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:: ‘angela sousa’

DENUNCIADA POR DESVIOS E DERROTADA, ÂNGELA SOUSA PERDE O FORO PRIVILEGIADO

Do FRN

Ângela Sousa.

Com o projeto político interrompido, por meio de derrota nas urnas, na eleição de 07 de outubro, a deputada estadual Ângela Sousa (PSD) perderá no mês de janeiro de 2019, o gozo do foro privilegiado. A garantia do Foro Privilegiado abrange apenas os políticos que ocupam cargo eletivo. Sem mandato a partir de fevereiro de 2019 e enfraquecida politicamente, Ângela terá pela frente a temida denúncia do Ministério Público Federal, que a colocou no rol dos políticos envolvidos em corrupção.

A deputada é alvo da Operação Águia de Haia da Polícia Federal, que investiga desvio de verbas públicas do Fundo de Manutenção da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb) em aproximadamente 20 municípios baianos.

Segundo a denúncia do MPF, a quadrilha atuou por aproximadamente seis anos e realizou contratações superfaturadas no valor de R$ 43.150.000,00, causando prejuízos vultosos aos cofres públicos que estão especificados em cada uma das denúncias já apresentadas no âmbito das investigações.

A denúncia do MPF com provas robustas da participação da ainda deputada, foi oferecida ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

INVESTIGAÇÃO: JUSTIÇA BLOQUEIA BENS DE ÂNGELA SOUSA

Do Bahia Notícias

Ângela

A Justiça Federal ordenou o bloqueio de R$ 12,3 milhões dos deputados estaduais Carlos Ubaldino e Angela Sousa, ambos do PSD, e outras 10 pessoas, todas rés no âmbito da Operação Àguia de Haia, que investiga desvio de recursos federais para a Educação em municípios baianos.

A indisponibilidade dos bens, decretada nos meses de janeiro e abril deste ano, foi feita no âmbito das apurações de irregularidades nas verbas para a área na cidade de Buerarema, interior do estado. A Corte atendeu pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF) em Ilhéus/Itabuna, que investiga junto com a Polícia Federal o esquema criminoso com atuação em prefeituras baianas.

Segundo as ações de improbidade e penal, ajuizadas em dezembro e março últimos pelo procurador da República Tiago Modesto Rabelo, o então prefeito de Buerarema firmou contrato de R$ 2,2 milhões com a empresa Ktech Key Technology Gestão e Com de Software Ltda para a prestação dos serviços referidos, com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). No entanto, as investigações comprovaram que a licitação foi fraudada, por meio da simulação da licitação.

O integrante da organização criminosa e representante da empresa vencedora, Marconi Edson Baya, já havia preparado as minutas do edital, publicação, termo de referência, projeto base e demais peças necessárias para a montagem do processo licitatório. Em seguida, os documentos foram enviados por Kells Belarmino Mendes, que confessou os crimes e detalhou a participação dos membros da organização criminosa, ao ex-prefeito do município, Mardes Lima Monteiro, incluindo os atestados de visita técnica e o certificado de adequação ao edital, assinados posteriormente pelo Secretário de Educação à época, Astor Vieira Júnior.

Ainda segundo o MPF, participaram da licitação fraudulenta as empresas Max.Com Soluções Tecnológicas Ltda, representada por Fernanda Cristina Marcondes Camargo (companheira de Kells Belarmino), e a Ktech Key Technology Gestão e Comércio Software Ltda, que atuavam em conjunto. A Ktech Key Technology venceu a licitação, tendo o pregoeiro Rogere Souza Magalhães avalizado os documentos forjados e declarado vencedora aquela empresa. Logo depois, o ex-prefeito Mardes homologou o resultado e fechou o contrato. Para viabilizar a contratação indevida da Ktech a partir da licitação fraudada, Mardes Lima Monteiro recebeu propina de Kells Belarmino. Ainda de acordo com as ações, os deputados estaduais Carlos Ubaldino de Santana e Ângela Maria Correa de Sousa e o ex-prefeito de Ruy Barbosa (BA) José Bonifácio Marques Dourado, também integrantes da organização criminosa, utilizavam seus mandatos para divulgar a atuação das empresas da organização e aliciar prefeitos para aderirem ao esquema, recebendo, em contrapartida, valores indevidos diretamente ou por meio de interpostas pessoas.

O MPF afirma que, além de direcionar a contratação, da fraude na disputa, do aliciamento de prefeitos e agentes públicos mediante pagamento de propina, do alto custo da contratação e do sobrepreço, foi provado que o serviço não era executado e o produto não foi entregue, apesar dos valores pagos pelo município à empresa. Na ação de improbidade, o MPF pediu, além do ressarcimento ao erário dos valores desviados, a condenação dos réus Astor Vieira Júnior, Rogere Sousa Magalhães, Frederico Vesper Silva Rodrigues e Lucas Lopes da Silva em todas as sanções da Lei de Improbidade, por prejuízo aos cofres públicos.

