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:: 8/nov/2018 . 11:42

DENUNCIADA POR DESVIOS E DERROTADA, ÂNGELA SOUSA PERDE O FORO PRIVILEGIADO

Do FRN

Ângela Sousa.

Com o projeto político interrompido, por meio de derrota nas urnas, na eleição de 07 de outubro, a deputada estadual Ângela Sousa (PSD) perderá no mês de janeiro de 2019, o gozo do foro privilegiado. A garantia do Foro Privilegiado abrange apenas os políticos que ocupam cargo eletivo. Sem mandato a partir de fevereiro de 2019 e enfraquecida politicamente, Ângela terá pela frente a temida denúncia do Ministério Público Federal, que a colocou no rol dos políticos envolvidos em corrupção.

A deputada é alvo da Operação Águia de Haia da Polícia Federal, que investiga desvio de verbas públicas do Fundo de Manutenção da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb) em aproximadamente 20 municípios baianos.

Segundo a denúncia do MPF, a quadrilha atuou por aproximadamente seis anos e realizou contratações superfaturadas no valor de R$ 43.150.000,00, causando prejuízos vultosos aos cofres públicos que estão especificados em cada uma das denúncias já apresentadas no âmbito das investigações.

A denúncia do MPF com provas robustas da participação da ainda deputada, foi oferecida ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

DISCENTE DA UESC RECEBE FINANCIAMENTO INTERNACIONAL PARA SUA PESQUISA DE MESTRADO

Do Tabuleiro

A esquerda, Fernanda Amato Gaiotto, orientadora da Mestranda Taruhim Miranda Cardoso Quadros.

A discente Taruhim Miranda Cardoso Quadros, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular da UESC, aprovou em edital competitivo, um financiamento de 5 mil libras (aproximadamente R$24.000,00) para a sua pesquisa. O auxílio proveniente da Fundação Rufford, do Reino Unido, está voltado à formação de jovens pesquisadores que atuem na conservação da natureza.

A mestranda solicitou apoio para o desenvolvimento de seu projeto de mestrado, intitulado “Restaurando o passado, reconstruindo o futuro: como parâmetros genéticos podem subsidiar a restauração florestal?” Juntamente com sua orientadora, a Dra. Fernanda Amato Gaiotto, a discente redigiu a proposta para investigar as bases genéticas presentes em diferentes áreas de restauração florestal, usando o jacarandá-da-Bahia (Dalbergia nigra) como espécie modelo.

A pesquisa tem por objetivo sanar um importante questionamento atual: as estratégias de restauração de florestas são eficientes para manter padrões genéticos similares aos existentes nas florestas nativas remanescentes? Elevados níveis de diversidade genética possibilitam populações a expressar aptidões necessárias à sobrevivência ao longo do tempo. Assim, a partir do estudo de áreas já restauradas, Taruhim também produzirá conhecimentos de aplicabilidade prática em futuros projetos de restauração.

Seus resultados serão divulgados à sociedade com o auxílio de parcerias já estabelecidas com empresas do setor florestal (Fibria, Veracel e Symbiosis) e atores importantes da restauração florestal na Bahia (como o Instituto Floresta Viva e o Programa Arboretum). A proposta, obrigatoriamente escrita em inglês, foi submetida no mês de agosto e teve resultado divulgado no dia 6 de novembro. Agora, o financiamento está em fase de implementação, com documentação sendo enviada para a Rufford.

A Fundação Rufford (Rufford Foundation), do Reino Unido, auxilia projetos voltados a conservação da natureza em todo o mundo e até hoje já contribuiu para mais de 4 mil projetos em 156 países. A submissão de propostas de financiamento pode ser feita ao longo de todo o ano, e a fundação fornece materiais de apoio para elaboração das propostas em seu website (https://www.rufford.org/rsg/).



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