WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia


agosto 2018
D S T Q Q S S
« jul    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  


:: ‘angela’

BLOG ACUSA ÂNGELA E MARÃO DE PERSEGUIR VEREADOR

Do Blog Chico Andrade

Thadeu perseguido?

Nos bastidores da política ilheense, um dos temas mais comentados tem sido a perseguição da qual tem sido vítima o vereador Thadeu Muniz, do PDT.

Uma fonte que integra o governo Marão e prefere não se identificar afirma ter presenciado, há alguns dias, uma reunião que envolveu membros da atual gestão e algumas personalidades do meio político. Nela, foi revelada a ordem de atrapalhar a atuação política do jovem parlamentar e advogado.

A ordem, segundo a fonte, partiu da deputada estadual Ângela Sousa, que avalia ser ameaçadora a atuação de Muniz no legislativo. No início da atual gestão, o grupo da deputada estadual do PSD, mãe do prefeito Mário Alexandre, impediu, através de uma articulação, que Thadeu Muniz se tornasse presidente do legislativo ilheense.

Na época, Muniz havia realizado inúmeras reuniões em seu escritório e contava com o apoio de treze parlamentares. Thadeu foi, como se sabe, traído. O edil voltou a ser alvo de perseguição ao tentar se eleger presidente da comissão de constituição e justiça. Na ocasião, a deputada estadual Ângela Sousa ordenou que Mário Alexandre convencesse um parlamentar a não votar em Thadeu Muniz.

A atuação de Thadeu, que vem realizando denúncias e promete ingressar na justiça objetivando anular a votação na qual a Câmara de Vereadores de Ilhéus permitiu o parcelamento de uma dívida estratosférica da Embasa com o município, vem irritando o governo Marão.

Há algumas semanas, Muniz estava viajando quando soube que seu irmão, Thiago Muniz, que também é uma liderança no município, havia sido nomeado diretor de divisão artística, lotado na secretaria municipal de cultura. A intenção, mais que prestigiar o irmão gêmeo do vereador, foi transmitir à sociedade a ideia equivocada de que Thadeu estaria pedindo cargos ao governo. O vereador vem afirmando, contudo, que sua prioridade é legislar para beneficiar o povo que o elegeu. Destemido, Thadeu Muniz pode ser a peça do xadrez político local que carboniza a trama armada contra seu mandato por prepostos do governo e derrete, por tabela, a reeleição de Ângela Sousa.

MPF EM ILHÉUS DENUNCIA ÂNGELA SOUSA POR FRAUDE EM LICITAÇÃO

Do Bahia Notícias

Ângela Sousa.

O Ministério Público Federal (MPF), em Ilhéus, no sul da Bahia, denunciou dez pessoas na Justiça, a partir de provas obtidas durante a Operação Águia de Haia. A operação foi deflagrada em 2013 para apurar desvios de recursos do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação Básica (Fundef) pelo prefeito e servidores de Ruy Barbosa.

Segundo a ação, os denunciados desviaram R$ 801 mil em um processo licitatório na cidade de Ibirapitanga. No curso da investigação, ficou constatado que o denunciado Kells Belarmino Mendes liderava uma organização criminosa composta pelos também denunciados Marconi Edson Baya, Fernanda Cristina Marcondes Camargo, Rodrigo Seabra Bartelega Souza e Maycon Gonçalves Oliveira dos Santos, que fraudou licitações e desviou recursos públicos, por meio de pagamentos exorbitantes por serviços não eram prestados.

Segundo o MPF, a organização agia em diversos municípios e negociava com as prefeituras um “pacote fechado”. O pacote viabiliza as fraudes com minutas e modelos de peças de licitação, para permitir que as empresas do grupo fossem as únicas interessadas e fossem as vencedoras dos certames.

Em Ibirapitanga, o MPF concluiu que o grupo criminoso agiu com auxílio da deputada estadual Ângelo Souza (PSD). A organização cooptou o então prefeito de Ibirapitanga, Antônio Conceição Almeida, por meio de promessa de pagamento de propina. No acerto, os membros da quadrilha Marconi Edson Baya, Fernanda Cristina Marcondes Camargo, Rodrigo Seabra Bartelega Souza e Maycon Gonçalves Oliveira dos Santos forneceram os modelos e orientaram os servidores da Prefeitura de Ibirapitanga, incluindo a então secretária de educação Jailma dos Santos Marambaia e o presidente da comissão de licitação Antônio Souza Pacheco, a fraudarem a licitação Pregão nº 042/2011.

