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:: 22/maio/2018 . 12:51

ILHÉUS: PM APREENDE ARMA E RECUPERA MOTO

Do Agravo

Arma apreendida.

No último sábado (19) por volta das 22h30min, a guarnição PETO/7011 em ronda de rotina na Av. Itabuna, foi solicitada por um cidadão de iniciais: J. da S. S, que informou que acabara de ser assaltado por dois indivíduos que lhe subtraíram uma motocicleta Honda CG 150cc placa policial PMN – 2435.

A PETO localizou os assaltantes que desferiram disparos de arma de fogo em direção aos policiais militares, no revide, o indivíduo de iniciais; M. de J. B, que foi alvejado e socorrido pela guarnição, encaminhado para ao Hospital Costa do Cacau.

Com o assaltante foi encontrado um revólver calibre 32 de nº 420737, com 05 cartuchos deflagrados e 01 picotado.

O outro comparsa conseguiu evadir abandonando a motocicleta que foi localizada nas imediações da localidade conhecida como Malvinas, Central de Abastecimento de Ilhéus.

NAZAL: “ESTOU VENDO O GOVERNO DE MÁRIO DEGRINGOLAR”

Do Pimenta

Nazal de saída confirmada

José Nazal Pacheco Soub, 62 anos, era, até o dia 30 de abril, secretário de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável de Ilhéus. Pediu exoneração ao final da tarde daquela segunda-feira, véspera do 1º de Maio, Dia do Trabalhador. Passou a ser, a partir dali, apenas vice-prefeito. Ou, como diz, “figura decorativa”.

O casamento político com o prefeito Mário Alexandre (Marão) acabaria dois dias depois. O prefeito tentou dissuadi-lo. Ouviu de Nazal uma espécie de “Ou Bento ou eu”. Bento Lima vem a ser o secretário de Administração de Ilhéus. Mandachuva do governo, como define Nazal. Marão não topou abrir mão de Bento.

Nazal faz críticas e autocríticas. Para ele, o Governo Marão está degringolando (palavras dele) e a hora é da “cidade acordar” e a gestão ter pessoas comprometidas com Ilhéus. Aponta desvios éticos e afrontas ao erário.

O vice-prefeito acredita que Marão governa sem compartilhar poder. E, mais que isso, sem comparecer ao próprio gabinete. Pior, diz que o prefeito passou mais de 8 meses sem reunir o secretariado. Também não acredita que o governo melhore. Diz ter batido de frente com mandachuvas do governo – secretários Bento Lima, Alisson Mendonça e Alcides Kruschewsky.

Membro da Rede, o vice-prefeito fez autocrítica: enxerga-se como intransigente com várias coisas. Na tarde da última quinta-feira (17), Nazal concedeu a seguinte entrevista ao blog:

PIMENTA – Começando do começo, como é que surge a aliança com Marão?

JOSÉ NAZAL PACHECO SOUB – Lançamos pré-candidatura para discutir os problemas de Ilhéus. Para mim, era muito mais importante governar do que ganhar. Ficamos em um grupo menor. Terminou não dando certo, mas tivemos uma relação boa [em uma aliança inicial de 7 legendas]. Na última semana para convenções, Mário ficou sozinho. De 7 partidos daquele grupo, ficaram 5. Depois, um. Rachou tudo. Foi quando houve proposta de [Emílio] Gusmão e Hélio Ricardo: Por que não junta com Nazal? Aí, marcamos uma conversa, no dia 30 de julho, 10 da manhã. Conversamos. Lá, eu disse: se a gente fechar um acordo, a minha proposta é só uma. É Ilhéus, é por Ilhéus. Não sabíamos se iríamos ganhar ou não. Dia 31, convenção do PSD, sentamos novamente. No outro dia, ele vira pra mim e diz: Essa noite eu dormiOs acordos que eu tentei fazer, todo mundo trabalhou na faixa de 50%, dividindo loteando o governo.

PIMENTA – E contigo?

NAZAL – Eu disse: minha proposta é por Ilhéus. Agora, tem uma condição. Se sair da linha, eu grito. Ganhamos a eleição sem dívida política nenhuma. Eram cinco partidos. Um grande e os nanicos: O PSD, PTdoB, PTB, PSL e a Rede.

PIMENTA – Você impôs condições, Marão aceitou. Pelo que aconteceu no governo, você se sentiu usado?

NAZAL – Não me senti, pois não me subjuguei. Não concordei, um abraço. Muitos dizem você foi importante para a eleição de Mário. Talvez não tenha essa dimensão. Eu era pré-candidato, tinha 2%, sem estrutura e densidade eleitoral. Mas algo mudou quando tornei-me vice. Mas não me senti usado. A discussão, o discurso eram um. Mas, eepois, a prática… Mas o meu permaneceu o mesmo. O que eu não aceitava, eu dizia. Coisa que não aceitei, eu sempre bati de frente.

PIMENTA – Com o prefeito?

NAZAL – Com Mário e com algumas pessoas do governo que são mandachuvas: Bento Lima (secretário de Administração), Alisson Mendonça (Governo, e agora na Seplandes) e Alcides Kruschewsky (Comunicação). Com Alcides, menos, para não ser injusto. Com Alisson, forte… Eu não entrei para disputar o poder, mas para compartilhá-lo. Essa é a diferença. Eu dizia com Alisson: ‘o meu compromisso é muito maior que o seu. Você é secretário. Eu sou secretário e vice-prefeito’. Eu botei meu nome. Meu nome estava na tela [da urna]. O de Mário foi para a tela, o meu foi para tela. Eu não queria ser um vice decorativo como agora vou ficar.

Clique aqui e leia a íntegra.

ILHEENSE NA CAPA DE UMA DAS MAIORES REVISTAS DE NEGÓCIOS DO PAÍS

Do Agravo

Coco

Nesta segunda-feira (21) o empresário ilheense João José Azevedo, conhecido popularmente como Coco, está na capa de uma das principais revistas de negócios do Brasil.

Com apenas 16 anos, Coco, começou a produzir suas próprias bijuterias e miçangas em Ilhéus, na Bahia. 40 anos depois, ele é dono da rede de franquias de joias e semijoias ArtCoco, que faturou R$ 10 milhões em 2017.

Coco percebeu que era o momento para expandir os seus negócios além de Ilhéus. Ele escolheu a cidade de Vitória da Conquista, também na Bahia, para abrir uma loja física.

Atualmente, a rede conta com 16 unidades em cidades baianas como Itabuna, Teixeira de Freitas, Nova Viçosa e Porto Seguro.

Confira a matéria completa com o sucesso do empresário Coco na Revista Pequenas empresas e Grandes negócios clicando aqui.



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