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:: ‘Destaque1’

AGORA É PRA VALER: UBER JÁ FUNCIONA EM ILHÉUS

Site e app já disponibilizam o serviço.

Leitores do ILHÉUS EM RESUMO já relatam experiências no uso do aplicativo de carona paga Uber na cidade de Ilhéus. O serviço começou a funcionar há menos de uma hora. Reclamações só pela demora para a chegada do carro, mas sobram elogias para o preço praticado.

Uma corrida do Pontal ao bairro da Conquista custou seis reais. Os preços costumam variar de acordo com a hora do dia e o trânsito no momento.

Já usou o serviço em Ilhéus ou Itabuna? Conta pra gente a experiência.

MPF EM ILHÉUS DENUNCIA ÂNGELA SOUSA POR FRAUDE EM LICITAÇÃO

Do Bahia Notícias

Ângela Sousa.

O Ministério Público Federal (MPF), em Ilhéus, no sul da Bahia, denunciou dez pessoas na Justiça, a partir de provas obtidas durante a Operação Águia de Haia. A operação foi deflagrada em 2013 para apurar desvios de recursos do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação Básica (Fundef) pelo prefeito e servidores de Ruy Barbosa.

Segundo a ação, os denunciados desviaram R$ 801 mil em um processo licitatório na cidade de Ibirapitanga. No curso da investigação, ficou constatado que o denunciado Kells Belarmino Mendes liderava uma organização criminosa composta pelos também denunciados Marconi Edson Baya, Fernanda Cristina Marcondes Camargo, Rodrigo Seabra Bartelega Souza e Maycon Gonçalves Oliveira dos Santos, que fraudou licitações e desviou recursos públicos, por meio de pagamentos exorbitantes por serviços não eram prestados.

Segundo o MPF, a organização agia em diversos municípios e negociava com as prefeituras um “pacote fechado”. O pacote viabiliza as fraudes com minutas e modelos de peças de licitação, para permitir que as empresas do grupo fossem as únicas interessadas e fossem as vencedoras dos certames.

Em Ibirapitanga, o MPF concluiu que o grupo criminoso agiu com auxílio da deputada estadual Ângelo Souza (PSD). A organização cooptou o então prefeito de Ibirapitanga, Antônio Conceição Almeida, por meio de promessa de pagamento de propina. No acerto, os membros da quadrilha Marconi Edson Baya, Fernanda Cristina Marcondes Camargo, Rodrigo Seabra Bartelega Souza e Maycon Gonçalves Oliveira dos Santos forneceram os modelos e orientaram os servidores da Prefeitura de Ibirapitanga, incluindo a então secretária de educação Jailma dos Santos Marambaia e o presidente da comissão de licitação Antônio Souza Pacheco, a fraudarem a licitação Pregão nº 042/2011.

A empresa Ktec, que venceu a licitação, recebeu entre fevereiro e agosto de 2012, cinco pagamentos que somaram R$ 1 milhão, sem ter condições de executar os serviços ofertados por não existir infraestrutura para serem implantados nas escolas municipais, como computadores e acesso à internet de qualidade mínima. O ex-prefeito recebeu R$ 300 mil. Durante uma delação premiada, Kells Mendes informou que o contrato foi intermediado pela deputada Ângela Souza, no gabinete da própria parlamentar. A cada pagamento que a prefeitura realizasse a empresa, o então prefeito receberia R$ 60 mil e Ângela receberia 5% do valor da fatura. O MPF pede que os denunciados sejam condenados por fraude a licitação, por desvio de recursos. Três denunciados ainda poderão ser condenados por lavagem de dinheiro. A deputada Ângela Souza já responde a uma ação penal perante o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) (clique aqui e saiba mais).

SAMU DE ILHÉUS SÓ COM 30% DO EFETIVO NESTA SEXTA

Samu fechado. Foto Ilhéus em Resumo

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Ilhéus amanheceu nesta sexta, 6, desse jeito. Com faixa na porta e somente 30% do já escasso efetivo trabalhando. A paralisação dos trabalhadores é contra o sucateamento do órgão, que presta assistência a mais de 150 mil pessoas, mas só tem uma ambulância em funcionamento.