A empresa Ktec, que venceu a licitação, recebeu entre fevereiro e agosto de 2012, cinco pagamentos que somaram R$ 1 milhão, sem ter condições de executar os serviços ofertados por não existir infraestrutura para serem implantados nas escolas municipais, como computadores e acesso à internet de qualidade mínima. O ex-prefeito recebeu R$ 300 mil. Durante uma delação premiada, Kells Mendes informou que o contrato foi intermediado pela deputada Ângela Souza, no gabinete da própria parlamentar. A cada pagamento que a prefeitura realizasse a empresa, o então prefeito receberia R$ 60 mil e Ângela receberia 5% do valor da fatura. O MPF pede que os denunciados sejam condenados por fraude a licitação, por desvio de recursos. Três denunciados ainda poderão ser condenados por lavagem de dinheiro. A deputada Ângela Souza já responde a uma ação penal perante o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) (clique aqui e saiba mais).

ACUSADA DE DESVIAR RECURSOS PÚBLICOS, ÂNGELA SOUSA ATACA O MPF

Do Bahia.Ba

Ângela Sousa.

Denunciada pelo Ministério Público Federal da Bahia (MPF-BA) por supostamente integrar uma quadrilha que desviou R$ 43,1 milhões do Fundo de Manutenção da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb), a deputada estadual Ângela Sousa (PSD) acusou os procuradores da República de prejudicarem a população.

De acordo com a Operação Águia de Haia, a parlamentar, seu colega de partido e de Assembleia, Carlos Ubaldino, o ex-prefeito de Ruy Barbosa, José Bonifácio Marques Dourado (PT), o empresário Kells Belarmino e outras nove pessoas seriam responsáveis por subtrair recursos na cidade da Chapada Diamantina e cerca de mais 20 municípios baianos.

“Ô, meu filho, eu acho que o Ministério Público tem que se preocupar bem com o povo, mas não ficar lutando contra ações dignas, ações sérias que beneficiam, sem nenhum problema, as nossas comunidades. Então, [vamos responder], está no jurídico e fica aí no jurídico. O jurídico age por nós”, afirmou, em entrevista ao bahia.ba, nesta segunda-feira (9), em Itabuna, após a assinatura do contrato de duplicação da BR- 415, ligação para Ilhéus, batizada de Rodovia Jorge Amado.

Segundo o MPF, o bando atuou por seis anos por meio de contratações desnecessárias e superfaturadas e, além de dividir o dinheiro sobressalente, realizava pagamento sistemático de propinas a políticos e servidores públicos municipais envolvidos no esquema.

SITUAÇÃO DE ÂNGELA SOUSA SE COMPLICA NA JUSTIÇA FEDERAL

Ângela

Justiça Federal determinou o desmembramento das ações. Assim, separa quem tem foro privilegiado e quem não, dando celeridade ao processo, o que complica a situação da deputada ilheense Ângela Sousa (PSD). Com a proximidade do período eleitoral, cresce a preocupação com a elegibilidade e até mesmo o risco de prisão preventiva. Confira abaixo:

Da Ascom/ MPF

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) determinou o desmembramento da denúncia contra os deputados estaduais da Bahia Ângela Maria Correa de Sousa e Carlos Ubaldino de Santana oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Operação Águia de Haia. Os deputados são acusados de integrar uma organização criminosa (Orcrim) que corrompia agentes políticos e servidores públicos e desviava recursos por meio de licitações fraudulentas no Município de Ruy Barbosa (BA), além de outros 18 municípios.

A medida atende pedido do MPF e tem como objetivo garantir a tramitação mais célere do processo e evitar a prescrição, tendo em vista o elevado número de denunciados e a complexidade da causa, conforme entendimento que vem sendo adotado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão do TRF1 destaca, ainda, que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) possui entendimento no sentido de que o fato de existir um número excessivo de réus e apenas um com foro por prerrogativa de função configura motivo relevante para o desmembramento, pois garante o prazo razoável de duração do processo e evita a prescrição.

Com o desmembramento, a denúncia contra os deputados estaduais será analisada pelo TRF1. O Juízo Federal da Subseção Judiciária de Feira de Santana (BA) será o responsável pela análise da denúncia que envolve o restante dos 12 denunciados.

