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ILHÉUS: ÁREA ONDE SERIA CONSTRUÍDO O NOVO FÓRUM ESTÁ ABANDONADA

Área verde ou área abandonada?

Quem não lembra da celeuma envolvendo a construção de um novo fórum pra o Tribunal de Justiça em Ilhéus?

O prédio seria erguido na zona sul, numa área que integra o loteamento Jardim Atlântico, com pouco mais de um hectare.

Desde que anunciada a obra, que custaria 18 milhões de reais, moradores e movimentos organizados da cidade resolveram bater o pé.

Entre as alegações contrárias à obra, a de que o terreno é uma área verde, destinada a ser centro de convivência e possuir árvores e outras plantas nativas.

Para mobilizar a opinião pública, houve protesto, limpeza do lote, criação de projeto urbanístico para o local, entrevistas, artigos na imprensa e tudo mais.

No segundo semestre de 2018, o Tribunal de Justiça da Bahia ouviu as reclamações e desistiu da obra.

Passado algum tempo, moradores que eram favoráveis à instalação do novo fórum nos enviaram fotos de como está a área atualmente. Sem prédio da justiça, sem limpeza, sem área de convivência.

Área verde e abandonada.

Como sempre foi, o lote está abandonado.

Passada e vencida a guerra, aqueles que defendiam o empreendimento simplesmente esqueceram da área.

Coisas de Ilhéus.

2 respostas para “ILHÉUS: ÁREA ONDE SERIA CONSTRUÍDO O NOVO FÓRUM ESTÁ ABANDONADA”

  • Joao says:

    Vergonha é o que fizeram, tiraram na época mais de 90 caçambas de terra deixando a área toda desprotegida e impossível com recursos dos moradores tentar melhorar a praça. Mesmo assim vale salientar que todo entorno da praça está sendo cuidado pelos moradores.

  • Bom dia,

    Informo aos senhores que as ações jurídicas junto à Vara da Fazenda Pública e ao Conselho Nacional de Justiça visando à manutenção da área verde em sua finalidade encontram-se pendentes de julgamento. Além disso, foi o poder público que sempre abandonou a área sendo que os moradores é que fizeram as benfeitorias que foram destruídas, sem falar dos ecossistemas de Mata Atlântica, com a retirada indiscriminada das árvores.
    Desta forma, os moradores pretendem através das ações jurídicas ver assegurado seu direito ao zelo e ao uso do espaço dentro da sua finalidade recreativa. Atenciosamente. Marta Serafim, moradora e advogada da causa

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