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REPORTAGEM MOSTRA PROBLEMAS DA SAÚDE EM ILHÉUS

São três psiquiatras para atender 3 mil pacientes. Faltam fraldas geriátricas e pessoal em todos os setores da saúde em Ilhéus.

Clique aqui e veja a reportagem.

PARADA LGBT DE ILHÉUS REFORÇA COMBATE À HOMOFOBIA

Parada Gay de Ilhéus

Um ato de combate ao preconceito e a homofobia. Por direitos e pela vida. A Parada LGBT realizada neste domingo deu um colorido especial à avenida Soares Lopes. A organização foi de Léo Novaes e Diala Magalhães. Além de chamar atenção da sociedade para as suas garantias como cidadão e cidadã, manifestantes aproveitaram o evento para protestar contra a violência que resultou na morte de Tyrone Thomaz de Aquino, ativista do movimento, assassinado em Ilhéus. O evento animou a avenida com apresentação de bandas no trio elétrico e a presença de militantes ícones do movimento, como Aysha Pink, a DJ Kelly Cooper e Fera Sunshine.

Segundo Diala Magalhães, ativista e membro da organização, a expectativa era de receber 15 mil pessoas na avenida Soares Lopes. Porém esse ano houve uma queda no número de público, mas não atrapalhou a alegria e a essência do desfile, que é levar informação e diversão para as pessoas. “Alegria pura, na avenida hoje, isso é contagiante, mesmo com toda dificuldade conseguimos realizar a parada, isso que importa, sensação de dever cumprido”, completou.

Léo Novais explica que as pessoas têm a impressão de que a parada gay é só festa. “É um movimento em busca de direitos iguais, nem mais nem menos, apenas os direitos de qualquer cidadão previstos na Constituição“. Durante o cortejo algumas frases de combate ao preconceito e a homofobia eram disparadas pelos ativistas, reforçando o conceito que traz a parada, que é a luta pelos direitos e pela vida.

Para o prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, que esteve prestigiando o evento, movimento como este dá voz as pessoas que precisam serem ouvidas. “Aqui você tem diversão mas, sobretudo, tem informação a respeito dos direitos que cada um tem. É uma oportunidade desta comunidade representar muitas pessoas que sofrem com o preconceito. O que deve prevalecer sempre é o amor e o respeito” concluiu Mário.

FIM DE SEMANA DE LIMPEZA NO CENTRO DE ILHÉUS

Da Secom\Ilhéus

Limpeza no centro da cidade.

O calçadão Marquês de Paranaguá, a praça J.J. Seabra e o largo da Catedral de São Sebastião passaram por manutenção neste final de semana. No primeiro momento foi utilizado o “Bob Cat”, equipamento de varrição que executa mecanicamente – e durante alguns minutos apenas – o mesmo serviço que 40 garis levariam horas para fazer manualmente.

A segunda parte da operação contou com a capina manual em locais onde o equipamento não executa a operação de forma mais detalhada. A terceira e última etapa contou com a lavagem geral das três artérias, com um equipamento de hidro jato contendo detergente e essência de eucalipto.

Também neste final de semana, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos realizou a limpeza do canal pluvial da avenida Soares Lopes e do bairro Cidade Nova. As tubulações comumente entupidas por areia e folhas de amendoeira foram recuperadas. O secretário Jorge Cunha explica que quando a maré enche, areia e plantas fecham o canal que precisa passar por manutenção periódica para evitar alagamento nas artérias existentes na proximidade.

PREFEITURA CONVOCA BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA PARA REUNIÃO

Do Tabuleiro

Reunião

A prefeitura de Ilhéus, através da secretaria de Desenvolvimento Social convida os beneficiários do bolsa família para participar de uma reunião ampliada, nesta terça- feira, 26, às 9 horas, na sede da secretaria, localizada na Rua Vereador Mário Alfredo, S/N, Conquista.

A reunião terá a participação de representantes da Caixa Econômica Federal que orientarão as famílias sobre como evitar que seus benefícios sejam cancelados.  A coordenadora Géssica Miranda destaca que “é importante a presença dos beneficiários e que é um momento também para que estes possam dirimir dúvidas a respeito do benefício”, ressalta.