A denúncia – Em maio de 2017, o Ministério Público Federal denunciou 14 acusados de integrar uma organização criminosa que desviava recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O MPF pede a reparação por danos morais coletivos no valor mínimo de R$ 10 milhões, a ser pago solidariamente por todos os denunciados, considerando os danos sofridos pela população dos municípios atingidos pela ação criminosa da Orcrim, que deixou de receber melhorias educacionais. O pedido destaca o ambiente sistêmico de desvio, apropriação e propina em 18 prefeituras do estado da Bahia decorrente da atuação da organização criminosa.

A Orcrim atuou por aproximadamente seis anos e realizou contratações desnecessárias e superfaturadas no valor global de aproximadamente R$ 43.150.000,00, causando prejuízos vultosos aos cofres públicos que estão especificados em cada uma das denúncias já apresentadas no âmbito da Operação Águia de Haia.

Número do processo para pesquisa processual: 0040451-77.2015.4.01.0000/BA

O outro lado:

A deputada tem negado sistematicamente a participação em ilícitos e diz confiar na justiça.

DENÚNCIA DO MPF: ÂNGELA SOUSA DIZ QUE CONFIA NA JUSTIÇA

Em nota enviada ao Ilhéus em Resumo, a deputada estadual Ângela Sousa (PSD), afirma que, em 20 anos de vida pública, nunca cometeu ilícitos e diz confiar na justiça. A parlamentar se refere à nova denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) sobre a suposta participação dela num esquema que fraudava licitações para desviar recursos públicos de prefeituras baianas (lembre aqui). Confira a nota na íntegra abaixo.
Na última sexta-feira (15), foi veiculada notícia em mídia informando que o Ministério Público Federal (MPF) denunciou a deputada estadual Ângela Sousa (PSD) em processo para apurar suposta prática de delito licitatório e desvio de recurso público, com a participação de terceiros.

Quanto a tais fatos, a parlamentar ressalta que em mais de vinte anos na vida publica sempre teve uma conduta ilibada, nunca participou de qualquer esquema fraudulento e também não praticou ato ilícito de desvio de recurso público, ao ponto que confia na Justiça através do devido processo legal, bem como invoca o princípio da presunção da inocência, constitucionalmente previsto a todo cidadão brasileiro.

O processo referente a possível delito licitatório, movido contra a deputada, já foi arquivado sendo reconhecida a ausência de sua participação em ação ilícita, conforme noticiado em outra oportunidade, e agora espera, mais uma vez, que novamente a Justiça seja feita, sendo comprovada a sua inocência de toda e qualquer acusação.

Assim, acredita que ninguém está acima da Lei, muito menos um parlamentar, e crê no pleno funcionamento das instituições constituídas, notadamente no Poder Judiciário, bem como aguarda, com total confiança na Justiça, a decisão final demonstrando sua inocência, assim como ocorreu em processo anterior.

MPF DENUNCIA ÂNGELA SOUSA POR PARTICIPAÇÃO EM ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

Do Bahia Notícias 

Ângela

O Ministério Público na Bahia (MPF) denunciou os deputados estaduais Carlos Ubaldino e Angela Sousa, ambos do PSD, por organização criminosa. 

A denúncia é um desdobramento da Operação Águia de Haia, deflagrada pela Polícia Federal, que investiga desvio de verbas públicas do Fundo de Manutenção da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb) em aproximadamente 20 municípios baianos. 

Além dos parlamentares, foram denunciados também o ex-prefeito da cidade de Ruy Barbosa, José Bonifácio Marques Dourado, o empresário Kells Belarmino, apontado como chefe do esquema, e outras nove pessoas. O MPF ainda pediu que eles devolvam R$ 10 milhões como reparação pelos danos sofridos pela população dos municípios atingidos pela ação da quadrilha, que deixou de receber melhorias na educação. 

Segundo o órgão, o pedido destaca o ambiente sistêmico de desvio, apropriação e propina em 18 prefeituras, decorrente da atuação da organização criminosa. Ainda de acordo com o parquet, a quadrilha atuou por aproximadamente seis anos e realizou contratações desnecessárias e superfaturadas no valor de mais de R$ 43 milhões. 

O esquema contava com a participação do prefeito de cada município que aderiu a ele, dos secretários municipais de Educação e dos servidores municipais que atuavam na área de licitação para fraudar e direcionar o certame às empresas de Kells Belarmino, em troca de benefício econômico indevido. 

Conforme o MPF, a atuação dos criminosos estava divida em dois núcleos. O empresarial era liderado por Kells Berlarmino e integrado pelo próprio Kells, por sua companheira Fernanda Cristina Marcondes, Marconi Edson Baya, Rodrigo Seabra Bartelega de Souza, Maycon Gonçalves Oliveira dos Santos e Tiago Cristiano Baya de Souza.

