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:: 23/set/2017 . 18:44

ESTUDANTE DA UESC DIZ QUE FOI ESPANCADA POR POLICIAIS MILITARES DE ILHEUS

Bianca


Na sexta-feira, 22, a estudante do curso de LEA da UESC, Bianca Meira Santos, usou as redes sociais para denunciar  policiais militares de Ilhéus que, segundo informou a estudante, a espancaram e a tiraram de casa usando a força. De acordo com Bianca, um dos policiais é genro da dona da casa que ela pagava aluguel para morar e a espancou enquanto saía do banheiro ainda de toalha.  O policial também é marido de sua colega de Curso. 

“Cada vez que eu tiver que passar por WILZA nos corredores do LEA da uesc me sentirei ainda mais agredida, porque olhar pra ela me faz lembrar do marido dela me espancando a troco de nada.”

Confira o relato: 

QUEM ME CONHECE SABE QUE EU NUNCA FAÇO TEXTÃO, MAAAAAAAAS, esse daqui foi muito necessário e eu peço a paciência de todos para lerem até o final! 

Ilhéus, BA, 10/09/2017.
 No dia 08/08/2017 eu, Bianca Meira Santos, Estudante do curso de LEA-NI da UESC, vim de mudança da cidade de Itabuna para Ilhéus, para dividir o aluguel de uma casa com uma mulher chamada Tássita Cyriaco Bittencourt, estudante da Faculdade de Ilhéus. O valor do aluguel da casa era R$400,00 (conforme estava no anúncio que ela pusera na internet) caso eu alugasse sozinha a casa que tem dois quartos, e era a minha intenção porém a Tássita me propôs ao invés de alugar a casa sozinha, que eu dividisse com ela a casa (que pertence a mãe dela) porque ela havia acabado de começar o curso de odontologia na faculdade de ilhéus e precisaria também morar em ilhéus agora, então eu concordei, paguei 200,00 reais à mãe dela referente minha parte do aluguel e vim de mudança pra cá com todos os meus móveis, eletrodomésticos, animais de estimação (tenho dois gatos) e objetos pessoais. No dia 28/08/2017 Tássita me chamou para conversar e disse que a mãe dela, Silvia Cyriaco Bittencourt, que é a proprietária da casa em que estávamos morando, e até então morava na cidade de Itamaraju, havia recebido uma proposta de trabalho aqui em Ilhéus e que por isso estava vindo embora pra cá e que precisaria do quarto que eu estava ocupando para a mesma. A minha resposta a ela foi de que eu havia acabado de me mudar pra Ilhéus, que tinha tido muitos gastos com a mudança e que por isso não teria condições de simplesmente me mudar novamente assim sem mais nem menos. Não havia nem completado um mês que eu estava morando na casa quando ela veio me dizer isso. Ela não gostou da minha recusa em sair imediatamente da casa e começou a dizer que eu teria que ir embora porque eu ficava recebendo homens estranhos (3 colegas da faculdade que passaram por lá) na casa e fazendo festas (eu não fiz nenhuma festa se quer naquela casa) e que ela estava se sentindo ameaçada dentro de casa. Mais uma vez eu recusei-me a sair porque disse a ela que isso era contra a lei e que eu tinha direitos, e que as pessoas que iam na minha casa eram colegas da faculdade e que ninguém nunca tinha nem falado nada com ela pra ela agir daquela forma, e que eu nunca tinha feito nenhuma festa dentro de casa e que eu não ficaria mais ouvindo aqueles absurdo e fui pro meu quarto. Minha primeira atitude foi entrar em contato com meu advogado João Lins e pedir orientação sobre como eu deveria me portar na situação e quais eram meus direitos, já que ela estava ameaçando me colocar pra fora porque nosso acordo não tinha sido físico e sim verbal e que por isso eu não teria direito a nada porque não tinha como provar que aluguei. Logo após isso entrei no facebook e mandei mensagens pra o perfil da mãe dela contando sobre a discussão e dizendo as coisas que João havia me instruído sobre meus direitos na situação e pedindo que ela intercedesse junto a filha dela por minha causa, porém eu nunca fui respondida (tenho todos os prints dessa conversa arquivados para servir de prova). No dia 2/09/2017 eu viajei com o ônibus da faculdade (sou estudante da UESC) e mais 20 colegas para João Pessoa na Paraíba para um congresso de estudantes e só retornei no dia 08/09/2017 no final da tarde. Ainda lá na paraíba tentei contato com Tássita pra saber o que ela e a mãe dela tinham decidido a respeito da minha situação. Se elas preferiam me pagar a multa pela quebra do contrato ou se elas me dariam os 30 dias de aviso prévio pra eu me preparar pra mudança e mais uma vez fui totalmente ignorada. Ao retornar mandei mensagem pra ela novamente dizendo que havia chegado em ilhéus e que precisava entrar em casa e eu tinha sido informada por um colega (que eu tinha deixado na incumbência de alimentar meus gatos enquanto eu estivesse fora) que elas haviam trocado o cadeado da casa e que por isso eu não poderia entrar sem elas em casa. Quando finalmente consegui chegar em casa eu estava acompanhado de um colega da faculdade (que não vou citar o nome pois ele não precisa ser exposto), que mora em Itabuna e que havia me pedido abrigo em Ilhéus naquele dia pois ficara tarde pra ele voltar pra Itabuna e eu disse que tudo bem. Cheguei em casa por volta das 22 horas e ao chegar fui recebida pela Tássita, pela