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:: 13/fev/2019 . 14:06

MORADORES DO CONDOMÍNIO RESIDENCIAL RIO CACHOEIRA NA BRONCA COM MARÃO

Do Ilhéus 24h

Na bronca.

Em contato com a nossa redação, moradores do Condomínio Residencial Rio Cachoeira, localizado no km 05 da Rodovia Ilhéus ‐ Itabuna (próximo ao Hospital Geral Costa do Cacau), denunciaram o abandono do local por parte dos órgãos públicos principalmente no tocante à iluminação e transporte público no local.

Segundo relatos de moradores, os ônibus do Salobrinho não entram no local e no período da noite, a falta de segurança nos pontos de ônibus deixa a população com medo da criminalidade. O relato ainda fala sobre o aparecimento de cobras nas proximidades do local.

“Principalmente com relação aos transportes, os ônibus não entram até o hospital  (Costa do Cacau) como prometeram. O Salobrinho para muito longe. Eu faço faculdade à noite e não consigo pegar o último ônibus do hospital, tenho que pegar o Salobrinho e implorar para o motorista parar em frente a igreja. que fica um pouco mais próximo e menos perigoso. Mas não são todos que param, alguns nem sequer nos escutam. Muitas cobras são encontradas. Sem falar na segurança, (o medo de) assaltos e a falta de iluminação” relatou um morador que preferiu não se identificar.

LOCADORAS DE CARROS LOTEARAM RUAS DO PONTAL

Do FRN

Carros na rua.

Moradores da Rua David Maia e adjacências, no bairro do Pontal, próximo do aeroporto, entraram em contato com a reportagem do FR Notícias para reclamar da desorganização do trânsito no local.

Eles relatam que as locadoras situadas nas imediações do aeroporto tomaram conta das ruas utilizando toda extensão para estacionamento dos veículos, sem falar de populares, que ajudam a promover o trânsito abusivo, desordenado e fora do controle.

PRODUTORES DE CACAU DA BAHIA DEVEM VOLTAR A ACESSAR CRÉDITO RURAL

Da Secom/Bahia

Cacau

Agricultores familiares produtores de cacau da Bahia devem voltar a fazer financiamento de crédito para implantação, ampliação ou modernização da estrutura de produção, beneficiamento, agroindustrialização do cacau, entre outras ações. A medida foi discutida, nesta terça-feira (12), por dirigentes e técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado da Bahia (SDR) e do Banco do Nordeste, no município de Ilhéus.

O secretário em exercício da SDR, Jeandro Ribeiro, apresentou as diversas ações que estão sendo realizadas pela secretaria para fortalecer a cacauicultura baiana, como assistência técnica e extensão rural (Ater), apoio à reforma agrária, regularização fundiária, mecanização rural, além dos investimentos realizados por meio de projetos como o Pró-Semiárido e o Bahia Produtiva.

Ribeiro enfatizou que é preciso somar esforços para a região cacaueira: “É um desafio que trazemos, mas essa é uma estratégia de juntar todos os investimentos e potencializá-los como esse acesso ao crédito”.

Estiveram presentes técnicos da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR/SDR) e da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater/SDR), além de agentes das prestadoras de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) dos Territórios de Identidade Litoral Sul, Baixo Sul, Médio Rio das Contas e Costa do Descobrimento.

Segundo o superintendente do Banco do Nordeste, José Gomes, com a SDR surgiu a possibilidade de voltar a atender os produtores de cacau: “Estamos aprofundando a discussão para atender os produtores que se encaixarem no perfil para o crédito para que possam retornar as atividades preponderantes na região”, disse.

Para operacionalizar crédito para a cacauicultura foram realizados encaminhamentos como visitas às áreas produtivas, capacitação das entidades de ater e andamento do projeto de conservação produtiva.

Plano operacional – A reunião é desdobramento da estratégia do Plano Operacional para o Cacau e Chocolate da Bahia, lançado pelo Governo do Estado, em novembro de 2018, que atenderá 20 mil agricultores. O plano prevê o desenvolvimento de ações que permitirão elevar, em cinco anos, a produção de cacau na Bahia para 240 mil toneladas/ano, até 2022, e consolidar a fabricação de chocolates finos com certificado de origem no Sul da Bahia.

MOTORISTAS DE ILHÉUS AINDA NÃO TEM ONDE ADQUIRIR PLACA MERCOSUL

Do Tabuleiro

Placa nova.

Motoristas de Ilhéus que precisam fazer a substituição das placas pelo novo padrão Mercosul estão encontrando dificuldades para emplacar seus veículos. Até hoje a cidade não tem nenhuma emplacadora autorizada a comercializar essas placas. Os mesmos estão se dirigindo para Itabuna, onde adquirem o equipamento

Anteriormente foi apurado pelo Ministério público da Bahia que a Promac, única empresa credenciada em atividade atualmente para a fabricação das placas Mercosul, mantém contrato ilícito com a CSO e cobra taxas abusivas e desnecessárias pela venda dos produtos aos emplacadores no estado. A prática poderia elevar o preço para o consumidor que fizesse a substituição em automóveis da Bahia. A venda das placas era feita mediante a assinatura de um termo de finalidade entre a fabricante credenciada e a emplacadora interessada.

No seu contrato de venda, a Promac exigia que os emplacadores assinassem o termo que previa fidelidade de seis anos e com multa de R$ 1 milhão, caso o emplacador optasse pela troca de fabricante.

O preço cobrado pela Promac também levantou suspeitas dos promotores. Enquanto a Blanks, que tenta se credenciar na Bahia para o serviço, cobra R$ 46 pelo par de placas Mercosul, o valor na Promac poderia chegar até R$ 120, por par, aos emplacadores.



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