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VALOR DA CESTA BÁSICA CAI EM ILHÉUS 

Do Pimenta 

O custo da cesta básica caiu nos dois maiores municípios sul-baianos, segundo pesquisa mensal feita pelo Curso de Economia da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).
A redução foi de 0,74% em Ilhéus, passando de R$ 341,74 em janeiro para R$ 339,22 em fevereiro. Queda maior ocorreu em Itabuna, onde a pesquisa mensal apurou redução de 1,28%, saindo de R$317,64 em janeiro para R$313,57 em fevereiro.
O produto que mais colaborou para a baixa em Ilhéus, assim como em Itabuna, foi o feijão. Ficou 10,79% mais barato. Queda também no valor da farinha (6,36%), carne (4,61%), açúcar (3,74%), leite (1,49%) e arroz (0,34%). “Ousado”, o tomate jogou no time contrário. Ficou 7,10% mais caro.

QUARTA EDIÇÃO DA SEMANA MÃE ILZA MUKALÊ CELEBRA O MÊS DA MULHER 

Programação

Em sua quarta edição, a Semana Mãe Ilza Mukalê será realizada de 8 a 11 de março, para celebrar o Mês da Mulher, com uma série de atividades no Terreiro Matamba Tombenci Neto, como homenagens às mulheres, rodas de conversa e diversas apresentações culturais.
As atividades da IV Semana Mãe Ilza, tem início com a entrega do Troféu Mãe Ilza Mukalê 2017, na quarta-feira (08), às 19 horas, quando serão homenageadas treze mulheres, de Ilhéus, Itabuna e outras cidades da Bahia. A cerimônia também terá diversas intervenções artísticas.
Na quinta-feira (09), a partir das 19 horas, será realizada uma aula aberta de Percussão, com Marinho Rodrigues, e Dança Afro, com Neide Rodrigues. Na sexta-feira (10), acontece o Encontro da Oralidade: Roda de Conversa com Mãe Ilza Mukalê e Convidados, para discutir sobre a resistência da mulher negra na sociedade brasileira.

No sábado (11), para encerrar a IV Semana Mãe Ilza Mukalê, o Otambí de Verão será especial, com as participações de Ronara Criola, de Itacaré, e Paulinho Xoxô & Banda. O evento em comemoração aos 83 anos de Mãe Ilza é aberto ao público, com início às 20 horas, no Espaço Cultural Dilazenze.
Mãe Ilza, como carinhosamente é chamada, assumiu a liderança do Terreiro Matamba Tombenci Neto em 1975 e representa a quarta geração da família Rodrigues na liderança do terreiro e explica a importância da Semana Mãe Ilza Mukalê. “O evento, que já acontece há quatro anos, é especial para mim, pois exalta a força e a resistências das mulheres com a entrega do troféu e também é quando comemoro mais um ano de vida”, destaca Mãe Ilza.
A iniciativa é da Organização Gongombira de Cultura e Cidadania e tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.

PREFEITURA FAZ AUDITORIA EM LISTAS DE BENEFICIÁRIOS DO MINHA CASA MINHA VIDA

MCMV do Vilela

A Prefeitura de Ilhéus, através da secretaria de Desenvolvimento Social (SDS), está realizando auditoria nos dossiês dos possíveis beneficiários do “Programa Minha, Minha Vida”, dos conjuntos Residencial Rio Cachoeira, situado no Banco da Vitória, e Habitacional Vilela, localizado no bairro Teotônio Vilela. A medida visa apurar as diversas denúncias de irregularidades recebidas pelo setor de Habitação da SDS.
No início da gestão, o prefeito Mário Alexandre ordenou que os dossiês já enviados para a Caixa Econômica Federal passassem por uma auditoria de toda documentação. De acordo com o coordenador do setor de Habitação da secretaria, Welder Santos, a equipe está trabalhando de forma célere e analisando todos os dossiês com base nos critérios de avaliação do Ministério das Cidades. “Quem tem o perfil e se enquadra nos critérios continuará na lista”, afirmou.

MARÃO SE RECUSA A NEGOCIAR COM SINDICATO DOS PROFESSORES

Lua de mel entre Enilda e Marão acabou

Solicitada pela APPI/APLB, a audiência com o governo de Ilhéus para a rodada de negociações da campanha salarial dos trabalhadores em Educação da rede municipal não avançou na discussão da pauta por causa da ausência da maioria dos representantes da prefeitura. O encontro, na sexta-feira (03), teve apenas a presença do secretário de Fazenda, Elifaz Anunciação, apesar da necessidade de participação dos demais integrantes do governo chamados a debater: os secretários de Planejamento (José Nazal), Administração (Bento Lima Neto), Educação (Eliane Oliveira) e o Procurador Geral do município (Fabiano Resende).