mãe dela, Silvia e por uma vizinha que eu não sei o nome pois não a conhecia direito, juntas na sala esperando pra me confrontar. Pedi ao meu colega que fosse pro meu quarto e fui pra sala conversar com elas. A conversa foi de mal a pior, a dona Silvia me disse que eu teria até segunda pra sair da casa dela, eu disse que já tinha sido informada dos meus direitos e que só sairiam quando elas decidissem me pagar ou me dar os 30 dias de aviso prévio e caso contrário eu não sairia porque nesse país existem leis. Ela começou a gritar comigo e disse que elas não se importavam se eu tinha advogado porque elas também tinham quem as defendesse e que se eu não saísse por bem sairia por mal. Aí eu disse que elas estavam tentando me dar um golpe mas que eu não era fácil de ser enrolada assim não, saí da sala e fui pro meu quarto tranquei a porta e fui tomar banho. Antes que eu pudesse terminar o banho ouvi um estrondo enorme na porta do meu quarto e meu colega foi abrir a porta pra ver do que se tratava pois ele pensou que fosse novamente a dona Silvia querendo falar comigo, porém quando ele abriu tinha 5 policiais fortemente armados na porta do meu quarto. Daí pra frente foi uma sucessão de agressões e abusos por parte da polícia. Quando eles entraram no meu quarto eu ainda estava no banheiro do quarto, completamente nua. Meu colega calmamente pediu que os policiais saíssem do quarto para que eu pudesse me vestir com o mínimo de dignidade, porém ele foi arrancado do quarto debaixo de porrada. Eu me enrolei numa toalha e fui perguntar o que estava acontecendo ao sub tenente Agnaldo Nascimento dos Santos, que era quem estava comandando a operação porém ao invés de me responder ele me agarrou pelo pescoço e me deu tapas muito pesados no rosto, me chamou de vagabunda entre outras ofensas. Eu pedi que se retirassem do meu quarto para que eu pudesse ao menos estar vestida antes de apanhar mais, e ele disse que eu teria um minuto pra me vestir e começou a gritar perguntando onde eu escondia minhas drogas. Respondi que eu não tinha droga nenhuma, e que eles poderiam revistar meu quarto procurando que não achariam nada. E de fato eles não encontraram nada de drogas no meu quarto nem nas minhas coisas. Encontraram uma pequena quantidade de maconha na mochila do meu colega porém ele assumiu a droga ser dele e que eu não tinha nada a ver com aquilo. Depois de conseguir me vestir eles me algemaram, mesmo eu não tendo resistido em momento algum, e me jogaram no camburão do carro da PM após mais algumas agressões. Voltaram para dentro da casa, vasculharam todas as minhas coisas tentando procurar drogas, e como não encontraram nada eles mandaram a Tássita e a Silvia pegarem todas as minhas coisas e colocarem na garagem dizendo que eu já ia sair dali de mudança naquele mesmo dia. Depois disso o policiais saíram dizendo para os vizinhos que começavam a se aglomerar nas portas de suas casas, que eu era uma bandidinha traficante da UESC que eu estava fazendo festas regadas a sexo e drogas dentro da casa e que estava tentando colocar a dona da casa pra fora da própria casa. Eu ouvi tudo isso enquanto estava algemada e presa dentro do camburão. Depois disso eles algemaram também o meu colega, o puseram também no camburão e nos levaram para a delegacia. Antes de sairmos de lá eu vi Wilza, que é uma colega do mesmo curso que eu na UESC, parada na porta da casa assistindo a tudo. Achei que ela estava lá porque ela é irmã da Tássita e que tinha ido porque ela tinha chamado, porém depois eu descobri que além de ser irmã da menina, o marido de Wilza é policial militar eu só não sabia se era algum dos policiais envolvidos naquilo tudo pois eu não sabia o nome do marido dela. Chegando na porta da delegacia eles nos obrigaram a ficar parados no fundo do carro da PM e posar pra fotos nos celulares deles e disseram que no dia seguinte já estaria em todos os blogs da região, além de que eles iam mandar pra todos os amigos policiais deles pra a gente nunca mais ter paz na cidade. Me recusei a olhar pra câmera e mais uma vez fui hostilizada pelos policiais, e após eles conseguirem a foto eles nos levaram pra dentro da delegacia. Meia hora depois Tássita, Silvia, Wilza, e a vizinha da qual eu não me recordo o nome, chegaram na delegacia e começaram a inventar várias histórias a meu respeito. Disseram que tinham me abrigado na casa delas porque eu estava precisando e um lugar para morar e que eu agora estava tentando colocar a dona pra fora de casa. Disseram que os 200 reais que paguei a mãe dela eram referentes as contas de luz e gás, o que era mais uma mentira porque foi na verdade o valor da minha parte do aluguel. Depois que elas foram ouvidas elas foram embora e eu fiquei esperando até as 2 horas da manhã pra ser ouvida pelo delegado antes de ser liberada. Fiquei proibida de voltar à casa, a não ser pra buscar os meus móveis e meus gatos. O delegado me garantiu que instruiria elas a não mexerem nas minhas coisas até eu poder ir buscar e a cuidar dos meus gatinhos para que não morressem de fome até eu poder busca-los. Saímos da delegacia já eram quase 3 da manhã, e fui pedir abrigo na casa de um amigo. 

