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:: 11/abr/2019 . 17:34

DEPUTADA ALIADA A BOLSONARO PASSOU CARNAVAL EM ILHÉUS E VOLTOU ÀS CUSTAS DA CÂMARA

A deputada.

Líder do governo no Congresso, a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) usou a verba indenizatória de gabinete para comprar uma passagem aérea no retorno do feriado de Carnaval, em 6 de março. A deputada, segundo pessoas próximas, passou o feriado em Ilhéus e de lá retornou para Brasília. A viagem custou R$ 1.264,27.

Durante o feriado, Joice postou uma foto deitada em uma rede, sem especificar onde estava, e e escreveu “meu bloco de Carnaval é o da soneca domingueira”. Na Quarta-Feira de Cinzas, fez duas postagens no Twitter com a localização ativada em Ilhéus. Uma delas terminava dizendo: “Vão trabalhar, lacradores”. Alguns cobraram a deputada por estar no litoral baiano em um dia regular de trabalho. “Vai trabalhar você, que está em Ilhéus. Hoje é dia útil”, disse um seguidor.

A reportagem procurou a assessoria de Joice por uma semana pedindo explicações sobre a viagem. O uso da cota parlamentar da Câmara dos Deputados só é permitido para gastos “exclusivamente vinculados à atividade parlamentar”. A deputada disse não se lembrar especificamente do que fez em Ilhéus e afirmou apenas que foi à Bahia duas vezes neste ano.

“Não tenho mais base [eleitoral]. Estou rodando o Brasil inteiro em defesa da reforma da Previdência. Às vezes viajo a convite, às vezes não. Posso ter ido com passagem da Câmara, voltar sem. Não tenho Carnaval”, disse a época.

Nesta quarta-feira, a deputada mostrou-se irritada com os questionamentos da reportagem sobre a despesa no Carnaval. Segundo Joice, a passagem pelo litoral baiano envolvia negociações em torno da reforma da Previdência, o que teria justificado o gasto oficial.

“Eu tive uma reunião, como tenho todos os finais de semana, para tratar de Previdência. A minha viagem foi para tratar de Previdência. O que faço no meu fim de semana não é problema de ninguém. Se fiquei um dia a mais, dois dias a mais, não é seu problema”, disse Joice, depois de ameaçar processar a reportagem, caso se torne pública a informação sobre sua viagem.

* As informações são da revista Época

ILHÉUS: ÁRVORE CAI EM CIMA DE CARRO ESCOLAR PRÓXIMO AO TERMINAL

Do Tabuleiro

Árvore.

Um veículo de transporte escolar foi atingido por uma árvore que caiu. O fato aconteceu na tarde dessa quinta-feira, dia 11, nas proximidades do Terminal Urbano. O carro estava sem ocupantes no momento do incidente.

EM ILHÉUS, TAXISTA PARTICIPAM DE CAPACITAÇÃO PROMOVIDA PELA SUTRAM

Da Secom/Ilhéus

Curso.

A Superintendência Municipal de Trânsito e Mobilidade (Sutram) realizou curso de capacitação para cerca de 420 motoristas de táxi da cidade, nos dias 8 e 9, no auditório da Ceplac.

A formação foi ministrada por agentes especializados e faz parte do programa de instrução e capacitação permanente. O objetivo, segundo a autarquia, é trazer para os profissionais, as mudanças na legislação do trânsito, além de promover o chamamento para os cuidados com a vida.

Durante os dois dias de curso, os agentes de trânsito, Albervan Novais e Rodrigo Cerqueira, frisaram a importância do cuidado com a vida das pessoas (clientes). “É sempre importante chamar atenção para a vida. Vale, nesse momento, conscientizar esses profissionais para esta questão, a fim de promovermos um trânsito mais humano, mais sadio e mais cidadão”, ressaltou o facilitador Rodrigo.

Na visão do titular da Sutram, Gilson Nascimento, além de capacitar, é preciso promover a cidadania. “O prefeito Mário Alexandre pediu que preparássemos esses profissionais. Não adianta sinalizar as vias, plantar semáforos modernos, aplicar asfalto, construir pontes, se a gente não ter um olhar para o ser humano. O trânsito é feito de pessoas, mas está cada dia mais violento e desumano”, disse.

Com anos de profissão, o taxista Antônio Tannus, da Praça 16, no Nelson Costa, entende que, no trânsito, é preciso respeitar a hierarquia das responsabilidades definida nas leis de trânsito, ou seja, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pelos menores, a exemplo dos veículos de passeio com as motocicletas, bicicletas, pedestres”, opinou.

O curso – Requisito obrigatório para a renovação do alvará, o curso anual tem um custo médio de R$ 150 reais, porém, a pedido do prefeito Mário Alexandre, este saiu gratuitamente, com entrega de certificado no final. No mês de maio, é comemorado o ‘Maio Amarelo’, e a Sutram estará capacitando cobradores e motoristas de ônibus e vans. A semana alusiva promoverá ainda um curso voltado aos mototaxistas que pleiteiam a regulamentação junto à Câmara Municipal.

ILHÉUS: PLANTIO DE MIL MUDAS DE ÁRVORES NATIVAS É FEITO EM VIAS PÚBLICAS

Do Tabuleiro

Visita.

As florestas urbanas, se inseridas no planejamento dos municípios, significam mais uma ferramenta de combate às mudanças climáticas. Para tornar isso real, a Prefeitura de Ilhéus, através da Superintendência do Meio Ambiente, em parceria com o Ministério Público Estadual (MPE) e a ONG Floresta Viva, iniciou na manhã desta última quarta-feira (10), o plantio de 40 mudas de árvores, na Praça das Árvores, no bairro Jardim Savóia.

