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:: ‘Região’

ÂNGELA SOUSA É INVESTIGADA POR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

Ângela Sousa.

A deputada estadual Ângela Sousa (PSD), de Ilhéus, continua sendo investigada por suposta participação em organização criminosa no Inquérito Policial 628/2013, que gerou processo na justiça federal número 0040451-77.2015.4.01.0000. O caso veio à tona na última semana e levanta suspeita da participação da parlamentar num esquema de corrupção chefiado pelo empresário Kells Belarmino Mendes, que envolvia fraudes à licitação e desvio de recursos públicos (lembre aqui).

A parlamentar foi delatada no bojo do inquérito policial instaurado para apurar a suposta prática de crime de fraude em licitação no município de Una, no sul baiano, na contratação da Ktech Key Technology LTDA, pertencente a Belarmino Mendes.

De acordo com a delação premiada, o acerto para a realização da licitação e contratação da Ktech foi de que o empresário “teria que entregar 30% do valor de cada fatura quitada pela prefeitura para o prefeito” e “que a deputada estadual Ângela Sousa iria receber o equivalente a 5% do valor das faturas”.

Como relatado pela própria deputada em nota enviada à imprensa, a justiça federal arquivou o processo que se referia à participação de Ângela no caso isolado da cidade de Una, porque a licitação fraudulenta não chegou a ser realizada. No entanto, pela suposta orquestração com o objetivo de fraudar, a investigação continua.

” A atuação da parlamentar no município de Una, embora não tenha ensejado o desvio dos recursos públicos em razão do cancelamento do contrato, será objeto de investigação no âmbito do Inquérito Policial 628/2013, processo 0040451-77.2015.4.01.0000, que apura o crime de Organização Criminosa, Lei 2.850/2013”, explicou o desembargador Cândido Ribeiro.

Em abril deste ano, os advogados da parlamentar pessedista entraram com um habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ) pedindo que o inquérito em que é investigada fosse suspenso, mas a ministra Maria Thereza de Assis Moura rejeitou o pleito. O processo envolve ainda dois ex-assessores da deputada.

Em sua defesa, a deputada Ângela Sousa nega envolvimento nas fraudes. “Não tenho nada de envolvimento com isso. Eu não tinha nem prefeitos. A deputada aqui trabalha muito com associações, eu não tinha prefeito na época”, disse, rebatendo a afirmação de que seria responsável por aliciar prefeitos para a quadrilha administrada por Belarmino Mendes.

Comentário do Blog

Apesar de ser delicada a situação da deputada, é claro o entendimento de que uma delação carece de provas pra ser considerada. 

ILHÉUS DEVE DESCULPAS AOS ESTUDANTES DE PIAÇAVEIRA

Uma quase escola é o espelho de uma sociedade quase civilizada. Imagem: Reprodução Fantástico/Globo.

Editorial do Ilhéus em Resumo

A realidade dos estudantes do anexo de Piaçaveira, no distrito de Japu, a trinta quilômetros do centro de Ilhéus, chocou a todos. Milhares de ilheenses não conheciam aquela realidade, que nos parece coisa comum de se ver em algum brejão Brasil a dentro, desde que bem distante de nós.

Aquela realidade, exibida no Fantástico, da rede Globo, neste domingo (14), nos assusta e põe em xeque a sensibilidade dos gestores que por aqui passaram. Se a comunidade ilheense, em sua maioria, desconhece aquele cenário, é obrigação do poder público conhecê-lo. Conhecê-lo e, sobretudo, mudá-lo.

Não cabe aqui procurar culpados. Principalmente, porque já os conhecemos. Quantos governaram Ilhéus e negligenciaram a realidade de uma escola quase sem teto e sem paredes? Onde o banheiro é um buraco no chão, a água é levada de casa e a merenda é uma promessa antiga? Jabes Ribeiro, Newton Lima, Valderico Reis, Antonio Olímpio? Todos!

Se já conhecemos os culpados, conhecemos também quem pode, a partir de agora, mudar aquela realidade.