 O órgão ministerial aponta que eles se encarregaram de fornecer os elementos necessários à fraude dos certames licitatórios e produzir relatórios que aparentassem a execução contratual, o que não ocorreu, além de operar o esquema de desvio de recursos públicos e pagamento de “propinas”. Já o núcleo político, diz o MPF, aliciava prefeitos e servidores públicos municipais para participarem do esquema, o que permitiu o direcionamento de licitações em, pelo menos, 18 municípios. Esse núcleo era comandado por Ubaldino e era composto pelo ex-prefeito de Ruy Barbosa; o filho dele Kleber Manfrini de Araújo, pela deputada Ângela Souza; pelo ex-prefeito de São Domingos, Izaque Rios da Costa Júnior; além de André Souza Leal, Denivaldo Muniz Lopes Junior e por Benício Ribeiro. Cabe ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) definir se aceita, ou não, a denúncia. Caso ela seja acatada, os denunciados tornam-se réus. Esta é a segunda denúncia contra Ubaldino no âmbito da operação (leia aqui).

ÂNGELA, BEBETO E JAILSON CONTRA 212 TAXISTAS

Deputados se reuniram hoje.

O ex-vereador e atual presidente do Sindtáxi, Jailson Nascimento, reúne forças pra continuar sua caçada judicial e conseguir a anulação de 212 alvarás de táxi. Neste sábado, dia 3, fomos informados de que o deputado federal Bebeto e a estadual Ângela Sousa se reuniram com Jailson na sede do sindicato pra tratar do assunto.

Como noticiamos há dois dias, Jailson evocou uma lei de 2010, de sua autoria, pra pedir a suspensão de 24 licenças concedidas na última gestão do prefeito Jabes Ribeiro. No entanto, a mesma lei prevê que pelo menos 212 taxistas percam a autorização, já que, hoje, existe o dobro de táxis do que é permitido na cidade (lembre aqui).

ÂNGELA SOUSA COMPROU JORNAIS PRA EVITAR NOTÍCIAS SOBRE FRAUDES

Ângela Sousa.

Há dez dias, depois que viu seu nome atolado na operação Águia de Haia, quando o empresário Belarmino Mendes a apontou como aliciadora de prefeitos com o intuito de operar esquema de fraudes em licitação, a deputada estadual Ângela Sousa (PSD) mandou comprar edições de jornais como o A Tarde e Correio* que falavam do assunto. As acusações foram feitas pelo empresário numa delação premiada. A parlamentar nega (relembre aqui).

Bancas de jornais de Ilhéus e Itabuna ficaram sem exemplares, como relatou uma pessoa próxima ao grupo da deputada. Enfurecida, Ângela pediu a “amigos” com influência na imprensa que não abordassem o tema em rádios e sites locais.

A ação da deputada, contudo, não foi capaz de frear o tema em Ilhéus. Somente aqui no ILHÉUS EM RESUMO, notícias vinculadas ao caso tiveram cerca de 20 mil acessos nos últimos dez dias.

Na semana passada, por exemplo, informamos que Ângela Sousa havia passado de investigada na operação a ré no processo que apura sua participação numa organização criminosa (lembre aqui).

ÂNGELA SOUSA É INVESTIGADA POR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

Ângela Sousa.

A deputada estadual Ângela Sousa (PSD), de Ilhéus, continua sendo investigada por suposta participação em organização criminosa no Inquérito Policial 628/2013, que gerou processo na justiça federal número 0040451-77.2015.4.01.0000. O caso veio à tona na última semana e levanta suspeita da participação da parlamentar num esquema de corrupção chefiado pelo empresário Kells Belarmino Mendes, que envolvia fraudes à licitação e desvio de recursos públicos (lembre aqui).

A parlamentar foi delatada no bojo do inquérito policial instaurado para apurar a suposta prática de crime de fraude em licitação no município de Una, no sul baiano, na contratação da Ktech Key Technology LTDA, pertencente a Belarmino Mendes.

De acordo com a delação premiada, o acerto para a realização da licitação e contratação da Ktech foi de que o empresário “teria que entregar 30% do valor de cada fatura quitada pela prefeitura para o prefeito” e “que a deputada estadual Ângela Sousa iria receber o equivalente a 5% do valor das faturas”.

