Carlos Samuel

A delegada Andrea Oliveira afirmou que foram encaminhados ao Ministério Público os inquéritos que foram instaurados para investigar as denúncias de violência cometidas por Carlos Samuel. Nesta sexta-feira , a promotora de Justiça da Bahia, Sara Gama, que coordena o Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher e População LGBT (Gedem) do Ministério Público da Bahia (MP-BA), disse que o órgão não recebeu os inquéritos de oito dos casos de agressão registrados contra Carlos Samuel Freitas Costa Filho, que espancou uma mulher com socos, em Ilhéus, no sul da Bahia.

Andrea nega e encaminhou em um grupo de conversas no aplicativo Whatsapp a imagem da tela de um documento Word com datas de inquéritos, além de afirmar que um dos inquéritos prescreveu no Ministério Público. O promotora afirmou que tomou conhecimento de que havia outras denúncias contra o Carlos Samuel quando essas informações vieram pela mídia, pela imprensa, porque o Ministério Público não recebeu os inquéritos.

Os inquéritos que foram remetidos ao Ministério Público foram um em 2015 e outro em 2016, e todos dois tiveram uma resposta, porque foi acionado o Carlos Samuel através das investigações que foram feitas nesses inquéritos, disse ela. Ontem (15), foi divulgada a informação que MP solicitou a prisão preventiva de Carlos. Por outro lado, delegada Andrea Oliveira afirma que quem pediu a prisão preventiva de Carlos foi a polícia e não o MP. No vídeo que viralizou em todo o pais6, a vítima insinuou que o suspeito já teria a agredido antes, e que ela estaria com a boca machucada. Ela pediu várias vezes para que o homem deixasse o local. “Me solte e vá embora. Você se acha que, porque você é amigo de polícia… Eu vou dar queixa de você. Aqui, minha boca está do jeito que está”, dizia a vítima.