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PSD VAI COBRAR DERROTA DE CORONEL EM ILHÉUS A ÂNGELA E MARÃO

Ângela Sousa.

Passado o segundo turno da eleição, a cúpula do PSD na Bahia, liderada pelo senador Otto Alencar, deve chamar seus filiados de peso para avaliar o cenário.

Uma das broncas a serem anotadas no caderninho de Alencar diz respeito à derrota do candidato do partido a senador, Ângelo Coronel, em Ilhéus.

Na cidade governada pelo prefeito Mário Alexandre e que tem como cacique a mãe do prefeito, Ângela Sousa, ambos filiados ao PSD, Coronel foi derrotado pelo candidato do PSC ao senado, Irmão Lázaro.

O cantor gospel saiu de Ilhéus com 31.822 votos, enquanto Coronel levou 31.596 votos. A derrota é colocada na conta de Ângela e Marão, que teriam liberado seus cabos eleitorais para rezar junto a Lázaro e deixado o Coronel a ver navios.

 

JABES SOBRE DERROTA DE ÂNGELA: “TEM DE TER AUTOCRÍTICA, HUMILDADE”

Do Tabuleiro

Jabes em entrevista.

Na manhã desta sexta-feira, 26, o secretário geral dos Progressistas da Bahia, Jabes Ribeiro, participou do programa O Tabuleiro da Ilhéus FM. Durante a entrevista, Jabes analisou o processo eleitoral da Bahia e descartou sua candidatura a prefeito de Ilhéus nas eleições de 2020.

Para Jabes, o partido sai fortalecido com o resultado das eleições e com condições de contribuir significativamente para a Bahia. “Nós organizamos o partido dentro da aliança que temos com o governador Rui Costa. Em 2014, fizemos cinco deputados estaduais. Nesta eleição, fizemos sete. Tivemos um crescimento de 40%. Preservamos a nossa bancada federal com quatro deputados e ainda temos o vice-governador da Bahia, o companheiro João Leão”.

O secretário dos progressistas não escondeu as pretensões do partido para as próximas eleições. “Daqui a dois anos temos o pleito para prefeito e o partido sai preparado para disputar as eleições municipais, se possível, em todos os municípios da Bahia”.

Mais uma vez, Jabes desmentiu os boatos e garantiu que não irá disputar as eleições municipais em 2020, em Ilhéus.   “Eu não serei mais candidato a prefeito. Esqueçam essa história. Nós temos claramente o candidato a prefeito em 2020. Ele se chama Cacá Colchões”.

Jabes lembrou que as eleições para deputado estadual legitimou Cacá como o candidato natural.  “Ele saiu das urnas fortalecido pelo povo de Ilhéus. Foi o campeão de votos. Vai ter um apoio muito forte do partido. Cacá é uma pessoa leve, correta, trabalhador e um líder nato. Ele conhece os problemas da cidade”, enfatizou.

Na oportunidade, Jabes lembrou a importância de escolher,  no próximo domingo, um Presidente afinado com o governo da Bahia. “A eleição de Haddad ajudará Rui a continuar o trabalho em benefício dos baianos e em especial da nossa cidade”, ressaltou.

Ouça aqui a entrevista.

DERROTA DE ÂNGELA DÁ INÍCIO À CAÇA ÀS BRUXAS EM ILHÉUS

Do FRN

Ângela Sousa.

Passado 72hs da eleição, a equipe de campanha da deputada estadual Ângela Sousa (PSD) ainda não digeriu a quantidade de votos obtidos em Ilhéus, através do apoio dos 12 vereadores pertencentes à base governista.

O grupo, que vinha sendo liderado pelo vereador Jerbson Moraes, o Jerbinho, como é conhecido e, também porta-voz de Marão na Câmara Municipal, assim que tomou conhecimento do resultado negativo da deputada Ângela Sousa PSD), exigiu do prefeito a exoneração de todos os contratados indicados pelos parlamentares, que segundo Jerbinho, traíram e interromperam o projeto político da Deputada.