Como relatado pela própria deputada em nota enviada à imprensa, a justiça federal arquivou o processo que se referia à participação de Ângela no caso isolado da cidade de Una, porque a licitação fraudulenta não chegou a ser realizada. No entanto, pela suposta orquestração com o objetivo de fraudar, a investigação continua.

” A atuação da parlamentar no município de Una, embora não tenha ensejado o desvio dos recursos públicos em razão do cancelamento do contrato, será objeto de investigação no âmbito do Inquérito Policial 628/2013, processo 0040451-77.2015.4.01.0000, que apura o crime de Organização Criminosa, Lei 2.850/2013”, explicou o desembargador Cândido Ribeiro.

Em abril deste ano, os advogados da parlamentar pessedista entraram com um habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ) pedindo que o inquérito em que é investigada fosse suspenso, mas a ministra Maria Thereza de Assis Moura rejeitou o pleito. O processo envolve ainda dois ex-assessores da deputada.

Em sua defesa, a deputada Ângela Sousa nega envolvimento nas fraudes. “Não tenho nada de envolvimento com isso. Eu não tinha nem prefeitos. A deputada aqui trabalha muito com associações, eu não tinha prefeito na época”, disse, rebatendo a afirmação de que seria responsável por aliciar prefeitos para a quadrilha administrada por Belarmino Mendes.

Comentário do Blog

Apesar de ser delicada a situação da deputada, é claro o entendimento de que uma delação carece de provas pra ser considerada. 

ÂNGELA SOUSA ALICIAVA PREFEITOS E INTERMEDIAVA PROPINA, AFIRMA DELATOR

Do Bocão News 

A deputada estadual Ângela Sousa (PSD) foi citada na delação premiada do empresário Kells Belarmino Mendes, principal líder do esquema de corrupção que consistia em fraudar licitações e desviar dinheiro público da educação em 19 cidades baianas. Mendes foi preso em julho de 2015, quando a Polícia Federal deflagrou a operação Águia de Haia para desarticular o grupo.

O BNews teve acesso ao trecho da delação premiada que o empresário fez junto ao Ministério Público Federal (MPF) e cita a participação da deputada. O acordo de colaboração foi homologado no final do ano passado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). A parlamentar foi delatada no bojo do inquérito policial instaurado para apurar a suposta prática de crime de fraude em licitação no município de Una, no sul baiano, na contratação da Ktech Key Technology LTDA, pertencente a Belarmino Mendes.

Ao MPF, o empresário apontado como líder do esquema contou que o contrato com a prefeitura de Una foi intermediado por Ângela Sousa e que não chegou, sequer, a se reunir com o então prefeito Dejair Birschner para tratar sobre os termos do contrato e muito menos sobre os eventuais pagamentos. “Todas as tratativas foram realizadas com a deputada Ângela”, disse.

O empresário relatou que esteve posteriormente em duas oportunidades com o prefeito Dejair: uma no gabinete da deputada e outra na casa do gestor em Una. De acordo com a delação premiada, o acerto para a realização da licitação e contratação da Ktech foi de que o empresário “teria que entregar 30% do valor de cada fatura quitada pela prefeitura para o prefeito” e “que a deputada estadual Ângela Sousa iria receber o equivalente a 5% do valor das faturas pagas pela prefeitura de Una”.

A participação da deputada estadual Ângela Sousa no esquema, segundo relatado por Kells Belarmino Mendes, relaciona-se à captação e aliciamento de prefeitos, participando, assim, do resultado do desvio dos recursos públicos em razão do sobrepreço e superfaturamento dessas contratações. “Não obstante o conhecimento da referida parlamentar acerca do esquema criminoso, ou seja, que a empresa de Kells Belarmino era contratada mediante fraude do certame licitatório, os elementos de prova não demonstraram a atuação específica da deputada na etapa de fraude ao procedimento licitatório que seria deflagrado pelo prefeito aliciado e que ficava sob responsabilidade dos integrantes da ORCRIM [Organização Criminosa] em conluio com o gestor municipal, o secretário de Educação e o pregoeiro/presidente a CPL”, diz um trecho de um despacho do desembargador Cândido Ribeiro, do TRF1, ao analisar o caso da deputada na Corte superior.

