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ESTUDANTE DA UESC DIZ QUE FOI ESPANCADA POR POLICIAIS MILITARES DE ILHEUS

Bianca


Na sexta-feira, 22, a estudante do curso de LEA da UESC, Bianca Meira Santos, usou as redes sociais para denunciar  policiais militares de Ilhéus que, segundo informou a estudante, a espancaram e a tiraram de casa usando a força. De acordo com Bianca, um dos policiais é genro da dona da casa que ela pagava aluguel para morar e a espancou enquanto saía do banheiro ainda de toalha.  O policial também é marido de sua colega de Curso. 

“Cada vez que eu tiver que passar por WILZA nos corredores do LEA da uesc me sentirei ainda mais agredida, porque olhar pra ela me faz lembrar do marido dela me espancando a troco de nada.”

Confira o relato: 

QUEM ME CONHECE SABE QUE EU NUNCA FAÇO TEXTÃO, MAAAAAAAAS, esse daqui foi muito necessário e eu peço a paciência de todos para lerem até o final! 

Ilhéus, BA, 10/09/2017.
 No dia 08/08/2017 eu, Bianca Meira Santos, Estudante do curso de LEA-NI da UESC, vim de mudança da cidade de Itabuna para Ilhéus, para dividir o aluguel de uma casa com uma mulher chamada Tássita Cyriaco Bittencourt, estudante da Faculdade de Ilhéus. O valor do aluguel da casa era R$400,00 (conforme estava no anúncio que ela pusera na internet) caso eu alugasse sozinha a casa que tem dois quartos, e era a minha intenção porém a Tássita me propôs ao invés de alugar a casa sozinha, que eu dividisse com ela a casa (que pertence a mãe dela) porque ela havia acabado de começar o curso de odontologia na faculdade de ilhéus e precisaria também morar em ilhéus agora, então eu concordei, paguei 200,00 reais à mãe dela referente minha parte do aluguel e vim de mudança pra cá com todos os meus móveis, eletrodomésticos, animais de estimação (tenho dois gatos) e objetos pessoais. No dia 28/08/2017 Tássita me chamou para conversar e disse que a mãe dela, Silvia Cyriaco Bittencourt, que é a proprietária da casa em que estávamos morando, e até então morava na cidade de Itamaraju, havia recebido uma proposta de trabalho aqui em Ilhéus e que por isso estava vindo embora pra cá e que precisaria do quarto que eu estava ocupando para a mesma. A minha resposta a ela foi de que eu havia acabado de me mudar pra Ilhéus, que tinha tido muitos gastos com a mudança e que por isso não teria condições de simplesmente me mudar novamente assim sem mais nem menos. Não havia nem completado um mês que eu estava morando na casa quando ela veio me dizer isso. Ela não gostou da minha recusa em sair imediatamente da casa e começou a dizer que eu teria que ir embora porque eu ficava recebendo homens estranhos (3 colegas da faculdade que passaram por lá) na casa e fazendo festas (eu não fiz nenhuma festa se quer naquela casa) e que ela estava se sentindo ameaçada dentro de casa. Mais uma vez eu recusei-me a sair porque disse a ela que isso era contra a lei e que eu tinha direitos, e que as pessoas que iam na minha casa eram colegas da faculdade e que ninguém nunca tinha nem falado nada com ela pra ela agir daquela forma, e que eu nunca tinha feito nenhuma festa dentro de casa e que eu não ficaria mais ouvindo aqueles absurdo e fui pro meu quarto. Minha primeira atitude foi entrar em contato com meu advogado João Lins e pedir orientação sobre como eu deveria me portar na situação e quais eram meus direitos, já que ela estava ameaçando me colocar pra fora porque nosso acordo não tinha sido físico e sim verbal e que por isso eu não teria direito a nada porque não tinha como provar que aluguei. Logo após isso entrei no facebook e mandei mensagens pra o perfil da mãe dela contando sobre a discussão e dizendo as coisas que João havia me instruído sobre meus direitos na situação e pedindo que ela intercedesse junto a filha dela por minha causa, porém eu nunca fui respondida (tenho todos os prints dessa conversa arquivados para servir de prova). No dia 2/09/2017 eu viajei com o ônibus da faculdade (sou estudante da UESC) e mais 20 colegas para João Pessoa na Paraíba para um congresso de estudantes e só retornei no dia 08/09/2017 no final da tarde. Ainda lá na paraíba tentei contato com Tássita pra saber o que ela e a mãe dela tinham decidido a respeito da minha situação. Se elas preferiam me pagar a multa pela quebra do contrato ou se elas me dariam os 30 dias de aviso prévio pra eu me preparar pra mudança e mais uma vez fui totalmente ignorada. Ao retornar mandei mensagem pra ela novamente dizendo que havia chegado em ilhéus e que precisava entrar em casa e eu tinha sido informada por um colega (que eu tinha deixado na incumbência de alimentar meus gatos enquanto eu estivesse fora) que elas haviam trocado o cadeado da casa e que por isso eu não poderia entrar sem elas em casa. Quando finalmente consegui chegar em casa eu estava acompanhado de um colega da faculdade (que não vou citar o nome pois ele não precisa ser exposto), que mora em Itabuna e que havia me pedido abrigo em Ilhéus naquele dia pois ficara tarde pra ele voltar pra Itabuna e eu disse que tudo bem. Cheguei em casa por volta das 22 horas e ao chegar fui recebida pela Tássita, pela mãe dela, Silvia