O ilheense concedeu ao atual prefeito, Mário Alexandre, uma vitória esmagadora nas urnas. E espera dele um trabalho à altura. Até agora, com quase cinco meses de governo, nada fez. Mas ainda pode. E pode começar por dar dignidade aos estudantes do anexo de Piaçaveira.

Seria uma forma de recomeçar sua gestão. Ir à escola, pedir desculpas em nome da comunidade ilheense às crianças. Providenciar um local seguro para realizar as aulas enquanto se constrói uma nova escola. Seria um gesto de grandeza e sensibilidade necessário nesse momento.

 

ÂNGELA SOUSA ALICIAVA PREFEITOS E INTERMEDIAVA PROPINA, AFIRMA DELATOR

Do Bocão News 

A deputada estadual Ângela Sousa (PSD) foi citada na delação premiada do empresário Kells Belarmino Mendes, principal líder do esquema de corrupção que consistia em fraudar licitações e desviar dinheiro público da educação em 19 cidades baianas. Mendes foi preso em julho de 2015, quando a Polícia Federal deflagrou a operação Águia de Haia para desarticular o grupo.

O BNews teve acesso ao trecho da delação premiada que o empresário fez junto ao Ministério Público Federal (MPF) e cita a participação da deputada. O acordo de colaboração foi homologado no final do ano passado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). A parlamentar foi delatada no bojo do inquérito policial instaurado para apurar a suposta prática de crime de fraude em licitação no município de Una, no sul baiano, na contratação da Ktech Key Technology LTDA, pertencente a Belarmino Mendes.

Ao MPF, o empresário apontado como líder do esquema contou que o contrato com a prefeitura de Una foi intermediado por Ângela Sousa e que não chegou, sequer, a se reunir com o então prefeito Dejair Birschner para tratar sobre os termos do contrato e muito menos sobre os eventuais pagamentos. “Todas as tratativas foram realizadas com a deputada Ângela”, disse.

O empresário relatou que esteve posteriormente em duas oportunidades com o prefeito Dejair: uma no gabinete da deputada e outra na casa do gestor em Una. De acordo com a delação premiada, o acerto para a realização da licitação e contratação da Ktech foi de que o empresário “teria que entregar 30% do valor de cada fatura quitada pela prefeitura para o prefeito” e “que a deputada estadual Ângela Sousa iria receber o equivalente a 5% do valor das faturas pagas pela prefeitura de Una”.

A participação da deputada estadual Ângela Sousa no esquema, segundo relatado por Kells Belarmino Mendes, relaciona-se à captação e aliciamento de prefeitos, participando, assim, do resultado do desvio dos recursos públicos em razão do sobrepreço e superfaturamento dessas contratações. “Não obstante o conhecimento da referida parlamentar acerca do esquema criminoso, ou seja, que a empresa de Kells Belarmino era contratada mediante fraude do certame licitatório, os elementos de prova não demonstraram a atuação específica da deputada na etapa de fraude ao procedimento licitatório que seria deflagrado pelo prefeito aliciado e que ficava sob responsabilidade dos integrantes da ORCRIM [Organização Criminosa] em conluio com o gestor municipal, o secretário de Educação e o pregoeiro/presidente a CPL”, diz um trecho de um despacho do desembargador Cândido Ribeiro, do TRF1, ao analisar o caso da deputada na Corte superior.

A deputada Ângela Sousa era responsável, de acordo com o delator, por aliciar o prefeito e “acordar” o valor que seria desviado para o prefeito e ela própria, em razão dessas contratações das empresas vinculadas a Kells Belarmino. Apesar das afirmativas do empresário em relação à parlamentar, o magistrado entendeu que Ângela, no caso específico de Una, não chegou a receber recursos desviados, pois o contrato foi cancelado antes de ser executado pela prefeitura. “Dessa forma, não restou comprovada a autoria do crime do art. 90 da Lei de Licitações por parte da deputada Ângela Sousa, razão pela qual este parquet promove arquivamento do feito em relação à parlamentar neste ponto, sem prejuízo do disposto no artigo 18 do CPP. Ressalto, por oportuno, que a atuação da parlamentar no município de Una, embora não tenha ensejado o desvio dos recursos públicos em razão do cancelamento do contrato, será objeto de investigação no âmbito do Inquérito Policial 628/2013, processo 0040451-77.2015.4.01.0000, que apura o crime de Organização Criminosa, Lei 2.850/2013”, explicou o desembargador Cândido Ribeiro ao acolher o parecer da procuradora regional da República de Ilhéus, Raquel Branquinho Nascimento.