ILHÉUS: TAXISTAS CONVOCAM PROTESTO CONTRA O UBER

Do Blog do Gusmão 

O Sindicato dos Taxistas de Ilhéus convocou a categoria para um ato contra a Uber, após a notícia de que a empresa norte-americana iniciou o cadastramento de motoristas na cidade.

A manifestação está marcada para as 14h desta segunda-feira (25), na avenida Litorânea Norte, no bairro Malhado. A informação é do presidente do SindTáxi, Jailson Nascimento, que participou nessa manhã do programa O Tabuleiro (Ilhéus FM).

SINE OFERECE 19 VAGAS DE EMPREGO PARA ILHÉUS

Confira a relação de vagas oferecidas pelo SINEBAHIA disponíveis para terça-feira dia 26 de setembro  de 2017. 

CARPINTEIRO

Ensino Fundamental Completo

Experiência de 06 meses comprovada em carteira

07 VAGAS

ARMADOR DE FERRAGENS

Ensino Fundamental Completo

Experiência de 06 meses comprovada em carteira

05 VAGAS

VENDEDOR

Ensino Superior Cursando em Administração

Experiência de 06 meses comprovada em carteira

01 VAGA

CONSULTOR DE ORGANIZAÇÃO
Ensino Superior Completo em Administração, Pedagogia, Marketing, Logística, Economia, Contabilidade e áreas afins.

Desejável experiência com vendas
05 VAGAS

COZINHEIRO

Ensino Fundamental Completo
Experiência mínima de 06 meses na carteira

01 VAGA

Interessados devem se dirigir a unidade do SineBahia no SAC sala 14, situada à Rua Eustáquio Bastos, 308 Centro Ilhéus e/ou acessar ao site maisemprego.mte.gov.br. Imprescindível portar CTPS, RG, CPF

ILHÉUS: CARRO DO CONSELHO TUTELAR SEM BATERIA

Do Ilhéus Informe

Carro parado.

O trabalho do Conselho Tutelar de Ilhéus, principal órgão do sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente, está prejudicado porque o veiculo do conselho se encontra sem bateria. O Conselheiro Jorge Conceição usou as redes sociais pra pedir a doação de uma bateria.

O Conselheiro ainda chama a atenção dizendo que o outro veiculo do Conselho está prestes a parar pelo mesmo motivo, falta de bateria.

COM QUEDA NA POPULAÇÃO, ILHÉUS DEVE PERDER 185 ALVARÁS DE TÁXI

Do FRN

Taxis

Segundo informações da Superintendência de Transporte e Trânsito, Ilhéus possui atualmente 383 veículos cadastrados para o serviço de transporte de aluguel – táxi, de acordo com o sistema de alvarás do setor de transportes públicos.

O Decreto 063/2010 diz que o município de Ilhéus tem que ter 01 táxi para 950 habitantes, por outro lado, no ultimo censo do IBGE foram estimados 176, 341 mil habitantes, elevando a quantidade de táxis para um patamar superior ao dobro do número do que deveria existir.

Levando em consideração os 176, 341 mil habitantes divididos por 950, chegaremos a um total de 185 táxis, com isso, Ilhéus pode perder 198 alvarás.

A polêmica chegou as barbas da justiça e foi judicializado pelo Sindicato dos Condutores de Veículos Rodoviários de Ilhéus (Sinditaxi) e será julgado pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Ilhéus, Dr. Alex Venicius Campos Miranda.

Caso o nobre juiz interprete que o Decreto 063/2010 tenha validade, 198 táxis vão deixar de circular em Ilhéus, podendo culminar em uma das piores crises econômicas do setor.

ESTUDANTE DA UESC DIZ QUE FOI ESPANCADA POR POLICIAIS MILITARES DE ILHEUS

Bianca


Na sexta-feira, 22, a estudante do curso de LEA da UESC, Bianca Meira Santos, usou as redes sociais para denunciar  policiais militares de Ilhéus que, segundo informou a estudante, a espancaram e a tiraram de casa usando a força. De acordo com Bianca, um dos policiais é genro da dona da casa que ela pagava aluguel para morar e a espancou enquanto saía do banheiro ainda de toalha.  O policial também é marido de sua colega de Curso. 

