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:: ‘Cultura’

REQUERIMENTO APROVADO DO VEREADOR CLÁUDIO MAGALHÃES VIABILIZA SESSÃO ESPECIAL DO “ABRIL INDÍGENA”

Cláudio Magalhães

Na tarde dessa terça-feira (13), o plenário virtual da câmara de Ilhéus aprovou, por unanimidade, o requerimento 234/2021 de autoria do vereador Cláudio Magalhães para realização da sessão especial com o tema “Abril Indígena; Nossa Luta é Pela Vida”, no próximo dia 29 de abril.

O encontro que será realizado, por meio da plataforma Zoom e terá transmissão pelas redes sociais da casa legislativa ilheense, terá como objeto de discussão central “A importância do Abril Indígena para a manutenção do legado cultural do povo Tupinambá”.

De acordo com Cláudio Magalhães, primeiro vereador de etnia indígena no município, a sessão é um motivo de resistência e aprendizado sobre técnicas e tecnologias milenares dos povos indígenas de todo o Brasil. “Vamos incluir na pauta como devemos fazer para que os índios de Ilhéus e região mantenham os seus legados culturais preservados”, destacou o edil.

Cláudio afirma que a programação do “Abril Indígena” contempla uma agenda com diversas programações de atividades em todo o país. “São palestras, mesas redondas, rodas de conversa, oficinas e exposição de artes indígenas, entre outras, em todo o Brasil. Ilhéus com relações históricas de resistência dos nossos povos ancestrais não poderia ficar de fora desse calendário de manifestações”, concluiu o vereador.

FILME DE ILHÉUS É SELECIONADO PARA O CINEBARU – MOSTRA SAGARANA DE CINEMA

Filme Ilheense é selecionado para o CineBaru.

O filme “O Abebé Ancestral”, do diretor Paulo Ferreira, foi um dos selecionados pelo CineBaru – Mostra Sagarana de Cinema. O curta-metragem poderá ser visto de forma gratuita entre os dias 28 de abril e 02 de maio, por meio do site www.cinebaru.com.br.

“O Abebé Ancestral” é um documentário aborda a história de Mejigã, sacerdotisa nigeriana que sofreu diáspora no século XIX e foi escravizada no Engenho de Santana (Ilhéus – BA), do qual escapou, resistindo e se tornando símbolo de empoderamento ao gestar uma dimensão Ijexá no Sul da Bahia. O curta foi um dos 27 selecionados para a Mostra, que contou com a inscrição de 135 filmes produzidos nos estados de Minas Gerais, Bahia, Goiás e Distrito Federal.

Para acessar a lista com todos os filmes selecionados é só acessar este link.

ILHEENSE ERIC RICARDO É A MAIS NOVA PROMESSA DO TRAP BR

Eric Ricardo.

Eric Ricardo, artista de 17 anos de Ilhéus BA, é uma das apostas do TRAP BR. O cantor e compositor lançou ontem (25) seu mais novo single, “ORAÇÃO”.

“Hora de Ventura”, o último single de Eric Ricardo, sacudiu a cena artística no finalzinho de 2020, e viralizou nas plataformas digitais.

“Ser desafiado a produzir sempre um hit melhor que outro é terapia pra mim, cada canção tem seu lugar e valor. “ORAÇÃO” não é diferente, foi feita com muito amor, dedicação e profissionalismo, a fim de agradar aos que me curtem,” enfatiza Eric Ricardo.

Ficha Técnica

ORAÇÃO
Música e letra de Eric Ricardo.
Produção musical por Lucas Hórus. Produção executiva de Hélio Ricardo.
Filme de Jean Duka.

Ascom/ Eric Ricardo

ÚLTIMO ENCONTRO DA ORALIDADE COM MÃE ILZA MUKALÊ ACONTECE NESTA QUINTA-FEIRA, 25

Encontro da Oralidade.

 

Para o último Encontro da Oralidade, nesta quinta-feira (25), Mãe Ilza Mukalê recebe a convidada Laís Santos para um bate-papo sobre o tema “Mãos que tecem a vida”. A transmissão será pelo canal da ONG Gongombira no YouTube, a partir das 19 horas.