O ILHÉUS EM RESUMO denuncia há meses os problemas do Samu (lembre aqui e aqui). De acordo com o documento feito pelo sindicato, o SAMU enfrente problemas como ambulâncias sem funcionar, viaturas amarradas de ataduras, carros sem freio, com pneus carecas; algumas passaram um bom período sem oxigênio, e o material básico para aferição de sinais vitais é inexistente.

Ainda segundo o relatório, para sair da base, os funcionários colocam os materiais de uma viatura em outra para poder atender a população, o que leva tempo. Eles reclamam do não pagamento da maioria das insalubridades, falta de mais fardamentos, epis, e falta de água.

Eles informam que a atual gestão tem ciência dos fatos e inúmeros ofícios e pedido de resolução do problema foram enviados ao prefeito Mário Alexandre. Redação com informações do Agravo.

 

OBRA DO PROJETO ORLA SUL JÁ ESTÁ EM ANDAMENTO

Da Secom/Ilhéus

Retomada da obra

Jornalistas, radialistas, empresários, representantes do trade turístico e da associação Ilheense de Ciclismo, além de moradores da região, foram surpreendidos pelo prefeito Mário Alexandre, hoje (03), pela manhã. Enquanto assinava no KM 0 da rodovia Ilhéus-Olivença a ordem de serviço para a retomada do Projeto Orla Sul, que por mais de cinco anos ficou paralisado, homens da construtora NA2 já trabalhavam no canteiro de obras. O Projeto terá andamento no sentido Ceplus/Rotatória e, nesta primeira fase, terá o custo de 2 milhões de reais. “Antes se assinava uma ordem de serviço e a obra só começava 90, 120 dias depois. Agora não. Pedi a minha equipe para ser ágil. Quem quiser pode vir olhar o serviço já sendo feito”, disse aos presentes.

A primeira etapa do Projeto Orla Sul inclui toda a parte de urbanização, com serviços de pavimentação, drenagem, ciclovia, calçada. Desde que foi iniciada em 2006, a obra teve seu abandono em 2012 com apenas 40 por cento executada, no período de seis anos. Considerando o projeto como de fundamental importância para o município, o prefeito Mário Alexandre autorizou a realização de estudos e, após conclusão, a equipe técnica prestou conta ao Ministério do Turismo, apresentou a reformulação da proposta elaborada pelo município com aprovação da Caixa que possibilitou o lançamento do edital de licitação do remanescente das obras de reurbanização da localidade.

“Ilhéus é hoje sinônimo de trabalho e desenvolvimento”, elogiou o deputado federal Paulo Magalhães, presente ao ato. O parlamentar foi uma das pessoas que acompanharam o prefeito a Brasília, nas inúmeras tentativas de destravar o projeto. A deputada estadual Ângela Sousa destacou esta nova forma de fazer política, com parceria, solidariedade e união. “Precisamos de todos”, ressaltou.

O ato foi bastante prestigiado. Dentre as autoridades presentes, o Major PM Pinheiro; presidente da Atil, Rafael Espírito Santo; diretor do Ilhéus Convention Bureau, Marco Lessa; diretora do Colégio Vitória, Gilka Melo; empresários Luiggi Massa, Ednei Espírito Santo, Guilherme Stocco; Agnaldo Batista Canabrava, presidente da Associação de Ciclismo; alunos da Unidade Sul do Colégio Vitória, vereadores Lukas Paiva, Juarez Barbosa, Paulo Meio Quilo, Nerival Reis, Paulo Carqueija, Ivo Evangelista, secretários e assessores municipais, dentre outros.

GESTÃO MUNICIPAL DO HOSPITAL REGIONAL EM DÚVIDA

Hospital será gerido pelo município

A ideia de transformar o Hospital Luiz Viana Filho, o Regional, numa unidade materno-infantil gerida pelo município surgiu no último governo do prefeito Jabes Ribeiro, impulsionada pela concretização das obras do novo Hospital da Costa do Cacau, em Ilhéus.

O projeto, que ninguém, de fato, nunca viu, andou e, em diferentes oportunidades, o governador Rui Costa confirmou que vai alterar as características da unidade e transferi-la para as mãos do município. O prefeito Mário Alexandre, médico, também é entusiasta da ideia.

Com a aproximação da inauguração do Hospital da Costa do Cacau, as mudanças no Regional precisam começar a ser feitas. Sob a gestão do Estado, que possui recursos financeiros infinitamente maiores que a Prefeitura de Ilhéus, o velho Regional já passa por dificuldades. Recentemente, o pronto socorro foi fechado durante um fim de semana por falta de médicos (lembre aqui).