“Cada vez que eu tiver que passar por WILZA nos corredores do LEA da uesc me sentirei ainda mais agredida, porque olhar pra ela me faz lembrar do marido dela me espancando a troco de nada.”

Confira o relato: 

QUEM ME CONHECE SABE QUE EU NUNCA FAÇO TEXTÃO, MAAAAAAAAS, esse daqui foi muito necessário e eu peço a paciência de todos para lerem até o final! 

Ilhéus, BA, 10/09/2017.
 No dia 08/08/2017 eu, Bianca Meira Santos, Estudante do curso de LEA-NI da UESC, vim de mudança da cidade de Itabuna para Ilhéus, para dividir o aluguel de uma casa com uma mulher chamada Tássita Cyriaco Bittencourt, estudante da Faculdade de Ilhéus. O valor do aluguel da casa era R$400,00 (conforme estava no anúncio que ela pusera na internet) caso eu alugasse sozinha a casa que tem dois quartos, e era a minha intenção porém a Tássita me propôs ao invés de alugar a casa sozinha, que eu dividisse com ela a casa (que pertence a mãe dela) porque ela havia acabado de começar o curso de odontologia na faculdade de ilhéus e precisaria também morar em ilhéus agora, então eu concordei, paguei 200,00 reais à mãe dela referente minha parte do aluguel e vim de mudança pra cá com todos os meus móveis, eletrodomésticos, animais de estimação (tenho dois gatos) e objetos pessoais. No dia 28/08/2017 Tássita me chamou para conversar e disse que a mãe dela, Silvia Cyriaco Bittencourt, que é a proprietária da casa em que estávamos morando, e até então morava na cidade de Itamaraju, havia recebido uma proposta de trabalho aqui em Ilhéus e que por isso estava vindo embora pra cá e que precisaria do quarto que eu estava ocupando para a mesma. A minha resposta a ela foi de que eu havia acabado de me mudar pra Ilhéus, que tinha tido muitos gastos com a mudança e que por isso não teria condições de simplesmente me mudar novamente assim sem mais nem menos. Não havia nem completado um mês que eu estava morando na casa quando ela veio me dizer isso. Ela não gostou da minha recusa em sair imediatamente da casa e começou a dizer que eu teria que ir embora porque eu ficava recebendo homens estranhos (3 colegas da faculdade que passaram por lá) na casa e fazendo festas (eu não fiz nenhuma festa se quer naquela casa) e que ela estava se sentindo ameaçada dentro de casa. Mais uma vez eu recusei-me a sair porque disse a ela que isso era contra a lei e que eu tinha direitos, e que as pessoas que iam na minha casa eram colegas da faculdade e que ninguém nunca tinha nem falado nada com ela pra ela agir daquela forma, e que eu nunca tinha feito nenhuma festa dentro de casa e que eu não ficaria mais ouvindo aqueles absurdo e fui pro meu quarto. Minha primeira atitude foi entrar em contato com meu advogado João Lins e pedir orientação sobre como eu deveria me portar na situação e quais eram meus direitos, já que ela estava ameaçando me colocar pra fora porque nosso acordo não tinha sido físico e sim verbal e que por isso eu não teria direito a nada porque não tinha como provar que aluguei. Logo após isso entrei no facebook e mandei mensagens pra o perfil da mãe dela contando sobre a discussão e dizendo as coisas que João havia me instruído sobre meus direitos na situação e pedindo que ela intercedesse junto a filha dela por minha causa, porém eu nunca fui respondida (tenho todos os prints dessa conversa arquivados para servir de prova). No dia 2/09/2017 eu viajei com o ônibus da faculdade (sou estudante da UESC) e mais 20 colegas para João Pessoa na Paraíba para um congresso de estudantes e só retornei no dia 08/09/2017 no final da tarde. Ainda lá na paraíba tentei contato com Tássita pra saber o que ela e a mãe dela tinham decidido a respeito da minha situação. Se elas preferiam me pagar a multa pela quebra do contrato ou se elas me dariam os 30 dias de aviso prévio pra eu me preparar pra mudança e mais uma vez fui totalmente ignorada. Ao retornar mandei mensagem pra ela novamente dizendo que havia chegado em ilhéus e que precisava entrar em casa e eu tinha sido informada por um colega (que eu tinha deixado na incumbência de alimentar meus gatos enquanto eu estivesse fora) que elas haviam trocado o cadeado da casa e que por isso eu não poderia entrar sem elas em casa. Quando finalmente consegui chegar em casa eu estava acompanhado de um colega da faculdade (que não vou citar o nome pois ele não precisa ser exposto), que mora em Itabuna e que havia me pedido abrigo em Ilhéus naquele dia pois ficara tarde pra ele voltar pra Itabuna e eu disse que tudo bem. Cheguei em casa por volta das 22 horas e ao chegar fui recebida pela Tássita, pela mãe dela, Silvia e por uma vizinha que eu não sei o nome pois não a conhecia direito, juntas na sala esperando pra me confrontar. Pedi ao meu colega que fosse pro meu quarto e fui pra sala conversar com elas. A conversa foi de mal a pior, a dona Silvia me disse que eu teria até segunda pra sair da