Em abril deste ano, os advogados da parlamentar pessedista entraram com um habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ) pedindo que o inquérito em que é investigada fosse suspenso, mas a ministra Maria Thereza de Assis Moura rejeitou o pleito.

Procurada pela reportagem, a deputada refutou com veemência qualquer ligação com o grupo investigado na Águia de Haia. “Não tenho nada de envolvimento com isso. Eu não tinha nem prefeitos. A deputada aqui trabalha muito com associações, eu não tinha prefeito na época”, disse, rebatendo a afirmação de que seria responsável por aliciar prefeitos para a quadrilha administrada por Belarmino Mendes.

A legisladora também negou que tenha se reunido com o prefeito de Una, Dejair, e com o empresário, em seu gabinete: “Mentiroso. Isso nunca”. Como um dos preceitos para se fazer delação premiada é o de contar a verdade, a deputada acredita que “com certeza, vai cair” a colaboração do acusado por achar que ele mentiu.

Ângela Sousa afirmou ainda que recebeu com tranquilidade a notificação de que havia sido citada na delação premiada. “Tranquila, com paz no coração, quem não deve, não teme. Deus está agindo”, afirmou, instantes antes de interromper abruptamente a ligação.

Comentário do Blog

Apesar de ser delicada a situação da deputada, é claro o entendimento de que uma delação carece de provas pra ser considerada. 

BLOCO ZÉ PEREIRA TOMA AS RUAS DO PONTAL NESTA SEXTA

Ze Pereira.

Com mais de trinta anos de tradição, o bloco do Zé Pereira irá sair nesta sexta-feira de carnaval (24), com concentração a partir da meia noite, na Rua Dom Pedro II, próximo ao bar do Jorginho no Pontal. Ao todo serão duzentos associados que desfilarão, porém uma multidão de foliões é arrastada ao som das marchinhas de antigos carnavais comandada por uma banda de sopro que anima a folia.

Angélica Silva, Diretora do Zé Pereira informa que para desfilar no tradicional bloco de Rua do Pontal, precisa adquirir a camisa, no qual dá direito ao folião dez latinhas de cerveja. O bloco percorre as principais ruas do bairro, começando pela Rua Dom Pedro II, em seguida vai para Rua Davi Maia, depois Passarela do Álcool, até chegar na Rua Casemiro Costa, logo depois vai para Avenida Lomanto Júnior, e entra na Treze de Maio, passando pela Rua Castro Alves, efinalizando na Praça São João Batista as 4h30 da manhã geralmente.

ESTUDANTES ESPERAM ÔNIBUS SOB SOL E CHUVA EM ILHÉUS

Do Tabuleiro

Chuva, sol, sereno e o que ocorrer. Alunos do  Colégio da Polícia Militar (CPM) e outros clientes do transporte

Foto do Tabuleiro.

urbano em Ilhéus sofrem com a falta de um abrigo de ônibus nas proximidades do CPM na Avenida Lomanto Júnior, Pontal.

No local tinha um abrigo mas foi retirado pelo péssimo estado que se encontrava. Um outro equipamento não foi instalado, enquanto isso os passageiros aguardam o coletivo, desprotegidos dos interpéries da natureza.

Na manhã desta quinta-feira (09) a redação de O Tabuleiro recebeu uma fotografia que mostra alunos do CPM embaixo de uma árvore, tentando se protegem da chuva que caiu em Ilhéus nesta manhã.



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