Além disso, foi pedida também a condenação de Marconi Edson Baya, Mardes Lima Monteiro de Almeida, Rodrigo Seabra Bartelega de Sousa, Kleber Manfrini de Araújo Dourado, Angela Maria Correa de Sousa e José Bonifácio Marques Dourado em todas as sanções da mesma lei, por enriquecimento ilícito e dano ao erário.

Já na ação penal, o MPF requer a condenação de todos os réus por fraude a licitação e desvio de verbas públicas, menos Astor Vieira Júnior e Rogere Sousa Magalhães, que respondem apenas pelo crime licitatório. Além disso, o órgão requer, também, a condenação de Mardes Lima Monteiro de Almeida, Kleber Manfrini de Araújo Dourado e seu pai, o ex-prefeito José Bonifácio Marques Dourado, por corrupção passiva, assim como a condenação de Kells Belarmino Mendes por corrupção ativa, A deputada estadual Ângela Maria Correa de Sousa e seus então assessores, Lucas Lopes da Silva e Frederico Vesper Silva Rodrigues, além do deputado Carlos Ubaldino, réus na ação de improbidade, não foram denunciados pelo Ministério Público Federal de Ilhéus em virtude do foro privilegiado a que fazem jus. Assim, devem responder às acusações na Procuradoria Regional da República e o Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

ÂNGELA SOUSA É A 2ª DEPUTADA QUE MAIS FILA TRABALHO

Do Aratu Online

Ângela Sousa.

Em 2017, cada deputado estadual faltou pelo menos um dia de sessão ordinária, onde a presença é obrigatória na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). Apesar da grave crise política e econômica que abate o país há pelo menos dois anos, os parlamentares acumularam 677 ausências em 118 sessões, entre fevereiro e dezembro.

Apenas um dia do ano o plenário acomodou todos os 63 parlamentares: na 72ª sessão, que ocorreu em 30 de agosto. O Aratu Online, fez o levantamento da atuação dos deputados com base nas informações disponíveis no site da Alba.

Aos 72 anos, o campeão de ausências, Paulo Câmera (PDT), faltou a 50 sessões, 16 delas justificadas, já que o pedetista tem enfrentado sérios problemas de saúde, o que tem comprometido sua participação nas atividades.

Logo após Câmera, está Ângela Sousa (PSD), acumulando 30 faltas durante o ano. A correligionária tem apenas três ausências a mais que Adolfo Menezes (PTB), que aparece em terceiro lugar entre os mais faltosos, com total de 27.

Os parlamentares que estão em lados opostos na grade da Casa aparecem completando o ‘top five’ de faltosos. Fátima Nunes (PT) soma 25 faltas e Leur Lomanto Júnior (PMDB) não esteve presente em 19 sessões.

Uma das primeiras medidas tomada logo no início do ano pelo então novo presidente da Alba, Ângelo Coronel (PSB), foi de aprovar o corte de 4% do salário dos parlamentares que faltarem a sessões em comissões e no plenário da Casa. A medida pode chegar ao valor de R$ 1 mil por cada falta não justificada, já que o salário dos deputados já chega a R$ 21 mil. Apenas em caso de doença e mediante atestado médico o parlamentar pode ser liberado da multa.

A soma de faltas durante o ano ainda pode mudar, já que os parlamentares podem apresentar explicações retroativamente e retomar os valores eventualmente descontados de seus salários, escapando, inclusive, da ameaça de perda de mandato. Isso porque, pela Constituição, o político pode ser cassado se deixar de comparecer, sem justificativa, a mais de um terço das sessões reservadas a votação.

Na próxima quarta-feira (20/12), a Casa do legislativo baiano vai apresentar o balanço do que aconteceu durante o primeiro mandado do novo presidente, que assumiu a cadeira após dez anos de mandato de Marcelo Nilo (PSL).

ÂNGELA E AS AMBULÂNCIAS

Ângela e as ambulâncias.

Dona de três mandatos como deputada estadual, candidata mais votada em 2014 para a assembleia legislativa em Ilhéus e moradora da cidade, Angela Sousa não poupa esforços em decepcionar a comunidade que a elege de quatro em quatro anos.

Como acontece todo ano, a deputada tenta fazer barulho com a destinação de uma ambulância para a cidade. Resultado de uma “emenda impositiva”, o veículo estará à disposição da comunidade depois que o governador Rui Costa a entregar ao prefeito Mário Alexandre, filho de Ângela.