e por uma vizinha que eu não sei o nome pois não a conhecia direito, juntas na sala esperando pra me confrontar. Pedi ao meu colega que fosse pro meu quarto e fui pra sala conversar com elas. A conversa foi de mal a pior, a dona Silvia me disse que eu teria até segunda pra sair da casa dela, eu disse que já tinha sido informada dos meus direitos e que só sairiam quando elas decidissem me pagar ou me dar os 30 dias de aviso prévio e caso contrário eu não sairia porque nesse país existem leis. Ela começou a gritar comigo e disse que elas não se importavam se eu tinha advogado porque elas também tinham quem as defendesse e que se eu não saísse por bem sairia por mal. Aí eu disse que elas estavam tentando me dar um golpe mas que eu não era fácil de ser enrolada assim não, saí da sala e fui pro meu quarto tranquei a porta e fui tomar banho. Antes que eu pudesse terminar o banho ouvi um estrondo enorme na porta do meu quarto e meu colega foi abrir a porta pra ver do que se tratava pois ele pensou que fosse novamente a dona Silvia querendo falar comigo, porém quando ele abriu tinha 5 policiais fortemente armados na porta do meu quarto. Daí pra frente foi uma sucessão de agressões e abusos por parte da polícia. Quando eles entraram no meu quarto eu ainda estava no banheiro do quarto, completamente nua. Meu colega calmamente pediu que os policiais saíssem do quarto para que eu pudesse me vestir com o mínimo de dignidade, porém ele foi arrancado do quarto debaixo de porrada. Eu me enrolei numa toalha e fui perguntar o que estava acontecendo ao sub tenente Agnaldo Nascimento dos Santos, que era quem estava comandando a operação porém ao invés de me responder ele me agarrou pelo pescoço e me deu tapas muito pesados no rosto, me chamou de vagabunda entre outras ofensas. Eu pedi que se retirassem do meu quarto para que eu pudesse ao menos estar vestida antes de apanhar mais, e ele disse que eu teria um minuto pra me vestir e começou a gritar perguntando onde eu escondia minhas drogas. Respondi que eu não tinha droga nenhuma, e que eles poderiam revistar meu quarto procurando que não achariam nada. E de fato eles não encontraram nada de drogas no meu quarto nem nas minhas coisas. Encontraram uma pequena quantidade de maconha na mochila do meu colega porém ele assumiu a droga ser dele e que eu não tinha nada a ver com aquilo. Depois de conseguir me vestir eles me algemaram, mesmo eu não tendo resistido em momento algum, e me jogaram no camburão do carro da PM após mais algumas agressões. Voltaram para dentro da casa, vasculharam todas as minhas coisas tentando procurar drogas, e como não encontraram nada eles mandaram a Tássita e a Silvia pegarem todas as minhas coisas e colocarem na garagem dizendo que eu já ia sair dali de mudança naquele mesmo dia. Depois disso o policiais saíram dizendo para os vizinhos que começavam a se aglomerar nas portas de suas casas, que eu era uma bandidinha traficante da UESC que eu estava fazendo festas regadas a sexo e drogas dentro da casa e que estava tentando colocar a dona da casa pra fora da própria casa. Eu ouvi tudo isso enquanto estava algemada e presa dentro do camburão. Depois disso eles algemaram também o meu colega, o puseram também no camburão e nos levaram para a delegacia. Antes de sairmos de lá eu vi Wilza, que é uma colega do mesmo curso que eu na UESC, parada na porta da casa assistindo a tudo. Achei que ela estava lá porque ela é irmã da Tássita e que tinha ido porque ela tinha chamado, porém depois eu descobri que além de ser irmã da menina, o marido de Wilza é policial militar eu só não sabia se era algum dos policiais envolvidos naquilo tudo pois eu não sabia o nome do marido dela. Chegando na porta da delegacia eles nos obrigaram a ficar parados no fundo do carro da PM e posar pra fotos nos celulares deles e disseram que no dia seguinte já estaria em todos os blogs da região, além de que eles iam mandar pra todos os amigos policiais deles pra a gente nunca mais ter paz na cidade. Me recusei a olhar pra câmera e mais uma vez fui hostilizada pelos policiais, e após eles conseguirem a foto eles nos levaram pra dentro da delegacia. Meia hora depois Tássita, Silvia, Wilza, e a vizinha da qual eu não me recordo o nome, chegaram na delegacia e começaram a inventar várias histórias a meu respeito. Disseram que tinham me abrigado na casa delas porque eu estava precisando e um lugar para morar e que eu agora estava tentando colocar a dona pra fora de casa. Disseram que os 200 reais que paguei a mãe dela eram referentes as contas de luz e gás, o que era mais uma mentira porque foi na verdade o valor da minha parte do aluguel. Depois que elas foram ouvidas elas foram embora e eu fiquei esperando até as 2 horas da manhã pra ser ouvida pelo delegado antes de ser liberada. Fiquei proibida de voltar à casa, a não ser pra buscar os meus móveis e meus gatos. O delegado me garantiu que instruiria elas a não mexerem nas minhas coisas até eu poder ir buscar e a cuidar dos meus gatinhos para que não morressem de fome até eu poder busca-los. Saímos da delegacia já eram quase 3 da manhã, e fui pedir abrigo na casa de um amigo. 