Há tempos, a saúde básica do município vive um momento ruim e continua sem perspectiva de mudança. São três psiquiatras para atender três mil pacientes com transtornos mentais. Ambulância do Samu funciona com porta amarrada por atadura e os postos de saúde não marcam exames por falta de papel para imprimir a guia do SUS.

Num cenário desse, cabe a pergunta: A Prefeitura de Ilhéus, que não consegue sanar os problemas de um posto de saúde de bairro, vai gerir de forma satisfatória um hospital do porte do Regional, oferecendo atendimento para gestantes e crianças?

A gestão municipal da futura unidade materno-infantil não pode servir como guarda chuva para cobrir as cotas de emprego que o prefeito Mário Alexandre ainda não conseguiu cumprir em outras áreas. Com arrecadação em queda a cada mês e sem ampliação das verbas transferidas para a saúde, o município vai dar conta?

 

ILHÉUS-ITABUNA: RUI ASSINA ORDEM DA DUPLICAÇÃO EM OUTUBRO

Da Secom/Ilhéus

Estrada Ilhéus-Itabuna

O governador da Bahia, Rui Costa, em visita a Ubaitaba, no sul da Bahia, hoje (22) pela manhã, garantiu ao prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, que assinará a Ordem de Serviço da duplicação da BR 415, trecho entre Ilhéus e Itabuna, no dia 9 de outubro.

Uma das mais importantes rodovias baianas, a duplicação da Jorge Amado está com licitação feita, com contrato assinado e pronta para começar. Aguardava apenas um parecer do Tribunal de Contas da União. De acordo com o governador Rui Costa, o DNIT estimou o custo da obra em 109 milhões.

Na avaliação do TCU, a obra deveria ser executada por 107 milhões. No entanto, o governo da Bahia licitou o empreendimento por 105 milhões. Ou seja: 4 milhões a menos que o estimado pelo DNIT e 2 milhões a menos que o determinado pelo TCU.

Também em Ubaitaba, Rui Costa voltou a garantir ao prefeito de Ilhéus que o governo da Bahia, além de inaugurar o Hospital Costa do Cacau, vai iniciar as obras de transformação da estrutura do Hospital Regional Luiz Viana Filho em uma unidade materno-infantil para atender a toda a região.

JUSTIÇA SUSPENDE SELEÇÃO DA PREFEITURA DE ILHÉUS

Do Blog do Gusmão

Marão acuado pela justiça.

O juiz Alex Venicius Campos Miranda, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Ilhéus, determinou ontem (20) a suspensão imediata dos contratos temporários dos servidores que a Prefeitura de Ilhéus selecionou por meio dos processos seletivos das secretarias de Educação e de Desenvolvimento Social, ambos de 2017.

A decisão provisória acolheu em parte os pedidos da Ação Popular movida por três aprovados no concurso realizado pela prefeitura em 2016, Arnaldo Souza dos Santos Júnior, Rosana Nascimento Almeida e Karoline Vital Goes – lembre aqui.

Eles pediram o afastamento dos servidores que ingressaram na prefeitura antes da Constituição Federal de 1988. O magistrado negou por entender que esse tipo de resolução não caberia numa medida provisória. Pelo mesmo motivo, não considerou adequado determinar a nomeação dos aprovados no concurso de 2016, outro pedido da Ação Popular.

O juiz discorda do entendimento que justifica a contratação temporária de servidores como de “excepcional interesse público”. Para Miranda, na “situação vivenciada pelo Município de Ilhéus”,  contratações temporárias “são utilizadas para a execução de serviços meramente burocráticos”. Os postos tomados como temporários pelo governo seriam, na verdade, “cargos incumbidos da realização de funções permanentes ligadas às competências essenciais do Estado”.

O magistrado também determinou que o município suspenda “a implementação dos cargos criados pela Lei 3.863/2017″, da reforma administrativa, “que se traduzem em um ‘plus’ em relação à Lei 3.863/2016″.

O ato deverá ser publicado em até 72 horas, sob pena de multa de cinco mil reais por dia de atraso. Além da prefeitura, as intimações se dirigem ao prefeito Mário Alexandre (PSD) e ao secretário de Administração Bento Lima.