Com três mandatos no currículo, não há registro de grandes feitos da deputada para Ilhéus. Seu mandato, até então sustentado pelos votos do fiéis da igreja Assembleia de Deus, deixa a desejar.

O SILÊNCIO DE ÂNGELA SOUSA

Do Ipolitica

Angela Sousa

O que mais tem chamado atenção nas rodas políticas em Ilhéus e Itabuna, as duas maiores bases eleitorais da Deputada Estadual Ângela Sousa (PSD) , é o seu silêncio e de sua assessoria.

As notícias de participação da parlamentar na intermediação de contratos ilícitos, denunciada pelo Ministério Público Federal, na operação Águia de Haia se multiplicam em blogs, rádios e TVs em todo o estado.

No entanto, a assessoria de Ângela permanece calada, sem emitir uma nota sequer de esclarecimento sobre a acusação. Vamos aguardar por quanto tempo mais permanecerão em silêncio.

ÂNGELA SOUSA COMPROU JORNAIS PRA EVITAR NOTÍCIAS SOBRE FRAUDES

Ângela Sousa.

Há dez dias, depois que viu seu nome atolado na operação Águia de Haia, quando o empresário Belarmino Mendes a apontou como aliciadora de prefeitos com o intuito de operar esquema de fraudes em licitação, a deputada estadual Ângela Sousa (PSD) mandou comprar edições de jornais como o A Tarde e Correio* que falavam do assunto. As acusações foram feitas pelo empresário numa delação premiada. A parlamentar nega (relembre aqui).

Bancas de jornais de Ilhéus e Itabuna ficaram sem exemplares, como relatou uma pessoa próxima ao grupo da deputada. Enfurecida, Ângela pediu a “amigos” com influência na imprensa que não abordassem o tema em rádios e sites locais.

A ação da deputada, contudo, não foi capaz de frear o tema em Ilhéus. Somente aqui no ILHÉUS EM RESUMO, notícias vinculadas ao caso tiveram cerca de 20 mil acessos nos últimos dez dias.

Na semana passada, por exemplo, informamos que Ângela Sousa havia passado de investigada na operação a ré no processo que apura sua participação numa organização criminosa (lembre aqui).

ÂNGELA SOUSA É INVESTIGADA POR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

Ângela Sousa.

A deputada estadual Ângela Sousa (PSD), de Ilhéus, continua sendo investigada por suposta participação em organização criminosa no Inquérito Policial 628/2013, que gerou processo na justiça federal número 0040451-77.2015.4.01.0000. O caso veio à tona na última semana e levanta suspeita da participação da parlamentar num esquema de corrupção chefiado pelo empresário Kells Belarmino Mendes, que envolvia fraudes à licitação e desvio de recursos públicos (lembre aqui).

A parlamentar foi delatada no bojo do inquérito policial instaurado para apurar a suposta prática de crime de fraude em licitação no município de Una, no sul baiano, na contratação da Ktech Key Technology LTDA, pertencente a Belarmino Mendes.

De acordo com a delação premiada, o acerto para a realização da licitação e contratação da Ktech foi de que o empresário “teria que entregar 30% do valor de cada fatura quitada pela prefeitura para o prefeito” e “que a deputada estadual Ângela Sousa iria receber o equivalente a 5% do valor das faturas”.

Como relatado pela própria deputada em nota enviada à imprensa, a justiça federal arquivou o processo que se referia à participação de Ângela no caso isolado da cidade de Una, porque a licitação fraudulenta não chegou a ser realizada. No entanto, pela suposta orquestração com o objetivo de fraudar, a investigação continua.

” A atuação da parlamentar no município de Una, embora não tenha ensejado o desvio dos recursos públicos em razão do cancelamento do contrato, será objeto de investigação no âmbito do Inquérito Policial 628/2013, processo 0040451-77.2015.4.01.0000, que apura o crime de Organização Criminosa, Lei 2.850/2013”, explicou o desembargador Cândido Ribeiro.

Em abril deste ano, os advogados da parlamentar pessedista entraram com um habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ) pedindo que o inquérito em que é investigada fosse suspenso, mas a ministra Maria Thereza de Assis Moura rejeitou o pleito. O processo envolve ainda dois ex-assessores da deputada.

Em sua defesa, a deputada Ângela Sousa nega envolvimento nas fraudes. “Não tenho nada de envolvimento com isso. Eu não tinha nem prefeitos. A deputada aqui trabalha muito com associações, eu não tinha prefeito na época”, disse, rebatendo a afirmação de que seria responsável por aliciar prefeitos para a quadrilha administrada por Belarmino Mendes.