O primeiro debate tratou de itens iniciais da pauta financeira e previdenciária, mas ainda sem aprofundamentos que necessitam da presença dos demais convidados. “Esta foi a segunda reunião agendada em que representantes do próprio governo não compareceram. Situação que nos passa a ideia de descaso para com os trabalhadores da educação”, afirma o presidente da APPI, professor Osman Nogueira. Um novo encontro foi marcado para a próxima sexta-feira (10), às 15h, na sede administrativa da prefeitura, no bairro da Conquista. “O que a cidade precisa é que, de fato, o governo leve a sério a nossa campanha salarial”, conclui a professora Enilda Mendonça, Secretária Intermunicipal da APPI.

MATO TOMA CONTA DE LADEIRA DE ACESSO A CONQUISTA

Mato na calçada

Em alguns dias, se nada for feito, o mato tomará conta da calçada que margeia a ladeira de acesso ao bairro Conquista, nas proximidades do viaduto Catalão.

Sem manutenção há algum tempo, já tem mato nascendo nas fissuras do concreto, o que força o pedestre a andar no meio da pista.

ILHÉUS FECHOU MAIS DE MIL POSTOS DE TRABALHO EM UM ANO

Do Pimenta 

Segundo maior PIB (Produto Interno Bruto) do sul da Bahia, Ilhéus obteve resultado negativo na geração de empregos com carteira assinada em janeiro, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Fechou 103 postos de trabalho no mês passado. O número é pior se levado em conta o período de 12 meses, quando a economia perdeu 1.044 postos de trabalho.
O corte acima de mil empregos formais é resultado de 7.029 admissões e 8.073 demissões no período. O setor de serviços responde por quase 40% do corte de postos no ano passado (limou 395 empregos no período).
Já quando levado em conta o primeiro mês deste ano, o setor de serviços fechou no azul, mas timidamente – apesar da alta estação. Porém, construção civil, comércio e indústria desafinaram.
De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, o setor de serviços abriu 21 vagas e a agropecuária criou outros 4. Na contramão, a construção civil fechou 73 postos de trabalho, seguido de comércio (-30) e indústria de transformação (-23).

CHEFE DE OPERAÇÕES DE TRÂNSITO DE ILHÉUS DESDENHA DO DIRETOR DA CIRETRAN, CORONEL VALCIR SERPA

Clovis desdenha em grupo

Um comentário feito pelo chefe de operações da Superintendência de Trânsito de Ilhéus, Clovis Júnior, num grupo de whatsapp tem causado desconforto entre a Sutran, vinculada ao município, e o diretor da Ciretran, Coronel Serpa, vinculado ao governo do estado.

No grupo privado, Clovis desdenha de uma matéria publicada no Blog Tabuleiro e repercutida pelo Ilhéus 24h, na qual Serpa afirma que vai intensificar a fiscalização contra o transporte clandestino.

No grupo do aplicativo de conversas, Clovis dá a entender a colegas que atuam no órgão municipal de trânsito que Serpa quer chamar atenção com a afirmação. Ele diz: “tem um poste grandão no SAVÓIA (bairro de Ilhéus), tá na hora dele subir lá com o popo pintado de vermelho”.

Desde o ano passado, prefeitura e Estado, por meio da Ciretran, realizam batidas pra coibir o transporte clandestino. A parceria tem sido constante, apesar de não conseguir diminuir o número de veículos fazendo esse tipo de serviço.

QUADRILHA É PRESA COM ARMA NA PRAIA DO CRISTO

Do FRN

Quadrilha presa no Cristo

Ontem, 05, por volta das 17hs, um arrastão na praia do Cristo, centro de Ilhéus, resultou na prisão 12 pessoas armadas com pistola. A ação foi desencadeada pela guarnição bravo da viatura 6801, do 1°pelotão do Centro. Segundo a PM, a quadrilha é da área do bairro Teotônio Vilela, e estava de posse de uma réplica de pistola 9mm, provocando terror nos banhistas e grupos rivais. A arma estava em poder de Marcos Vitor, morador do Teotônio Vilela. 
Ainda segundo a polícia, os elementos tentaram amedrontar alguns rivais da Avenida Princesa Isabel, que fugiram acreditando que iram ser alvejados. O grupo rival do Vilela ao perceber a chegada da polícia correu pela beira da praia, porém foram alcançados pela guarnição no comando do Cabo PM Reginaldo, da viatura 6801. Todos os envolvidos foram apresentados na delegacia, para medidas cabíveis.