A convidada da semana é administradora de formação e sócia-proprietária da marca MonaLay – Moda Étnica, fundada em 2016. Além disso, Laís já foi monitora do curso de tecelagem, no Terreiro São Jorge Filho da Gomeia (2004/2008), coordenadora de curso de corte e costura (2016/2018) e responsável pela coordenação de confecção de figurinos do Projeto Cultural Bankoma (2000/2019).

O projeto Encontros da Oralidade é uma realização da ONG Gongombira, com apoio da Ativa Ideia, Rede Matamba e apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon (FPC) (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

EMBASA QUER CONSTRUIR ESTAÇÃO DE ESGOTO EM LOCAL SAGRADO DOS POVOS DE TERREIROS

Praça da Maramata, local dos festejos do dia de Iemanjá (2 de fevereiro).

 

A Embasa pretende construir uma estação elevatória de esgoto na Praça da Maramata, na comunidade de Nova Brasília, em Ilhéus.

O novo equipamento, muito importante para o saneamento básico da cidade, será erguido numa área tida como sagrada pelos povos de terreiros, onde todos os anos é comemorada a Festa de Iemanjá, no dia 02 de fevereiro.

Mãe Laura, do terreiro Ilê Axé Guaniá de Oiá, comemora a Festa de Iemanjá no local há 42 anos. Segundo depoimentos de moradores, a sacerdotisa está muito triste com a obra. A iniciativa mobilizou o Movimento Cultural Povos de Terreiros de Ilhéus, pois a área já foi cercada com tapumes.

Além deste significado religioso, a praça possui muitas árvores e foi planejada pelo professor Soane Nazaré (fundador da Maramata) para servir como local de exposição da biodiversidade da Mata Atlântica. Durante as primeiras horas das manhãs e nos fins de tarde, muitos pássaros costumam pousar nas copas das árvores.

Antes, a Embasa tentou construir a estação no bairro Sapetinga e na Praça São João Batista do Pontal. Os moradores das comunidades conseguiram impedir.

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FESTIVAL OFERECE PRÊMIOS DE ATÉ R$ 500 A ARTISTAS DA BAHIA

Festival

Artistas de toda a Bahia estão convidados a participar da 1ª edição do Festival Balaiano, que selecionará apresentações de teatro, música e dança, mostras de fotografia, filmes e artesanato para compor a sua programação. Os trabalhos selecionados vão receber prêmios que variam de R$ 200 a R$ 500.

O festival será online, com transmissão no Youtube, em dois finais de semana consecutivos, 12, 13 e 14 de março e 19, 20 e 21 do mesmo mês.

As inscrições estão abertas e seguem até 10 16 de fevereiro, no site do projeto.

A programação vai contemplar a diversidade cultural dos macroterritórios da Bahia, propondo uma rede colaborativa entre os artistas. A equipe da curadoria, responsável pela seleção dos candidatos, será composta por representantes de diferentes segmentos artísticos da capital e do interior.

Os curadores vão selecionar 12 apresentações musicais, 12 performances, 6 exposições fotográficas e 6 curtas-metragens de produção baiana para integrar o evento. Dentre os critérios para seleção, serão priorizadas as produções realizadas por mulheres cis e/ou transgêneras, e temáticas que envolvam a promoção da equidade de gênero, igualdade racial e acessibilidade.

O Festival Balaiano nasceu a partir da inquietação de produtores culturais em busca de novas maneiras de fomentar a arte e estimular a formação de cadeias produtivas artísticas baianas. Segundo os coordenadores do projeto, André Oliveira, Edmilia Barros e Angela Marques, a proposta é evidenciar grupos criativos pouco conhecidos e engajá-los a interagir com artistas semelhantes, como forma de fortalecer e disseminar as produções por todas as regiões do estado. Cada dia do festival terá um dos macroterritórios em destaque e homenageará uma personalidade local que tem especial contribuição às artes e cultura baiana.