casa dela, eu disse que já tinha sido informada dos meus direitos e que só sairiam quando elas decidissem me pagar ou me dar os 30 dias de aviso prévio e caso contrário eu não sairia porque nesse país existem leis. Ela começou a gritar comigo e disse que elas não se importavam se eu tinha advogado porque elas também tinham quem as defendesse e que se eu não saísse por bem sairia por mal. Aí eu disse que elas estavam tentando me dar um golpe mas que eu não era fácil de ser enrolada assim não, saí da sala e fui pro meu quarto tranquei a porta e fui tomar banho. Antes que eu pudesse terminar o banho ouvi um estrondo enorme na porta do meu quarto e meu colega foi abrir a porta pra ver do que se tratava pois ele pensou que fosse novamente a dona Silvia querendo falar comigo, porém quando ele abriu tinha 5 policiais fortemente armados na porta do meu quarto. Daí pra frente foi uma sucessão de agressões e abusos por parte da polícia. Quando eles entraram no meu quarto eu ainda estava no banheiro do quarto, completamente nua. Meu colega calmamente pediu que os policiais saíssem do quarto para que eu pudesse me vestir com o mínimo de dignidade, porém ele foi arrancado do quarto debaixo de porrada. Eu me enrolei numa toalha e fui perguntar o que estava acontecendo ao sub tenente Agnaldo Nascimento dos Santos, que era quem estava comandando a operação porém ao invés de me responder ele me agarrou pelo pescoço e me deu tapas muito pesados no rosto, me chamou de vagabunda entre outras ofensas. Eu pedi que se retirassem do meu quarto para que eu pudesse ao menos estar vestida antes de apanhar mais, e ele disse que eu teria um minuto pra me vestir e começou a gritar perguntando onde eu escondia minhas drogas. Respondi que eu não tinha droga nenhuma, e que eles poderiam revistar meu quarto procurando que não achariam nada. E de fato eles não encontraram nada de drogas no meu quarto nem nas minhas coisas. Encontraram uma pequena quantidade de maconha na mochila do meu colega porém ele assumiu a droga ser dele e que eu não tinha nada a ver com aquilo. Depois de conseguir me vestir eles me algemaram, mesmo eu não tendo resistido em momento algum, e me jogaram no camburão do carro da PM após mais algumas agressões. Voltaram para dentro da casa, vasculharam todas as minhas coisas tentando procurar drogas, e como não encontraram nada eles mandaram a Tássita e a Silvia pegarem todas as minhas coisas e colocarem na garagem dizendo que eu já ia sair dali de mudança naquele mesmo dia. Depois disso o policiais saíram dizendo para os vizinhos que começavam a se aglomerar nas portas de suas casas, que eu era uma bandidinha traficante da UESC que eu estava fazendo festas regadas a sexo e drogas dentro da casa e que estava tentando colocar a dona da casa pra fora da própria casa. Eu ouvi tudo isso enquanto estava algemada e presa dentro do camburão. Depois disso eles algemaram também o meu colega, o puseram também no camburão e nos levaram para a delegacia. Antes de sairmos de lá eu vi Wilza, que é uma colega do mesmo curso que eu na UESC, parada na porta da casa assistindo a tudo. Achei que ela estava lá porque ela é irmã da Tássita e que tinha ido porque ela tinha chamado, porém depois eu descobri que além de ser irmã da menina, o marido de Wilza é policial militar eu só não sabia se era algum dos policiais envolvidos naquilo tudo pois eu não sabia o nome do marido dela. Chegando na porta da delegacia eles nos obrigaram a ficar parados no fundo do carro da PM e posar pra fotos nos celulares deles e disseram que no dia seguinte já estaria em todos os blogs da região, além de que eles iam mandar pra todos os amigos policiais deles pra a gente nunca mais ter paz na cidade. Me recusei a olhar pra câmera e mais uma vez fui hostilizada pelos policiais, e após eles conseguirem a foto eles nos levaram pra dentro da delegacia. Meia hora depois Tássita, Silvia, Wilza, e a vizinha da qual eu não me recordo o nome, chegaram na delegacia e começaram a inventar várias histórias a meu respeito. Disseram que tinham me abrigado na casa delas porque eu estava precisando e um lugar para morar e que eu agora estava tentando colocar a dona pra fora de casa. Disseram que os 200 reais que paguei a mãe dela eram referentes as contas de luz e gás, o que era mais uma mentira porque foi na verdade o valor da minha parte do aluguel. Depois que elas foram ouvidas elas foram embora e eu fiquei esperando até as 2 horas da manhã pra ser ouvida pelo delegado antes de ser liberada. Fiquei proibida de voltar à casa, a não ser pra buscar os meus móveis e meus gatos. O delegado me garantiu que instruiria elas a não mexerem nas minhas coisas até eu poder ir buscar e a cuidar dos meus gatinhos para que não morressem de fome até eu poder busca-los. Saímos da delegacia já eram quase 3 da manhã, e fui pedir abrigo na casa de um amigo. 