Eu consegui o nome completo de três dos cinco policiais envolvidos na situação e por isso eu descobri que o policial que mais me agrediu e me humilhou é o Sub. Tenente Agnaldo Nascimento dos Santos que é justamente O MARIDO DE WILZA, QUE É IRMÃ DE TÁSSITA. E que um dos outros oficiais estuda na mesma faculdade que Tássita também, o que me explicou como tudo pode ter acontecido tão rápido, porque ficou claro que eles já estavam de sobreaviso esperando apenas o chamado delas pra irem me agredir. Os outros dois nomes que consegui foram o do Sgt. Antonio Humberto Pires e o do SD.PM Leonardo Antonio Raposo Ramos. Dos outros dois policiais não consegui gravar os nomes e eles estavam sem identificação, porém sei que eles são da viatura 68, e que essa viatura não é a viatura que faz a ronda daquela parte da cidade (Rua F, loteamento tropical nº 46 Ilhéus II) e isso foi o próprio delegado quem falou. O sub tenente Agnaldo já na delegacia continuou a me ameaçar dizendo QUE PODERIA FACILMENTE PLANTAR DROGAS NAS MINHAS COISAS, mas que dessa vez ele não ia fazer isso mas que eu ficasse esperta porque ele ia me dar uma cadeia de qualquer jeito. Respondi que não tinha medo dele e ele disse que eu deveria ter, ou se não levaria mais porrada na cara, e que ele me conhecia da uesc e que era pra eu ter cuidado por onde eu ia andar dali pra frente. Como isso aconteceu durante o fim de semana eu não pude tomar providências imediatas pois os órgãos públicos só funcionam durante os dias uteis e dessa forma esperei até, segunda-feira 11/09/2017, para começar os processos pertinentes parar reparação de todos esses absurdos que aconteceram comigo. Nunca fui tão humilhada em toda a minha vida. Fui pega totalmente vulnerável dentro do meu quarto, completamente despida e apanhei muito sem nem ter oferecido nenhum tipo de reação contra os policiais. Não havia nenhuma policial feminina na operação o que só me deixou ainda mais humilhada pois tinham 5 homens armados me espancando dentro da casa a qual eu havia pagado pra estar e eu tinha acabado de chegar de uma viagem de 8 dias fora. Agora estou sem ter onde morar, passando uns dias de favor na casa de uma tia e estou machucada e com dores no pescoço e rosto, mas a pior das dores é a emocional. Uma sensação de impotência total e uma revolta tão absurda quem nem tenho como descrever. Cada vez que eu tiver que passar por WILZA nos corredores do LEA da uesc me sentirei ainda mais agredida, porque olhar pra ela me faz lembrar do marido dela me espancando a troco de nada. Estou tomando todas as providências legais contra os envolvidos nesse abuso, mas ainda assim nada vai apagar o horror que foi aquela situação pra mim. Depois de muito relutar resolvi vir a público com essa história porque por mais constrangedor que tenha sido pra mim eu acredito que outras pessoas precisam ser alertadas quanto a mais esse abuso descarado de poder envolvendo policiais militares e porque preciso muito do apoio de todos para ter forçar pra lutar contra esse tipo de atrocidade pra que sirva de exemplo e evite que outras pessoas passem pelo mesmo horror que eu.