Eu consegui o nome completo de três dos cinco policiais envolvidos na situação e por isso eu descobri que o policial que mais me agrediu e me humilhou é o Sub. Tenente Agnaldo Nascimento dos Santos que é justamente O MARIDO DE WILZA, QUE É IRMÃ DE TÁSSITA. E que um dos outros oficiais estuda na mesma faculdade que Tássita também, o que me explicou como tudo pode ter acontecido tão rápido, porque ficou claro que eles já estavam de sobreaviso esperando apenas o chamado delas pra irem me agredir. Os outros dois nomes que consegui foram o do Sgt. Antonio Humberto Pires e o do SD.PM Leonardo Antonio Raposo Ramos. Dos outros dois policiais não consegui gravar os nomes e eles estavam sem identificação, porém sei que eles são da viatura 68, e que essa viatura não é a viatura que faz a ronda daquela parte da cidade (Rua F, loteamento tropical nº 46 Ilhéus II) e isso foi o próprio delegado quem falou. O sub tenente Agnaldo já na delegacia continuou a me ameaçar dizendo QUE PODERIA FACILMENTE PLANTAR DROGAS NAS MINHAS COISAS, mas que dessa vez ele não ia fazer isso mas que eu ficasse esperta porque ele ia me dar uma cadeia de qualquer jeito. Respondi que não tinha medo dele e ele disse que eu deveria ter, ou se não levaria mais porrada na cara, e que ele me conhecia da uesc e que era pra eu ter cuidado por onde eu ia andar dali pra frente. Como isso aconteceu durante o fim de semana eu não pude tomar providências imediatas pois os órgãos públicos só funcionam durante os dias uteis e dessa forma esperei até, segunda-feira 11/09/2017, para começar os processos pertinentes parar reparação de todos esses absurdos que aconteceram comigo. Nunca fui tão humilhada em toda a minha vida. Fui pega totalmente vulnerável dentro do meu quarto, completamente despida e apanhei muito sem nem ter oferecido nenhum tipo de reação contra os policiais. Não havia nenhuma policial feminina na operação o que só me deixou ainda mais humilhada pois tinham 5 homens armados me espancando dentro da casa a qual eu havia pagado pra estar e eu tinha acabado de chegar de uma viagem de 8 dias fora. Agora estou sem ter onde morar, passando uns dias de favor na casa de uma tia e estou machucada e com dores no pescoço e rosto, mas a pior das dores é a emocional. Uma sensação de impotência total e uma revolta tão absurda quem nem tenho como descrever. Cada vez que eu tiver que passar por WILZA nos corredores do LEA da uesc me sentirei ainda mais agredida, porque olhar pra ela me faz lembrar do marido dela me espancando a troco de nada. Estou tomando todas as providências legais contra os envolvidos nesse abuso, mas ainda assim nada vai apagar o horror que foi aquela situação pra mim. Depois de muito relutar resolvi vir a público com essa história porque por mais constrangedor que tenha sido pra mim eu acredito que outras pessoas precisam ser alertadas quanto a mais esse abuso descarado de poder envolvendo policiais militares e porque preciso muito do apoio de todos para ter forçar pra lutar contra esse tipo de atrocidade pra que sirva de exemplo e evite que outras pessoas passem pelo mesmo horror que eu.