Eu consegui o nome completo de três dos cinco policiais envolvidos na situação e por isso eu descobri que o policial que mais me agrediu e me humilhou é o Sub. Tenente Agnaldo Nascimento dos Santos que é justamente O MARIDO DE WILZA, QUE É IRMÃ DE TÁSSITA. E que um dos outros oficiais estuda na mesma faculdade que Tássita também, o que me explicou como tudo pode ter acontecido tão rápido, porque ficou claro que eles já estavam de sobreaviso esperando apenas o chamado delas pra irem me agredir. Os outros dois nomes que consegui foram o do Sgt. Antonio Humberto Pires e o do SD.PM Leonardo Antonio Raposo Ramos. Dos outros dois policiais não consegui gravar os nomes e eles estavam sem identificação, porém sei que eles são da viatura 68, e que essa viatura não é a viatura que faz a ronda daquela parte da cidade (Rua F, loteamento tropical nº 46 Ilhéus II) e isso foi o próprio delegado quem falou. O sub tenente Agnaldo já na delegacia continuou a me ameaçar dizendo QUE PODERIA FACILMENTE PLANTAR DROGAS NAS MINHAS COISAS, mas que dessa vez ele não ia fazer isso mas que eu ficasse esperta porque ele ia me dar uma cadeia de qualquer jeito. Respondi que não tinha medo dele e ele disse que eu deveria ter, ou se não levaria mais porrada na cara, e que ele me conhecia da uesc e que era pra eu ter cuidado por onde eu ia andar dali pra frente. Como isso aconteceu durante o fim de semana eu não pude tomar providências imediatas pois os órgãos públicos só funcionam durante os dias uteis e dessa forma esperei até, segunda-feira 11/09/2017, para começar os processos pertinentes parar reparação de todos esses absurdos que aconteceram comigo. Nunca fui tão humilhada em toda a minha vida. Fui pega totalmente vulnerável dentro do meu quarto, completamente despida e apanhei muito sem nem ter oferecido nenhum tipo de reação contra os policiais. Não havia nenhuma policial feminina na operação o que só me deixou ainda mais humilhada pois tinham 5 homens armados me espancando dentro da casa a qual eu havia pagado pra estar e eu tinha acabado de chegar de uma viagem de 8 dias fora. Agora estou sem ter onde morar, passando uns dias de favor na casa de uma tia e estou machucada e com dores no pescoço e rosto, mas a pior das dores é a emocional. Uma sensação de impotência total e uma revolta tão absurda quem nem tenho como descrever. Cada vez que eu tiver que passar por WILZA nos corredores do LEA da uesc me sentirei ainda mais agredida, porque olhar pra ela me faz lembrar do marido dela me espancando a troco de nada. Estou tomando todas as providências legais contra os envolvidos nesse abuso, mas ainda assim nada vai apagar o horror que foi aquela situação pra mim. Depois de muito relutar resolvi vir a público com essa história porque por mais constrangedor que tenha sido pra mim eu acredito que outras pessoas precisam ser alertadas quanto a mais esse abuso descarado de poder envolvendo policiais militares e porque preciso muito do apoio de todos para ter forçar pra lutar contra esse tipo de atrocidade pra que sirva de exemplo e evite que outras pessoas passem pelo mesmo horror que eu.