BANCO CULTURAL

Além da realização do festival, o projeto vai criar um banco cultural para integração de artistas baianos. A ideia é disponibilizar um espaço digital para cadastro de profissionais das mais diversas áreas artísticas, com objetivo de promover encontros, debates e o fomento da arte produzida no estado. “A produção artística e cultural da Bahia é muito rica e diversa. Nossa intenção é fortalecer o reconhecimento dessas manifestações e promover um elo entre capital e interior, tradicional e moderno, artesanal e tecnológico e som e imagem, através de uma rede que chegue nos quatro cantos do estado e ajude a preservar saberes e práticas criativas”, explicar a coordenadora de comunicação do projeto, Rafaela Bandeira.

A iniciativa tem tem apoio financeiro do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

SECRETÁRIO DE CULTURA E DIRETOR DO TPI DIALOGAM SOBRE ESPAÇO CULTURAL DE ILHÉUS

Do Tabuleiro.

Tenda do Teatro Popular de Ilhéus.

 

Após a divulgação no site O Tabuleiro sobre a lona em desuso na Avenida Soares, o secretário de Turismo e Cultura de Ilhéus, Fábio Manzi Jr. , afirmou que já está dialogando com o diretor do Teatro Popular de Ilhéus, Romualdo Lisboa, para a escolha de um local para um espaço cultural no município.
Nesta sexta-feira (12), um dos locais que será apresentado ao TPI, é o antigo Clube Social do Pontal, que está sem utilização. Os moradores há anos tentam quitar dívidas do clube e solicitam que a gestão municipal utilize o espaço para benefício da sociedade.

PALHASEATA DE ILHÉUS VIRA FESTIVAL EM ADAPTAÇÃO ON-LINE DO PROJETO

Projeto Festival Palhasseata de Ilhéus.

A alegria e o colorido do universo circense levados ao respeitável público pelas ondas da internet. É o que promete o projeto Festival Palhasseata de Ilhéus, adaptação do cortejo de palhaços e artistas que percorreu as ruas da cidade sul-baiana em seis edições. A transmissão de números cômicos, dança, música, poesia, audiovisual e artes plásticas acontecerá no dia 13 de março, a partir das 14h, no canal do YouTube do Grupo Teatro/Circo Maktub, organizador da iniciativa, cujo link estará no perfil do Instagram @teatrocircomaktub.

Mais do que uma série de apresentações, o projeto também vai homenagear personalidades relevantes para o universo circense do interior da Bahia, com a entrega do Troféu Palhasseata de Ilhéus. Entre os nomes lembrados estão o do Circo Show Brasil, incluindo exibição de minidocumentário sobre sua história; dos palhaços Radiola, Pirulito e do saudoso Tremendão. A peça será confeccionada pelo artista plástico Luciano Maciel, o palhaço Pipoca, que fará uma pintura ao vivo ao longo da transmissão on-line.

A fim de esquentar o público para o grande dia do Festival Palhasseata de Ilhéus, serão realizadas quatro lives no Instagram. A primeira será no dia 13 de fevereiro, às 19 horas, com o coletivo de palhaçaria feminina As Madallenas (Ilhéus) e o palhaço Linguiça e Show de Brinquedos (Itabuna). Para o dia 14, serão a Cia Kumbaya (Serra Grande) e Guilda Cacilda (Itabuna) e, no dia 15, Circo da Lua (Serra Grande) e Grupo Teatro/Circo Maktub (Ilhéus). Ambas serão às 15 horas. Encerrando a sequência de lives, às 19 horas do dia 17, conversa com as duplas Palito e Botijão (Ilhéus) e Pirulito e Paçoca Animações (Itabuna).

Para marcar o dia mundial do Teatro e do Circo, celebrado em 27 de março, o projeto vai lançar em seu canal do YouTube um minidocumentário sobre a Palhasseata de Ilhéus. O evento, que estreou em 2011, como uma homenagem ao dia do palhaço, comemorado em 10 de dezembro, contou com seis edições, reunindo artistas de Ilhéus e região. Mais do que um cortejo animado, o evento reunia profissionais de diversas linguagens artísticas, incluindo exposições de fotos e figurinos e exibições de vídeos.