19 respostas para “ESTUDANTE DA UESC DIZ QUE FOI ESPANCADA POR POLICIAIS MILITARES DE ILHEUS”

  • Rejane says:

    Parabenizo sua coragem Bianca, por não se calar diante deste ato de extrema covardia por parte daqueles que deveriam ser nossos defensores porem, que na nossa sociedade se tornaram ratos nojentos que usam o uniforme pra agredir pessoas de bem.
    Continue sim sua luta pra fazer com que a sua dor não fique impune como tantas atrocidades que estes vermes cometem.
    Estarei vibrando positivamente pra que voce continue esta jornada pela justica.

  • Gilmar Mendes says:

    Saía, pois a cada não é vc ainda fez o favor de não assinar um contrato de aluguel, muito inocente vc hein minha querida, agora olhos da lei sua amiga se é que se pode chamar assim não tá fazendo nada de errado pelo contrário vc e que tá.

  • Jdo says:

    Não se deixe ser chantagiada, coloque eles na justiça vai ficar um bom tempo sem poder ter gratificações ou subir de cargo? Não desista! E a Wilza essa já deve está calejada de tanto apanhar do marido já deve está até acostumada é achar normal, coloque nas mãos de Deus, ele proverá de todos é de tudo que aconteceu com você. Eu acredito em tudo que você descreveu.

  • Paulo Lisboa says:

    Isso é um absurdo, tem que ir ao ministério público e entrar com uma ação criminal contra esses covardes. Tem que tomar providências contra esses bandidos. É inadmissível que ainda exista na nossa sociedade, bandidos travestidos de autoridade

  • Sandra passos says:

    Muitooo triste com tudo isso minha querida,que país ê esse que permite tamanha atrocidades e desmandos por parte daqueles que ganham para dar proteção e amparo aos cidadãos?!! Indignação!! Essa é a palavra que melhor representa essa barbárie que fizeram a sua pessoa. Me solidariza com a sua dor e me coloco a sua disposição para o que precisar. Deus seja por ti e que a justiça seja feita como se deve. Muitaaa força e sabedoria para vc minha pequena.

  • cidadão says:

    Lastimável, abuso de autoridade, criminoso, deixa-nos pensar que toda PM é formada por este tipo de gente. Mas graças a Deus não é. Infelizmente alguns maus policiais se acham seres superiores quando fardados e cometem todos os tipos de absurdos. Não baixe a cabeça pra esses criminosos. Vá até o fim. Peça proteção do MP, da corregedoria da PM, de todos os órgãos que puder. Todos os envolvidos pagarão na justiça pela atrocidade.Vá na Cia 68 e faça uma representação contra a guarnição envolvida.

  • Carlito says:

    Os cidadãos de bem desse país medieval. Monstros que fazem qualquer atrocidade quando se sentem prejudicados. Policiais extremamente corruptos, cidadãos extremamente corruptos. Espero que justiça seja feita e essas mulheres abomináveis paguem muito caro!!!

  • Rei says:

    Essa foi a versão da Bianca, se as pessoas se sentem no direito de julgar, deveriam ouvir as partes. Ela foi apresentada na delegacia e com ela um colega com quantidade de drogas, segundo informações ele, admitiu que era dele.

    • Rei says:

      Nada justifica o uso de agressão, mais tem que ver qual foi a reação da Bianca com polícia. Não estou me colocando do lado da Bianca nem da polícia, acho que alguns levados por emoções, dizem coisas sem sentido

      • Dani says:

        Se você entendesse minimamente de lei não estaria aqui falando asneiras. Jamais uma operação falsa dessa poderia ser regida por um familiar das “denunciantes”, e o fato de o colega dela estar com poucas gramas de maconha não os tornam bandidos.O Brasil está desse jeito por ter gente como você que defende essa policia corrupta, sem escrupulosa, autoritária, que se estivessem em lugares de políticos, agiriam da mesma forma que os mesmo, assim como a maior parte da população.

