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:: 25/fev/2019 . 9:02

ILHEENSE DENUNCIA CONDIÇÕES PRECÁRIAS DA ESTRADA ENTRE BANCO DA VITÓRIA E RIO DO ENGENHO

Do Ilhéus 24h

Estrada ruim

Por meio de uma publicação no Facebook, um fazendeiro local expôs as condições precárias da estrada que conecta o Banco da Vitória ao Rio do Engenho.

Segundo a publicação, os buracos nas ladeiras impedem que os carros façam o trajeto em dias mais chuvosos. Na publicação ainda é afirmado que o secretário da prefeitura, Gil Gomes, chegou a entrar em contato dizendo que solicitaria as melhorias necessárias para que a estrada voltasse a ser operacional, mas nada foi feito até então.

SESAB ALERTA AOS MUNICÍPIOS SOBRE EPIDEMIA DE DENGUE

Combate à dengue.

A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) emitiu um alerta para os municípios baianos para combater o mosquito aedes aegypti, que transmite a dengue. De acordo com a Sesab, o número de casos da doença cresceu em 301,4% já neste ano de 2019, se comparado ao mesmo período de 2018.

Até o dia 16 de fevereiro desse ano foram notificados 3.725 casos em 123 municípios. O município de Feira de Santana lidera com 1.520 registros e quatro óbitos. Outros dois óbitos foram confirmados, sendo um em Salvador e outro em Candeias.

A Sesab pediu aos municípios que promovam mutirões de limpeza, com atividades de vistoria e remoções de focos do vetor nas residências, juntamente com caminhadas de conscientização e distribuição de materiais informativos.

O governo da Bahia já distribuiu 7,4 mil kits para serem utilizados pelos agentes de controle de endemias dos 417 municípios. Com investimento superior a R$ 2,6 milhões, cada kit é composto de 26 itens, como pesca larva, pipetas de vidro, tubos de ensaio, álcool, esponja, lanterna de led recarregável, bacia plástica, dentre outros materiais. “Os agentes de controle de endemias têm um papel fundamental na eliminação de focos do Aedes aegypti, pois na visita aos imóveis, eles eliminam criadouros, orientam moradores e realizam mobilizações”, afirma o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas.

A distribuição desses kits se configura como um apoio essencial aos municípios, considerando que a maioria tem dificuldades para aquisição de bens e equipamentos, bem como escassez de recursos. “Os materiais e equipamentos adquiridos pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) são todos padronizados pelo Ministério da Saúde”, destaca o secretário.

SINTOMAS

O primeiro sintoma da Dengue é a febre alta, entre 39° e 40°C. Tem início repentino e geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira no corpo. Também pode haver perda de peso, náuseas e vômitos. A população deve procurar a unidade básica de saúde mais próxima. A equipe de saúde pode realizar um teste rápido para detectar a doença.

CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS DA POLÍTICA ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL

Por Josimar Ferreira

Implementado em junho de 2017 no âmbito das Universidades Públicas Estaduais da Bahia, o Projeto Estadual de Auxílio Permanência, denominado “Programa Mais Futuro” (Lei nº 13.458), configura uma grande conquista do movimento estudantil baiano e um importante passo dado pelo Estado da Bahia na implementação de políticas públicas que garantam a permanência de estudantes em condições de vulnerabilidade socioeconômica nas Universidades Públicas Estaduais.

O Programa oferece auxílio financeiro a estudantes de graduação presencial por até 2/3 (dois terços) iniciais do período de duração total do curso em que estão regularmente matriculadas/os. Após a conclusão dos 2/3 (dois terços) iniciais, as/os estudantes beneficiárias/os têm a opção e prioridade para ingressar nas vagas de estágio de nível superior ofertadas pela Administração Pública direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo Estadual.

As discussões sobre a minuta desse Projeto de Lei foram aprofundadas durante o II Seminário de Assistência Estudantil das Universidades Estaduais da Bahia (UEBAs), em setembro de 2013, oportunidade em que as e os estudantes presentes puderem discutir coletivamente com seus pares e setores do Governo do Estado uma proposta de Política Estadual de Assistência Estudantil. No entanto, o Projeto de Lei somente foi aprovado em dezembro de 2015 pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) sem levar em consideração inúmeras reivindicações apresentadas pelos Diretórios Centrais de Estudantes (DCEs) durante o seminário, ainda sob forte mobilização estudantil e repressão da polícia administrativa.