LIXO NO FUNDO DA CONCHA ACÚSTICA DE ILHÉUS GERA RECLAMAÇÕES

Do Blog do Gusmão

Concha e lixo ao fundo

Um morador da avenida Soares Lopes procurou este blog para manifestar o seu descontentamento com a situação dos arredores da Concha Acústica. Conforme a sua definição, o terreno atrás do antigo espaço de shows virou um “grande lixão repleto de urubus”.

Ele mora num prédio com vista para a Concha. No fim de julho, diz a sua mensagem, “a prefeitura absurdamente retirou a vegetação secundária que crescia no local”, e isso “favoreceu a entrada de pessoas que começaram a depositar lixo na área”. “É constante o movimento de carros que chegam ali para colocar entulho e lixo, sem a menor cerimônia”.

Na tarde dessa quarta-feira (20), ainda de acordo com o depoimento do morador, uma “caçamba gigante”, com placa vermelha, foi usada para jogar entulho no local. Devido às características do veículo, ele suspeita que o motorista estaria a serviço da prefeitura.

No fim da mensagem enviada ontem ao blog, o cidadão fez um desabafo. “Me causa uma revolta gigante ver esse cenário. Sou consciente de que Ilhéus tem problemas muito maiores e mais graves do que isso. Mas esse é um que me atinge diretamente. Pago quase 4 mil reais entre aluguel e condomínio para morar onde moro e ter esse lixão em frente. E hoje à tarde tive uma forte percepção de que é a própria prefeitura da cidade que está jogando os entulhos nessa praia. Há 3 meses dois tratores abriram uma clareira na vegetação que crescia no terreno atrás da concha, e daí começou a cada dia carros entrando para jogar o lixo e hoje eu vi essa caçamba gigante. […] É muita tristeza e desolação”.

É importante destacar que o morador tratou a própria informação como uma suspeita, uma “forte impressão”, até porque os caminhões que prestam serviço para a prefeitura são alugados e têm placas cinzas (comuns). Além disso, veículos oficiais não podem ter placas vermelhas.

OUTRO LADO

O secretário de Serviços Urbanos Jorge Cunha informa que o caminhão citado não estava a serviço da prefeitura. Segundo ele, o descarte irregular de entulho costuma ser feito por motoristas que prestam serviços em obras particulares.

Conforme o secretário, a nova gestão da prefeitura não descarta entulho em locais impróprios. Ao contrário, a Secretaria de Serviços Urbanos já acabou com várias lixeiras viciadas da cidade. Além disso, servidores municipais fiscalizam diariamente esses pontos, para que não voltem a ser usados como depósitos de lixo. Exemplo disso é o trecho da estrada do Couto perto do Condomínio Sol e Mar, que deixou de sofrer com o descarte ilegal de resíduos sólidos após as ações da prefeitura.

Em relação ao terreno atrás da Concha, o secretário explicou que vai construir algum de tipo proteção para bloquear a passagem dos caminhões e impedir que a área continue a ser utilizada irregularmente.

JÁ VALE LEI QUE PROÍBE INAUGURAR OBRA INACABADA EM ILHÉUS

Do Blog do Gusmão

Marão.

O prefeito Mário Alexandre (PSD) sancionou a Lei nº 3.860/2017, que veta qualquer tipo de solenidade, cerimônia ou ato de inauguração de obras públicas incompletas no município. A proposta que deu origem à nova regra partiu do vereador Juarez Barbosa (PMDB).

De acordo com o vereador, inaugurar obras inacabadas é um desrespeito. “O cidadão acredita que o equipamento inaugurado, seja  uma creche, escola ou posto de saúde, estará disponível para uma plena utilização, o que de fato não ocorre”.

A lei classifica como “incompleta” as obras que não tenham concluídas todas as etapas de construção e especificações técnicas previstas em seu projeto.

ILHÉUS: AOS 90 ANOS, JORNALISTA EVERALDO VALADARES RECLAMA DO ABANDONO

Do Expressão Única

Everaldo Valadares.