LIXO NO FUNDO DA CONCHA ACÚSTICA DE ILHÉUS GERA RECLAMAÇÕES

Do Blog do Gusmão

Concha e lixo ao fundo

Um morador da avenida Soares Lopes procurou este blog para manifestar o seu descontentamento com a situação dos arredores da Concha Acústica. Conforme a sua definição, o terreno atrás do antigo espaço de shows virou um “grande lixão repleto de urubus”.

Ele mora num prédio com vista para a Concha. No fim de julho, diz a sua mensagem, “a prefeitura absurdamente retirou a vegetação secundária que crescia no local”, e isso “favoreceu a entrada de pessoas que começaram a depositar lixo na área”. “É constante o movimento de carros que chegam ali para colocar entulho e lixo, sem a menor cerimônia”.

Na tarde dessa quarta-feira (20), ainda de acordo com o depoimento do morador, uma “caçamba gigante”, com placa vermelha, foi usada para jogar entulho no local. Devido às características do veículo, ele suspeita que o motorista estaria a serviço da prefeitura.

No fim da mensagem enviada ontem ao blog, o cidadão fez um desabafo. “Me causa uma revolta gigante ver esse cenário. Sou consciente de que Ilhéus tem problemas muito maiores e mais graves do que isso. Mas esse é um que me atinge diretamente. Pago quase 4 mil reais entre aluguel e condomínio para morar onde moro e ter esse lixão em frente. E hoje à tarde tive uma forte percepção de que é a própria prefeitura da cidade que está jogando os entulhos nessa praia. Há 3 meses dois tratores abriram uma clareira na vegetação que crescia no terreno atrás da concha, e daí começou a cada dia carros entrando para jogar o lixo e hoje eu vi essa caçamba gigante. […] É muita tristeza e desolação”.

É importante destacar que o morador tratou a própria informação como uma suspeita, uma “forte impressão”, até porque os caminhões que prestam serviço para a prefeitura são alugados e têm placas cinzas (comuns). Além disso, veículos oficiais não podem ter placas vermelhas.

OUTRO LADO

O secretário de Serviços Urbanos Jorge Cunha informa que o caminhão citado não estava a serviço da prefeitura. Segundo ele, o descarte irregular de entulho costuma ser feito por motoristas que prestam serviços em obras particulares.

Conforme o secretário, a nova gestão da prefeitura não descarta entulho em locais impróprios. Ao contrário, a Secretaria de Serviços Urbanos já acabou com várias lixeiras viciadas da cidade. Além disso, servidores municipais fiscalizam diariamente esses pontos, para que não voltem a ser usados como depósitos de lixo. Exemplo disso é o trecho da estrada do Couto perto do Condomínio Sol e Mar, que deixou de sofrer com o descarte ilegal de resíduos sólidos após as ações da prefeitura.

Em relação ao terreno atrás da Concha, o secretário explicou que vai construir algum de tipo proteção para bloquear a passagem dos caminhões e impedir que a área continue a ser utilizada irregularmente.



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