  • Marcelo says:

    Um absurdo, covardia, nada justifica esse de tipo de conduta de alguns policias despreparados, inescrupulosos que agem sem princípio moral, sem ética nem honestidade que só aumenta a baixa confiança na instituição militar e eleva a percepção de impunidade. Nem mesmo o uso de drogas merece tamanha violência. Se esses monstros gostam de violência então vão para o Rio de Janeiro ajudar no combate a violência e troca tiros com verdadeiros bandidos. Aí sim seus monstros gostaria de ver o quanto são covardes.

  • Advogado says:

    Inadmissível que que a imagem de uma corporação seja usada com a finalidade de coagir, intimidar e agredir os cidadãos a quem eles deveriam proteger!

    Recomendo à Sra. Bianca que busque testemunhas dispostas a depor entre aqueles que assitiram a este ato de barbaridade. Certamente é possível a responsabilização nao só criminal, mas também cível dos animais que se vamempoder de polícia para a prática de atos atrozes!

    Recomendo também que o caso seja levado formalmente ao Comando dos indivíduos, para que sejam apurados por meio de Processo Administrativo Disciplinar.

    Caso solicitado, autorizo o site a informar unica e exclusivamente a Sra. Bianca o meu e-mail.

    Estou à disposição da mesma para escalarecer qualquer dúvida.

  • Decepcionada says:

    Lamentável essa situação Bianca Meira,a própria Constituição Federal ressalta que a Polícia Militar existe para proteger o cidadão, e que proteção hein?! Você sendo agredida por policiais militares e ainda tem gente que defende essa tamanha atitude. Eu fico indignada como tem policiais que apesar de jurarem proteção e lealdade fazem tal agressão com um cidadão, além das agressões físicas tem também as ameaças “que ele pode muito bem colocar drogas nas suas coisas”; que ridículo e absurdo comprar briga dos outros “da esposa”, porque POLICIAIS DEFENDEM CIDADÃO isso não quer dizer que ele tenha que ficar do lado da esposa e da cunhada sem ouvir a outra parte, não é isso que um policial faz? Divulga mesmo o nome desses monstros para que eles recebam as devidas punições, para que outros “policiais inocentes” não paguem pelo erros de quem é de direito. Força e que seja feito justiça!

  • PM = VERGONHA* says:

    *com poucas ressalvas.

    Parabéns Bianca, foi mais corajosa que todos eles juntos.

    Quando a PM aprender que eles existem para defender a população, a vida deles e as nossas melhorarão.
    Mas enquanto se acharem acima da população, vai ser sempre isso, abuso de autoridade e eles sendo apoiados apenas pelos próprios parentes.

  • Maria says:

    ABUSO DE PODER! Parabéns a você que teve coragem de vir a público compartilhar essa atrocidade. Você não está só!

  • Kleber advogados says:

    Lamentável é o despreparo educacional da população que sem saber ou presenciar o ocorrido saem em disparada com pedras e paus nas mãos pra julgar os policiais. Não estou aki os defendendo mas em momento algum ouvi o outro lado da versao. O que se tem e um texto enorme da bianca onde relata o que ocorreu onde só ela é os envolvidos que sabem realmente. Outro ponto é o fato da situação Central ser o fato dela estar irregular na casa que foi deoxafo de lado. Se houve erros devem sim ser punidos injustificável a agressão mas pra agredi la acho que teve uma causa que ninguém questiona e repito que se houve a agressão não justifica. Pra terminar ela deveria postar uma foto dela. Pois na minha mente a vejo toda arrebentada com os dois olhos roxos caveça enfaixada andando de muleta, depois do que ela relatou. Boa tarde a todos

  • Ane says:

    Olha Bianca,parabéns pela sua coragem de não se calar com tamanha covardia,quem era de direito em nos proteger , nos envergonha com ações covardes e machistas e infelizmente ainda podemos vê como tem pessoas que apoiam e acham normal este tipo de atitude nos comentários,procure seus direitos!somos mulheres e merecemos respeito!Estou com você.

  • Rai says:

    Não se trata aqui de ouvi as partes, o que importa é: estes políciais estavam a serviço privado é? Porque basta eu ter um policial na minha família eu posso chama-lo para que coloque a farda e venha fazer atrocidades, pelo amor de Deus a polícia deve estar a serviço do povo e não como segurança particular de parentes, digamos que está bianca estivesse errada, ainda assim teria que ser usada ordem de despejo mediante autoridade judicial, e não é a polícia que diz se vai sair e quando vai sair não, isso não cabe a polícia militar, quanto as agressões não vou nem comentar pq é injustificável, quanto aos que defenderam os policiais, é por isso que o Brasil está assim.

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