Comentário do Blog

Apesar de ser delicada a situação da deputada, é claro o entendimento de que uma delação carece de provas pra ser considerada. 

SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO DE ILHÉUS COMPARTILHA ESCRITÓRIO COM ADVOGADO CONTRATADO POR $ 369 MIL

Bento e Harrison.

Se tem alguém feliz de verdade com o governo do prefeito Mário Alexandre – que usa o slogan Tempo de Alegria, é o advogado Harrison Leite. Ele teve seu escritório contratado por nada menos que 369 mil reais para prestar serviços relativos às dívidas com precatórios, lembre aqui. Como não custa lembrar, o município possui, em seu quadro, contando concursados e comissionados, algo em torno de 18 advogados.

Além da contratação e do valor dela, cerca de 30 mil reais por mês (um ministro do Supremo Tribunal Federal, nossa suprema corte, ganha 33 mil reais bruto), chama atenção o grau de proximidade de Harrison Leite com o grupo da deputada Ângela Sousa. Foi Ângela quem o indicou para ser procurador geral do município de Itabuna, na gestão do ex-prefeito Vane, encerrada em 2016.

E senta lá que não para por ai. O atual secretário de Administração de Ilhéus, Bento Lima, responsável por dar o aval à contratação, também é advogado. E, por um acaso do destino ou não, seu escritório funciona no mesmo endereço onde a banca de Harrison Leite atende, em Itabuna. É coincidência demais. Confira abaixo:

Escritórios têm o mesmo endereço.

Antes de ter nomeado o advogado Fabiano Resende para a procuradoria geral de seu governo, o prefeito Mário Alexandre, por pressão de sua mãe, a deputada Ângela Sousa, cogitou a nomeação de Harrison. No entanto, decidiu não ceder às orações.

 

GESTÃO DO TRÂNSITO EM ILHÉUS VIVE SOB POLÊMICAS E CRÍTICAS

Nal, à esquerda, foi a vítima da vez. No centro, o superintendente Buralho. À direita, o chefe de operações, Clóvis Júnior.

Sob o comando do agente Rogério Buralho, a Superintendência de Trânsito de Ilhéus (Sutran) vive uma desorganização e falta de hierarquia que chama a atenção, por se tratar de órgão vital pra cidade.

Nos últimos dois dias, vazamentos de conversas em um grupo privado dos agentes expuseram a falta de seriedade com que a gestão do trânsito é tratada e como pensam e agem seus responsáveis. Na segunda, dia 6, o ILHÉUS EM RESUMO trouxe à tona conversa do chefe de operações de trânsito da Sutran, Clóvis Junior, na qual diz que o coordenador da 13ª Ciretran (órgão estadual de trânsito), Coronel Valcir Serpa, deveria pintar a bunda de vermelho e subir num poste pra chamar mais atenção (lembre aqui).

Mesmo com o vazamento, as conversas em baixo nível seguiram no grupo. Ontem, o blog de Chico Andrade revelou que o superintendente Rogério Buralho, que tem o apelido de Abelha, desdenhou e agrediu Ednaldo Araújo, popularmente conhecido como Nal. Coincidentemente, Nal é servidor da 13ª Ciretran, órgão que deveria ser parceiro da Sutran. Confira imagem abaixo.

A conversa desrespeitosa.

Além disso, Nal e o advogado Mozart Aragão (ex-coordenador da Ciretran), ambos fiéis escudeiros do grupo da deputada Ângela Sousa, eram cotados, no início da gestão do prefeito Mário Alexandre, para assumir a Sutran. No entanto, o corporativismo dos agentes e o apadrinhamento de Buralho por parte do vereador Jerbson Moraes acabaram por encerrar as pretensões dos dois.

Críticas

A aposta de Jerbson parece não ter sido certeira, já que o desgaste de seu apadrinhado respinga em seu mandato, de apenas dois meses. A Sutran é constantemente criticada por não planejar suas ações ou fazer corpo mole. Durante o carnaval antecipado, em fevereiro, o fechamento de ruas e a sinalização de trânsito causaram confusão nas vias centrais.

Da mesma forma, há uma escalada do transporte clandestino. Veículos circulam livremente por toda a cidade oferecendo serviço que deveria ser duramente combatido.

Carro

No primeiro mês do governo Marão, outro fato chamou atenção. Um servidor, que também possui cargo de chefia na Superintendência de Trânsito, usou um carro oficial para ir a uma festa na cidade de Ibicaraí, em plena quinta-feira. Na volta, capotou o veículo, que ficou irreparável.

O fato só veio à tona dias depois, quando o assunto vazou pra imprensa e a gestão municipal teve de se pronunciar. Até o momento, não se sabe das sanções que o responsável pelo acidente sofreu.

 



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