De acordo com o diretor do Grupo Teatro/Circo Maktub, Fábio Nascimento, a transmissão do Festival Palhasseata de Ilhéus acontecerá na sede da Fundação Fé e Alegria, seguindo as normas de segurança contra a Covid-19. “A Palhaseata é um movimento de pesquisa e investigação continua na arte da palhaçaria, dialogando com diversos grupos e artistas independentes. É um movimento que propões dar visibilidade às diversas formas e estilos do ser palhaço, mostrando uma figura capaz de ultrapassar o riso e a irreverência”, complementou.

O projeto Festival Palhasseata de Ilhéus  tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

ILHÉUS RECEBE A CARAVANA DA SALVAGUARDA DA CAPOEIRA, NOS DIAS 10 E 11/02

Projeto é executado pela Associação Classista de Educação e Esporte da Bahia (ACEB).

A Salvaguarda da Capoeira da Bahia realiza essa semana seu segundo ciclo de viagens, alcançando os territórios Costa do Descobrimento e Extremo Sul, através de atividades na cidade de Porto Seguro; territórios Litoral Sul e Baixo Sul, representado pela cidade de Ilhéus; e território Sudoeste Baiano, centrado na cidade de Vitória da Conquista, reunindo capoeiristas de cerca de 25 municípios. O projeto prevê a realização de rodas, gravações e entrevistas com mestres locais, para a produção de um documentário, um livro e um portal digital. Todas as atividades estão seguindo os protocolos de distanciamento social, com quantidade reduzida de pessoas e uso de máscaras.

Executado pela ACEB – Associação Classista de Educação e Esporte da Bahia, o projeto foi idealizado e construído pelo Conselho Gestor da Salvaguarda da Capoeira na Bahia. Acontece  através de chamada pública do IPAC – Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, com recursos da Lei Aldir Blanc e apoio financeiro do IPAC, SECULT, Governo do Estado, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.

Confira a agenda:

Porto Seguro – 08 e 09/02

Ilhéus – 10 e 11/02

Vitória da Conquista – 12/02

PRIMEIRO ENCONTRO DA ORALIDADE VIRTUAL ACONTECE NESTA QUINTA-FEIRA, DIA 4

Encontro de Oralidade.

O primeiro Encontro da Oralidade virtual acontece nesta quinta-feira, dia 4, a partir das 19 horas, no canal da ONG Gongombira no YouTube. Mãe Ilza recebe Mãe Lúcia Kamurici do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia, para conversar sobre “Saberes Ancestrais: a arte da confecção do pano da costa”.

Mãe Lúcia, primeira convidada da nova edição dos Encontros da Oralidade, é Mameto de N´kise do Terreiro São Jorge Filho da Goméia, com mais de 70 anos de ativismo na luta pela preservação da cultura de matriz africana. Além disso, é Presidenta do Bloco Afro Bankoma desde 2011 e membro da Comissão Nacional da Ação Griô.

O projeto Encontros da Oralidade é uma realização da ONG Gongombira, com apoio da Ativa Ideia, Rede Matamba e apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon (FPC) (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Encontros da Oralidade

Mãe Ilza receberá na próxima quinta-feira, dia 11, o percussionista Gabi Guedes, para conversar sobre “Atabaques sagrados: música e devoção dos povos de terreiros”. Gabi tem um extenso currículo, já tocou com grandes nomes da música baiana e internacional, de Margareth Menezes a Jimmy Cliff.

No dia 18, a convidada será Géssica Neves (Kota Meankiatoala), graduanda em Pedagogia e coordenadora de Dança da Ala de Dança do bloco Afro Bankoma, para conversar sobre o tema “Poesia dos corpos: a mulher e a dança afro-banto”.

O último encontro, no dia 25 de fevereiro, será com a convidada Lais dos Santos (Makota Kejesu) e o tema a ser discutido será “Mãos que tecem a vida”. Laís é responsável pelas relações institucionais entre as Comunidades Tradicionais de Terreiros de candomblé e Quilombolas, Confecção de Adereços e estética Afro pelo projeto cultural Bankoma.

Serviço:

O quê: Encontros da Oralidade

Quando: 4, 11, 18 e 25 de fevereiro às 19 horas

Onde: https://www.youtube.com/c/ organizacaogongombira

Quanto: Gratuito

Acompanhe a ONG Gongombira:

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