Se a ação pretendida por Jerbson Moraes for atendida pelo executivo, os vereadores preparam dura ofensiva, e uma das medidas é engrossar o bloco da oposição, que atualmente é composto pelo solitário Thadeu Muniz (PDT).

BLOG ACUSA ÂNGELA E MARÃO DE PERSEGUIR VEREADOR

Do Blog Chico Andrade

Thadeu perseguido?

Nos bastidores da política ilheense, um dos temas mais comentados tem sido a perseguição da qual tem sido vítima o vereador Thadeu Muniz, do PDT.

Uma fonte que integra o governo Marão e prefere não se identificar afirma ter presenciado, há alguns dias, uma reunião que envolveu membros da atual gestão e algumas personalidades do meio político. Nela, foi revelada a ordem de atrapalhar a atuação política do jovem parlamentar e advogado.

A ordem, segundo a fonte, partiu da deputada estadual Ângela Sousa, que avalia ser ameaçadora a atuação de Muniz no legislativo. No início da atual gestão, o grupo da deputada estadual do PSD, mãe do prefeito Mário Alexandre, impediu, através de uma articulação, que Thadeu Muniz se tornasse presidente do legislativo ilheense.

Na época, Muniz havia realizado inúmeras reuniões em seu escritório e contava com o apoio de treze parlamentares. Thadeu foi, como se sabe, traído. O edil voltou a ser alvo de perseguição ao tentar se eleger presidente da comissão de constituição e justiça. Na ocasião, a deputada estadual Ângela Sousa ordenou que Mário Alexandre convencesse um parlamentar a não votar em Thadeu Muniz.

A atuação de Thadeu, que vem realizando denúncias e promete ingressar na justiça objetivando anular a votação na qual a Câmara de Vereadores de Ilhéus permitiu o parcelamento de uma dívida estratosférica da Embasa com o município, vem irritando o governo Marão.

Há algumas semanas, Muniz estava viajando quando soube que seu irmão, Thiago Muniz, que também é uma liderança no município, havia sido nomeado diretor de divisão artística, lotado na secretaria municipal de cultura. A intenção, mais que prestigiar o irmão gêmeo do vereador, foi transmitir à sociedade a ideia equivocada de que Thadeu estaria pedindo cargos ao governo. O vereador vem afirmando, contudo, que sua prioridade é legislar para beneficiar o povo que o elegeu. Destemido, Thadeu Muniz pode ser a peça do xadrez político local que carboniza a trama armada contra seu mandato por prepostos do governo e derrete, por tabela, a reeleição de Ângela Sousa.

MPF EM ILHÉUS DENUNCIA ÂNGELA SOUSA POR FRAUDE EM LICITAÇÃO

Do Bahia Notícias

Ângela Sousa.

O Ministério Público Federal (MPF), em Ilhéus, no sul da Bahia, denunciou dez pessoas na Justiça, a partir de provas obtidas durante a Operação Águia de Haia. A operação foi deflagrada em 2013 para apurar desvios de recursos do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação Básica (Fundef) pelo prefeito e servidores de Ruy Barbosa.

Segundo a ação, os denunciados desviaram R$ 801 mil em um processo licitatório na cidade de Ibirapitanga. No curso da investigação, ficou constatado que o denunciado Kells Belarmino Mendes liderava uma organização criminosa composta pelos também denunciados Marconi Edson Baya, Fernanda Cristina Marcondes Camargo, Rodrigo Seabra Bartelega Souza e Maycon Gonçalves Oliveira dos Santos, que fraudou licitações e desviou recursos públicos, por meio de pagamentos exorbitantes por serviços não eram prestados.

Segundo o MPF, a organização agia em diversos municípios e negociava com as prefeituras um “pacote fechado”. O pacote viabiliza as fraudes com minutas e modelos de peças de licitação, para permitir que as empresas do grupo fossem as únicas interessadas e fossem as vencedoras dos certames.

