Advogados do agressor.

Os advogados de defesa do Carlos Samuel Freitas culparam a imprensa pela demorar do agressor , que tem diversas passagens pela polícia por agressão,  se apresentar à polícia.  A defesa afirma que temiam pela vida dele. Além disso, um dos advogados contou que no dia da agressão, filmada e divulgada, policiais militares se envolveram e fizeram a condução da vítima para a casa do pai de Carlos.

“ Teve um estardalhaço pela mídia o que demorou para o meu cliente se apresentar”, disse o advogado Carlos Calazans, em vídeo que foi compartilhado em aplicativos de conversa. Segundo ele, desde o dia 16  deste mês, Carlos Freitas,  que já foi condenado em primeira instancia no ano de 2015 por manter uma ex-companheira em cárcere privado, estava com desejo de apresentar. “Não foi possível por que tínhamos medo pela vida dele. A imprensa estava no estacionamento da delegacia o tempo todo”, concluiu Calazans.

O outro advogado e ex-delegado, que representa o Carlos Freitas, Rubens Patury, também gravou vídeo após o cliente ter sido preso, na tarde de ontem (21) .  “Apresentamos espontaneamente, buscamos cumprir a decisão da Justiça”, disse.

“O delegado não representou pela prisão por que não viu nenhuma licitude no fato. Nós vimos uma mídia [vídeo]  e nessa mídia não vimos uma conclusão e nem os fatos como ocorreram”, afirmou ao se referir o vídeo em que Carlos agride sua ex-namorada com 11 socos  no rosto.

“ A suposta vítima não teve nenhuma lesão. Os policiais militares, após aquele desentendimento,  foram até a residência do pai de Carlos e “entregaram” a moça . Posteriormente ele chegou, depois eles dormiram juntos “, contou ele declarando que a Polícia  Militar também foi envolvida na confusão. “Tenho certeza que o juiz vai decidir pela liberdade do Carlos Samuel”, concluiu Patury.