A iniciativa potencializa as ações do poder público para atingir a meta de plantar mil mudas de espécies nativas e certificadas da Mata Atlântica.

A ação desta manhã contou com o apoio da Associação de Moradores da Avenida José Luís da Fonseca e Adjacências (AMA). Na visão de Luciana Paullete, presidente da associação, as árvores nas cidades sempre foram queridas pela população por embelezar os espaços públicos.

“No entanto, elas contribuem de maneira muito mais ampla, com impacto na sustentabilidade econômica, social e ambiental das cidades. Estamos engajados não apenas em ajudar a plantar, mas em adotar e conservar estas espécies”, declarou.

Florestas urbanas – De acordo com a superintendente municipal do Meio Ambiente, Joélia Sampaio, as cidades brasileiras vêm acompanhando a tendência mundial de priorizar o cuidado com as florestas urbanas.

“Iniciamos o plantio no bairro Savóia, mas já temos um cronograma para a cidade, e para isso precisaremos contar com o apoio da comunidade. Recentemente, firmamos um convênio com a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), para iniciar um diagnóstico arbóreo das espécies em Ilhéus”, ressaltou.

O Ministério Público é o grande responsável pela captação dos recursos oriundos de infrações ao meio ambiente, urbanismo, consumidor e idoso, que acontecem na comarca de Ilhéus.

Por sua vez, o promotor de justiça, Paulo Sampaio, lembrou que o Município, através da Superintendência do Meio Ambiente, apresentou um projeto de arborização ao gestor da conta do fundo municipal de recuperação das áreas verdes, que é o Rotary Clube, e aqui está o resultado desse movimento de cidadania”.

A ONG Floresta Viva se incumbiu de preparar os viveiros com as espécies nativas do bioma Mata Atlântica. Segundo o professor Rui Rocha, “esse é um movimento para cuidar e povoar a cidade com as árvores. Porém, a artificialidade e a falta de conexão com a natureza que muitas cidades apresentam, estão relacionadas diretamente a diversos problemas de saúde da população. Entre as mil árvores da nossa flora, estão o pau-brasil, jacarandá, sibipiruna, ipês, algodão de praia, amescla, jaboticaba, entre outros”, explicou.

Engajamento – O cidadão poderá ligar e dizer que quer de adotar uma árvore, como explica o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável (Seplandes), Bruno Miranda. “A equipe vai até o local, examina a área e indica a espécie ideal e planta. Daí por diante, o responsável assinará o termo de compromisso se responsabilizando por regar e cuidar durante todo o ciclo de vida. Esta ação parte do cuidado do prefeito Mário Alexandre em apoiar políticas públicas que visam o respeito com o meio ambiente onde vivemos”.

O ato contou com a participação de representantes Associação de Moradores da Avenida José Luís da Fonseca e Adjacências (AMA), representantes da Superintendência do Meio Ambiente, além dos técnicos do ONG Instituto Floresta Viva e do vereador Gil Gomes.

GOVERNO MARÃO É TIGRÃO COM O ILHEENSE E TCHUTCHUCA COM EMPRESAS DE TRANSPORTE

Ônibus parou numa árvore.

Depois de ver calado as empresas de ônibus Viametro e São Miguel sacanear o ilheense, o governo do prefeito Mário Alexandre decidiu fingir que está de olho nas concessionários do transporte coletivo.

Em texto divulgado à imprensa ontem (quarta, 10), a superintendência de transporte e trânsito afirma que “prendeu” seis ônibus da empresa São Miguel – ninguém sabe se as latas velhas foram levadas ao presídio Ariston Cardoso ou à delegacia, já que o certo seria apreender os veículos.

As carcaças, afirma o texto, apresentavam problemas como bancos, janelas e cintos de segurança quebrados. A empresa tem 48 horas pra resolver o problema e colocar os veículos em circulação.

Mesmo com as irregularidades, a concessionária se livrou de ser multada. Elementos pra isso não faltam, já que problemas na frota ocorrem diariamente, como temos mostrado no ILHÉUS EM RESUMO (lembre aqui).

A medida do governo Marão, apesar de parecer enérgica, é uma cortina de fumaça. A frota de ônibus é insuficiente ou mal distribuída. Basta perguntar a um estudante da Uesc ou do Ifba se estão satisfeitos com a frequência das linhas que atendem esses destinos.

Quando retira linhas de circulação, Marão penaliza o ilheense, mesmo afirmando que a outra empresa vai assumir os destinos.

Marão é tigrão com o ilheense e tchutchuca com as empresas do transporte coletivo.

Enquanto, em dois anos, o prefeito concedeu 80 centavos de aumento na passagem, as empresas só fizeram piorar o serviço.

Os ônibus com ar condicionado e internet grátis passam a maior parte do tempo nas garagens e, quando saem, apresentam goteiras e mau cheiro. Falta o mínimo de manutenção.

Na zona rural, é comum passageiros concluírem a viagem a pé, já que os ônibus quebram. Nessa quarta (10), um carro da São Miguel apresentou princípio de incêndio quando chegava à comunidade de Banco do Pedro.

Princípio de incêndio em ônibus da São Miguel que fazia a linha até o distrito de Banco do Pedro. Foto de James Costa.

Enquanto isso, o Ministério Público se coloca a favor do combate ao transporte clandestino. Parece correto. Mas seria correto também agir contra as empresas.

O transporte alternativo funciona na brecha do legal. Se o sistema convencional é caro e não funciona a contento, o ilheense busca outros meios de se locomover na cidade.

No fim, promotores, donos e diretores das empresas e o prefeito Mário Alexandre não precisam mesmo do transporte. Possivelmente, nunca entraram num ônibus. Então, a tendência é que nada mude.



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