Em Ibirapitanga, o MPF concluiu que o grupo criminoso agiu com auxílio da deputada estadual Ângelo Souza (PSD). A organização cooptou o então prefeito de Ibirapitanga, Antônio Conceição Almeida, por meio de promessa de pagamento de propina. No acerto, os membros da quadrilha Marconi Edson Baya, Fernanda Cristina Marcondes Camargo, Rodrigo Seabra Bartelega Souza e Maycon Gonçalves Oliveira dos Santos forneceram os modelos e orientaram os servidores da Prefeitura de Ibirapitanga, incluindo a então secretária de educação Jailma dos Santos Marambaia e o presidente da comissão de licitação Antônio Souza Pacheco, a fraudarem a licitação Pregão nº 042/2011.

A empresa Ktec, que venceu a licitação, recebeu entre fevereiro e agosto de 2012, cinco pagamentos que somaram R$ 1 milhão, sem ter condições de executar os serviços ofertados por não existir infraestrutura para serem implantados nas escolas municipais, como computadores e acesso à internet de qualidade mínima. O ex-prefeito recebeu R$ 300 mil. Durante uma delação premiada, Kells Mendes informou que o contrato foi intermediado pela deputada Ângela Souza, no gabinete da própria parlamentar. A cada pagamento que a prefeitura realizasse a empresa, o então prefeito receberia R$ 60 mil e Ângela receberia 5% do valor da fatura. O MPF pede que os denunciados sejam condenados por fraude a licitação, por desvio de recursos. Três denunciados ainda poderão ser condenados por lavagem de dinheiro. A deputada Ângela Souza já responde a uma ação penal perante o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) (clique aqui e saiba mais).

ACUSADA DE DESVIAR RECURSOS PÚBLICOS, ÂNGELA SOUSA ATACA O MPF

Do Bahia.Ba

Ângela Sousa.

Denunciada pelo Ministério Público Federal da Bahia (MPF-BA) por supostamente integrar uma quadrilha que desviou R$ 43,1 milhões do Fundo de Manutenção da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb), a deputada estadual Ângela Sousa (PSD) acusou os procuradores da República de prejudicarem a população.

De acordo com a Operação Águia de Haia, a parlamentar, seu colega de partido e de Assembleia, Carlos Ubaldino, o ex-prefeito de Ruy Barbosa, José Bonifácio Marques Dourado (PT), o empresário Kells Belarmino e outras nove pessoas seriam responsáveis por subtrair recursos na cidade da Chapada Diamantina e cerca de mais 20 municípios baianos.

“Ô, meu filho, eu acho que o Ministério Público tem que se preocupar bem com o povo, mas não ficar lutando contra ações dignas, ações sérias que beneficiam, sem nenhum problema, as nossas comunidades. Então, [vamos responder], está no jurídico e fica aí no jurídico. O jurídico age por nós”, afirmou, em entrevista ao bahia.ba, nesta segunda-feira (9), em Itabuna, após a assinatura do contrato de duplicação da BR- 415, ligação para Ilhéus, batizada de Rodovia Jorge Amado.

Segundo o MPF, o bando atuou por seis anos por meio de contratações desnecessárias e superfaturadas e, além de dividir o dinheiro sobressalente, realizava pagamento sistemático de propinas a políticos e servidores públicos municipais envolvidos no esquema.

SITUAÇÃO DE ÂNGELA SOUSA SE COMPLICA NA JUSTIÇA FEDERAL

Ângela

Justiça Federal determinou o desmembramento das ações. Assim, separa quem tem foro privilegiado e quem não, dando celeridade ao processo, o que complica a situação da deputada ilheense Ângela Sousa (PSD). Com a proximidade do período eleitoral, cresce a preocupação com a elegibilidade e até mesmo o risco de prisão preventiva. Confira abaixo:

Da Ascom/ MPF

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) determinou o desmembramento da denúncia contra os deputados estaduais da Bahia Ângela Maria Correa de Sousa e Carlos Ubaldino de Santana oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Operação Águia de Haia. Os deputados são acusados de integrar uma organização criminosa (Orcrim) que corrompia agentes políticos e servidores públicos e desviava recursos por meio de licitações fraudulentas no Município de Ruy Barbosa (BA), além de outros 18 municípios.

