Nota do Secretário de Agricultura e Homem Público Valmir Freitas 

Valmir sendo preso.

Queridos amigos!

Não é novidade alguma minha vocação para a vida pública. Sempre fui um homem público e sempre empreendi esforços voltados ao bem estar do povo que representei e represento. Administrei um dos maiores distritos de Ilhéus. Fui vereador por diversas vezes e, atualmente, exerço o cargo de Secretário Municipal de Agricultura.

Numa época de demonização da política e tendo diversas vezes oportunidade de seguir minha vida em outro ramo, resisti e ainda resisto, no intuito de demonstrar que na vida política existem pessoas que realmente trilham o caminho do bem estar coletivo.

A vida política é cheia de contratempos e, obviamente, de pessoas com intenções meramente particulares. Esse não é o meu caso. Quem acompanha minha história, quem é realmente de boa-fé sabe que meu intuito na vida política sempre foi o exercício de atribuições visando o bem estar do povo.

Nunca enriqueci na política. É só ter olhos para ver. Levo uma vida simples, todos sabem onde moro e lugares que frequento. Como homem público que sou, nunca escondi nada de ninguém. Minha vida é um livro aberto, assim como a vida de todo homem público deve ser.

Estou sendo injustamente acusado de participar de esquema de corrupção no âmbito da Administração Pública de Ilhéus.

Os fatos? Embaralhados. As provas? Inexistentes. Até o próprio Ministério Público, autor da denúncia, confessa que o que existe é um enorme quebra-cabeças com provas de difícil gestão e compreensão.

Se eu não sei do que estou sendo acusado, como então me defender?

Como se não bastasse, fui surpreendido com a decretação de minha prisão preventiva. O que, de logo, reputo manifestamente ilegal. E tal ilegalidade da prisão será, com toda certeza, declarada pelos Tribunais Superiores. Tribunais Constitucionais que ainda prezam pelas liberdades individuais, direitos e garantias fundamentais.

Confio nas instituições desta República. Confio na boa-fé do Ministério Público, no Poder Judiciário e, sobretudo, em Deus.

Já passei por vários desafios na vida. Enfrentei todos eles e saí de cabeça erguida.

Ainda não sei do que estou sendo acusado. Não sei qual conduta pratiquei. Realmente há um enorme quebra-cabeças no qual fui injustamente obrigado a fazer parte, mesmo sem ser peça.

Muito em breve essa absurda prisão preventiva será revogada e poderei, como sempre fiz, prestar esclarecimentos sobretudo ao povo ilheense.

Não será o pré julgamento da impressa falida e sensacionalista, nem a proliferação de notícia falsa que manchará a imagem do homem público que sempre fui.

Tenho absoluta certeza da minha inocência. Minha família também. Por isso, sigo tranquilo e sereno. Até porque tenho ciência de que a carreira pública, por vezes, significa se submeter a este tipo de arbitrariedade por parte de determinadas autoridades que se equivocam. O fato é que somos maiores que isso. Somos maiores do que vaidade institucional, somos maiores do que alvoroço midiático. Somos maiores que tudo isso! Toda mentira cai por terra. Toda acusação destituída de fundamento um dia sucumbe.

Acredito na política. Sou inocente. E estarei sempre na luta para viabilizar o bem estar do povo ilheense.

Esclareço que estarei sempre a disposição da Justiça e de qualquer órgão de controle para prestar quaisquer esclarecimentos em razão do homem honesto e público que sou.
Até breve, amigos!

Nos vemos por aí… No debate público, na mais pura democracia.

Valmir Freitas