ILHÉUS REGISTRA CASO SUSPEITO DE FEBRE AMARELO

Do Tabuleiro

Subiu para 16 o número de casos suspeitos de febre amarela na Bahia em 2017, segundo boletim divulgado nesta quinta-feira (2) pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Os casos foram registrados, até o dia 1º de março, em oito municípios: Feira de Santana (1 caso), Itiúba (1) Coribe (4), Teixeira de Freitas (3), Itamaraju (2), Mucuri (1), Nova Viçosa (1) e Ilhéus (1).
Outros dois casos suspeitos, segundo a Sesab, são de dois moradores do estado de Alagoas que podem ter contraído a doença durante passagem pela da Chapada Diamantina. Segundo o órgão, os moradores visitaram várias cidades da região e não é possível dizer em qual delas teriam supostamente contraído a doença. Os casos ainda não foram confirmados e estão sob investigação.

Do número total de casos suspeitos, sete foram descartados laboratorialmente (4 em Coribe, 1 em Mucuri e 2 de Teixeira de Freitas). O restante permanece em investigação.
Em janeiro, a Sesab recomendou vacinação contra febre amarela em 45 cidades baianas, após o surto febre amarela em Minas Gerais, estado que faz divisa com a o estado. 

A Sesab destaca que a recomendação não é uma campanha de imunização, por isso não foram infomadas data de início ou limite para que as pessoas possam se vacinar. De acordo com o órgão, as doses já estão disponíveis nos municípios e a vacinação faz parte do calendário da secretaria.

EDITORIAL: O PROBLEMA DAS LOTAÇÕES NUNCA SERÁ RESOLVIDO EM ILHÉUS

À esquerda, Marão com motoristas de lotação. À direita, com taxistas. Fotos da Secom Ilhéus.

O prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre (PSD), se virou pra abrir espaço em sua agenda, por duas vezes na última semana, para receber dois setores do transporte coletivo considerados antagônicos, os taxistas, que operam concessões públicas, e motoristas do transporte clandestino, responsáveis pelas lotações.

As reuniões aconteceram na quinta e sexta da última semana, dias 2 e 3, no centro administrativo, no bairro Conquista. O encontro com os motoristas de lotação se deu primeiro o que, claro, gerou pressão dos taxistas. Marão teve de ceder e recebê-los.

Os encontros tiveram pautas distintas: a legalização das lotações, e um esforço maior do poder público para combater justamente essa prática. Os pleitos, distintos, afetam em cheio os dois lados, sem contar uma terceira interessada, a associação das empresas de transporte coletivo, talvez as mais culpadas e também afetadas pela multiplicação das lotações.

Há de se reconhecer que as lotações cumprem o papel de tapar o buraco deixado tanto por taxistas, quanto pelas empresas de transporte coletivo. É fácil encontrar motorista de táxi que dispensa corridas curtas, por exemplo, ou aqueles que não usam o taxímetro. No sistema coletivo, os problemas vão desde horários não cumpridos a ônibus sujos e funcionários desmotivados, que acabam por penalizar ainda mais o passageiro.

Nesse vácuo, surgem as lotações. Antes, eram carros antigos, com pouca segurança. Hoje, usam, inclusive, marcação de horários pelo whatsapp e identificação dos veículos. A prática, ilegal, acaba por encontrar lastro na ineficiência do que é legal, mas pouco fiscalizado.

Nessa seara, o prefeito Mário Alexandre, que recebeu os representantes de taxistas e de motoristas de lotação, se comprometeu a criar comissão para estudar os casos. Estudar, nesse contexto, quer dizer enrolar. A ideia é empurrar o problema à espera de auto-organizarão das partes, ou do tensionamento, que pode levar a conseqüências duras.

Os interesses de taxistas, motoristas de lotação e empresas de transporte coletivo não podem ser conciliados. A pressão de empresas como São Miguel e Viametro, que faturam milhões por ano, e de mais de 400 taxistas que possuem representação na câmara de vereadores, nunca permitirão a regulamentação do serviço complementar.

Mas Mário Alexandre se recusa a dizer não à pauta das lotações, talvez já antecipando evitar desgastes para as próximas eleições.



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