Acesse a decisão.

Não conseguimos manter contato com representantes da prefeitura até o fechamento desta matéria. O espaço está aberto caso o governo queira se manifestar sobre a decisão da Justiça.

IBGE: POPULAÇÃO DE ILHÉUS ENCOLHE, DE NOVO

Do Tabuleiro

Território enorme e população encolhendo

O IBGE divulgou nesta quarta-feira, dia 30, as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho de 2017. Segundo a projeção, Ilhéus terá uma redução na população de 7.893 pessoas. O último censo realizado pelo IBGE, em 2010, mostrou que o município possui 184.236 pessoas; a estimativa para 2017 é de 176.341.

Já em Itabuna, a estimativa é que a população tenha o acréscimo de 16.379 pessoas, atingindo 221.046 pessoas em 2017.

As estimativas populacionais municipais são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos.

As populações dos municípios foram estimadas por um procedimento matemático e são o resultado da distribuição das populações dos estados, projetadas por métodos demográficos, entre seus diversos munícipios.

O método baseia-se na projeção da população estadual e na tendência de crescimento dos municípios, delineada pelas populações municipais captadas nos dois últimos Censos Demográficos (2000 e 2010). As estimativas municipais também incorporam alterações de limites territoriais municipais ocorridas após 2010.

INCÊNDIO EM ILHÉUS: PODER PÚBLICO É CÚMPLICE

Saldo do incêndio.

A ocupação irregular da área de mangue nas imediações do terminal rodoviário de Ilhéus é de longas datas. Além de residências construídas com tábuas, existem no local oficinas de automóveis e borracharias. Neste domingo, dia 20, a combinação de madeira, pneus, instalações elétricas precárias e cilindros de gás gerou explosão seguida de incêndio, que destruiu o que pôde. Clique aqui para ver o saldo do incêndio.

O incêndio não gerou vítimas e não se sabe o que pode ter causado o acidente. A certeza que existe, no entanto, é a de que o poder público é cúmplice e tão culpado quanto quem ali se instala e não toma as medidas de segurança necessárias.

Governos anteriores e o atual negligenciaram a ocupação irregular, tanto por parte de pequenos empresários quanto de pessoas que não têm onde morar e acabam ali. Nos últimos cinco anos, Ilhéus recebeu cerca de cinco mil apartamentos populares do programa Minha Casa, Minha Vida e não conseguiu acabar com a presença de pessoas dentro de um manguezal.

Além da questão de moradia, a área é de proteção ambiental, o que já é suficiente para agir contra a ocupação. No entanto, possivelmente para resguardar votos, nenhum governo enfrenta a situação.

Atualmente, a superintendência de meio ambiente, por exemplo, se ocupa de fechar a usina asfáltica do município com alegações nunca comprovada ou multar donos de bares, enquanto o manguezal é ocupado.

Se governos passados foram omissos, o atual tem de ser também? As autoridades vão esperar outro incêndio, talvez com vítimas, para tomar uma posição séria?

 

JAMIL SOFRE DERROTA NO STJ E SEGUE PRESO

Jamil continua preso.

A sequência de derrotas sofridas pelo vereador Jamil Ocké na justiça só cresce. Em busca da liberdade, depois de 130 presos em decorrência da operação Citrus, a defesa do vereador ilheense teve negado pedido de soltura feito ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O ministro Rogério Schietti Cruz, da 6ª turma, sorteado para analisar o caso, negou a liberdade a Jamil Ocké em decisão tomada na manhã desta quinta, dia 3. A decisão será publicada no próximo dia 7 de agosto, o que impede saber quais motivos levaram o ministro a negar o recurso. O processo levou menos de 72 horas para ser julgado.

Essa é a segunda derrota sofrida por Jamil em menos de cinco dias. No início da semana, a juíza Emanuele Vita, da vara crime de Ilhéus, já havia negado a liberdade ao vereador, que foi o mais votado na eleição passada.

Jamil está preso no âmbito da operação Citrus, que investiga desvios de 20 milhões de reais da prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social – da qual ele foi titular, e da Câmara de Vereadores. Seguem presos também no presídio Ariston Cardoso o ex-assessor de Jamil, Kácio Brandão, e o empresário Enoch Andrade, dono das empresas usadas nas fraudes.



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