Diferentemente do que afirma o Governo do Estado, observa-se então que a maneira como foi implementado e vem sendo executado, o Mais Futuro dificilmente tem minimizado as desigualdades sociais nas UEBAs, conforme prevê a Lei. Nos últimos editais, por exemplo, várias/os estudantes ficaram o semestre inteiro desassistidas/os, situações que contribuem para o aumento da taxa de evasão nos cursos de graduação. Levantamento que vem sendo elaborado pelo DCE Livre Carlos Marighella.

Além disso, há de se considerar que a renda de uma pessoa e/ou a vulnerabilidade social é uma condição indeterminada e não previsível, podendo haver alterações ao decorrer do tempo. Desse modo, o acesso ao programa deveria ser em fluxo contínuo, ou seja, as e os estudantes acessem ao Programa a qualquer tempo do curso, não apenas em datas fixadas por meio de editais. Outro aspecto extremamente excludente e meritocrático é a imposição de trancamento de somente duas disciplinas ao longo de todo o curso, tal imposição destoa do objetivo de assistir e permitir que a população estudantil em vulnerabilidade socioeconômica se mantenha em condições favoráveis de conclusão da graduação, desconsiderando os diversos fatores que englobam a realidade das Instituições de Ensino Superior, a exemplo da falta de professores e as especificidades de cada curso, também por que cada Universidade possui um calendário acadêmico que dificilmente segue a mesma dinâmica, bem como cada Campi possui suas singularidades.

Nesse sentido, o Estado não pode assumir uma lógica puramente assistencialista, devendo pensar na formulação de uma Política Estadual de Assistência Estudantil que leve em consideração outros elementos da permanência estudantil, como: a construção, ampliação e manutenção de restaurantes universitários; garantia de uma política de creches e apoio as estudantes mães; construção de residências universitárias e compromisso com a política de moradia estudantil; fomento ao esporte, cultura e lazer no âmbito das universidades estaduais; bem como a criação de núcleos de atendimento biopsicossocial para atender a demanda da comunidade acadêmica.

O caminho a ser seguido é a abertura de canais de diálogo contínuos e efetivos com as entidades de representação estudantil e as Instituições de Ensino, com objetivo de realizar uma avaliação sistemática que possa fomentar a criação de instrumentos de acompanhamento, monitoramento e fiscalização na garantia de diminuição da desigualdade social estrutural presente nas Universidades Públicas Estaduais. Compromisso assumido pelo governador Rui Costa com os DCEs nos encontros do Programa de Governo Participativo (PGP) em 2018, compromisso do qual não poderá se furtar nesse segundo mandato.

O autor Josimar Ferreira é estudante de Licenciatura em Química (UESC), Coordenador Geral do DCE Livre Carlos Marighella e Dirigente Estadual do Coletivo Quilombo.

SETOR DE PESQUISA DA UESC VISA IMPLANTAÇÃO DE ÁREAS DE PLANTIO DE PIMENTA NO INTERIOR DA BAHIA

Da Ascom/Uesc

Uesc

A crescente procura por pimentas no mercado interno e externo trouxe expansão das áreas de cultivo em vários Estados brasileiros, principalmente as de iniciativas de agricultura familiar.

Devido a esse aumento da demanda de produção, a Cooperativa de Desenvolvimento Territorial – COOPERAST por meio de sua equipe técnica se uniu a Universidade Estadual de Santa Cruz como objetivo realizar pesquisas, e implantação de  pimenta  em áreas assistidas pela cooperativa.

A parceria entre a COOPERAST e a UESC consististe, no auxilio prestado pela Universidade em fornecer bancos de dados de sementes de pesquisas desenvolvidas em pimenta, e o trabalho pratico da cooperativa em buscar áreas experimentais em comunidades selecionadas, para posteriormente multiplicar os resultados positivos  em áreas de MANDALA e SAFS  assistidas pela COOPERAST. Essa iniciativa é muito importante, pois cria laços entre os produtores do campo e a pesquisa na Universidade.

Existem várias formas de utilização da pimenta, podem ser consumidas ao natural, ou processadas e utilizadas em várias linhas de produtos, e abastecem a agroindústria. Seus frutos podem ser desidratados e vendidos inteiros, em flocos (pimenta calabresa), em pó (páprica picante) ou ainda preparados como conservas, molhos, geleias, e doces.

O diretor executivo COOPERAST, Marcello Layandys destaca a importância da  busca por novas alternativas de renda para o produtor, como SAFS e MANDALAS, que é um modelo agroecológico que já vem sendo implantado. Em um futuro próximo, a cooperativa pretende  processar estes produtos, agregando ainda mais valor à produção da agricultura familiar no interior da Bahia.



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