O radialista Vila Nova, em seu editorial no programa O Tabuleiro desta sexta, dia 11, chamou atenção para o caráter de vaidade que circunda o embargo da usina asfáltica do município. Segundo Vila, os prejuízos causados pela buraqueira têm sua raiz na vaidade de pessoas públicas, como o superintendente Emílio Gusmão. “É inadmissível um comportamento desse tipo de um agente público com tamanha responsabilidade”, afirmou.

Vila pontuou ainda que o prefeito Mário Alexandre é quem mais se desgasta com o problema. Por isso, o prefeito precisa, em definitivo, resolver o problema dos buracos na cidade.

Não custa lembrar que, desde abril, a usina, que custou quase três milhões de reais, está parada, deteriorando. Quatro meses depois, se confirma que o embargo nada mais foi do que pra cumprir os caprichos do superintendente de meio ambiente, Emílio Gusmão, que a interditou alegando danos ambientais que foram negados em laudo técnico.

Desde o início dessa celeuma, alertamos no ILHÉUS EM RESUMO que o embargo servia para fazer propaganda do trabalho de Gusmão e, consequentemente, alimentar seu ego, que, de tão grande, não caberia no maior buraco que se possa encontrar na cidade.

Mostramos também que, por duas vezes, o diário oficial do município publicou versões erradas do acordo que permite o retorno da usina. Depois da segunda tentativa, o termo de ajustamento sequer foi publicado novamente.

Uma mostra das consequências dessa barbeiragem você confere nas fotos abaixo, registradas por nosso colaborador, Adilson Araújo.

Haja suspensão.

Do Pontal ao Iguape, é buraco que não acaba mais.

Mais buracos

No norte.