Sergipano de nascimento, mas, ilheense de coração. Everaldo Almeida Valadares nasceu no dia 26 de abril de 1927 na cidade de Boquim, interior, região sul do estado de Sergipe. Com oito anos seguiu com seus pais para o Rio de Janeiro, ainda jovem começa a militar na imprensa carioca, dando os primeiros passos nos jornalismo impresso e na radiodifusão da segunda capital do país. Lá participou de vários movimentos e reportagens, a exemplo do golpe militar de 64, o AI-5, sucessões dos Governos Militares, da Junta Militar, processo ditatorial do Governo Médici, passando pelo Governo Geisel, até o Governo Figueiredo e, parte de todo o processo de Redemocratização, inclusive da Lei da Anistia.

Esteve no Maracanã fazendo reportagens para o Jornal O Carioca na cobertura da Final da Copa do Mundo de Futebol de 1950 e cobriu várias manifestações no eixo-Rio-São Paulo pelas Diretas Já.

No início dos anos setenta, mudou-se para Salvador. Foi diretor de programação da Rádio Excelsior. Em 1976, já casado e com três filhos, vem para Ilhéus, cidade mais tranquila, com o propósito de tocar sua vida profissional e dá seguimento aos seus projetos.

Em Ilhéus dirigiu a antiga Rádio Jornal, Rádio Cultura e por fim, a Rádio Santa Cruz, na época de propriedade do ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes. Fez programas de rádios em todas as emissoras de Ilhéus, sempre dando um tom polemico, mas, exercendo sempre com competência e altivez. Ilhéus tornou a sua cidade de coração, que o acolheu de coração aberto. Em 2006 recebeu o título de cidadão ilheense, numa demonstração de afinidade com a cidade. A proposição partiu do saudoso vereador, José Fernandes.

Ainda na radiodifusão ilheense, apresentou o Programa Resenha da Cidade, na Rádio Jornal, que era a coqueluche no município e cidades vizinhas naquela época.

Em Ilhéus fundou o Jornal Sul Bahia; Jornal em Resumo e o Jornal o Repórter. Hoje, todos inativos. Na literatura é autor de três obras: Ilhéus, Hoje – Sem Gabriela, Sem Cravo e Sem Canela (2006); Eles FAZEM Ilhéus MAIOR (2006) e Crônicas Chulas, editado em 2008. Todas as obras de Valadares hoje se encontram arquivadas na Universidade Estadual de Santa Cruz e no Arquivo Municipal da Cidade. No campo fonográfico, gravou um Cd intitulado Ilhéus e seus ritmos, que retrata o cotidiano do povo ilheense, através de crônicas narrativas.

Valadares ocupou o cargo de Secretário de Imprensa da Prefeitura de Ilhéus, no governo de Antônio Olímpio; Foi fundador e presidente do PDT, e posteriormente candidato a prefeito na cidade de Ilhéus. Hoje com a saúde debilitada e cego sobrevive apenas com um salário mínimo que recebe do INSS, sendo R$ 500 gasta mensalmente com medicamentos. Valadares vive com um filho, à Rua Argélia, nº 560, no bairro São Francisco, na cidade Ilhéus, isolado por circunstancias naturais, mas, atento a tudo que vem acontecendo na cidade. Seu melhor amigo e parceiro tem sido o seu radinho à pilha, marca CCE. Infelizmente o tempo não perdoa ninguém! A linha do tempo, às vezes, faz o velho Valadares esquecer pessoas e semblantes.

Valadares vive uma situação difícil, é preciso que os amigos faça uma visita e veja a realidade, inclusive física do imóvel onde reside. O Jornal do Radialista (www.jornaldoradialista.com.br) pretende fazer uma campanha de auxílio em prol de Valadares, e espera contar com o abraço de todos os seus amigos e ex-colegas de trabalho da imprensa local. Contato: (jornaldoradialista@gmail.com) – 9 8832-9502.

Valadares é cidadão identificado com os mais diversos segmentos da sociedade ilheense e tem sido personalidade de realce no dia a dia da imprensa do sul da Bahia. O tempo só não tem forças para apagar o seu legado!

Combativo e, muitas vezes até mesmo teimoso, sempre manteve e mantém suas posições e convicções. Sempre teve objetividade e o ‘faro’ da notícia. Um grapiuna adotivo que na sua militância profissional, em jornal ou rádio, no Rio de Janeiro ou em Ilhéus, nunca deixou de estar na vanguarda da discussão dos grandes problemas. Do Expressão Única.

FOLHA: BEBETO TROCA O PSB PELO SOLIDARIEDADE

Da Coluna Painel, na Folha de SP

Bebeto de saída

Menos um

O deputado Bebeto (BA) avisou ao PSB que vai trocar a sigla pelo Solidariedade. Entre os socialistas, era aliado do presidente da legenda, Carlos Siqueira.



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