Por José Rezende Mendonça, ex-funcionário da Ceplac, memorialista e morador do Pontal

Foto de José Rezende.

Assim estava o acesso sul da Ponte Pontal/Centro, em 14 de abril de 2019. A cada instante surge uma nova esperança envolvida com a certeza, que finalmente teremos a segunda ponte, que irá em muito melhorar a mobilidade urbana, zona sul/centro/zona norte. Claro que, isto não resolve todo o problema da cidade neste aspecto, mas uma ponte tinha que sair primeiro.

A terceira irá acontecer e não tem outro jeito, assim que sair do papel a duplicação da Rodovia BR-415, hoje batizada de Rodovia Jorge Amado, que une Ilhéus e Itabuna. Com esta duplicação, nas proximidades do Banco da Vitória, terá um anel rodoviário, que vai melhorar e muito, os fluxos dos carros pelo centro da cidade de Ilhéus, pois este novo acesso, ligará o Banco da Vitória até as proximidades do local Cururupe, na BA-001 e para zona norte nas proximidades do bairro São José, na BA-260, que liga Ilhéus a Uruçuca.

Imaginemos que fosse o contrário, como muitos pensaram e pensam até hoje. Se a segunda ponte acontecesse nas mediações do Banco da Vitória, todos da zona sul, que quisessem fugir do engarrafamento da atual ponte e centro da cidade, teriam que ir ao Cururupe e depois seguir para o Banco da Vitória, e retornar para o centro da cidade, e assim vice e versa. Seriam conversam pra muitos anos, pois esta opção só atenderia de imediato, quem viesse de Olivença, e fosse para Itabuna e Uruçuca. Da mesma forma, para quem viesse de Itabuna para Olivença, Una e Canavieiras.

Mas, isto é assunto ainda pra muitas conversas em mesas de bar, plenário da Câmara de Vereadores, ONGs, e lero-lero em épocas de eleições, que vão ocorrer em 2020.