura.

DANÇARINA DO ILÊ AIYÊ MINISTRA OFICINA GRATUITA DE DANÇA AFRO EM ILHÉUS

A Organização Gongombira de Cultura e Cidadania promove, de 26 a 29 de dezembro, no Terreiro Matamba Tombenci Neto, a Oficina de Dança Afro ministrada por Sueli Conceição, dançarina do Bloco Afro Ilê Aiyê, de Salvador. As inscrições são gratuitas até o dia 22 através do linkhttps://goo.gl/forms/vJ2pWAwgf4U5Xibw1 ou na sede da instituição, localizada na Avenida Brasil, 485, Alto da Conquista, em Ilhéus.

Sueli Conceição possui um extenso currículo. Em 1999, foi Deusa do Ébano do Ilê Aiyê. Já atuou como coordenadora da Escola de Canto, Dança e Percussão Band´Erê, também do bloco. Atualmente, é presidenta do Instituto Gedar (Instituto de Estudo Para Danças Afros Brasileiras), diretora cultural da Associação Pé de Moleque e doutoranda em Desenvolvimento e Meio Ambiente.

Para a oficina, Sueli propõe trabalhar as percepções da dança afro brasileira, a partir da memória corporal preexistente dos cursistas, na perspectiva do construtivismo. A interpretação, corporificação e simbologias serão trabalhadas a partir dos arquétipos que norteiam a ancestralidade afro-brasileira, sejam no ponto de vista material ou espiritual.

Ainda este mês, será realizado um seminário para discutir e refletir sobre diversas formas de fazer política dos jovens de terreiro, no dia 30, no Terreiro Matamba. Em janeiro e fevereiro, acontecerão as oficinas de percussão e canto, também gratuitas.

As atividades fazem parte do projeto “Música e Dança: o jeito jovem de fazer política”, contemplado pelo edital Novembro Negro da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) do Governo do Estado da Bahia.

TENDA APRESENTA O “SARAU DO FIM DO MUNDO” NESTE SÁBADO

A Tenda, espaço cultural localizado na Avenida Soares Lopes, em Ilhéus, traz em sua programação dois eventos para este fim de semana.

Na sexta (28), às 20h, acontece a apresentação do espetáculo “Os fuzis da senhora Carrar”, do grupo Teatro Popular de Ilhéus. Da obra de Bertolt Brecht, a história conta o drama de uma mãe que, durante a guerra civil espanhola, tenta manter a integridade dos filhos. A classificação indicativa é de 14 anos. Os ingressos podem adquiridos na bilheteria da Tenda, antes do espetáculo.

No sábado (29), 19h, é a vez do “Sarau do fim do mundo”. Com a proposta de reunir diferentes expressões artísticas, como música, poesia, teatro e dança, o evento tem participação livre e entrada gratuita, além da indicação para todas as idades.

A Tenda é administrada pelo Teatro Popular de Ilhéus, uma das instituições apoiadas pelo programa Ações Continuadas a Instituições Culturais, iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) através do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA).

PEÇA “OS FUZIS DA SENHORA CARRAR” DE VOLTA À TENDA

Vale a pena assistir.

ILHÉUS ELEGE REPRESENTANTES DA CÂMARA SETORIAL DE CULTURA 

Da Secom/Ilhéus 

Vista de Ilhéus

A comissão eleitoral do Conselho Municipal de Cultura divulgou o resultado da eleição que escolheu os representantes das Câmaras Setoriais de Cultura de Ilhéus, para o biênio 2017/2019. Foram computados 238 votos, com exceção da Câmara de Cultura Indígena que teve sua eleição em separado. Deste total foram considerados 112 votos válidos e 126 nulos. A comissão eleitoral foi formada por André Rosa Luiz Ribeiro, Gilsonei Rodrigues Santos, Anarleide Cruz Menezes e João Paulo Couto Santos. 

De acordo com o resultado do pleito, foram eleitos os representantes para as câmaras temáticas os seguintes agentes culturais: Dança – Eliana Fonseca (titular) e Djalma Fernandes (suplente); Teatro – Ruy Penalva (titular) e Robert Monteleone (suplente); Audiovisual, Tacila Mendes (titular) e Rodrigo Macedo (suplente); Artes visuais – Gildásio Rodriguez (titular) e Emerson Araújo (suplente); e Patrimônio cultural, Maria Helena Tavares (titular) e Merice Rocha (suplente). 

Foram eleitos ainda para Cultura afro – Júnior Cézar Coelho Cotia (titular) e Jamile Silva Santos (suplente), Cultura indígena – Alex Alves Souza (titular) e Flávio Alves Souza (suplente), Cultura popular – Janete Lainha Coelho (titular) e Rosenilto Moreira Ribeiro (suplente), Literatura – Tom Figueiredo (titular) e Música – Laís Marques (titular) e Agenor Filho (suplente).

ILHÉUS SEGUE SEM SECRETÁRIO DE CULTURA

Marao não tem pressa pra nomear

Com equipamentos culturais e históricos importantes pra regionalidade e a nível nacional, o município de Ilhéus segue sem um gestor responsável pela Secretaria de Cultura. 

Desde que tomou posse, o prefeito Mário Alexandre enrola para nomear secretário pra pasta, responsável por gerir equipamentos como o Teatro Municipal e a Biblioteca Pública Adonias Filho e também por apoiar a atividade artística no município.

Quando assumiu a prefeitura, Marão prometeu fazer um diagnóstico da área cultural e nomear secretário após 100 dias de governo. Passado esse tempo, não há sinais de um, nem de outro. Enquanto isso, a cultura segue à deriva.



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