A deputada Ângela Sousa era responsável, de acordo com o delator, por aliciar o prefeito e “acordar” o valor que seria desviado para o prefeito e ela própria, em razão dessas contratações das empresas vinculadas a Kells Belarmino. Apesar das afirmativas do empresário em relação à parlamentar, o magistrado entendeu que Ângela, no caso específico de Una, não chegou a receber recursos desviados, pois o contrato foi cancelado antes de ser executado pela prefeitura. “Dessa forma, não restou comprovada a autoria do crime do art. 90 da Lei de Licitações por parte da deputada Ângela Sousa, razão pela qual este parquet promove arquivamento do feito em relação à parlamentar neste ponto, sem prejuízo do disposto no artigo 18 do CPP. Ressalto, por oportuno, que a atuação da parlamentar no município de Una, embora não tenha ensejado o desvio dos recursos públicos em razão do cancelamento do contrato, será objeto de investigação no âmbito do Inquérito Policial 628/2013, processo 0040451-77.2015.4.01.0000, que apura o crime de Organização Criminosa, Lei 2.850/2013”, explicou o desembargador Cândido Ribeiro ao acolher o parecer da procuradora regional da República de Ilhéus, Raquel Branquinho Nascimento.

Em abril deste ano, os advogados da parlamentar pessedista entraram com um habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ) pedindo que o inquérito em que é investigada fosse suspenso, mas a ministra Maria Thereza de Assis Moura rejeitou o pleito.

Procurada pela reportagem, a deputada refutou com veemência qualquer ligação com o grupo investigado na Águia de Haia. “Não tenho nada de envolvimento com isso. Eu não tinha nem prefeitos. A deputada aqui trabalha muito com associações, eu não tinha prefeito na época”, disse, rebatendo a afirmação de que seria responsável por aliciar prefeitos para a quadrilha administrada por Belarmino Mendes.

A legisladora também negou que tenha se reunido com o prefeito de Una, Dejair, e com o empresário, em seu gabinete: “Mentiroso. Isso nunca”. Como um dos preceitos para se fazer delação premiada é o de contar a verdade, a deputada acredita que “com certeza, vai cair” a colaboração do acusado por achar que ele mentiu.

Ângela Sousa afirmou ainda que recebeu com tranquilidade a notificação de que havia sido citada na delação premiada. “Tranquila, com paz no coração, quem não deve, não teme. Deus está agindo”, afirmou, instantes antes de interromper abruptamente a ligação.

Comentário do Blog

Apesar de ser delicada a situação da deputada, é claro o entendimento de que uma delação carece de provas pra ser considerada. 

GARGANTA DO ALÉM AFIRMA QUE FEIJOADA SERVIDA NA CASA DE ÂNGELA FOI PAGA COM GRANA DO MUNICÍPIO

Iniciamos hoje uma série para mostrar, nas palavras do blogueiro e superintendente de meio ambiente de Ilhéus, Emilio Gusmao, quem são Angela Sousa e Mário Alexander.

O Ilhéus em Resumo não esquece.

PRESSÃO DA MÃE DE MARÃO INCOMODA O VICE JOSÉ NAZAL

A obra que gerou a tensão

Fontes de dentro da prefeitura dão conta de que o vice-prefeito José Nazal não está nada satisfeito com o titular, Marão. 

Um exemplo da insatisfação foi a pressão da Deputada e mãe do prefeito que foi com um pastor à tiracolo pressionar Nazal para não embargar a obra da igreja Assembleia de Deus, localizada na Av Canavieiras. 

O vice-prefeito e secretário de Planejamento não recebeu bem a pressão. Tem dito sempre a Marão que o cargo de secretário “está à disposição”. 

Diante da posição do vice, pessoas próximas dizem que o prefeito dá sempre um sorrisinho e passa a mão na careca de Nazal. E assim, fica tudo como dantes no Quartel de Abrantes. 

DEZ ANOS COMO DEPUTADA E UMA AMBULÂNCIA PRA ILHÉUS 

Com atuação política sustentado pela igreja, Angela não convence

A deputada estadual Angela Sousa caminha para completar seu terceiro mandato como parlamentar. Nesses dez anos na assembleia legislativa, Ângela se destacou, como registrou por várias vezes o blogueiro Emilio Gusmão, por atuar “politicamente de forma amadora”.

Também nesses dez anos como representante ilheense em Salvador, Angela Sousa pouco fez pela cidade. Na imprensa não é raro ver matérias sobre pedidos, requerimentos e reuniões da deputada.

De concreto, praticamente nada. Pra demonstrar seu peso político, na última semana, a deputada escalou seu filho, o prefeito Mário Alexandre, para receber, em Salvador, uma ambulância do governo do estado.

O veículo seria o fruto, filho único, de emenda parlamentar da deputada. Um resultado tão medíocre quanto toda a atuação da parlamentar nesses dez anos.



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia