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:: ‘asfalto’

USINA ASFÁLTICA FAZ FALTA A ILHÉUS

Buraco não foi tapado por falta de asfalto

Interditada há quase um mês pela Superintendência de Meio Ambiente, a usina asfáltica do município faz uma falta danada. 

A secretaria de Infraestrutura até tentou resolver rápido o problema de uma cratera aberta na ladeira da Rua do Filtro, que dá acesso ao bairro Conquista, nesta quinta-feira, dia 4. 

Aterraram o buraco com barro, mas não puderam repor o asfalto, já que não há como produzir o material com a usina embargada pelo próprio município.

Resultado: com a chuva dessa madrugada, o barro colocado no buraco fez lama e moradores próximos usaram um fogão pra sinalizar a cratera 

A usina, que poderia ter tido os supostos desvios ambientais corrigidos e continuar em operação, vem fazendo falta também na hora de acabar com a buraqueira nas ruas. 

Com as chuvas dos últimos dias, por exemplo, buracos tendem a surgir e se somam aos que já existem. Sema usina, a buraqueira, no entanto, deve continuar a tirar a paciência do ilheense por um bom tempo.

EMBARGO DA USINA ASFÁLTICA É GOL CONTRA DO GOVERNO MARÃO 

Um dos únicos recursos pra melhorar o aspecto visual da cidade e a trafegabilidade do ilheense, a usina asfáltica do município está proibida de funcionar. A determinação partiu do superintendente municipal de Meio Ambiente, Emilio Gusmão.

Segundo informou em seu próprio Blog, Gusmao embargou temporariamente a operação da usina por estar poluindo o meio ambiente, entre outras coisas, por descartar embalagens do óleo usado na fabricação do asfalto de forma irregular.

Apesar de correta, a iniciativa foi vista como um tiro no pé pra o Governo Marão. Auxiliares do prefeito entendem que o problema poderia ter sido abordado internamente. Primeiro porque, apesar de não operar a usina, a prefeitura é a dona do equipamento e tem responsabilidade sobre seu uso. Logo, se punida for a empresa que a opera, o município pode ser considerado có-responsável e sofrer sanções.

Segundo porque a operação tapa buracos, que necessita da usina, vinha sendo feita com regularidade e sempre agrada a população. A empresa poderia ser obrigada a corrigir os erros sem precisar parar de produzir e aplicar o asfalto.

Terceiro porque expõe uma falta de sintonia entre diferentes setores do governo e a pouca sensibilidade do superintendente Emilio Gusmão, que passa a ser visto como aquele jogador que faz gol contra o próprio time e ainda comemora.



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