A medida atende pedido do MPF e tem como objetivo garantir a tramitação mais célere do processo e evitar a prescrição, tendo em vista o elevado número de denunciados e a complexidade da causa, conforme entendimento que vem sendo adotado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão do TRF1 destaca, ainda, que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) possui entendimento no sentido de que o fato de existir um número excessivo de réus e apenas um com foro por prerrogativa de função configura motivo relevante para o desmembramento, pois garante o prazo razoável de duração do processo e evita a prescrição.

Com o desmembramento, a denúncia contra os deputados estaduais será analisada pelo TRF1. O Juízo Federal da Subseção Judiciária de Feira de Santana (BA) será o responsável pela análise da denúncia que envolve o restante dos 12 denunciados.

A denúncia – Em maio de 2017, o Ministério Público Federal denunciou 14 acusados de integrar uma organização criminosa que desviava recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O MPF pede a reparação por danos morais coletivos no valor mínimo de R$ 10 milhões, a ser pago solidariamente por todos os denunciados, considerando os danos sofridos pela população dos municípios atingidos pela ação criminosa da Orcrim, que deixou de receber melhorias educacionais. O pedido destaca o ambiente sistêmico de desvio, apropriação e propina em 18 prefeituras do estado da Bahia decorrente da atuação da organização criminosa.

A Orcrim atuou por aproximadamente seis anos e realizou contratações desnecessárias e superfaturadas no valor global de aproximadamente R$ 43.150.000,00, causando prejuízos vultosos aos cofres públicos que estão especificados em cada uma das denúncias já apresentadas no âmbito da Operação Águia de Haia.

Número do processo para pesquisa processual: 0040451-77.2015.4.01.0000/BA

O outro lado:

A deputada tem negado sistematicamente a participação em ilícitos e diz confiar na justiça.

DENÚNCIA DO MPF: ÂNGELA SOUSA DIZ QUE CONFIA NA JUSTIÇA

Em nota enviada ao Ilhéus em Resumo, a deputada estadual Ângela Sousa (PSD), afirma que, em 20 anos de vida pública, nunca cometeu ilícitos e diz confiar na justiça. A parlamentar se refere à nova denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) sobre a suposta participação dela num esquema que fraudava licitações para desviar recursos públicos de prefeituras baianas (lembre aqui). Confira a nota na íntegra abaixo.
Na última sexta-feira (15), foi veiculada notícia em mídia informando que o Ministério Público Federal (MPF) denunciou a deputada estadual Ângela Sousa (PSD) em processo para apurar suposta prática de delito licitatório e desvio de recurso público, com a participação de terceiros.

Quanto a tais fatos, a parlamentar ressalta que em mais de vinte anos na vida publica sempre teve uma conduta ilibada, nunca participou de qualquer esquema fraudulento e também não praticou ato ilícito de desvio de recurso público, ao ponto que confia na Justiça através do devido processo legal, bem como invoca o princípio da presunção da inocência, constitucionalmente previsto a todo cidadão brasileiro.

O processo referente a possível delito licitatório, movido contra a deputada, já foi arquivado sendo reconhecida a ausência de sua participação em ação ilícita, conforme noticiado em outra oportunidade, e agora espera, mais uma vez, que novamente a Justiça seja feita, sendo comprovada a sua inocência de toda e qualquer acusação.

Assim, acredita que ninguém está acima da Lei, muito menos um parlamentar, e crê no pleno funcionamento das instituições constituídas, notadamente no Poder Judiciário, bem como aguarda, com total confiança na Justiça, a decisão final demonstrando sua inocência, assim como ocorreu em processo anterior.

MPF DENUNCIA ÂNGELA SOUSA POR PARTICIPAÇÃO EM ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

Do Bahia Notícias 

Ângela

O Ministério Público na Bahia (MPF) denunciou os deputados estaduais Carlos Ubaldino e Angela Sousa, ambos do PSD, por organização criminosa. 

A denúncia é um desdobramento da Operação Águia de Haia, deflagrada pela Polícia Federal, que investiga desvio de verbas públicas do Fundo de Manutenção da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb) em aproximadamente 20 municípios baianos. 

Além dos parlamentares, foram denunciados também o ex-prefeito da cidade de Ruy Barbosa, José Bonifácio Marques Dourado, o empresário Kells Belarmino, apontado como chefe do esquema, e outras nove pessoas. O MPF ainda pediu que eles devolvam R$ 10 milhões como reparação pelos danos sofridos pela população dos municípios atingidos pela ação da quadrilha, que deixou de receber melhorias na educação. 

Segundo o órgão, o pedido destaca o ambiente sistêmico de desvio, apropriação e propina em 18 prefeituras, decorrente da atuação da organização criminosa. Ainda de acordo com o parquet, a quadrilha atuou por aproximadamente seis anos e realizou contratações desnecessárias e superfaturadas no valor de mais de R$ 43 milhões. 

O esquema contava com a participação do prefeito de cada município que aderiu a ele, dos secretários municipais de Educação e dos servidores municipais que atuavam na área de licitação para fraudar e direcionar o certame às empresas de Kells Belarmino, em troca de benefício econômico indevido. 

Conforme o MPF, a atuação dos criminosos estava divida em dois núcleos. O empresarial era liderado por Kells Berlarmino e integrado pelo próprio Kells, por sua companheira Fernanda Cristina Marcondes, Marconi Edson Baya, Rodrigo Seabra Bartelega de Souza, Maycon Gonçalves Oliveira dos Santos e Tiago Cristiano Baya de Souza.

 O órgão ministerial aponta que eles se encarregaram de fornecer os elementos necessários à fraude dos certames licitatórios e produzir relatórios que aparentassem a execução contratual, o que não ocorreu, além de operar o esquema de desvio de recursos públicos e pagamento de “propinas”. Já o núcleo político, diz o MPF, aliciava prefeitos e servidores públicos municipais para participarem do esquema, o que permitiu o direcionamento de licitações em, pelo menos, 18 municípios. Esse núcleo era comandado por Ubaldino e era composto pelo ex-prefeito de Ruy Barbosa; o filho dele Kleber Manfrini de Araújo, pela deputada Ângela Souza; pelo ex-prefeito de São Domingos, Izaque Rios da Costa Júnior; além de André Souza Leal, Denivaldo Muniz Lopes Junior e por Benício Ribeiro. Cabe ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) definir se aceita, ou não, a denúncia. Caso ela seja acatada, os denunciados tornam-se réus. Esta é a segunda denúncia contra Ubaldino no âmbito da operação (leia aqui).

ÂNGELA, BEBETO E JAILSON CONTRA 212 TAXISTAS

Deputados se reuniram hoje.

O ex-vereador e atual presidente do Sindtáxi, Jailson Nascimento, reúne forças pra continuar sua caçada judicial e conseguir a anulação de 212 alvarás de táxi. Neste sábado, dia 3, fomos informados de que o deputado federal Bebeto e a estadual Ângela Sousa se reuniram com Jailson na sede do sindicato pra tratar do assunto.

Como noticiamos há dois dias, Jailson evocou uma lei de 2010, de sua autoria, pra pedir a suspensão de 24 licenças concedidas na última gestão do prefeito Jabes Ribeiro. No entanto, a mesma lei prevê que pelo menos 212 taxistas percam a autorização, já que, hoje, existe o dobro de táxis do que é permitido na cidade (lembre aqui).



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